quarta-feira, 31 de julho de 2019

25 Anos Sem Mussum: Guia Mussum Forévis de "Os Trapalhões" no Viva...

Biografia escrita por Juliano Barreto trabalha forte na diferenciação do estilo dos Trapalhões no cinema e na televisão...






















































A homenagem do seu Bloquinho Virtual a Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum, continua com um texto sobre a biografia “Mussum Forévis – Samba, Mé e Trapalhões”, de Juliano Barreto... Uma das inspirações para a produção do documentário “Mussum – Um Filme do Cacildis!!!”, dirigido por Susanna Lira e lançado no último dia 4 de abril... O foco da resenha é no histórico do programa “Os Trapalhões” na Globo, entre 1977 e 1995... Que o biógrafo de Mussum faz com tamanha competência a ponto do livro servir como uma espécie de guia de exibição do humorístico no Canal Viva... Isso apesar do canal da Globosat exibir apenas os programas produzidos de 1988 em diante... O que deixa de fora o quadro definido pelo autor como “momento definidor do renascimento de Mussum como ídolo pop”, viralizado pelo Youtube © com o título “Mussum Arma Uma Pindureta”... Representativo de uma fase da atração em que os esquetes eram mais maliciosos, vide direção de Adriano Stuart, e sobretudo originais... Não que as temporadas de 1988 e 1989 sejam ruins, mas como aponta Pancada, muitos quadros são regravações de textos do final dos anos 1970... Só nos três primeiros programas do ciclo “Mussum 25 Anos de Saudades”, por exemplo, esse era o caso dos esquetes do vendedor de ovos – que tinha Mussum na versão original – da limpeza do terreno e dos pintores que se intrometem na “DR” dos “sócios”...  O marco temporal do Viva também deixa de fora outro quadro icônico da gestão Walter Stuart, aquele que Mussum fica entalado numa banheira... Nesse caso, o máximo que o canal exibiu foi um “reboot” no Trapa Hotel, com o Rei Momo Bola...  Felizmente, algo da era Stuart não ficou de fora, e o show de calouros em que Didi e Zacarias cantam “O Casamento da Filha do Facêta” – e Mussum vai de “Calaboca” e “Sou Filho de Piloto” – passou, mas só porque foi incluído em um dos primeiros programas de 1988 – e escapou da tesoura por não ter Ted Boy Marino e Terezinha Elisa... Ops!!!...



(Publicado originalmente em 3 de maio de 2019...) A estreia do documentário "Mussum - Um Filme do Cacildis!!!" é um excelente pretexto para reler a biografia “Mussum Forévis – Samba, Mé e Trapalhões”... Escrita por Juliano Barreto e lançada em 2014, conta a história de vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum, e sua atuação nos universos da música, do cinema e da televisão...  Alis, o livro se destaca entre outras obras que falam sobre os Trapalhões e os integrantes do grupo por diferenciar com clareza seu estilo de humor na televisão e no cinema... Ainda que o autor aponte como um dos fatores que levaram ao declínio de audiência do programa a partir de 1990 a interrupção da produção cinematográfica do grupo...  Normalmente, essa diferenciação não acontece, porque a maioria das análises a respeito dos Trapalhões se baseia nos filmes, cuja disponibilidade para o público, antes em VHS e depois em DVD, é maior do que o programa de televisão, que tem sua exibição condicionada à decisão da Globo de reapresentar a atração produzida entre 1977 e 1993, com uma breve retomada em 1995, ou de permitir a sua exibição no Viva... A qual chegou a ser anunciada em dezembro de 2012, mas só começou a ser mostrada em janeiro de 2018... Somente com os programas feitos entre 1988 e 1995, e muitos deles tiveram quadros excluídos devido a pendências de direitos com as famílias de Ted Boy Marinho e Terezinha Elisa... O avanço da tecnologia digital e da internet reduziu essa desvantagem de “Os Trapalhões” sobre os filmes do grupo, na medida em que permitiu digitalizar as gravações em vídeo das exibições da Globo e disponibilizá-las na rede... Tarefa facilitada com o surgimento dos sites de compartilhamento de vídeos, principalmente o Youtube ©... A maioria das gravações postadas na internet são das reprises que a emissora realizou entre 1994 e 2000, e que tiveram três fases... A primeira, entre janeiro e dezembro de 1994, logo depois que Renato Aragão e a direção da Globo, então comandada por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, decidiram parar com a produção de “Os Trapalhões”, que era exibido aos domingos,  depois dos resultados ruins de audiência das mudanças implantadas na temporada de 1993... No lugar dos programas inéditos, acertou-se a exibição dos melhores momentos de todos os tempos da atração, de segunda à sexta, às 17 horas, antes da “Escolinha do Professor Raimundo”, substituindo o programa “Radical Chic”, inspirado na personagem de Miguel Paiva, que não havia emplacado... O livro de Juliano Barreto relata que a seleção de quadros, feita por Dedé Santana e pelo diretor Maurício Sherman, fez tanto sucesso logo no primeiro mês – 32 pontos de média , com 41 de pico – que o grupo acertou uma reunião com a Globo em setembro para acertar o retorno de “Os Trapalhões” aos domingos em 1995... Volta que de fato aconteceu, porém foi prejudicada pela perda de Mussum, em 29 de julho de 1994, e durou pouco mais de quatro meses... Em abril de 1996, as reprises voltaram, aproveitando a seleção de quadros de 1994 – com as vinhetas de transição de 1993, que tinham Didi, Dedé e Mussum – nas manhãs de segunda à sexta, antes do “TV Colosso”... Quando Angélica estreou na Globo, em setembro, as reprises passaram para o meio-dia, depois da novelinha “Caça Talentos” e antes dos noticiários locais... Em março de 1997, com o fim do material selecionado três anos antes, começou a exibição de quadros em ordem cronológica, dede o especial de estreia do grupo na emissora, de 7 de janeiro de 1977 – vide quadro com Didi de biquíni na piscina de um hotel de luxo...  Essa fase, que permitiu observar com clareza as mudanças no humorístico, durou até agosto de 1998, saindo do ar com o início do horário eleitoral... As reprises recomeçaram em julho de 1999, primeiro após o “Bom Dia Brasil” e em seguida antecedendo os jornais regionais... Misturando programas das duas fases anteriores, o ciclo terminou em agosto de 2000, também por causa da propaganda eleitoral... Em setembro, o Ministério da Justiça oficializou a classificação indicativa para programas de TV, o que dificultou novas reapresentações... Entre os quadros reprisados nesse período, está o esquete cuja veiculação no Youtube © é apontada por Barreto como “momento definidor do renascimento de Mussum como ídolo pop”... Conhecido pelo nome com que foi postado pelo usuário “SpeedMerchants” em 23 de novembro de 2006, “Mussum armando uma pindureta”... “O quadro, de 4 minutos e 33 segundos, em que também participam Didi e Tião Macalé foi filmado nos tempos do diretor Adriano Stuart e só  25 anos depois foi desenterrado rumo a um sucesso enorme (...) A transformação de Mussum em meme começa pelo jeito de falar do personagem e seu léxico característico, que facilita seu reconhecimento como piada para quem sabe que a referência do plural errado é uma ligação ao humor do trapalhão...  Com o vídeo ‘Mussum armando uma pindureta’, a coisa foi além da brincadeira com o português errado por causa do grande número de frases e palavras capazes de ganharem vida própria e independentemente da obra como um todo... Dividindo as brincadeiras de Mussum, Didi e Macalé, o conteúdo conseguiu se multiplicar e chegar bem mais longe”. O termo pindureta mencionado brevemente no quadro, por exemplo, ganhou destaque ao aparecer no título da página no Youtube © e entrou para o vocabulário de quem pensa em dar algum calote por aí”...  