segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Lançadas Inauguradas na Região do Jardim Planalto...

- Pois é, não é... A gente queria andar de monotrilho de graça, mas a cortesia era só para convidados... 














































Agora Tufão, acostumado com a Avenida Brasil, poderá ir mais longe na Avenida Sapopemba... Ops!!!...
















































Capa – “Que isso???” Peixinho faz 3 a 0 no Fortaleza, mas cede o empate... “Vacilaram!!!” Jogando fora de casa, Timão empata com o Avaí e Bambi perde para o Bacalhau... Alis, por falar em não vacilar, em “Os Trapalhões”, para provar que está criando e não está parado, Didi mostra a Dedé que está escrevendo o roteiro do novo filme dos Trapalhões... Enquanto bate na máquina de escrever, passam pela Agência Trapa Tudo o Homem-Aranha, entrando pela janela, Super-Homem enfrentando o Monstro Verde Careca de Ovo e sendo salvo por Flash, que não voa, Hulk rumo ao banheiro, tomando a revistinha dos Trapalhões do Zorro... Só que o Homem Borracha cansou de ser usado para apagar o roteiro e vai tirar satisfações com Didi, que sai correndo como se fosse o Flash, fingindo que não viu os heróis revoltados...  Dedé e Mussum produzem “Romeu e Julieta”, com Maurício Mattar no papel de Romeu... Que terá que fazer a cena do beijo para escolherem a interprete de Julieta... A míope não serve, porque beijou Didi... A gordinha esquema também não, porque pulou em cima do galã... Ruço foi para cima de Mussum... A banguela não interessou ao ator, mas a baixinha... Então é por isso que Dedé dirigiu a cena e Didi cansou de tantos beijos... Ops!!!... Melhor Mattar falar sobre sua investida como cantor, interpretando uma música de sua autoria, “Iê”... Em Vila Vintém, “Os Gnomos e  Floresta Encantada”, de Lipe... Vide o bailado dos próprios com a bicharada na floresta do Bem-Te-Vi, por onde passeia a turma da vila e Didi tenta explicar a Tininha o que é um gnomo... Quando Marcinha sugere que o pessoal vá embora, porque está ficando tarde, Didi é chamado pelo duende Pirulito, mas fingiu que não ouviu... Dois homens comparecem na vila e o guarda fala para Dedé e Mussum que eles vieram fazer turismo ecológico...  Dedé e Mussum são encarregados de levar as bagagens dos visitantes, enquanto acabou-se tudo entre Marcinha e Conrado... Mussum CHOLA MAIS e Conrado tenta consolá-lo, porém o chororô é motivado pelo baú em cima de seu pé, porque ele sabe lidar com as mulheres – ouvindo calado tudo o que a própria “sócia” fala... Ao carregarem o baú, ele abre e revela seu conteúdo – armas... Então é por isso que Ivan Setta conta vantagem sobre suas caçadas para o guarda... Até ser questionado por Didi, Dedé Mussum, Conrado, Vera e Marcinha... Que lembram do fato da floresta do Bem-Te-Vi ser uma área protegida... Porém, o guarda faz vista grossa, já que levará os caçadores para a floresta, e Tininha sugere pedirem ajuda aos gnomos... Um deles, o duende Pirulito, até deu... As caras para que aguardem e confiem em seu plano... A bicharada é levada para a Vila Vintém e quando os caçadores chegam a mata, o duende coloca um rabo no guarda, que acaba caçado... Os caçadores, por sua vez, levam uma surra dos duendes... Porque quando o homem conhecer o íntimo dos animais, qualquer crime contra a natureza será um crime contra a humanidade, Didi da Vinci... A repórter Beatriz Castro mostra o trabalho forte Instituto Materno-Infantil de Pernambuco em um programa de aleitamento materno reconhecido internacionalmente,  voltado a mulheres pobres e de favelas de Recife, vide boneca que serve de garota-propaganda para a amamentação...  É bonito um bom exemplo ultrapassar fronteiras, Renato  Aragão...




















Doutor Kenji ainda não aceitou o fato do monotrilho de São Paulo utilizar pneus... Que coisa, não...















































Já que a estação permite a entrada de bicicletas, só falta nosso colega de rede Amary trazer a sua...

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

CHBR3.5 (III): Seu Madruga, Chiquinha, Girafales e Florinda encontram Chaves...

Membro de célebre família de cômicos mexicanos, Ramón Valdés atuou com Chespirito no filme "El Cuerpazo de Delito", em 1970...















































Na autobiografia “Sin Querer Queriendo”, Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito, conta como conheceu os atores que contracenaram com ele em seus programas e a origem dos personagens que interpretaram em “Chaves”... Nos trechos reproduzidos abaixo – traduzidos pelo Seu Bloquinho Virtual e publicados em 2007, já que o livro de memórias nunca foi traduzido para o português – Chespirito fala sobre quatro deles... Ramón Valdés, o Seu Madruga, pertencente a uma ilustre família de comediantes, vide Germán Valdés, o Tin Tan, que devido a carreira cinematográfica é muito popular no México, mais até do que o irmão, reverenciadíssimo no Brasil... Sobre Valdés, Bolaños declarou em uma entrevista ao jornal colombiano “El Tiempo”, em 2007:  “Ele saiu com Carlos Villagrán [em 1978] e regressou [em 1981]. Depois voltou a se retirar [ainda em 1981] sem que eu soubesse porquê. Ramón era difícil nesse sentido, um pouco irresponsável. Excelente ator. Para mim, o comediante que mais me fez rir em toda a minha vida. Porém não regressou, e morreu em Acapulco [em 1988]”... Maria Antonieta de Las Nieves, a Chiquinha, filha do Seu Madruga, que deixou as séries por um breve período, entre 1973 e 1975, e posteriormente, a exemplo de Carlos Villagrán, envolveu-se em uma polêmica sobre os direitos da personagem, que diz ter criado antes de “Chaves”, com o nome de Toñita... Questão que é aprofundada na autobiografia "Habia una vez una niña en una vecindad", de 2015, vide resenha...  Rubén Aguirre, o professor Girafales, que depois de sair do programa “Chespirito” em 1971, ainda na TV TIM, voltou a trabalhar com Gómez Bolaños quando “Chaves”  e “Chapolin” tornaram-se séries autônomas, em 1973, já na Televisa... Mais detalhes na autobiografia de Rubén Aguirre, "Despues de Usted", lançada em 2015, cuja resenha pode ser lida aqui... Assim como o livro de Chespirito, as obras de Maria Antonieta e Rubén não foram lançadas no Brasil, sabe-se lá porque causa, motivo, razão ou circunstância...  Florinda Meza, a Dona Florinda, que anos depois se tornaria “sócia” de Chespirito, além de pivô de diversas controvérsias entre os integrantes do elenco das séries... Ops!!!...

“Tive a sorte de contar com Ramón Valdés como companheiro de atuação, no filme chamado "El cuerpazo del delito" [1970], formada por três episódios independentes entre si. Ramón e eu trabalhamos numa história encabeçada por Mauricio Garcés, Angélica María e Pepe Gálvez, e passei a filmagem maravilhado. De um lado, o trio de estrelas esabanjava simpatia, talento histriônico e algo que não se vê com demasiada frequência: companheirismo, ausência total do estrelismo que só os atores consagrados manifestam. E, por outro lado, ali foi onde tive a oportunidade de apreciar a graça sem igual de Ramón Valdés. 

Esse foi, portanto, o antecedente que me levou a seleciona-lo para o elenco do programa. E foi ele quem interpretou a Ron Damon (Don Ramón) [Meu Sadruga e Seu Madruga], um dos mais consagrados personagens que viviam com o Chaves. Fazia o papel de um desses tipos que escondiam suas múltiplas insuficiências por trás de uma máscara de irresistível simpatia. Era preguiçoso, inculto, comodista, etc, mas possuidor dessa graça natural que identifica o pícaro, e dessa engenhosidade que invariavelmente o ajudava a sair dos maiores problemas. Por exemplo: jamais pagava o aluguel da casa em que ocupava na modesta vizinhança, ao lado de sua filha, a Chilindrina [Chiquinha] 

Maria Antonieta de Las Nieves, como já disse, começou a fazer parte dos Supergênios da Mesa Quadrada em substituição a Bárbara Ramson. Quando chegou disse que faria esse papel temporariamente, enquanto eu conseguia outra atriz para atuar em seu lugar, pois assegurou que seu negócio era o drama e não a comédia. Sem dúvida, depois de ver sua atuação, lhe fiz notar que tinha talento mais do que suficiente para fazer comédia, já que poderia fazer qualquer papel em dramas. Ela estranhou de início, mas tomou o touro pelos chifres. Pouco depois, reconheceu que não trocaria sua posição por nada neste mundo. E então alcançou o ápice da fama com sua inigualável 
Chiquinha, personagem que a levou aos mais altos níveis de popularidade. 

Concebi a Chiquinha como uma menina que teria tantos defeitos quanto o Chaves, ou mais, de modo a criar um laço de identificação entre ambos; porém ela seria travessa até não poder mais (como as crianças travessas são pelo fato da hiperatividade os induzir a correr riscos) e muito mais inteligente do que ele (com o uso de óculos que chegam a ser paradigmáticos das crianças inteligentes). 

Chiquinha figurava como filha de Seu Madruga e sobre a esposa deste, segundo se mencionava no decorrer da série, tinha morrido ao dar a luz à menina. Esta deixava claro que tinha herdado a picardia do pai, ainda que manifestando-a de acordo com o contexto infantil a que correspondia. Era ingenuamente apaixonada pelo Chaves, além de geralmente se encarregar de criar e encabeçar as muitas travessuras que fazia com as crianças da vila e da escola. 

Maria Antonieta representava também, ainda que com pouca freqüência, o papel de sua própria bisavó, Doña Nieves [Dona Neves], uma velhinha que reunia todos os defeitos do Seu Madruga, seu neto, ao que adicionou uma atitude de abuso sem barreiras ou restrições. Para poder interpretar tão diversos papéis, Maria Antonieta não contava só com sua grande qualidade de atriz, mas somava a isso uma vasta experiência no campo da dublagem, atividade onde alcançou grande reputação. Isso permitia falar tanto com voz de criança quanto de idosa, com muita facilidade. (páginas 214 a 216) 

O canal 13 foi inaugurado quase simultaneamente ao canal 8 e ali se entrevia um espírito de concorrência que logo afetaria meus planos, pois chamaram Maria Antonieta para estrelar um programa de concursos que haviam concebido. O programa se chamara Pampa Pipiltzin e Maria Antonieta seria animadora e condutora do mesmo. Ela me deu a notícia sentindo pena ao saber que provocaria um desajuste no programa do Chaves, já que Chiquinha se destacava como uma das personagens importantes. Porém, igual ao que havia acontecido com Rubén, mostrei que não seria eu que impediria a legítima ascensão que a proposta parecia representar em sua carreira. Assim, com a indicação que nossas portas estavam abertas quando quisesse regressar, deixei ela marchar [Maria Antonieta deixou as séries de Chespirito em 1973]. 

Para justificar a ausência da Chiquinha, no programa se comentava que seu Madruga havia mandado sua filha estudar em uma escola de Guanajuato [na dublagem brasileira, Presente Para o Dente, quer dizer, Presidente Prudente], onde vivia amparada por duas tias que moravam lá. Isto no que se referia ao programa do Chaves, pois quanto a sua atuação como dama jovem ao lado do Chapolin e em outros esquetes, o problema foi resolvido com a substituição por Florinda Meza. Os pessimistas, que nunca faltam, pensaram que estas mudanças influiriam de forma negativa no programa, porém, não só a audiência não diminuiu, como continuou subindo no mesmo ritmo de antes. 

Um ano e meio depois, Maria Antonieta reconheceu que o dinheiro não compensava a queda de popularidade e decidiu regressar ao programa [em 1975], tal como lhe havíamos dito. E, claro, recuperou rapidamente a popularidade (Páginas 237 e 238)”.  






















Maria Antonieta de Las Nieves era substituta provisória de Barbara Ranson em "Los Supergenios de La Mesa Cuadrada", mas ficou... 




















































“Na verdade, esse carinho do público foi também uma gentileza para todos os atores que tive ao meu lado, os quais chegaram a formar o grupo de comediantes mais famoso em todo o mundo de língua espanhola. Sem dúvida, para alcançar essa fama aglutinaram-se várias circunstâncias, entre as quais a seleção dos atores que haveriam de me acompanhar. Havia três que já faziam parte de minha equipe desde Sábados de La Fortuna [Sábados da Sorte]: Rubén Aguirre, Ramón Valdés e María Antonieta de Las Nieves. 

Já mencionei a Rubén e as circunstâncias em que o conheci, porém devo acrescentar que além de suas qualidades como ator, tinha características que o tornavam um irretocável colega da trabalho, tais como sua voz grossa e segura (tinha sido locutor e cronista de touradas) e sua elevada estatura (1,92m) que o converteram no oponente ideal do Chapolin Colorado, razão pela qual foi o mais reconhecido dos vilões que enfrentaram o herói. É, ademais, ventríloquo e excelente animador. 

Também já narrei o episódio da saída de Rubén para trabalhar na ‘concorrência’ (Canal 2) e que naquela ocasião lhe prometi que se algum dia quisesse regressar, as portas do programa estariam abertas para ele. Pois bem, foi isto que se sucedeu não muito tempo depois, de modo que foi facilmente acomodado em torno do Chaves, interpretando magistralmente o Professor Girafales, o rigoroso professor que sofre com as travessuras das crianças, mas que sempre termina suportando-os com a bondade e o estoicismo que caracterizava àqueles autênticos apóstolos da docência. Sua maior irritação terminava com a frase que ficou famosa: "Ta ta ta ta ta!" [Tá, tá, tá, tá, tá! ] O professor Girafales e Dona Florinda estavam mutuamente enamorados e mantinham um romance à moda antiga que inundava de mel as telas dos televisores (Páginas 213 e 214)”.






















Florinda Meza interpretava lavadeira em"La Media Naranja" quando foi chamada por Chespirito para atuar em seu programa...




















































“Por aqueles dias houve uma ocasião em que, para chegar ao estúdio onde se gravaria o meu programa, passava-se pelo cenário de outro programa humorístico que se chamava La Media Naranja [Meia Laranja], cuja figura principal era o grande comediante Fernando Luján, e cujo redator era seu primo, o estupendo Toño Monzel. E em certa ocasião, ao passar por ali, me chamou a atenção uma atriz naquele momento realizava um monólogo, caracterizada como uma dessas mulheres que falam enquanto lavam roupa no pátio de uma vila. Me impressionou como interpretava bem. Logo segui meu caminho até chegar ao meu estúdio, onde me encontrei com Lalo Alatorre, diretor de câmera de meu programa e estupendo amigo, que me disse: 

- Olha, estou procurando uma atriz que reúna muitas qualidades e algumas características - e as enumerou antes de prosseguir - conhece alguém assim? 
- Sim - respondi no mesmo instante. 
- Quem é? 
- Não tenho a menor ideia, porém agora mesmo lhe mostrarei. Siga-me. 