O título do vídeo também ajudou a jogar o foco em Mussum, cuja tentativa de pindureta é na realidade a preparação para o “punch” da piada, que é a frase no estilo “carta enigmática” ("O pior não é ocê beber, é ficar devendo... Nós chama a cana"...) com que o garçom Didi se recusou a aceitar o calote e fez Mussum e Tião serem presos por um policial... “O jeito irônico de Didi cumprimentar seus clientes, chamando-os de bacharéis, diplomatas e engenheiros, entre outros elogios, também é facilmente imitável e replicável... Após ver o vídeo é quase impossível resistir à tentação de chegar a uma mesa de bar e cumprimentar seus amigos fazendo a mesma brincadeira... Cantar os versos iniciais de ‘Lá no Morro’, pedir para o garçom ‘completar o lance’ ou chamar as garrafas de 600 ml de cerveja de ‘ampolis’ é tão engraçado de ver quanto fácil de imitar”... Talvez não tanto a performance de Tião cantando “Jenny, Jenny”, de Little Richard, mas o fato é que todos esses componentes, para o autor, levaram  o vídeo a alcançar a marca de 3,3 milhões de acessos na época da publicação do livro, em 2014 – atualmente, já são 5,8 milhões de acessos... Adriano Stuart assumiu a direção do programa em 1980, substituindo Augusto César Vannucci, que estava no comando desde a estreia, em 1977, quando o estilo de humor cujas bases eram , nas palavras do autor do livro, “o improviso, o caos, as tortas arremessadas na cara” conseguiu enquadrar e subverter o “Padrão Globo de Qualidade”, permitindo aos comediantes “usar o cotidiano e improvisar”, levando a quadros “com mais malícia e cacos”, onde se “ironizava mais e mais os cenários elaborados e o jeito certinho de fazer TV do padrão Globo”, pois “Didi começou a escancarar o mundo de mentirinha dos cenários”... Sem contar que “outra solução para unir a sofisticação da Globo ao humor anárquico dos trapalhões foram as sátiras musicais”... Antes, Stuart havia sido redator do programa – na companhia de Carlos Alberto de Nóbrega e Mário Wilson -  e desde 1978 dirigia os filmes dos Trapalhões no cinema... De acordo com a biografia de Mussum, “possuía um senso de humor calcado no deboche e na malícia das pornochanchadas... Com Stuart, não existia piada pesada demais... Usando o tom certo, era possível insinuar cenas de sexo, mostrar bebedeiras dionisíacas, tiros, assaltos, brigas e o que mais os redatores achassem engraçado... Isso incentivava ainda mais o improviso nos quadros e deixava o elenco bastante à vontade para levar para a frente das câmeras o mesmo tipo de brincadeiras que faziam nos bastidores (...) Mais uma característica de Adriano Stuart muito apreciada e respeitada era a valorização homogênea do elenco... O diretor escolhia Dedé, Mussum e Zacarias como protagonistas dos esquetes tanto quanto escalava Didi... Não hesitava de deixar o trapalhão líder de fora de alguns quadros ou em usá-lo como escada para que os outros brilhassem... Essa filosofia de incentivo ao improviso e prioridade para a igualdade do quarteto foram essenciais para a produção de alguns dos momentos mais memoráveis da história de ‘Os Trapalhões’... Barreto cita como exemplos os shows de calouros apresentados por Dedé – vide “O Casamento da Filha do Facêta” – o esquete da pindureta e o quadro em que Mussum fica entalado em uma banheira... Stuart  deixou a direção do programa em 1981, após desentendimentos com Renato Aragão nas filmagens de “Os Saltimbancos Trapalhões” nos Estados Unidos...  Por indicação de Chico Anysio, a direção do programa foi assumida por Osvaldo Loureiro, experiente ator com formação teatral e diretor dos shows de Chico...  “Para dar uma chacoalhada na audiência e aproveitar o carisma do quarteto, a temporada de 1982 seria gravada no Teatro Fênix, com a presença da plateia no auditório e, junto com os esquetes, traria novidades como entrevistas com personalidades, brincadeiras de picadeiro, e claro, os números musicais com intervenções cômicas de Didi, Dedé, Mussum e Zacarias”... Em agosto de 1983, acontece a separação do grupo, detonada segundo o biógrafo de Mussum por uma reportagem de capa da revista “Veja” sobre Renato Aragão, que teria desagrado os outros integrantes e levado a uma discussão sobre a divisão do faturamento dos filmes...  A partir de setembro, Didi passou a fazer “Os Trapalhões” sozinho, sob a direção de Gracindo Junior, com os reforços de Roberto Guilherme, Zilda Cardoso, Rogério Cardoso, Augusto Olímpio – que ganhou o apelido de “Cascão” e Arnaud Rodrigues... A audiência caiu e a Globo estudou a possibilidade de criar um novo elenco principal para a atração, sondando nomes como Sérgio Mallandro, Regina Casé, Ronald Golias e Costinha... Se bem que... A ideia de chamar Golias partiu de Carlos Alberto de Nóbrega, que era redator do programa – ele contou isso em entrevista ao programa “A Tarde é Sua”, de Sônia Abrão – num momento em que Golias estava afastado da televisão, fazendo apenas shows e eventos corporativos... E a Globo recusou-se a contatá-lo... Alvos do interesse do SBT, Dedé, Mussum e Zacarias foram colocados no humorístico “A Festa é Nossa”, exibido aos domingos, no qual “atuavam como mecânicos em uma oficina de carros e aprontavam confusões no melhor estilo ‘Os Três Patetas’, com cacetadas, caretas e gritos”...  Como os índices de audiência de “Os Trapalhões” não melhoravam, a Globo começou a tentar a reconciliação do grupo de todas as formas, inclusive por meu de seu proprietário, Roberto Marinho... Graças à intermediação de Beto Carreiro, os quatro trapalhões se reconciliaram em fevereiro de 1984, e no mês seguinte voltaram a gravar o programa juntos... A reestreia contou com uma nova abertura, feita por Hans Donner em equipe, onde o grupo virava desenho animado por meio da técnica de rotoscopia...  O diretor Gracindo Junior foi substituído por Paulo Araújo, “experiente ator e diretor de comédias”, que interpretou o Agostinho na primeira versão de “A Grande Família” e dirigiu o humorístico “O Planeta dos Homens”...  De onde Araújo tirou a inspiração para a cenografia e o “timing” dos quadros da nova temporada... “A base do novo cenário principal era toda branca, com elementos cenográficos meramente simbólicos... Um esquete passado em uma praça, por exemplo, seria montado apenas com um banco e um poste, sem fundo, árvores, cercas ou figurantes... A criação dos detalhes do local ficava com a imaginação do espectador, que mal tinha tempo para se incomodar com a simplicidade, pois, muitas vezes, as piadas eram representadas em pouco menos de um minuto”...  Poupar verbas de produção ajudava a focar em um projeto mais ambicioso, realizado no começo de 1985... “Durante a temporada de reprises do programa dominical, o grupo passou uma temporada em Los Angeles, gravando o que seria sua primeira série de programas feitos para exportação... Foram 14 episódios com Didi, Dedé, Mussum e Zacarias fazendo suas palhaçadas nos cenários da Universal City... As fitas rodaram produtoras do mundo todo, mas acabaram sendo mesmo exibidas primeiro no próprio programa da Globo, como blocos especiais”... Excluída das reprises da década de 1990, a série “Os Trapalhões em Los Angeles” era a “mosca branca” da produção televisiva do grupo, e reapareceu somente em agosto do ano passado, postado no Youtube © pelos colecionadores Diego Munhoz (citado na biografia de Mussum, como um dos grandes digitalizadores de vídeos de “Os Trapalhões”...), Lozandres Braga e Rafael Barão... Nos anos seguintes, não houve grandes mudanças no programa, segundo o autor do livro...”Entre abril de 1986 e março de 1988, o humorístico passou pelas mãos de Walter Lacet, Carlos Maga e Maurício Tavares... Cada um deles, ao seu estilo, alterou um pouco a fórmula vencedora, acertando e errando em algum grau, mas nunca mexendo o suficiente para alterar o status do quarteto... As mudanças dessa época, a bem da verdade, não traziam nenhuma ruptura radical... Manga tentou dar mais unidade ao programa, gravando mais externas e juntando um quadro no outro, para criar certa continuidade”... Em outro trecho da obra, Barreto aponta que com Manga, “o programa de domingo na Globo havia resgatado sua vocação original de pastelão e resgatado, com enorme sucesso, o quadro do quartel do Sargento Pincel, originalmente chamado de ‘Os Legionários’, em 1965, na TV Excelsior”...  Quanto a Lacet, “acostumado a produzir grandes musicais, aumentou a participação de artistas da Globo nas trapalhadas de cada domingo”... Tavares, diretor em 1987, “repetiu a ideia de aumentar a espontaneidade do quarteto ao fazê-lo interagir ao vivo com a plateia do Teatro Fênix”... Em um desses quadros, Jorge Lafond apareceu pela primeira vez como Vera Verão, originalmente um primo de Mussum que viajava para os Estados Unidos, onde se tornou empresário artístico, passando a agenciar Michael Jackson – de Pirituba, digo...





