Voltamos ao estúdio de La Media Naranja e, apontando para a atriz que fazia o monólogo, disse a Lalo: 

- Aqui está ela! 
- Estupenda! - exclamou Lalo depois de tê-la visto e ouvido. 
- Mas que estupenda! - disse eu, exalando um suspiro - quero dizer: como atriz. 
- Ah, sim, claro. 

Assim Lalo contratou Florinda Meza García. E pouco depois foi contratada para fazer um papel em meu programa, onde realizou uma atuação que me deixou mais do que satisfeito... E sua presença me deixou mais do que impressionado antes de saber que tinha outras qualidades, entre as quais se destacava um talento excepcional para cantar, dançar, escrever, produzir, etc, tudo acompanhado de uma disciplina e um esforço que logo a faziam se sobressair em qualquer coisa que empreendesse. Naqueles momentos, não sabia o muito que ela significaria em meu futuro; porém foi então que comecei a transitar pelo caminho que conduziria ao privilegiado destino chamado Florinda Meza. (Páginas 216 e 217) 

Ela deu uma demonstração mais de segurança e profissionalismo quando aceitou fazer o papel de Doña Florinda [Dona Florinda] em Chaves, pois a caracterização exigia que se sacrificassem seus encantos pessoais em prol de uma aparência com mais idade e que estava muito longe de cuidar de sua aparência pessoal. Sua atuação incluía, além do mais, que seu rosto irradiasse toda a ternura e toda a doçura que podem existir no interior de uma mulher apaixonada, sem ignorar o rigor com que a maquiagem e o vestuário acentuavam sua idade e descuido pessoal. 

Isto, que acontecia cada vez que encontrava o Professor Girafales, era um verdadeiro alarde de faculdades histriônicas. E com a mesma capacidade interpretou depois a Pópis, a sobrinha bobalhona de Dona Florinda, aparecendo em não poucas ocasiões ao lado de sua tia, o que fazia mais de um telespectador pensar que se tratava de duas atrizes diferentes, pois era um recurso muito pouco comum dentro da tecnologia da época. E outra característica de Dona Florinda era a forma desmesurada e sem limites com que consentia a seu filho Quico. (Página 219)”. 






















Entre ser diretor de emissora de televisão e levar tortas na cara em cena, Rubén Aguirre decidiu-se pela segunda opção...

Lançadas Tomando Todas Com Melancia...

Na região de São Roque, nosso colega de rede teve oportunidade de tomar vinho direto da fonte... Ops!!!...

































































Internauta se apeteceu tanto com o vinho que suas mãos ficaram combinando com a cor da camisa...





















































Capa – “Tudo aberto!!!”  Timão e Fluzinho ficam no 0 a 0 em confronto pela Sulamericana, poupando o trabalho no Poliana de fazer uma manchete para São Paulo e outra para o Rio...  Alis, por falar em tudo aberto, em “Os Trapalhões”, Dedé chama Didi de imbecil, e vice-versa... Dedé se afasta de Didi achando que a ignorância é contagiosa e Didi, para mostrar que Dedé é burro, pergunta quantos dias leva para uma carta postada por ele no Rio chegar até São Paulo... Dedé responde que ela chega no mesmo dia e Didi fala que ele errou, pois vai mandar uma carta para o Ceará...  Sorvetão depara com dois sustos na entrada da Agência Trapa Tudo... São Didi e Tinnha, vestidos como punks da periferia... Ambos os dois querem aproveitar que Dedé contratou o Guns N’ Roses para mostrar a Axl Rose uma música, escrita em um momento de aflição em um rolo de papel higiênico...Que quase é usado para limpar o Ruço, que operava o “boom”... Dedé é avisado de que a banda não comparecerá ao Brasil e Didi se vê obrigado a trabalhar... Já Tininha prefere se suicidar... Ops!!!... Renata Fronzi diz que é uma grande “popotizadora”, e quando Didi, Dedé e Mussum dizem que não acreditam, acabam hipnotizados...  Em transe, os três marcham – Didi tenta escapar, mas dois seguranças o trazem de volta – deitam no chão, sonham que estão na beira de um lago com um monte de pássaros voando em volta, levantam, vão entrar no lago e sentir a água gelada, nadam... Mas quando ela manda Dedé e Mussum se afogarem, ordena a Didi que faça respiração boca a boca neles, mas por ele os dois vão morrer afogados...  Dedé está a procura de um artista que dê dinheiro e  Orival Pessini, quer dizer, Milsons Nascimento, se apresenta como um cidadão absolutamente normal, sonoplastia particular à parte... Mussum o usa como bateria de escola de samba e Didi como piano, e até para beber água ele faz barulho de buzina... Dedé oferece um contrato para se apresentar na televisão e fazer shows, mas Milsons recusa, pois é muito tímido e quando vai embora, Didi é quem faz barulho, ao sentar no sofá...  Deitado no encosto do sofá, Didi lê um gibi do Capitão Marvel... Dedé se revolta com a folgança de Didi e joga uma bandeja no chão... Didi se assusta, cai no chão, fala que a perua pirou e que quase teve uma tarada cardíaca... Depois de Dedé rasgar o gibi, o próprio Capitão Marvel comparece, procurando por seu arqui-inimigo, Doutor Silvana... Castor, quer dizer, o Doutor, também comparece e usa sua pistola cosmo-eletrônica para transformar o herói em Billy Batson... Logo depois, utiliza a pistola mega alfa biônica para ferir Billy de morte... Agonizante, ele transfere seus poderes para Didi... Que ao gritar “Shazam!!!”, se transforma no Capitão Marvel brasileiro – o super-herói do terceiro mundo... Resta a Didi fingir que não ouviu... Didi fala para Dedé que viu o Costa (“Costa tua cabecinha no meu ombro e chora”)... Dedé chama Didi de palhaço e Mussum pergunta se o chamaram... Sorvetão fala que tem um herói que usa uma faixinha na cabeça lá fora... É Genival Lacerda, o Rambo do Sertão... Que canta a música de mesmo norte, vide cenas de quadros dos Trapalhões em que eles trabalham forte como super-heróis...  O surfista Jojimar da Silva, o garotinho do Ceará, está a procura de um “patrô” e Dedé diz que está difícil, encaminhando a questão para Didi, que o chama de “Chernobyl” e “trabalho”... Quando Dedé questiona até onde ele chega, ele diz que é um surfista “sui generis”, que não pega onda... Didi quer jogá-lo no lixo, porém ele prefere ir para Saquarema com as amigas... Então é por isso que num estalo, Didi e Dedé pegaram suas pranchas para acompanha-lo... Didi, Dedé e Mussum apresentam o noticiário Arisco ® e Lisandra Souto o xampu da Monange ® ideal para cada tipo de cabelo – e sobrancelhas... De Goiânia, a repórter Lilia Teles mostra que mesmo trabalhando forte há  apenas cinco meses, o Albergue Mirim Claiton de Souza, da Pastoral do Menor de Goiânia , já dá excelentes resultados, fazendo as crianças e adolescentes de rua deixarem os roubos e as drogas, vide Ding-Dong, ex-viciado, hoje poeteiro... Só uma casa, comida e carinho é suficiente para tirar essa garotada da rua, Renato Aragão... 


















Poderoso Timão – “Ficou para o Rio”. No Fielzão (37.266 pagantes), pela Sulamericana, 0 a 0 com o Fluzinho... Alis... “Começo quente”. Vide tretas de Clayson com Nenê (OG) e Pedrinho com Frazan... “Timão volta melhor”. Sem substituir para o segundo tempo, vide chances de Manoel e Pedrinho... Do lado pó-de-arroz, Daniel chutou de longe e Cássio defendeu... “Muriel salva o Fluzinho”. Boselli e Gustagol entram e o goleiro do Fluzinho afastou as cabeçadas de ambos os dois...
“Foi para o chão”. Love dá carrinho em Caio Henrique...
“Pra lá e pra cá”. Urso e Ganso (OG) abrindo os braços...
“Sai de perto”. Avelar não desgruda de Yoni González...
“Chutão”.  Clayson vê Igor Julião dar um bico na bola...




















Sessão Cartolão – “Jogadores de todo o país, uni-vos”.  Figueira não é um caso isolado, Gabriel Rodrigues...
“É um novo desafio... Primeiro para provar que não dependo da piedade e que não estou na Chape por favor do clube”. Alan Ruschel, o sobrevivente, no Goiás...
“Ferj e CBMERJ vão padronizar vistorias”. Nos estádios do Rio, conforme a lei...
“Mineirão recebe importante prêmio de comunicação”. Vide ação Mineirão Inclusivo, em parceria com a RPMA Comunicação, vencedora do  Sabre Awards Latin America 2019...
“Brasil Futebol Expo”. De 4 a 8 de setembro, com Pia Sundhage, Parreira, Bora, Butragueño, Mano Menezes, Antônio Carlos Zago (OG) e Wagner Mancini...
“Esporte inclusivo”. APAE de Ribeirão Preto no V Festival de Judô Superação, na região da Vila Manchester...
“Técnico do mês”. Alexandre Gama, na Tailândia...
“Ouro sem apoio”. Patinadora Bruna Wurts... Exceto o equipamento da Roll Line...
“O Bacalhau que eles querem!!!” Eleições acontecem apenas no meio do ano que vem, mas o presidente Alexandre Campello, o presidente do conselho de beneméritos, Silvio Godói, e os oposicionistas Otto de Carvalho, Sérgio Frias e Roberto Monteiro já estão de olho...
“Elenco expõe diretoria e greve é mantida”. Figueira...
“Torcida do Chapolin Colorado briga com polícia após derrota”.  No Maracanã, depois do Menguinho fazer 2 a 0, pela Libertadores...
“Real Madrid manda representante a Paris”.  Neymar (OG), ainda...
“Real empresta Messi japonês ao Mallorca”.  Kubo, o próprio...
“A apoteótica Libertadores”.  Porcaria e Menguinho em vantagem no primeiro jogo,  Felipão David...



















Muito Além do Vinho...
Melancia não se esqueceu dos destilados e fez questão de fazer um "test-drive" de curaçao... 























































Para rebater o vinho (e o suco de uva...), a saideira foi na base do caldo de cana na Capela da Grama...

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Lançadas do Modão de Bonsucesso...

Um LP com clássicos do naipe de... "Doente de amor... Procurei remédio na linha noturna"...























































Na Globo, de segunda a sábado, assista Alcachofra Bonsucesso, a sua novela das sete... Ops!!!...























































Capa – “Dever de casa”. Timão enfrenta o Fluzinho no Fielzão pela Sulamericana para cumprir sua obrigação, digo... Alis, por falar no cumprimento do dever, em “Os Trapalhões”, Dedé pergunta para Didi se ele falou com o patrocinador do espetáculo infantil quando Batman comparece na Agência Trapa Tudo precisando de ajuda, porque a Mulher-Gato o abandonou...  Didi a princípio sugere que o homem morcego traga Robin de volta, nem que seja recorrendo a Dedé, que é um Robin com dez bombadas, mas em seguida vai procurar a Mulher-Gato e volta com uma péssima notícia - ela virou churrasquinho num arrastão... Gerson Brenner, vestido de caubói, impressiona Dedé e Mussum com seus tiros na mosca e é contratado, embora Didi repare que a parede não tem nenhum buraco de bola e que há alguém que não irá gostar de seu show – a mosca... Em Vila Vintém, “Pipoca volta para casa”, de Paulo Duarte... Didi coloca uma tala na planta do vaso e tira Pipoca do varal, onde estava secando depois dele dar banho... Didi se queixa da solidão e pede ajuda a Pipoca para chegar junto de sua amada Verinha... Pipoca sugere que Didi fale com Dedé... Que explica que ele tem de falar coisas bonitas, palavras doces, que saem de dentro da gente para fora... Melhor recorrer ao ponto eletrônico que deixaram na oficina... Didi só terá que repetir o que Dedé falar... Didi vai conversar com Verinha, mas Dedé começa a conversar com uma cliente da oficina sobre o conserto de seu Fusca e ele acaba vendo estrelas... Lady Francisco, quer dizer, Madame Lucrécia comparece à Vila Vintém, pois ganhou na justiça a posse do terreno e vai demolir tudo para construir um espigão... Só que ao ver Pipoca passando pela vila, pensa ter encontrado sua cachorrinha Paquita... Que quer levar embora, rasgando o RG que Didi mostrou... Ele escapa com Pipoca e ela, inconformada, ordena a demolição da vila...  Didi resolve fazer igual àquele programa de televisão e pede a Pipoca... Você Decide... Acontece que a cachorrinha vai para os lados de Madame Lucrécia, que decide não demolir a vila... Os moradores comemoram e Didi é carregado em triunfo, embora sinta muita saudade de Pipoca, vide “flashback”... Didi resolve trazer Pipoca de volta, e Tininha vai junto... Na casa de Madame Lucrécia, a proprietária vai a um chá e Didi banca o veterinário para enganar o mordomo e resgatar a cachorrinha... Mas para evitar que tentem tirar Pipoca de novo, Didi combina que ela destrua toda a casa para a Madame Lucrécia manda-la embora, vide carta entregue pelo mordomo...  William Bonner  mostra a  Obra Social Nossa Senhora da Glória, na região de Guaratinguetá, onde são produzidas as colheres-medida do soro caseiro, vide distribuição de 25 milhões de colheres pelo Unicef... Uma criança morre a cada dez minutos de desidratação no Brasil, por isso todos nós temos que ajudar, Renato Aragão...


















Poderoso Timão – “Começa a briga pela semi!!!” Fluzinho no Fielzão pela Sulamericana...
“Cássio espera um Fluzinho imprevisível”. Tu o disseste, Monstrão...
“Primeiro contato com o elenco do Fluzinho”. Mas quem comanda a equipe é o auxiliar Marcão...
“Sornoza pede Timão focado”. Sabe do Fluzinho porque esteve lá...
“Fábio Carille ou Tite???” Aquele mais extrovertido que este, Love...
“Conmebol detalha as vendas de ingressos”. Final da Sulamericana dia 9 de novembro, em Assunção...


















Sessão Cartolão – “Homofobia não é brincadeira... É crime”. Demorou o STJD, David Nascimento...
“Sentimento de tristeza por um fato inédito... Resultado de uma incompreensão mutua”.  E do atraso dos salários dos jogadores do Figueira, Francisco de Assis...
“Mudança no estatuto gera atrito no Bacalhau”. Mesmo que a reunião aconteça apenas em 8 de novembro...
“Oferta por Bruno Guimarães deve seduzir Fhuracão”. 30 milhões de euros pelo volante... Está certo disso, Atlético de Madri???..
“Renegociação”. Da dívida do Fielzão, Caixa...
“Sem consenso”. Conselheiros do Fluzinho preferiam Mano Menezes, mas diretoria trouxe Osvaldinho...
“Bastidores da Sula”. Timão na DAZN...
“Futebol feminino”. Wickbold  ® patrocinando  Torneio Uber Internacional Feminino de Seleções...
“Conmebol divulga preços para a final”. Libertadores, em Santiago do Chile, em 23 de novembro, com pré-venda no site da entidade a partir do dia 26...
“Barça: empréstimo com opção de compra”. Se quiser ter Neymar (OG) de volta...
“Pratos feitos”. Vide fritura de Mano nas Marias e Fernando Diniz no Fluzinho, André K...



