Viva não exibe quadro que livro aponta como responsável por reconduzir Mussum à condição de ídolo pop, o da pindureta...


















































O surgimento do canal Viva, em 2010, representou uma excelente oportunidade para o resgate de “Os Trapalhões”... O programa chegou a ser anunciado em dezembro de 2012, mas a exibição começou apenas em janeiro de 2018, aproveitando a resolução de questões de direitos para permitir a produção do “remake” exibido pelo Viva e pela Globo em 2017... Das três temporadas previstas, apenas uma foi gravada... O programa original começou a ser mostrado em 1º de janeiro de 2018, a partir da temporada de 1988, exatamente como aconteceu na Globo Portugal alguns meses antes... Esse foi o primeiro ano em que Wilton Franco, criador do programa “Adoráveis Trapalhões”, o primeiro protagonizado por Renato Aragão, na TV Excelsior, em 1966, assumiu a direção geral da atração, auxiliado por Iran Lima... A biografia de Mussum relata que o humor na Globo vivia uma fase agitada com a ida de Jô Soares para o SBT no final de 1987 e as disputas entre Chico Anysio e o pessoal do projeto “Novo Humor”, criado para preencher a vaga deixada pelo fim do “Viva o Gordo” e que levou a estreia do “TV Pirata”... Quando a Globo decidiu contratar Gugu Liberato, o SBT tentou pegar carona em rumores sobre o fim de “Os Trapalhões” para tentar contratar Dedé, Mussum e Zacarias... Por pressões de Chico Anysio, que temia perder espaço para a nova geração de humoristas, o contrato dos três foi renovado e ele passou a supervisionar o programa... Renato Aragão, por sua vez, ao mesmo tempo que alugava seus estúdios de cinema para as gravações do “TV Pirata”, “emplacou como novo diretor do programa o veteraníssimo Wilton Franco, também conhecido como ‘o inventor dos Trapalhões”’... O programa passou a ser aberto com os quadros com plateia, gravados no Teatro Fênix... “Soava moderno e dinâmico, mas, na verdade, era exatamente o que os humoristas faziam nos anos 1960, antes do advento do videotape... Franco era o cara certo para o projeto e as trapalhadas entraram, após anos de mesmice, verdadeiramente em uma fase diferente... Didi, Dedé, Mussum e Zacarias entravam no palco vestindo seus uniformes de show e brincavam com a plateia e os músicos convidados o tempo todo”... Então é por isso que quase sempre o número de abertura era um dos chamados “quadros de aposta”, típicos dos shows que o grupo realizava pelo Brasil e que ficaram mais frequentes com a reconciliação do quarteto, em 1984 – para aumentar os rendimentos com as apresentações, Renato Aragão deixou um pouco de lado as atividades empresariais e a produção dos filmes e começou a comparecer mais nas turnês...  Os uniformes de show também eram uma sinalização para o público infantil, que teve sua condição de “target” do grupo reforçado por um forte trabalho de marketing, vide lançamento do gibi em que eles eram retratados como crianças... O esforço incluía também a divulgação dos filmes e a distribuição dos LPs... “O improviso reinava, e quem vacilasse, acabava tomando ovadas e tortadas na cara, mesmo que o texto não indicasse isso... Roberto Guilherme e Tião Macalé eram as maiores vítimas”... A comparação dos programas exibidos no Viva com os vídeos de anos anteriores postados no Youtube © revelaram um aspecto não tão favorável das temporadas de 1988 e 1989... Muitos dos quadros são “remakes” de esquetes gravados no final dos anos 1970, quase sempre inferiores às versões originais... Em 1989, tentaram contornar o problema por meio de programas temáticos, nos quais os bate-papos com artistas e músicos eram uma constante... A temporada de 1990 começou com o abalo da perda de Zacarias, onze dias depois de ter pedido licença médica, às vésperas do início das gravações... Que incluíam uma novidade, um bloco “com uma história completa sempre passada dentro do Trapa Hotel”... No qual “cada trapalhão ocuparia um posto fixo, atuando como um dos funcionários do hotel”... Como relata a biografia de Mussum... “A intenção de criar um programa dentro do programa era atender melhor à demanda internacional da Globo, que já exportava sua programação para outros países, mas tinha dificuldade em incluir ‘Os Trapalhões’ no pacote porque a atração não seguia uma ordem serializada, como as novelas, e trazia em sua versão ao vivo muitas piadas entendidas apenas pelos brasileiros”... A  Zacarias, de acordo com Juliano Barreto, caberia o papel de “maitre”, mas que na verdade seria uma reelaboração do garçom Moranguinho, papel que interpretava antes dos Trapalhões no programa “Café Sem Conserto”, da TV Tupi... Sem Zacarias, “o personagem seria engavetado com as participações de Jorge Lafond interpretando o farfalhante cozinheiro Divino, tampando os buracos do roteiro”... O primeiro programa da temporada, exibido em 1º de abril de 1990 teve uma homenagem a Zacarias – a começar pela abertura, com cenas diversas do humorista – que incluiu um texto de Chico Anysio e Didi, Dedé e Mussum prometendo seguir sem agregar um novo integrante ao grupo e “dialogando” com falas de Zacarias tiradas de programas antigos, e o novo quadro fixo... “Quem assistiu ficou com muito mais vontade de chorar do que de rir do primeiro episódio do Trapa Hotel, mostrando a contratação de Didi, Dedé e Mussum para trabalhar no impressionante cenário de dois andares, com elevador panorâmico e portas giratórias”... Se bem que... Outra das razões para a criação do Trapa Hotel era a economia com cenários, despesa que serviu de obstáculo para a ida do grupo ao SBT – Silvio Santos preferiu usar o dinheiro com o “Aqui Agora” e um pacote de novelas mexicanas, como “Carrossel”... Nesse primeiro episódio, Didi adotava uma órfã que fugia do padrasto, interpretada pela pequena Duda Little... Personagem que, por algum motivo, não tinha a simpatia de Barreto, que ao listar o elenco do Trapa Hotel, a chama de “criança chatinha”... Faz sentido, porque o quadro começou a engrenar apenas quando as histórias deixaram de ser centradas em Duda  - vide Japonês dos Canecos e os três episódios de pura vergonha alheia da parte de Regina Restelli... Didi, como auxiliar do gerente Batatinha, vivido por Roberto Guilherme, tinha a companhia de Dedé – que o livro diz que era um “personal trainner”, embora o termo não fosse conhecido no Brasil na época – e Mussum – classificado como “segurança”, embora aparecesse como detetive do hotel... Eventualmente, o personagem tinha momentos de maior destaque... Então é por isso que o livro não lembrou do episódio do Trapa Hotel em que Mussum viveu o moscão, quer dizer, o Chapolon Pretis, uma versão do Chapolin Colorado, para livrar Didi e Duda dos bandidos vividos por Iran Lima e Luis Mangelli...  Em 1990, Wilton Franco passou a dividir a direção do programa  com Maurício Sherman... Cujo estilo inconfundível começou a se manifestar no segundo episódio da temporada, o primeiro com a abertura das letras atrapalhadas... Em um bailado com dançarinas de figurino “cyberpunk” – com peruquinhas louras estilo Chitãozinho e Xororó – os três Trapalhões, de fraque e cartola prateados, dançavam ao som de uma canção especialmente composta para o número... “É hora de brincar e de sorrir, é hora de canções... Apenas a alegria tem lugar, em nossos corações... A tristeza veio aqui fora de hora, mas levou um pontapé e foi embora... E porque atrapalhamos a tristeza, somos os Tra-pa-lhões!!!”... No quadro com plateia que abria o programa, a ordem era aproveitar o modismo da lambada, vide Didi sendo apelidado de “loirinho da lambada”... “Invariavelmente nos episódios os personagens apareciam dançando o ritmo nortista e rolavam até algumas tomadas focadas nas pernas e nas bundas das dançarinas com a intenção de chamar a atenção do público adulto”, descreve o livro, que inclui nesse esforço a paródia da novela “Pantanal”, sucesso da época na Manchete, transformada em “Espantanal”... Faltou mencionar a ironia que Didi e Dedé fizeram ao “boom” de erotismo televisivo impulsionado pela trama, criticando as apelações usando um figurino sem calças...  Sherman introduziu bailados até nos quadros do quartel, que também tinham seu tema musical... “Um dois, feijão com arroz, um dois, feijão com arroz... Nós somos do quartel, que não está no mapa, o cabo é uma toupeira e o sargento é um panaca”... As recrutas com pernas de fora levaram ao inacreditável quadro do “strip-tease de combate” – conhecido no Youtube © como “Aeróbicha”, pois quem de fato tira a roupa é o Sargento Pincel – e uma inspirada esculhambação do número feita pelos próprios soldados... Certo, Sherman quis dar um toque “político” às piadas do grupo, nos primeiros programas Didi sempre começava com um “stand-up” sobre o Plano Collor, porém seu grande êxito foi a criação do personagem Ananias para Renato Aragão... Um anão capaz de enormes proezas, e que não admitia ser chamado de baixinho... Quadro que era abrilhantado por participações especiais, vide Chico Anysio – supervisor do programa – Faustão, Miguel Falabella, Chitãozinho e Xororó...  Wilton Franco, por sua vez, mantinha-se como a voz que conversava com seu amigo Aparício, personagem com o qual Renato Aragão encarnava o dia-a-dia de uma “criatura úmida” do povo – vide o episódio do Trapa Hotel em que foi pedir emprego... Pena que Didi tenha chegado primeiro... Ops!!!... Em 1991, houve mais dois esforços de criar quadros fixos... O “É isso aí my brother”, vide coreografia de “street dance”, no qual acontecem algumas das pouquíssimas participações de Ted Boy Marino que não foram cortadas pelo Viva, como um dos punks da gang comandada por Roberto Guilherme com peruca estilo moicano... E a oficina da Sorvetão, em que Andréa Faria comandava os mecânicos Didi, Dedé e Mussum... O Trapa Hotel prosseguia, diminuindo ainda mais a participação de Duda, que passou a contracenar com a pequena Alessandra Aguiar... Porém, o que salvou a temporada da obscuridade foram as comemorações dos 25 anos dos Trapalhões – sempre contadas a partir do início do programa “Adoráveis Trapalhões”, da TV Excelsior, em 1996 – cujas atrações, até o beijo de Renato Aragão na mão do Cristo Redentor, eram anunciadas pessoalmente no programa por Wilton Franco e Maurício Sherman e os diretores designados pela Globo para auxiliar na preparação do especial de 25 horas – Aloysio Legey e Walter Lacet... Maratona que tem algumas atrações listadas na biografia de Mussum, tais como o “show de calouros” – sem alusões à concorrência, Silvio - as performances de Glória Menezes ao piano e Regina Restelli fazendo cover de Madonna (aproveitando sua semelhança física com a cantora, embora a voz seja muito diferente...), Didi se introduzindo como um vírus de computador na vida digital da androide Dorfe, vivida por Dóris Giesse no programa “Dóris Para Maiores”, Mussum reencontrando Chico Anýsio, que deu a ele suas primeiras oportunidades no humor televisivo, na versão da “Escolinha do Professor Raimundo” em que atores das novelas globais substituíam os comediantes e seus tipos  – e que foi a semente da versão estrelada por Bruno Mazzeo, vide Evandro Mesquita como Armando Volta... As comemorações também incluíam a divulgação do filme “Os Trapalhões e a Árvore da Juventude” e do LP “Amigos do Peito”, que incluía um misto de homenagem e ironia ao presidente Collor, “Roxo de Paixão”... A audiência, porém, estava em trajetória descendente, e como relata Barreto, Dedé e Mussum por pouco não renovaram seus contratos, insatisfeitos com a posição secundária que tinham dentro do programa, e foram para o SBT... O que só não aconteceu porque Renato Aragão se envolveu pessoalmente nas negociações depois que Dedé teve uma crise de depressão, causada pela revelação de que tinha um filho fora do casamento, conforme narra Barreto...



















Canal também não mostra outro sucesso de público e crítica de Mussum, o esquete em que ele fica entalado na banheira...


















