É Dose Pra Chicão...
Nós avisamos que esse vinho é o maior porre, mas quem disse que o Melancia nos ouviu???...



















































Não, Chiquinho... Esse barril não serve como esconderijo do Chaves e nem para descer as cataratas...

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

CHBR3.5(II): A Primeira Vez de Chaves e Quico Contra Kiko...

Quando Rubén Aguirre deixou o programa "Chespirito" em 1971, quadro "Los Chifladitos", onde fazia Lucas Tañeda, saiu do ar...


























































A primeira exibição de “Chaves” no Brasil aconteceu em 24 de agosto de 1984, uma sexta-feira, no programa “TV POWWW”, apresentado no SBT pelo radialista Paulo Barboza... A data já era conhecida, uma vez que a emissora sempre a utilizou como marco inicial da apresentação das séries de Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito, no Brasil... No entanto, a dúvida sobre o programa onde aconteceu a estreia só foi esclarecida na UOL e no livro “Almanaque do SBT 35 Anos” em 2017, quando também se descobriu que “Chapolin” estreou primeiro no SBT... O episódio inicial, “O Caçador de Lagartixas”, produzido pela Televisa no México em 1976, fazia parte de um lote de 85 episódios com versão MAGA dublados no estúdio da TVS, canal 4 de São Paulo...  Quando Silvio Santos iniciou as transmissões do SBT, em 1981, a emissora possuía um estúdio de dublagem... Que nas palavras de seu diretor, José Salathiel Lage, se destacava pela primazia de ter desenvolvido a expertise necessária para dublagem em videoteipe... Utilizada principalmente para dublar séries e desenhos animados estadunidenses, novelas latino-americanas  e, como dizia Salathiel Lage, “comédia em videoteipe”... É nesse ponto que Chespirito entra na história... “Chaves” e “Chapolin” eram o produto de entrada das vendas internacionais da Televisa... Depois deles vinham as novelas, que eram a prioridade para Silvio Santos... Mais produções importadas significariam mais trabalho para o setor de dublagem e para as empresas que reuniam os dubladores, no caso do SBT a Elenco e a MAGA, comandada pelo dublador Marcelo Gastaldi, que se tornaria a voz do Chaves e do Chapolin... Então é por isso que Salathiel Lage deu uma forcinha ao “feeling” de Silvio e conseguiu que as séries fossem dubladas... A começar por alguns episódios à título de teste, vide Gastaldi tentando falar fino como Chespirito e Nélson Machado fazendo o Quico com voz rouca em “O Caçador de Lagartixas”... No México, “Chaves” começou no programa “Chespirito”, da Televisión Independiente de Mexico  (TV TIM) em 1971 - o “History Channel” acreditou que foi em 20 de junho, mas essa informação já foi desmentida por pesquisadores... Ele substituiu o quadro “Los Chifladitos” (no Brasil, “Pancada”, sem alusões aos presentes...), que teve solução de continuidade devido a saída de Rubén Aguirre para a concorrente da TV TIM, o Tele-Sistema Mexicano... Mas a origem da série – bem como da entrada de Carlos Villagrán, as divergências que levaram à sua saída do elenco e a disputa pelos direitos do personagem Quico  – é descrita com mais propriedade por Chespirito em seu livro de memórias, “Sin Querer Queriendo”:

“Rubén regressaria pouco tempo depois, entretanto sua ausência representava a adversidade do momento, já que o personagem que representava (Lucas Tañeda) era insubstituível por múltiplas razões; a principal era o fato que o público se acostumara a uma imagem e seria muito difícil aceitar outra em substituição àquela. A situação, portanto, não se resolvia com a substituição do ator, mas sim com a substituição do esquete. Quer dizer: tirar Los Chifladitos do programa e por em seu lugar algo diferente. Porém, o qual seria esse "algo diferente"?  

Porque passei dois ou três dias (e as respectivas noites) tentando encontrar a resposta, porém esta não chegava. Então, agoniado pela falta de tempo, decidi sair do passo por uma semana, escrevendo um dos esquetes que chamava de "soltos", em razão de não terem continuidade temática e temporal. Para isso, utilizei material que havia sobrado de outro esquete solto que havia feito algumas semanas atrás, o qual se referia a um menino pobre que andava por um parque público e tinha uma breve discussão com um vendedor de balões. O menino foi interpretado por mim e o vendedor de balões por Ramón Valdés. 


O resultado não só foi aceitável como também voltou a me sobrar material. E conforme escrevia, repetia a receita: usava sobras de material para escrever algo semelhante. Desta vez o resultado foi mais do que aceitável e não demoraram para aparecer os comentários favoráveis.  Até que um par de semanas depois batizei o personagem com um nome que haveria de ser conhecido em muitas partes do mundo, rivalizando em popularidade com o Chapolin Colorado (inclusive, em mais de um aspecto, superando-o): o Chaves [em espanhol, El Chavo, "menino pequeno"...]


Jamais pretendi que o público pensasse que eu era uma criança. A única coisa que buscava era que aceitassem que eu era um adulto interpretando um papel infantil. Isto não era simples, já que as características do personagem se diferenciavam substancialmente das que distinguiam a aqueles que haviam feito algo semelhante. Porque todos (ou ao menos quase todos), eram variantes diversas do clássico Pepito, cuja graça reside precisamente no fato de que é uma criança, mas que atua com a picardia própria do adulto, enquanto o Chaves era o melhor exemplo da inocência e da ingenuidade típicas de uma criança. 


É muito provável que essa característica tenha sido a que gerou o grande carinho que o público sentiu pelo Chaves; carinho que não só se refletia nos aplausos, sorrisos e comentários de toda gente, pois a tudo isso é preciso acrescentar as centenas de pessoas (crianças e adultos) que deixavam no cenário um sanduíche de presunto, um par de sapatos, brinquedos, etc; ao mesmo tempo em que repetiam cotidianamente as expressões usadas nos programas, como: Fue sin querer queriendo! (Foi sem querer querendo), Se me Chispotió (É que me escapuliu...), Bueno, pero no te enojes (Tá bom, mas não se irrite!), Eso eso eso! (Isso, isso, isso!), Tenia que ser El Chavo del Ocho! (Tinha que ser o Chaves)...  (Páginas 211 a 213)”. 


























Para substituir "Los Chifladitos". Chespirito criou "El Chavo" a partir de esquete onde menino discutia com vendedor de balões...


























































"Carlos Villagrán fazia pequenos papéis em um programa animado por Rubén Aguirre, porém ainda não tivera a oportunidade de vê-lo. Sem dúvida, o conheci em uma festa particular na casa de Ruben, onde ele e Carlos apresentaram um esquete em que faziam os papéis de um ventríloquo e seu boneco, que me fez rir até não mais poder. Carlos, no papel do boneco chamado Pirolo, falava com as bochechas infladas, o que dava um aspecto absolutamente caricatural que favorecia amplamente a comicidade do número. 

Isso me fez recordar uma das causas do riso destacadas por Henri Bergson em seu excelente estudo: 'São causadores freqüentes do riso' - disse o eminente filósofo e literato - 'a humanização do mecânico e a mecanização do humano'. Era o que estava fazendo Pirolo (sem saber): aplicar a última parte do conceito de Bergson, a mecanização do humano. Tanto que Bergson inclui precisamente um exemplo como este quando expõe seu raciocínio: 'Os movimentos mecanizados de uma pessoa nos fazem rir enquanto nos fazem recordar a rigidez de um mecanismo ou a produção em série de títeres, bonecos, etc'.

Então me fiz uma pergunta: como funcionaria um menino com essas características como oponente do Chaves? Ao dizer oponente me refiro ao fato de que tal menino seria rico (em comparação com o Chaves), caprichoso, mimado, etc... Minha resposta foi o desenho completo do personagem, ao qual pus o nome de Federrico (Fede"rico"), mas que seria chamado pelo carinhoso apelido de Quico. Sua presença na vizinhança requeria a presença de um familiar adulto, o que me levou a desenhar o personagem de uma mãe que justificava todo as características do menino, então imediatamente pensei em Florinda. 

Ela não se importou com o personagem levar seu próprio nome, o qual me parecia adequado se precedido do clássico "Dona", que representava certo nível social. E rapidamente se fizeram famosos os bordões de ambos os personagens: Vamonos Quico, no te juntes com esa chusma! (Vamos Quico, não se misture com essa gentalha), Chusma, Chusma! (Gentalha, gentalha!), Callate, callate, callate que me desesperas! (Cale-se, cale-se, cale-se, que você me deixa louco!)  (páginas 219 a 221)  (...)

Um dia, no final de 1977, Carlos Villagran me disse que queria tratar algo importante (...) 

- Eu pensei muito - me disse - e cheguei a conclusão de que já é tempo de encabeçar meu próprio espetáculo, para isso, necessito me separar do grupo. 

A decisão era esperada, pois as últimas viagens ao exterior, sobretudo no Chile e na Venezuela, lhe fizeram provar de maneira substanciosa as delícias da fama. É verdade que os méritos correspondiam ao trabalho realizado em conjunto, porém mais de um espectador havia acariciado seu ego dizendo-lhe que era a pedra angular do edifício, de modo que sua decisão era irrevogável. De qualquer maneira, eu pensei que estava tomado pelo desejo de superação pessoal que todas as pessoas têm, de modo que aceitei a proposta desejando a melhor sorte. 

- Porém eu queria continuar atuando como Quico - acrescentou - ou seja, falando com as bochechas infladas e tudo mais. De modo que gostaria de contar com sua autorização para fazê-lo. 
- Conta com ela - respondi. 

Carlos não só fez os agradecimentos mais sinceros pelas oportunidades que eu havia lhe dado, mas também pediu alguns conselhos que considerava importantes. 

- Vou dar um só - lhe disse - Quico é um personagem que pode te dar grandes satisfações e o sucesso correspondente, mas não se limite a ele. Falar com as bochechas inchadas é muito gracioso, mas o excesso pode ser altamente embaraçoso. Portanto, combine o Quico com outros personagens que você mesmo pode criar. 
- Assim o farei - me disse com entusiasmo - Muito obrigado! 

Um caloroso abraço colocou ponto final no encontro. 

Porém, acredito que Carlos não seguiu meu conselho, digamos, ao pé da letra (Páginas 275 e 276)”.





















Nos primeiros episódios de "El Chavo del Ocho", intérprete de Quico era identificado com nome de seu primeiro personagem...


























































“Emílio Azcarraga [dono da Televisa] me chamou em seu escritório e disse: 

- Carlos Villagran veio me ver e se ofereceu para realizar uma série de televisão interpretando o personagem Quico e eu acredito que pode ser um acerto. Porém, todos sabemos que o criador do personagem é você. 
- Certamente - respondi. 
- Pois então diga se vai dar autorização para ele fazer o programa, e sob quais condições. Por exemplo: quanto cobraria por essa permissão?... 
- Não - esclareci - não me interessa cobrar por isso. A única condição que eu colocaria é que devem aparecer nos programas um testemunho de agradecimento pela autorização, o que ao mesmo tempo seria o reconhecimento da minha autoria. Algo assim como: "Agradecemos a Roberto Gómez Bolaños por sua autorização para o uso do personagem Quico, que é de sua criação". 
- Entendo - me disse Emílio - você teme que alguém possa dizer depois que é o criador do personagem. 
- Exatamente. Eu tenho todos os registros que provam isso, mas não faltam espertalhões que nos façam mal. 
- Eu sei, porém, em primeiro lugar, a Televisa é um testemunho a seu favor, igual aos próprios programas. E de qualquer modo, não há problema: tudo será feito como pediu. 

Dias depois, porém, quando Emílio estava fora do México, recebi uma chamada de Othon Valdez, seu braço-direito. Ele pediu para que eu fosse em seu escritório e assim o fiz. 

- Falei com Carlos Villagran - me disse - e ele não aceitou sua condição. 
- Ao que se refere? 
- A condição colocada para permitir que seja feita a série do Quico: assinalar que você é o criador do personagem. 
- Mas é o que eu sou! - protestei. 
- Todo mundo sabe, mas ele diz que é o criador, já que o interpretou nos programas. 
- Seria algo assim como afirmar que o criador de Hamlet não é Shakespeare, mas sim Laurence Olivier ou Richard Burton. 
- Digamos que seja por aí. 
- Pois nesse caso não dou autorização para que se faça esse programa. 
- Tomei a liberdade de antecipar essa resposta - disse Othon com o sorriso que o caracterizava. Mas fui um pouco mais explícito: entrei em contato com ele e disse que fosse para... Bom, para onde ele quisesse, menos para a Televisa. 

Depois disso, pensei que que Carlos se arrependeria de ter agido assim, que pediria desculpas e buscaria novamente a oportunidade de levar a cabo seu projeto, para o qual estaria desta vez disposto a aceitar a condição que eu estipulara anteriormente: o reconhecimento da minha paternidade sobre o personagem Quico. Mas longe de ocorrer isso, Carlos me processou, alegando ser ele o criador do personagem. 

Então recorri a Sociedade Geral de Escritores do México (SOGEM), organização que me deu razão e colocou imediatamente em minha defesa o advogado Magallon, excelente profissional que rapidamente obteve decisão favorável a mim no julgamento.

- A verdade - me disse o advogado - é que as provas eram extremamente favoráveis a você. Entre elas, por exemplo, o testemunho escrito e assinado pelo próprio senhor Villagrán. 

Se referia a um documento que me haviam solicitado alguns anos antes alguns empresários peruanos, que fariam um contrato de licenciamento, tendo meu irmão Horácio como nosso representante. Nessa ocasião, os peruanos lhe disseram: 

- Precisamos de um documento certificando que o Senhor Roberto Gómez Bolaños é o criador dos personagens que aparecem no programa, principalmente os que acompanham o Chaves e que os criadores não são os atores que os interpretam. 
- Será suficiente um testemunho escrito dos atores? 
- Mais que suficiente! 

Então Horácio explicou isso aos companheiros de elenco e redigiu uma declaração a qual davam testemunho e pediu aos atores que assinassem, o que fizeram todos (absolutamente todos) os atores. Ou seja: Florinda Meza, María Antonieta de Las Nieves, Angelines Fernández, Ramón Valdés, Rubén Aguirre, Edgar Vivar, o próprio Horacio Gómez e Carlos Villagrán (Raul Padilla ainda não fazia parte do grupo). 