No primeiro programa da temporada de 1992, Didi anunciou que cada episódio seria dividido em duas partes... Na primeira, variedades, e na segunda uma história completa de Vila Vintém, “completamente centrada no tipo preferido de Renato, o pobre vagabundo de bom coração, amigo das crianças e inimigo dos ricos e opressores”...  Alis, a estreia da temporada foi toda para contar a história de como Tininha – vivida por Alessandra Aguiar, com 4 anos de idade na época – fugiu de um orfanato e conheceu Didi e sua cachorrinha Pipoca na região da Vila Vintém... História confessadamente inspirada no filme “O Garoto”, de Charles Chaplin, vide título do episódio, “A Garota”... Didi, segundo o livro, “estava pronto para usar suas lições de solidariedade para fazer rir, chorar e matar muita gente de tédio”...  Apenas no programa seguinte estreou, junto com a nova abertura (um pastiche da vinheta de 1984, que voltou a trazer os Trapalhões em rotoscopia...), a outra parte da atração, batizada de Agência Trapa Tudo, “uma empresa caçadora de talentos dirigida pelos três trapalhões”... “Embora tivesse sido roteirizada para mostrar histórias com começo, meio e fim, as cenas na Trapatudo perdiam-se em um esquema de total anarquia... O ‘escritório’ recebia como convidados atores globais, músicos, e humoristas em grande quantidade,  e desta forma, abria espaço para o improviso e as brincadeiras de palco tão ausentes nas últimas temporadas do programa”, resume Barreto... Que reconhece a anarquia e o improviso como marcas da Agência Trapa Tudo, características herdadas dos quadros gravados com plateia, até porque era uma continuação desse esquema, e que faziam dela a melhor parte do programa... Embora não mencione que o fato de Chico Anysio supervisionar a atração garantia que todo o elenco da “Escolinha do Professor Raimundo” comparecesse na Agência... Vide participações de Castrinho, Costinha, Geraldo Alves – com a imitação de Chaves que fazia na “Escolinha”, entre outras – Nizo Neto, Orlando Drummond (que encarnou um de seus mais famosos personagens na dublagem, o marinheiro Popeye...), Roni Cócegas, Tom Cavalcante, Zé Vasconcelos, Zezé Macedo... E de fato, como aponta o biógrafo de Mussum, havia “participações especiais memoráveis” e “outras nem tão memoráveis assim” – o livro é muito feliz em mencionar Eri Johnson, que fazia um gago... O qual, por mais incrível que pareça, apareceu em três programas... Dos quais só o último, com Zé Vasconcelos, se salva... Então é por isso que  a audiência... insistia em não melhorar... Segundo o autor, porque “havia no ar um desejo de menos escapismo chapliniano e mais esculacho calcado no dia-a-dia, receita muito bem usada pelos cassetas e por Faustão, como também pelas séries ‘Os Simpsons’ e ‘Família Dinossauros’, outros grandes sucessos ‘modernos’ da grade de programação dominical da Globo”... Vide “Família Dinossauros” sendo colocada entre “Os Trapalhões” e o “Fantástico” em meados de 1992... Alis, a temporada terminou com uma boa sequência de paródias de programas das emissoras concorrentes - "Aqui e Lá Fora", onde Mussum interpretava o repórter policial Mil Fômes, "Jô Suado Onze e Cacetada", "Claudioval Fecha o Fogo"... Isso sem contar com a gozação em cima do grande acontecimento quadrinhístico da época, a morte do Super Homem - Mussum trabalhava forte como The Flash...  No final do ano, Barreto conta que a Globo queria aproveitar o sucesso de Xuxa na América Latina para preparar uma versão em inglês do programa... Assim, o “Xou da Xuxa” sairia do ar e uma das opções para substituí-la nas manhãs globais seria colocar “Os Trapalhões”, “assumindo de vez a vocação de humor infantil, ocupando a programação matinal do plim-plim, em meio a desenhos animados, dançarinas e gincanas com a plateia”, com o horário que ocupavam aos domingos sendo preenchido por um alongamento do “Domingão do Faustão”... Outra opção, cita o autor, seria entregar a faixa para Sérgio Mallandro, que apresentava o “Show do Mallandro”, exibido  antes do “Xou da Xuxa” e substituía a apresentadora em seus períodos de férias... O que Barreto não menciona é que essa ideia teve a enfática oposição do próprio diretor do programa de Sérgio Mallandro – Bofinho – que preferiu apostar no projeto da “TV Colosso”... Quanto a “Os Trapalhões”, o programa foi entregue ao núcleo de Guel Arraes, responsável pelo “Casseta e Planeta Urgente”... Barreto aponta que o novo diretor, José Lavigne, anunciou que o programa, com duração reduzida de uma hora para 45 minutos, seria dividido em duas partes... Uma metade, escrita pelo novelista Carlos Lombardi, apenas com Renato Aragão, onde “interpretaria dois personagens (...) um milionário malvado chamado Faustino, e seu irmão pobre, Severo Severino, que chegaria ao Rio para ser tutor de duas crianças, Tati, Duda e Tininha”... Ideia que já havia sido utilizada em um episódio de “Vila Vintém”, em que ele fazia, além de Didi, um milionário italiano que queria adotar Tininha... Não funcionou, em especial pelo fato da voz do ricaço ter sido dublada (por Silvo Navas, dublador clássico de Bud Spencer...), o que tirava toda a espontaneidade da interpretação de Renato...  A outra parte seria no estilo da “TV Pirata”, que havia sido dirigida por Arraes... “Isso quer dizer que, no lugar de humoristas, a preferência seria por atores... Também queria dizer que nas entrelinhas que artistas capazes de fazer um só tipo, e ainda assim sem decorar os textos, como Tião Macalé, Dedé e Mussum, teriam que rebolar para se adaptar às reformas”...  A intervenção de Renato Aragão, que não se apeteceu com a ideia de fazer papel de “melquior”, alterou os planos... “Os esquetes com os três trapalhões juntos continuariam a formar a base para o programa, com as participações de velhos conhecidos como Dino Santana, Ted Boy Marino, Roberto Guilherme, Andréia Sorvetão, Conrado e Baiaco, mas a forma de produção dos quadros mudaria bastante... Sem auditório ou claque, trocando o Teatro Fênix pelos estúdios da RA produções , os trapalhões iriam interagir com uma equipe de maquiadores, figurinistas, técnicos em efeitos especiais e receber textos de um time de 13 redatores”... Entre os quais os responsáveis pelo texto do “Casseta e Planeta Urgente”... A parte de Lombardi se transformou na “sitcom” (Barreto chama de “novelinha”...) “Nos Cafundós do Brejo”, com 12 minutos de duração (metade do previsto originalmente...), em que Didi interpretava Zé do Brejo... Na nova abertura, Didi, Dedé e Mussum manipulavam a si mesmos, como se fossem marionetes...  “O público precisaria de tempo para absorver as mudanças e a numerosa equipe de produção ainda precisava experimentar mais, acertando e errando, para chegar a um ponto ideal... Na verdade, o que precisava ser feito era afinar a torrente de ideias novas dos roteiristas e manter o padrão ‘para toda a família’ construído ao longo das décadas, sem se arriscar com piadas e referências que as crianças não entendessem”... Nem é preciso dizer que todo esse cuidado não resultou em melhoras na audiência e ainda tornou a temporada de 1993 uma das mais ruins (senão a pior...) no conceito dos fãs mais tradicionalistas... A exibição no Viva demonstrou que a sofisticação da forma não necessariamente conseguia suplantar a simplicidade do conteúdo... Mesmo sem a iconoclastia de anos anteriores, a graça natural de Mussum se sobressaía, o livro aponta que ela era valorizada pelos redatores em quadros como a paródia “Duvide-o-dó Show”, no qual imitava Miguel Falabella, e Didi conseguia subverter a rigidez dos textos, por exemplo, transformando em bordão a narração dos títulos dos quadros, vide “Os Pirata!!!”... Nos últimos programas, "Nos Cafundós do Brejo" virou "As Aventuras do Zé do Brejo" - sempre com Renato atuando sem os companheiros - e o quadro do quartel voltou com o nome de "Trapacademia de Polícia", onde o Sargento Pincel foi rebatizado como Brochas... Ao comentar o êxito das reprises de 1994, Barreto não hesita em dizer que “a responsável por sufocar a atração foi a própria pressa da Globo em inovar”... E retomar o programa em 1995, já sem Mussum, priorizando reprises dos quadros de 1993, também não ajudou... Pois é, não é... 




















Reapresentação em 1988 garantiu presença no Viva de Mussum cantando "Sou Filho de Piloto"  no show de calouros do Dedé...

Lançadas Sendo Montadas e Segurando Forte...

- Desculpa aí, Chico Barreto, nosso xará... A agente só queria cavalgar, digo, descansar um pouco...















































- Tudo bem, Caio Souza, bonito nome... A gente só queria ver de perto esse passa-mão aí, digo...















