Logo, durante os depoimentos do processo, Carlos disse que foi obrigado a assinar tal documento porque foi ameaçado com a retenção de seu salário. O argumento, certamente concebido por seus advogados, era totalmente ingênuo, já que era a Televisa e não eu quem pagava tais salários (e a empresa nunca os atrasou). Por outro lado, havia o testemunho dos demais atores. Concluindo: a decisão foi totalmente favorável a mim. 

- Agora - disseram depois os advogados da SOGEM - você pode fazer duas coisas: processá-lo e impedir que trabalhe em qualquer país usando o personagem de sua criação. 
- Não - respondi - não farei nada. 
- Por que? 
- Olha - expliquei - se te roubam um carro, você vai à delegacia e denuncia o roubo. Não é assim? 
- Certo. 
- Mas você faria o mesmo se roubassem o espelho lateral do carro? 
- Bom... Claro que não... 
- Pois foi mais ou menos que se passou comigo: roubaram um dos espelhos laterais do meu carro. Porém, se esse espelho o ajuda a comer três vezes por dia... Faça bom proveito. 

Não somente o ajudou a comer três vezes por dia, mas lhe deu, ademais, recursos para comprar casas em Caracas, Distrito Federal e Cuernavaca, vários automóveis último tipo, ouro, jóias e algumas coisas mais (Páginas 288 a 292)”.






















Após sair da Televisa em 1978, personagem teve nome mudado para "K-I-K-O" para contornar disputa de direitos com Chespirito...

Lançadas Dão Show na Região da Rota do Vinho...

Tenório deixou Maria Bruaca no Pantanal e foi fazer shows de música raiz, gospel e romântica...

















































Quem deixa pelo sertanejo universitário precisa dar a chance que Reggis e Rodriggo querem, digo...





















































Capa – “Scarpintura!!!” Pela Libertadores, Porcaria vence o Grêmio na Arena... Alis, por falar em obras de arte, em “Os Trapalhões”,  Mussum comparece na Agência mais quebrado que arroz de terceira e Sorvetão pergunta o que aconteceu... Mussum explica que viu e não viu... Vi a loira com que “negociou” e não viu o “sócio” que estava do lado dela... Tininha quer dizer, Alex, o filho de Didi, fala que apanhou no bumbunzinho do vizinho do 32 porque o estilingue disparou e quebrou a vidraça dele... O vizinho vai tirar satisfações com Didi... Que parte para o deixa-disso com o jurisconsulto, porque a vingança é a arma dos incompetentes... O mesmo vale para a zebra, quer dizer, a “sócia” do vizinho... Quando o filhinho amigo do internauta Pedro Henrique do vizinho aparece,  Didi constata que quem tem de apanhar é Alex...  Dedé está preocupado porque seu amigo Osvaldo morreu atropelado e precisa dar a notícia para sua “sócia”, com quem havia marcado um jantar... Didi aposta que vai dar a notícia... Então é por isso que quando ela respondeu que não era a viúva no Osvaldo, ele respondeu... Quer apostar???... O cientista Iran Lima, inventor do prego com rosca, entrega para Didi, Dedé e Mussum um frasco da pílula só para homens, que faz sonhar com a mulher que quiser, a fim de protegê-la de seus inimigos... Mussum começa o “test-drive” e sonha com uma loira... Dedé, por sua vez, sonha com uma negra... E ambos os dois são interrompidos por Didi... Que tomou duas pílulas, e vai sonhar de kung-fu com a loira de Mussum e a negra de Dedé...  Vide a felicidade dele quando elas lhe oferecem “néctar”, quer dizer, rapadura... Mas Dedé e Mussu também interromperam o sonho... O cientista volta com a pílula só para mulheres e Sorvetão, penando em Maurício Mattar, ia tomar uma, mas Didi a impediu, pensando que era a pílula só para homens... Aí ele tomou o frasco todo, pensando em “Aracy Balangandan” e Henriqueta Brieba, mas acabou no meio do videoclipe de “Macho Man”... Felizmente, Didi pediu para Dedé ficar no sonho em seu lugar – nem precisou de pílula... Didi, quer dizer, Clark Kent aluga a Agência para fazer uma festa e recebe The Flash, Homem Invisível, Homem Elétrico, Batman, agora em parceria com o Homem-Aranha,  Mulher-Gato, Mulher Maravilha, Mulher Dragão, Lois Lane, sem medo do Super-Homem dar o flagra... Se bem que...  Flash acaba com todas as bebidas do garçom Baiaco e o Super-Homem comparece acabando com o próprio, e revelando a Lois Lane que ele e Clark Kent são a mesma pessoa... Oh!!!... Com um super-sopro, o herói encerra a festa e manda a cenotécnica apagar as luzes para começar a lua de mel...  O problema é que ele trabalhou forte nos lábios do Homem Invisível... Ops!!!...  Dedé e Sorvetão reclamam que Mussum pede as coisas emprestadas e não devolve nada... Dedé diz que se Mussum pedir qualquer coisa, ele vai dizer que está usando... Mussum pede emprestado uma bola para jogar uma pelada com o Neném Cotó, mas ele diz que vai passar a tarde inteira batendo uma pelada seu sobrinho... Mussum então pede a Dedé que lhe empreste o carro para dar uma volta com a patroa, já que estará ocupado a tarde toda... Dedé assinou um contrato com o Seu Boneco e ele não comparece, só por telefone... Didi aproveita para avisar ao professor Raimundo que a cabecinha dele não cabe no buraco do furacão da Flórida... Seu Boneco avisa que devido a uma feijoada para comemorar a fuga do primo de Bangu I não poderá honrar o compromisso... Dedé se desespera, mas é salvo por uma das Noviças Rebeldes e seu boneco, a versão genérica da Maria Santa... Porém, quando Dedé acertou o contrato, Seu Boneco chega na Agência, de olho no cachê... Tanto que ele teve a ideia de fazer o show com os dois bonecos, cantando “O Carnaval da Galera”... Didi, Dedé e Mussum trabalham forte nos bonés da Arisco ® e Lisandra Souto sorteia o videocassete da promoção da Monange ® para Maria Lúcia Venturini, da Rua dos Pixoxós, em Piracicaba... O repórter Ricardo Carlini, o próprio, mostra que a Creche Tia Lita, na região do bairro Palmital, em Belo Horizonte, é mantida pela renda obtida com as vendas dos pães produzidos por adolescentes na mini-padaria sediada dentro da própria instituição, vide Warlen Caetano dos Reis, 17 anos, que recebe meio salário mínimo por mês...  Não é tão difícil ajudar a preparar o futuro das crianças, Renato Aragão...





















Poderoso Timão – “As pistas dadas por Carille”. Mateus Vital na armação e Boselli no ataque... Está certo disso???...
“Timão adota rodízio no setor ofensivo”. Vide Vital quando o adversário joga recuado e Sornoza quando o rival é em tese mais fácil...
“Sornoza vai ser desfalque contra o Ceará”.  Convocado para a seleção equatoriana...






















Sessão Cartolão – “A Seleção tem novas saídas pela direita???” Fagner, é claro, Vinícius Faustini...  Alis... “Simples assim”.  Goleada em Brasília mostra o abismo entre o Menguinho e o Bacalhau...
“Tem pai de família e pessoas que vivem daquilo... É triste, porque o Figueirense é um clube muito tradicional”. O experiente Betão, do Avaí, e o atraso de salários do Figueira, vide WO...
“Celso Barros bancou saída de Diniz do Fluzinho”. Vice passa por cima do presidente, Mário Bittencourt...
“Clima nas Marias muda após a chegada de Ceni”. Vestiário aliviado... Ops!!!...
“Renda em Brasília”. Clássico com o Menguinho arrecadou R$ 5 milhões e o Bacalhau, que venceu o mando, ficou apenas com uma cota de 20%...
“A lista do Zé Ruela”. Será que chega nos dirigentes do Fortaleza???...
“Sertões ao vivo” Rali no Aplicativo dos Sertões, a partir de sábado...
“Molho inglês”.  Grêmio está louco para negociar Cebolinha com os ingleses...
“Corrida do Milhão”. Atila Abreu de patrocínio novo, Hapvida...
“Figueira não vai à campo e é derrotado por WO”. Contra o Cuiabá, pela Série B, vide atraso de salários...
“A primeira convocação de Pia”. Rumo ao Torneio Uber Internacional de Futebol Feminino de Seleções... Alis... “Todas têm  que saber que eu, agora, represento o Brasil”. Ganhando o grupo...
“FIFA condena o clube mineiro mais uma vez”.  Marias, paguem a compra do Arrascaeta ao Defensor do Uruguai...
“Barça, Juve, Real... A quantas anda a novela”. Neymar (OG), o dono do pedaço... Ops!!!...
“Arbitragem para inglês VAR”. Vide decisão que aparece no telão...
“Era uma vez”.  O cartel da Porcaria, Portella...


























Seniores de São Roque...
Micros da Marcopolo também trabalham forte nas excursões para a região da Rota do Vinho...





















































Tem certeza de que não vimos esse micro antes, quando comparecemos a Campos do Jordão???...

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Lançadas Escurecendo no Meio da Tarde em São Paulo...

Por volta de 15 horas, o céu em São Paulo escureceu a tal ponto que parecia ter anoitecido mais cedo...















































Qualquer semelhança com o último episódio de "Família Dinossauros" é uma assustadora coincidência...
















































Capa – “Vai com tudo, Verdinho!!!” Mesmo enfrentando o Grêmio na Arena, pela Libertadores... Alis, por falar em ir com tudo, em "Os Trapalhões", Mussum toma um mé para matar a sede e Dedé apresenta o escritório para sua “sócia”... Propõe que saiam, mas ela diz que está com dor de cabeça... Dedé dá um beijo na cabeça e ela fica boa... O mesmo acontece com as dores na bochecha e no pescoço... Mussum então pergunta a Dedé se o boca santa pode curar sua unha encravada...  Selma Lopes, ou melhor, a empregada Bilu liga para Didi e conta que sua sogra veio de mala e cuia para a casa dele...  Didi pede para que Bilu não facilite com a sogra e solte o cachorro, arme a ratoeira, faça a cama de pregos e solte as pulgas... Hugo Gross comparece interessado em contratar os artistas da Agência e Didi, depois de falar que a sogra é pior do que o furacão que pegou na região de Miami, fala do homem que come barbeador e do que imita passarinho comendo dois quilos de alpiste por dia...  Quando Dedé vai cumprimentar Gross, Bilu liga novamente para relatar a Didi que a sogra fez picadinho de suas revistas educativas, depenou seu papagaio Xuxo e jogou fora seu tônico capilar... Gross conta que seu amigo Luis Roberto foi preso por ter agredido a sogra, e quando Didi pergunta se ele não faz um servicinho por fora, pede uma atração... Então é por isso que Didi segura Sorvetão quando desmaia ao ver o ator e recebe uma babá do Ceará que trabalha forte no tema de “A Noviça Rebelde” com bonecos... Gross se entusiasma, diz que a babá é uma gata, com todo respeito, mas Didi revela que ela é ele, Ciro Santos, um carioca que vive há três anos em Fortaleza...  O ator insiste que ele coloque peruca e vestido e Didi prefere pular para a próxima atração... Mussum não consegue alimentar o urso polar do comercial de cerveja e Dedé pede ajuda a Didi para saber que comida o urso gosta...  Didi não se recorda e logo depois, Baiaco, quer dizer, o Pinguim do Batman, pede ajuda para ser aceito pela sociedade e se tornar um cantor de ópera... Didi critica a voz de Pinguim e ele decide roubar o cofre da Agência, que está cheio de rapadura, jerimum, “néctar” e dinheiro...  O “melquior” vai embora e Didi lembra da comida preferida do urso polar – pinguim!!!...  O repórter Otávio Nunes mostra o trabalho forte do Centro Social de Valorização da Infância na região de Limeira, vide esporte, desenho, pintura e colocação profissional para adolescentes no Banco do Brasil... Como é que as cidades pequenas conseguem fazer tanto pelas crianças e as cidades grandes, com mais recursos, não conseguem, pergunta Renato Aragão...
























Poderoso Timão – “Pronto para ‘bater’ no Fluzinho”. Everaldo, ex-Pó-de-Arroz, alerta...  Alis... “Titulares de volta”. Cássio e Danilo Avelar... “Zagueiro fora”. Bruno Mendéz não pode jogar porque já estava inscrito na Sulamericana pelo Montevideo Wanderers...
“Ingressos estão à venda”. Fluzinho quinta no Fielzão, pela Sulamericana...
“Paredão se consolida no Brasileirão”. Apenas oito gols sofridos em quinze jogos... Pena que o ataque não esteja no mesmo nível, Carille, digo...
“Jogador do Timão sofre assalto”. Júnior Urso, na região do bairro Santa Helena, em Taboão da Serra, onde viveu na infância... Alis... “À disposição do treinador”. Isso é hora de pensar no time, Poliana???...



















Sessão Cartolão - “NBA:  Alternativas para  a vaga de Cousins no Lakers”. Dwight Howard e Joakim Noah... Só profissionais experientes, Ricardo Stabolito...
“É uma das coisas que atrasa, sim... Achar que se fizer as coisas de qualquer jeito vão ganhar”. Pois é, não é, Fernando Diniz... Fluzinho “prestigiou” legal...
“Perda de ‘gordura’ é tema na Porcaria”. DR no Verdinho para “não deixar o Brasileirão contaminar a Libertadores”...
“Clube da Série B comemora publicidade no mundo dos games”. Operário de Ponta Grossa no PES 2020, Alegra Alimentos...
“Peres X Sampaoli”.  Conselheiros peixeiros trabalhando forte no deixa-disso...
“Criança no esporte”. Vide Seminário de Proteção Integral de Crianças e Adolescentes no Esporte no SESC Bom Retiro, Martorelli...
“Todas as cores”. Buser lança a campanha #Buserdetodasascores #Paznofutebol...
“e-Sports em ação”. Russos vencendo o Six Major Raleigh, nos Estados Unidos...
“Todos vendo para crer!!!” VAR para todos os telespectadores no Brasileirão, CBF... Alis... “Respeito ao telespectador, diz Gaciba sobre decisão”.  Comissão de Arbitragem acreditou...  Alis... “Por respeito ao árbitro”. Campanha do Caboclo... Alis... “Temos que melhorar rodada a rodada”. Só depende docê, Anderson Daronco...
“Bayern apresenta Coutinho”. Emprestado por R$ 37 milhões...
“Neymar (OG) só sai se vier reforço a altura”. Acreditou o técnico do PSG, Thomas Tuchel...
“Tem brazuca concorrendo ao prêmio Puskas”. Matheus Cunha do RB Leipzig...
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“O futebol perdeu”. Com Fernando Diniz fora do Fluzinho, acreditou LFG...






















Vida Imita Perigosamente a Arte...
Não foi só a frente fria... Partículas de fumaça das queimadas da Amazônia chegaram até São Paulo...

















































Na série, explosões levaram a erupção de vulcões que lançaram fumaça, encobriram sol e mataram dinossauros...