Capa – “Passeio no Chiqueiro”. Porcaria goleia Godoy Cruz e avança na Libertadores... Alis, por falar em passear,  o canal Viva prossegue com a tendência de incluir na semana “Mussum 25 Anos de Saudades” programas da temporada de 1988 que foram pulados durante a exibição da nova temporada da “Escolinha do Professor Raimundo”... Pior, apenas um quadro do programa teve o homenageado como personagem principal – Mussum fazendo “forévis doce” diante de Magda Colares, que está louca por ele... Nos sete esquetes do dia, o saudoso comediante aparece em quatro... Viajando nos Bolinhos, pula, é quadro de aposta no palco, ele só faz escada... Mussum Forévis Doce ele protagoniza... No Trapa News - “o telejornal que só não é em primeira mão porque é dirigido pelo João Sem Braço”  - tem atuação destacada como Leila Ovelha Negra... E no quadro do “boa noite”, assiste Didi fazendo um bobo – no caso, Dedé, falar muitas vezes Cafúcio... Ops!!!... Pelo menos um dos sorteios  foi o do iogurte Danone ®, conduzida pelos próprios Trapalhões, no qual em plena selva – já que eram distribuídos vale-ingressos para o filme “Os Heróis Trapalhões” na embalagem do produto – Mussum camufla com seus companheiros... Ops!!!... No início do programa, os Trapalhões cumprimentam com abraços e beijos a plateia, de onde surge uma garota baiana que demonstra a dança da galinha e traz docinhos de presente... Dedé quer ficar com as guloseimas, regime à parte, e propõe uma aposta... Quem contar a viagem mais bonita, fica com os doces... Zacarias fala de sua terra natal, Sete Lagoas, enquanto Dedé agarra Didi pelo casaco para ele não devorar os bolinhos... Só que Didi consegue sair da blusa enquanto Dedé a segura... Depois de Mussum contar da Mangueira e Dedé lembrar das filmagens de “Os Herois Trapalhões” na região de Manaus, eles e Zacarias constatam que os doces sumiram... Didi explica... “Vocês foram, foram, não voltaram mais, comi os bolinhos”... Piadas novas, Pancada... Mussum conta a Dedé que precisa de ajuda para se defender de uma mulher... Mas  Magda Colares ela só quer o amor dele... Mussum até está a fim, porém não se julga competente para tanto... Dedé não entende, tem algo errado nessa história... Mussum explica que não está fazendo “forévis doce”... E que eles foram à praia, e quando ela foi tomar banho de mar e ele pegou uma cerveja em sua bolsa, ouviu o grito de “Pega Ladrão” e apanhou de oito rapazes musculosos... A mulher insiste e quando as amigas de Dedé comparecem, Mussum pergunta... “Dá para acreditar, pode ser, é possível casar com ela???”... Claro que não, respondem todas... Elas é que vão casar com Mussum!!!... Neide Aparecida apresenta uma reportagem sobre matança de porcos para o Globo Rural... Só que os sitiantes  Didi e Zacarias estão mais interessados em falar das galinhas... Entre elas, a que ficou traumatizada quando botou seu primeiro ovo, porque ficou muito enjoada, contaminando até o galo, e acabou expulsa do galinheiro pelo pai... Ou a que botou o mesmo ovo três vezes num dia de muito vento... Porcos mesmo, eles não criam... Só um gato, que coça as costas de Didi... Zacarias foi trazer um café e descobriu que a galinha Cacilda se matou pulando dentro da panela de pressão que estava no fogão... É o trauma de não conseguir botar o primeiro ovo, explica Didi... Mas isso é tão fácil, garante a repórter... Então, Didi sugere que ela sente no ninho e tente botar um ovo!!!... Dedé se queixa que Didi não pôs o anúncio do buffet deles na Folha...  Mas Didi colocou sim – numa folha de bananeira... Melhor trabalhar forte na cozinha, preparando um leitão comprado no crediário e um bolo para uma festa... Dedé lê o livro de receitas e Didi prepara os pratos... Separe os pés, esfregue as costelas com limão – seria do leitão, porém Didi fez tudo nele próprio... Farinha à vontade, vinagre ao longe, bater o ovo na panela com clara e gema – no caso, Didi cuida dos gemidos... Na falta de uma lata de cogumelo, bota meia – a que está no pé de Didi... Que não esquece do talco – para o leitão não ficar assado... Vai mexendo, para pegar o lado, delicadamente – e Didi remexe as cadeiras... “Agora bata!!!”... Então é por isso que Dedé apanhou... Está no ar o “Trapa News”, apresentado por Cid Moringueira, Lilian Bife de Fígado, Leila Ovelha Negra e Sérgio Chapelão... Afora o anão do gongo... “Com o andamento da Constituinte, Sarney está com a corda toda... O enforcamento vai ser geral”... Como se vê, são apresentadas notícias que não frescas, porque vem de uma fonte poluída, a Tietê Press”...  A cada informação, um comentário sagaz do “âncora” Didi e uma gongada do anão... “Aposentados querem aumento... E se não houver acordo, os aposentados voltam a trabalhar”... Notícia atual, digo...  “Pimenta da Veiga desliga-se do PMDB e é aplaudido pelo Centrão... Pois é, pimenta no Centrão dos outros é refresco”... Sendo que hoje o PMDB tirou o “P” do nome... “Roberta Close resolveu entrar para o PMDB depois de ouvir uma frase que está muito em moda em Brasília... É dando que se recebe”... Questão já problematizada naquele tempo, digo...  “Ulysses Guimarães declara que o PMDB é uma vaca leiteira... Resposta do ex-ministro do Planejamento... Mamãe eu quero, mamãe eu quero”...  Ainda hoje, no governo Biroliro, é assim... “Partido Verde tenta acabar com a farra do boi... E no PMDB, é o estouro da boiada”... A porteira continua arrombada...  “Depois de ser chamado de vaca leiteira, PMDB tenta mudar de nome... PMDBoi”... Preferiram MDB... “Se houver eleições para o governo de São Paulo, é o seguinte o plano do governo... Buracos em 88 e Covas em 90”... Só em 94, na verdade... Lilian faz um comentário econômico... “Crescem os investimentos na bolsa...  Ainda hoje, seis pivetes investiram contra a minha bolsa e levaram tudo”... Para encerrar, os melhores filmes da semana... “No Cine Presidencialismo, um filme de impacto... Atração Fatal... PTB X PMDB... E nesse filme o Luis Inácio está procurando Sarney para se coçar”... Boa noite!!!... Didi encontra Dedé andando de um lado para o outro, preocupado e falando sozinho...  É que a “sócia” dele tem sonambulismo... Alis, ela comparece andando dormindo, Elba Ramalho... Dedé pede a Didi que não faça barulho, pois se ela acordar, ela morrer... A mulher leva a carteira, o blazer e a calça de Didi... Dedé diz que ele devolve tudo amanhã de manhã... Ela resolve levar Didi... Que promete devolvê-la às 6 horas da manhã... Só que não, porque Maurício Mattar levou embora sua “sócia” na época e sugere que Didi arrume outra mulher... Só resta a Elba Ramalho cantar... “Doida”... No meio da mata, os Trapalhões camuflam, quer dizer, comparecem camuflados para anunciar que está em cartaz o filme “Os Heróis Trapalhões”... Numa selva igual ao cenário em que se encontram, digo... Se a paisagem não for um bom motivo para ir ao cinema, tem também Luma de Oliveira, Angélica e “Os Dominós”... Se você tem mais de 18, pode ver o filme de graça... É só pegar o vale-ingresso que está nas bandejas do iogurte Danone ® - e pagar o ingresso para alguém menor de idade...  Já o freeskate foi sorteado para Solange Cristina Cardoso, de Guaratinguetá...  Na escola, Cristina Mullins ficou realmente admirada de ver como o professor conseguiu acalmar seus alunos... É que ele prometeu Yakult ® se eles ficarem comportados... Também ensinou que como Yakult ® não é remédio, pode ser tomado a qualquer hora, desde que seja diariamente, para criar um hábito saudável...  Emerson Barcelos de Souza, de Duque de Caxias, foi sorteado e ganhará uma máquina fotográfica... Dedé dá uma bronca em seus companheiros porque não conseguiram passar no exame para entrar na escola primária... Didi não está nem aí, e continua a ler seu livro sobre Confúcio, quer dizer, Cafúcio... Dedé estranha o jeito de falar de Didi... que diz ser capaz de fazer um bobo falar várias vezes...  E pede para Dedé escrever na lousa... Cafúcio é Cafúcio... Cafúcio fácil Cafúcio... Cafúcio fazer Cafúcio... Cafúcio um Cafúcio... Cafúcio bobo Cafúcio... Cafúcio falar Cafúcio... Cafúcio muitas Cafúcio... Cafúcio vezes Cafúcio... Cafúcio Cafúcio Cafúcio... Daí é só pedir para Zacarias e Mussum lerem a primeira e a terceira palavras de cada frase... E Dedé lê a do meio, atestando que... “É fácil fazer um bobo falar muitas vezes Cafúcio”... Ops!!!...


















Poderoso Timão – “Com a cabeça no clássico”. Assim, para o Montevideo Wanderers, sobrou o mistão... Alis... “Treino em Montevidéu”. Fechado para os jornalistas... Novas...
“Jogadores pedem concentração total”. Na Sulamericana... A começar com Gabriel, um dos poucos titulares que deverá entrar em campo na quinta... Ele, Cássio, Gil e Mateus Vital...
“Lateral diz não aos europeus”. Nem Milan nem Atalanta, Carlos Augusto...
“Mosquito bate asas rumo ao Oeste”. Mal voltou do Vila Nova e já espantaram o meia de novo... Ops!!!...



















Peru 2019 – “Apelo para a nova geração”. A situação está ficando mais difícil na vela... Alis...  “Não viemos ao Pan para passear... As dominicanas estão bem fortes”. Tu o disseste, Martine Grael...  “No Rio, mostramos que é possível sair do zero e vivenciar os jogos”. Tu o disseste também, Kahena Kunze...
“Francisco Barreto Júnior faz história”. Primeiro ouro do Brasil no cavalo com alças...
“Arthur Zanetti não confirma favoritismo e leva a prata”. Argolas...
“Dobradinha inédita do Brasil”.  Caio Souza é ouro e Arthur Nory é prata no individual geral da ginástica artística...
“Surfe”. Robson Santos e Karol Ribeiro na repescagem...
“Tênis feminino”. Carol Meligeni vence a canadense Rebecca Marino e está nas quartas-de-final...
“Tênis masculino”. Thiago Wild derrota o estadunidense Kevin King e comparcerá nas oitavas do saibro...
“Badminton”.  Ygor Coelho e Fabiana Silva nas quartas...
“Levantamento de peso”. Fernando Reis é ouro na categoria acima de 105 quilos...

“Milena Titoneli fecha campanha histórica”. Na categoria até 67 quilos do taekwondo, primeiro ouro de uma brasileira na história do Pan...
“Abner Teixeira perde na semi e leva o bronze”. No boxe, derrota para o cubano Erislandy Savón, internauta Pedro Henrique...
“Roberto Schmits conquista bronze na fossa olímpica”. No tiro...
“Carol Horta e Angela faturam o bronze”. Vôlei de praia, vencendo as cubanas Maylen Delís e Leila Martinez...






















Sessão Cartolão – “Uma nova Seleção Brasileira feminina”. Será que Pia Sundhage chega, David Nascimento???...
“O maior desafio é... A Seleção precisa mudar, mas não tem que ser muito radical, pois podemos perder a confiança”. Sueca sabe a Seleção que tem...
“Bacalhau está perto de Arthur Cabral”. Já que a Porcaria trouxe Luiz Adriano, vai precisar se livrar do atacante, digo...
“Brasil participa de eliminatória para Mundial de Power Soocer”. Daqui a dois anos, na Austrália, vide futebol com cadeiras de rodas motorizadas... Agora vai!!!...
“Ranking do esporte”. CBF e CBV lideram as inscrições nas redes sociais, Ibope Repucom... Se bem que... O Brasil nem vai disputar o torneio de futebol do Pan...
“Sorriso brilhante”. Em férias no Rio, Coutinho colocou lentes de contato nos dentes...
“Sem atrasos”. Sonhar com o Foguinho pagando os salários em dia não custa nada...
“Shell Racing”. Gaetano Di Mauro domina o Campeonato Brasileiro de Kart na categoria KZ graduados...
“O VAR na berlinda”. Se M.B. é a favor, não temos porque sermos contra, digo... Alis... “Perspectiva da inserção da nova tecnologia”. Será que os clubes da Premier League inglesa vão ficar reclamando...  “Preço que compensa”. Mais ainda para quem fornece a tecnologia, André K...
“Pia Sundhage chega cheia de expectativas”.  Na Seleção Feminina, Rogério Caboclo...
“Roubando a cena”. Cartel dos árbitros, Portella...






















Depois do ouro inédito para o taekwondo feminino do Brasil, Milena Titoneli deu a volta panamericana, Doutor...















































- Pô, rapaziada!!!... Quebrando um galho pro Fernando Reis, e Olavo Gosta de sentir um peso nas costas... Ops!!!..

terça-feira, 30 de julho de 2019

Lançadas das Duplas Douradas...

- Pô, rapaziada!!!... Para a garotada amiga da ginástica artística, a gente dá... Os parabéns!!!...


















































- Esse pessoal do revezamento misto do triatlo leva a sério esse negócio de abiscoitar medalhas, digo...


















































Capa – “Garante essa!!!” Porcaria na Libertadores... Avisem o Godoy Cruz... Enquanto isso, o Canal Viva exibiu o segundo programa de “Os Trapalhões” que integra o ciclo “Mussum, 25 Anos de Saudades”... Desta vez, a escolha do canal pago foi muito mais feliz... Uma vez que no episódio exibido, da temporada de 1988, de 11 quadros, Mussum aparece em sete... Tudo bem, na parte do concurso de embaixadinhas, sua participação basicamente se resume a roubar um beijo de Magda Colares, que veio entregar o disco de ouro pela excelente vendagem do LP de 1987 dos Trapalhões... Mas em compensação, ele é o personagem principal de dois quadros curtos, mas marcantes, o do mé com salsicha e o da galinha depenada com o barbeador elétrico de Dedé... E tem presença destacada em dois esquetes que são “reboot” do programa dos anos 1970, o da limpeza do terreno – em que Mussum canta “É hora do lanche, que hora tão feliz, queremos o forévis do juiz” – e o dos pintores que se intrometem na DR de dois “sócios”... Com a vantagem de que na versão original, Didi trabalhava forte na brocha com Dedé e o anão Quinzinho... Sargento Pincel quer a chave do jipe do comandante Jorge Cherques, que dorme de chupeta na boca - mais um "remake", de um quadro de meados da década de 1980, com Carlos Alberto de Nóbrega e Catita Soares, que por sua vez é outra versão de um esquete da SUAT, do final dos anos 1970... Acompanhado de seus soldados, Pincel entra no quarto do comandante pela janela, na tentativa de encontrar a chave... Só que Didi troca a chupeta pelo apito, Mussum é pisoteado e grita dentro da gaveta do criado-mudo e Zacarias sai vestido de mulher do guarda-roupa... O sargento pede para Didi não se afastar dele e Mussum desconfia que aí tem truta... Pior é Didi se enfiar debaixo do lençol da cama do comandante e fazer com ele e a mulher um “remake” da abertura da novela “Sassaricando”... Pincel dispensa os soldados e prossegue a busca sozinho... Toca o telefone no quarto e o comandante atende... É o soldado 49, que pede para avisar ao sargento que ele achou a chave do jipe... No bar do “Seu” Antônio, Mussum pede um mé e uma salsicha... Paga 30 cruzados “cash”, valor exato, coloca a salsicha na orelha e sai... No dia seguinte, mesmo pedido, mesmo pagamento, mesma salsicha no ouvido... Depois de Mussum ficar uma semana fazendo tudo igual todos os dias, o comerciante português avisa que não tem salsicha, só pepino... E pergunta por que ele fica andando por aí com um pepino na orelha... Porque acabou a salsicha, responde Mussum... Ops!!!... Então é por isso que esse programa foi escolhido para ser mostrado na homenagem ao saudoso integrante dos Trapalhões...  Na saída da escola, o pequeno Zacarias descobre que sua bicicleta sumiu... Sua coleguinha Mariette diz que muitas bicicletas são roubadas para serem vendidas no Paraguai...  Revoltado, Zacarias diz que se a bicicleta não aparecer, vai fazer o mesmo que o irmão dele... A bicicleta reaparece, trazida por um aluno que a levou por engano???... E o que Zacarias iria fazer se não a recuperasse???... Iria para casa a pé, ora...  Deitado numa cama, Didi está cercado pelo pai, a mãe, o irmão, o cunhado e o tio da moça a quem prometeu casamento... Ou será que mudou de ideia???... Didi pede um tempo para fazer sua higiene pessoal... O irmão da garota diz que se ele pediu a mão, tem que casar... Didi pede... “Calma, Jerônimo!!!”... E come um sanduíche... Ele pensou que a resposta ao seu pedido de casamento seria não... Como são sete e meia, Didi vai pensar mais um pouco dentro do guarda-roupa... Ao voltar para a cama, decide que não quer mais casar... Mas sob a mira dos revólveres de toda a família da garota, levanta de fraque e cartola perguntando pelo padre... Quadro com um super elenco – Artur Costa Filho, Guilherme Corrêa, Selma Lopes, Stephan Nercessian - mas nada de Mussum... Dedé não aceita que Mussum use seu barbeador elétrico para depenar uma galinha – mas usar a meia para coar café e a cueca como pano de prato pode... Bom, esse quadro compensou, digo... Ao som de “No Mundo da Lua” – “Vem brincar com a gente, e fazer o que der na vontade”, composição realmente inesquecível de Sullivan e Massadas – a plateia aplaude a presença dos cantores Wando, Agepê, Markinhos Moura e Gabriela para entregar o disco de ouro do LP “Os Trapalhões”, de 1987 – onde uma das faixas é justamente “No Mundo da Lua” – ao quarteto e ao filho de Renato Aragão, Caxa,  produtor do álbum... Olha lá o Mussum roubando um beijo da Magda Colares,  Faustão...  Em seguida, comparece a garotada do concurso de embaixadas... Vencido pelo garoto alto com o segundo uniforme do Timão, que manteve o controle da bola por 33 segundos... Em segundo e terceiro lugares ficaram dois meninos com a camisa do Urubu – um derrubou a bola do outro, deixando Didi injuriado, Willian Arão começou assim... Ainda assim, eles ganharam uma bola... O vencedor levou um skate...  Os quatro Trapalhões trabalham forte na limpeza de um terreno baldio – jogando todo o lixo nas pessoas que fazem fila para esperar o ônibus... Alis, Didi, Mussum e Zacarias sabem imitar muito bem o barulho que os coletivos fazem, internauta Chico Melancia... O pessoal da fila reclama da sujeira atirada no ponto, mas Mussum não está nem aí e canta... “É hora do lanche, que hora tão feliz, queremos o forévis do juiz”... Diante dos ânimos exaltados, a turma do deixa-disso diz que violência gera violência – até Dino Santana levar uma lata na cabeça... Aí todo mundo no ponto pula o muro parte para a briga, atirando para o outro lado todo o lixo que encontram... Assim os Trapalhões nem precisam fazer o serviço... Esse quadro, pela paródia de jingle publicitário consagrada nos estádios de futebol cantada pelo homenageado da semana, valeu pelo programa todo... Dá até para esquecer que o quadro é “reboot” de um esquete dos anos 1970... Narjara Turetta, com um carrinho de bebê ao lado lê uma revista no banco da praça...  Notem o forte trabalho no pó-de-arroz, que deixou a atriz parecendo o torcedor símbolo do Fluzinho... De terno e gravata, Didi senta ao seu lado, jogando o cigarro fora porque se incomoda em fumar, ao contrário dela, e reclamando das roupas cafonas dos executivos... Um garoto passa vendendo pé de moleque por 10 cruzados... Como Didi não comprou doce para a mulher, foi chamado de pão-duro... Melhor saber se o bebê é o primeiro filho dela... Que é apenas a ama da criança... Que não come, só mama... Muito “mamão”, sim, ela é paga para isso e o amamenta sempre às 5 horas... Como faltam 5 minutos para as cinco, e a ama não tem um relógio Roskoff, que não atrada, não adianta e não reclama,  Didi é obrigado a esperar, e dispensa um convite de Dedé para jogar sinuca... Finalmente, chega a hora do bebê mamar... Na mamadeira, Didi... “Garoto bobão!!!”... “Remake”, também - na versão anterior, o menino vendedor era interpretado pelo pequeno Alexandre Régis...  Didi chapéu de mão comparece a loja para comprar um despertador de 50 “pilhas”... Ele mostra seus dados ao vendedor Zacarias, igualmente louco... Como o estabelecimento tem televisão à cores, mas não cor-de-rosa, e tampouco um vendedor para atender, os loucos decidem ir para o raio que o parta – puxando a descarga... No alto de uma escada, Didi e Mussum trabalham forte na pintura da fachada da casa – e nos gracejos dirigidos à Susana Vieira que espera impacientemente pelo “sócio”... Que responde no mais alto nível... “Vai pentear macaco!!!”... Com uma réplica à altura... “Seu avó tá em casa???”... Felipe Wagner, o “sócio” comparece com flores, dispensadas pela mulher, apesar de Mussum ter sugerido que ela fizesse ele comer as flores, para enfeitar os vasos sanguíneos, digo... Ela quer uma explicação para a demora, ele não consegue responder, Felipe... Didi aconselha... “Não gagueja não, senão ela monta... Depois você nunca mais se levanta...  Eu já fui homem, eu sei disso”...  O homem dispensa os conselhos atirando Didi e Mussum no outro lado de um muro... Mas os dois pintores voltam cantando “Fogo e Paixão”... “Você é luz, raio que o parta e luar”... De quebra, sugerem que ele dê uma brochada nela... Em resposta, o “sócio” quer quebrar a cara deles... Didi diz que vai enfiar o pincel e ele ficará um ano cuspindo pelo, saindo em defesa do “bronzeado”... Depois de serem jogados de novo, os pintores retornam perguntando se ele, que disse não ter homem na região, está sentido falta... Para Mussum, ele é aquilo que o gato joga areia em cima... Didi resolve dar a real e dizer que o “sócio” é um daqueles homens que se atrasam para um encontro e quando vão jantar com a mulher, esquecem a carteira... Exatamente o caso dele!!!... Então é por isso que ela saiu de braços dados com os pintores – depois de atirarem ele pelo muro... Ah, sim... Esse quadro, outro “reboot” dos anos 1970 – na versão original, em que Francisco Di Franco fazia o “sócio”, Didi contracenava com Dedé e o anão Quinzinho – também foi exibido nas “Aventuras do Didi”... Hora dos sorteios... Bruna Lombardi encontra-se com seu “sócio” Carlos Alberto Ricelli para uma partida de tênis... Ela está um pouco cansada, pois veio na correria... Ele, para não ser derrotado na quadra, trabalha forte no complemento alimentar com Taff Man-E ®  para repor as energias... Faz sentido, para quem não transa violência, digo... Ela, por sua vez, lembra do concurso da Yakult ®...  Que sorteará entre todos os que escreverem para a caixa postal 14,726, Rio de Janeiro,  dizendo qual a força que completa você, uma TV a cores... Marcos Frota pergunta e Cláudia Abreu responde que sua maior curtição no inverno, além de tomar vinho e estar com os amigos, são as malhas da Sulfabril ®... As malhas que aquecem na medida... Especialmente no caso de Cacau, que daria toda a razão a Orlando Dias para cantar “Tenho ciúme de tudo”... No escritório, Colé Santana  está inconformado porque já passa do meio-dia e seus empregados ainda não chegaram... Coincidentemente, Dedé, Zacarias e Mussum moram em Niterói – este último na região do Galo Branco... Todos eles, ao atravessarem a ponte para comparecer ao Rio, se atrasaram porque havia um louco que veio correndo com seu carro, bateu no parapeito da ponte e caiu na Baía da Guanabara... Louco que por acaso, era seu colega de trabalho Didi...











Poderoso Timão em crescimento”. Só porque ainda não perdeu no Brasileirão depois da parada da Copa América???...
“Sornoza pode ser reforço”. Na Sulamericana, vide recuperação das dores musculares...
“É muito cedo para desistir do Brasileirão”. Tu o disseste, Carille...



















Peru 2019 – “Brasil empolga e é ouro”. Ginástica artística por equipes masculina, vide Arthur Nory, Arthur Zanetti, Caio Souza, Chico Barreto e Luis Porto...
“Flávia Saraiva fatura seu segundo bronze em Lima”. No individual geral, repetindo a conquista de Toronto...
“Ouro para o Brasil no revezamento misto”. Triatlo, com Luiza Baptista, Vittoria Lopes, Manuel Messias e Kauê Willy, na estreia da categoria no Pan...
“Isaquias brilha  na C1 1.000m”. Ouro no remo, também bisando o feito alcançado no Canadá...
“Dois bronzes no masculino e no feminino”. Vagner Souta no caiaque K1 1.000m e Ana Paula Vergutz no K1 500m...
“Basquete 3X3”. Derrotas para a República Dominicana no feminino – 20 a 15 – e no masculino – 19 a 17...
“Badminton”. Yuri Coelho, Francielton Farias, Fabiana Silva e Jaqueline Lima nas oitavas...
“Saltos ornamentais”.  Ingrid Oliveira, recuperada de um edema ósseo no pulso esquerdo, está de volta...
“Edval Pontes recoloca país no topo após 12 anos”. “Netinho” é ouro na categoria até 68 quilos do taekowondo... Alis... “Bronzes para Maicon Andrade e Raiany Fidelis”. Maicão, na categoria acima de 80 quilos... Raiany, na categoria até 67 quilos...
“Carol e Angela buscarão o bronze”. Perderam para as estadunidenses Hook e Pardon no vôlei de praia...
“Karol Ribeiro e Robson Santos vão às oitavas”. Surfe...
“Adestramento é bronze e vai à Tóquio 2020”. Hipismo por equipes...



















Sessão  Cartolão – “A pressa mata o futebol brasileiro”. Se bem que... Não se sabe quanto tempo a Peixaria vai manter-se na liderança, Marcel Capretz...
“O torcedor tem razão em criticar a falta de resultados, mas o trabalho o time do Fluzinho está apresentando”. Ganso (OG) acreditou...
“Menguinho planeja rede de academias”. Já que o futebol nunca ganha, digo...
“Galo faz ação de marketing com o seu torcedor”. “Soccer Galo”, dia 14 de dezembro, coloca a torcida em campo no Horto...
“Mano a perigo”. “Prestigio” junto à diretoria das Marias chegou a 60%...
“Tênis no topo”. Modalidade que o Brasil compete no Pan mais procurada pelos internautas nas redes sociais, Google Trends ©...
“Feira do futebol”. CBF realiza Brasil Football Expo em São Paulo, de 4 a 8 de agosto...
“Pantera no Game”. Foguinho de Ribeirão no “eFootball Pro Evolution Soocer 2020”, Konami...
“eSports”.  Team Liquid venceu o título do Brasileirão Rainbow Six 2019...
“Feijão com arroz”. Receita de Jesus desandou no Menguinho, LFG...




















É Nóis, Queiroz!!!...
Claro que nosso colega de rede deu o maiorrr apoio para Isaquias Queiroz faturar o ouro... Ops!!!...












































Não que o Doutor seja entendido em taekwondo, mas ele quer ver se lutar fez Netinho suar... Ops de novo!!!...

segunda-feira, 29 de julho de 2019

25 Anos Sem Mussum: Reencontro com Primo Zecão em Portugal...

Jorge Laffond interpreta o primo de Mussum que foi para os Estados Unidos e virou empresário de Michael Jackson... Ops!!!...























































Nesta semana, completam-se 25 anos da perda de Antônio Carlos Bernardes Gomes, mais conhecido como Mussum, comediante e músico... Para lembrar a data, o seu Bloquinho Virtual resgata três postagens sobre os Trapalhões, nas quais sua atuação é mencionada... O primeiro post, que segue abaixo, fala sobre a exibição do programa “Os Trapalhões” em Portugal, alguns meses antes do humorístico estrear no Viva, cinco anos depois de ser anunciado pelo canal... O texto faz uma resenha do segundo programa da exibição portuguesa, que acabou sendo o primeiro a passar no canal da Globosat, em 1º de janeiro de 2018... Desfalcado do quadro da luta de boxe, em que Mussum fazia parte da equipe do lutador Kid Boy Xexéu, devido a problemas de direitos com os familiares de Ted Boy Marino, que também aparece em cena... Desse modo, o primeiro quadro do programa no Viva foi o trapaclipe de “Terezinha”, em que Mussum era o segundo a chegar, como quem chega do bar... O ponto alto da participação de Mussum é o quadro que foi a primeira aparição oficial do personagem Vera Verão, vivido por Jorge Lafond, originalmente seu primo machão... Ops!!!... 


(Publicado originalmente em 8 de novembro de 2017...) O canal Viva não exibe “Os Trapalhões”, apesar de já ter anunciado que começaria a mostrar o programa produzido pela Globo entre 1977 e 1993... Os motivos para a não exibição são exaustivamente discutidos pelos internautas, com questões de direitos encabeçando a lista de obstáculos para o Viva não passar o humorístico... Seja qual for a razão, o fato é que a Globo Portugal apresenta o programa em sua grade exatamente da maneira que o Viva faria se o fizesse... Programas na íntegra, inclusive com ações de "merchandsing", promoções e sorteios, o que aumenta o nível de preciosidade da exibição... A Globo lusitana pode ser acessada por meio da assinatura de um serviço de "streaming", o qual conta com diversos outros canais, mas o importante é que dessa forma o público brasileiro pode ter acesso a “Os Trapalhões”, sendo que na Europa atualmente é mostrada a temporada de 1988... A título de exemplo, o segundo programa do ano, apesar do nome do Mestre Wilton Franco, a voz da consciência do Aparício, constar como diretor geral, tem apenas reprises de quadros antigos, como era de praxe nos períodos de férias de Didi, Dedé, Mussum e Zacarias... A começar pela clássica luta de boxe entre Kid Boy Xexéu e Didi Mocó Sonrisepi Colesterol Novalgino Mufumbo, de 1979... Um confronto memorável que merecia um livro escrito por Norman Mailer, digo... Abrilhantado com as participações de Clayton “Tô di oio nu sinhô” Silva como anunciador da luta e Carlos “Alumão” Kurt como o árbitro da peleja... Mussum é um dos membros do estafe de Kid Boy Xexéu, liderado por ninguém menos que Ted Boy Marino... Então é por isso que deram esse nome para o personagem do Dedé, digo...  Zacarias é o técnico de Didi, que ensina a ele a “tatica” para vencer o adversário – enfiar um sapato no nariz dele, deixa-lo inconsciente com o chulé e trabalhar forte no punch da piada – e não que o esquete não tenha passado no Viva, pois ele fez parte da antologia de quadros dos “Trapalhões” que o programa “Aventuras do Didi”, exibido pelo canal, começou a passar em 2010, a pretexto de comemorar os 50 anos do surgimento do personagem de Renato Aragão... Cujo nome surgiu por acaso, pois ele já relatou que só pensou nesse detalhe quando foi redigir o texto do programa em que atuaria na TV Ceará, em 1960... Quanto à reprise do quadro, o caso repete-se na sequência, com um campeão de exibições no “Vidio Xô”... O musical de “Terezinha”, de 1977, música de Chico Buarque cantada por Maria Bethânia, em que Renato Aragão dispensou a depilação nas pernas e trabalhou forte no salto plataforma para receber os três cavaleiros da cantiga de roda que inspirou a canção – Zacarias, que veio do florista, Mussum, que chegou do bar e o que se alojou feito um posseiro dentro de seu coração, ninguém menos que o próprio Didi de terno e gravata de mulher pelada... Notem os pôsteres de Wanderley Cardoso, Belchior e Roberto Carlos no quarto de Terezinha e a elevada densidade demográfica de seu coração...  Alis, caiu com o cartaz do filme “Love Story” no chão, segundo consta, uma nova versão desse “Trapaclipe” teria sido feita no “remake” de “Os Trapalhões”... E estaria no programa que não foi exibido pelo Viva, o nono de uma temporada de dez episódios, uma vez que foi reservado para estrear na Globo... Quem sabe até pode ser exibido no próximo domingo, uma vez que a temporada global do programa em que Didi e Dedé ensinam Didico, Dedeco, Zaca e Mussa a negociarem termina na semana seguinte, em 18 de novembro... Aí é só esperar pelo parecer de Carlos Dias, o maior e mais crítico fã dos Trapalhões, que tanto prestigiou a nova versão do humorístico, Chico Sarney (Em tempo: devido à transmissão a Fórmula-1, o programa não chegou a ser exibido, substituído por uma coletânea de quadros dos episódios anteriores, permanecendo inédito até hoje, já que nem a Globo e nem o Viva voltaram a exibir a única temporada gravada das três previstas para o "remake"...)

















Com a música "Prenda o Tadeu", Clemilda se tornou a precursora da Lei Maria da Penha, digo...

















































O segundo bloco do programa começa com um quadro mais recente para a ocasião, de 1987, gravado com plateia, em que os Trapalhões recebem a visita de Zecão, um primo de Mussum, também como ele criado na região do Morro da Mangueira... O parente mudou-se para os Estados Unidos, onde tornou-se um renomado empresário artístico... Também começou a se montar, pois quem interpreta o agente é ninguém menos que Jorge Lafond... Mussum coloca terno e gravata (se passar uma lixa é o Francisco Cuoco direitinho, comenta Dedé, digo...) para receber o primo, uma vez que ele é o empresário de Michael Jackson, o próprio... E pensar que no começo do quadro Didi reclamava de pegar lotação e trem às 4 horas da madrugada para comparecer no trabalho às 7 da manhã – rotina que ele ia começar a ter no dia seguinte... A presença de Zecão é um pretexto para a exibição do clipe “Bad”, de Michael Jackson... E que certamente derrubará o vídeo do esquete se ele for postado no Youtube ©, vide questões de direitos... Didi prepara a casinha de cachorro para receber o visitante, enquanto Dedé e Zacarias colocam o terno ao som de “Thriller” em rotação acelerada... Descrito como um homem sério, apontado por todos quando perguntado no Fla-Flu se havia algum homem nas arquibancadas do Maracanã, Zecão comparece de salto alto, roupa justa e capa com estampa de oncinha, elogiando o taxista de olhos azuis que o trouxe... Dedé e Zacarias se assustam e chamam Didi, que julga estar diante do He-Man... “Eu tenho a força!!!”, responde... E pensar que Mussum fez vaquinha na Mangueira para o primo comparecer nos Estados Unidos... Zecão até mudou o nome para Vera Verão...Michael Jackson também compareceu – um cover, naturalmente, da região de Pirituba - e Mussum  ficou tão empolgado que colocou uma roupa cor-de-rosa e desandou a fazer a coreografia de “Bad”... No que foi desautorizado pelo primo Zecão, quer dizer, Vera Verão... Como é que um mangueirense pode ficar dando pinta... Ops!!!... Esquete de um bloco inteiro, costume nos programas dominicais de “Os Trapalhões”... No bloco seguinte, de volta a 1977, com outro quadro muito reprisado no “Vidio Xô”, o do vendedor de ovos... Não em um carro, mas no alto de um sobrado, Didi canta “Quizás, Quizás, Quizás”, quer dizer, “Cassaco, Cassaco, Cassaco”, atira ovos, quer dizer, vende ovos frescos a “50 pilas” para Dedé, perde sua única calça para Mussum e interfere  com ovadas no namoro dos personagens de Carlos Kurt e Sônia Mamede – que protagonizou com Renato uma fotonovela na revista “Amiga”, antes da ida para a Globo – obrigando a mudar a placa que anuncia o negócio para “Vende-se Ovos Mexidos”... Mais um esquetão... (Em tempo: no Viva, o primeiro programa do ciclo "Mussum, 25 Anos de Saudades" mostrou a versão de 1989 do quadro, em que a parte de Mussum é feita por Tião Macalé...) Na volta, um musical de 1986, que hoje pode ser visto como premonitório... Na delegacia, a cantora Clemilda pede ao delegado que prenda o Tadeu... Interpretando uma canção antológica do seu repertório de forrós de duplo sentido... No caso, Tadeu é Didi, de óculos escuros, lenço na lapela e uma inacreditável peruca ruiva... Suas vítimas são Dedé, Mussum e Zacarias de vestido (“Abaixa essa saia”, reclama o delegado...), o que não invalida o valor da música como um alerta pioneiro sobre a violência contra a mulher, muito antes da Lei Maria da Penha, digo... Mesmo com Didi dizendo que está louco para fazer com o delegado aquilo tudo SEM PARAR MEU AMOR... Na temporada de 1986, o diretor Carlos Manga – então é por isso que o último programa daquele ano foi sobre as chanchadas da Atlântida – trabalhou forte em quadros gravados em externa... Como este em que Didi e Mussum discutem sobre a voltagem de uma instalação elétrica, e ao checar no quadro de força se era 110 ou 220, fez Mussum e Marcelo de Nóbrega ( cujo pai foi redator e integrante do elenco coadjuvante do programa por nove anos, de 1977 a 1986, saindo para fazer “Praça Brasil”...)  trocarem de cor... Retornando ao estúdio, um quadro da mesma época, em que Didi mostra ao Pica-Pau como se faz barba, cabelo e bigode cantando uma ária de “O Barbeiro de Sevilha”... Se bem que ao final do “Fígaro, Fígaro, Fígaro”, Roberto Guilherme não chamou pela mãe... Deve ser porque Didi fez o serviço no Sargento Pincel pela metade... Os editores de “Aventuras do Didi” (exibido aos domingos, entre 2010 e 2013...) deviam adorar esse esquete, pois o mostraram duas vezes no programa... 


















Parte mais preciosa do programa são os sorteios: Tohnyu (R) da Yakult com Paulo César Grande e Ângela Figueiredo...


















































O trecho mais precioso do programa aparece no final do quarto bloco... Os célebres sorteios dos Trapalhões... Aqui não conduzidos por eles, é bom que se diga... No primeiro, em um cenário de praia que certamente seria preterido por Marcius Melhem por uma gravação numa praia de verdade, Paulo César Grande e Ângela Figueiredo, nessa ordem, destacam os trunfos dos sucos de caixinha Thonyu ® da Yakult ® no enfrentamento do calor...  “Tonhyu ® é o alimento natural da Yakult ®... Ele é gostoso e refrescante e faz bem para o corpo e para a mente”,  diz ela... “E Tonhyu contém vitamina e lecitina, que estimula as funções mentais”... Nos sabores de maçã, maracujá, chocolate e abacaxi...  Agora, estímulo bom para Angela é ganhar prêmios no sorteio da Yakult ®... Basta mandar uma cartinha dizendo qual alimento faz bem para o corpo e para a mente... Se você não responder que é o Mupy ®, ganha uma bicicleta... Exatamente como a Rejane Leal Ferrari, residente na Avenida América, na região de Campo Grande, em Cariacica, no Espírito Santo... “E lembre-se... Tá com Thonyu ®, tá com tudo!!!”... Na sequência, em um cenário que lembra um bar, vide garrafas, Marcos Frota começa o testemunhal... “Quem gosta do Snoopy e do Garfield”... Sendo completado por uma angelical Cláudia Abreu, de cabelos cacheados e compridos... “E não dispensa uma camiseta bem transada”... A palavra volta para o Téo de “Vereda Tropical”...  “Agora pode juntar as duas coisas, desfilando por aí com uma camiseta incrível de estimação da Sulfabril ®... A dele, azul, do Snoopy... A dela, que garante estar usando uma peça de roupa que já é “mania nacional, do Oiapoque ao Chuí”, verde, do Garfield... Mais bairrista, ele prefere situar a onda entre as regiões do Leme e do Leblon... Cláudia sugere a todos que procurem as camisetas nas lojas... Ou participem do sorteio se não estiverem com muita pressa, aponta Frota... Este é o caso de Edir Ricardo dos Santos, da Rua Almirante Barroso, em Ribeirão Preto,  cuja carta foi escolhida entre as muitas onde os remetentes diziam porque se apetecem com as malhas Sulfabril ®... Alguém poderia postar isso no Youtube ©, faria tanto sucesso quanto os intervalos comerciais extraídos de gravações caseiras de fitas VHS... (Em tempo: os sorteios também foram cortados da exibição do Viva...) No quinto e último bloco,  o habitual era um quadro curto para encerrar os trabalhos... Justamente o caso do desfile da “Campanha Nacional da Economia”... Uma banda em que Dedé dá cambalhotas, Zacarias trabalha forte com como baliza, Mussum é o maestro e Didi... Leva uma vitrola portátil tocando para não gastar com músicos... “Vamos economizar”, dizia o cartaz no meio do público... Se é que com a inflação brasileira da década de 1980 isso era possível... Sobe os créditos, que o elenco de apoio conta com  Álvaro Aguiar, Carlos Kurt, Isaac Bardavid, Jorge Cherques, Marina Miranda, Quinzinho,  Roberto Guilherme, Roberto Lee, Selma Lopes, Sílvia Massari, Ted Boy Marino, Terezinha Elisa e Tião Macalé... Só Mestre, com direção de Maurício Tavares – Iran Lima era o assistente – e direção-geral de Wilton Franco... Então é por isso que esse programa faz tanta falta entre os internautas, digo...


















Sem contar as camisetas Sulfabril (R) do Snoopy e Garfield com Marcos Frota e a angelical Cláudia Abreu...

Lançadas das Brasileiras de Ouro no Pan do Peru...

- Excelente patinada, Bruna Wurts... Mas essa marca aí do uniforme, Peak, vem cá, te conheçu???...


















- Pois é, não é, Luisa Baptista e Vittoria Lopes... Hábito alimentar de atleta é morder medalha, digo... 













































Capa - "Virou líder!!!" Peixinho venceu o CSA e assumiu... A liderança do Brasileirão... Alis, por falar em assumir,  nesta segunda-feira, em “Os Trapalhões” o Viva mostrou o primeiro programa da série especial “Mussum 25 Anos de Saudades”... Exibido originalmente pela Globo em 1989, o programa, em nove quadros exibidos, apenas três contavam  como participação do homenageado... O esquete de abertura, no palco, que começa com a montagem do cenário, vide Piloto e sua infalível claquete, o do licor indiano da sedução e o do gênio nordestino, sem referências ao presidente... Ops!!!... De volta ao começo do programa, Didi comparece tirando as câmeras que estão aparecendo em cena e pedindo a plateia que repita o grito de guerra – “Perua!!!”... Dedé, Mussum e Zacarias chegam atrasados, mas são saudados pelo público, que vai ao delírio quando Didi atende seu pedido e tira a peruquinha de Zacarias...  Didi quer falar da garota que conheceu há uma semana – no caso, Sarajane, a própria - porém seus companheiros avisam que ele está sendo traído por seu melhor amigo, vide chapéu de boi – alis, essa é a fala mais importante de Mussum em todo o quadro... Tião não sabe do que se trata - então é por isso que Didi "denunciou" sua incapacidade de decorar textos, digo - e Divino muito menos...  O jeito é recorrer à sua avó, que irá fazer um feitiço para fazer o talarico espirrar pelo resto da vida...  Então é por isso que Dedé, Mussum, Zacarias, Tião e até o Divino começaram a espirrar, mesmo que Sarajane tenha dito que seria muito pior se ela se “associasse” a uma mulher, digo... No andar de cima do sobrado, Didi vende ovos frescos e escova sua calça, que cai no chão... Ao pedir para Tião pegar a calça, fica sem ela... A poprósito, esse quadro é um “remake” e na versão original, quem levava a calça era justamente o Mussum... Dedé quer comprar ovos e joga o dinheiro, enquanto Didi atira a mercadoria e fica todo desovado... Marcela Muniz pede para o “sócio” Hugo Gross se de esconder de Zacarias, o cobrador de tapetes, que dá seis horas para a dívida ser paga... No que eles não quiseram pagar os juros da dívida, Zacarias mandou o “outro” dela pagar... Quem mandou esconder o “sócio” justamente embaixo do tapete???... Dedé pede ajuda a Mussum porque “associou-se” a Watusi... Então é por isso que Mussum revela seu segredo de sedução, um licor indiano que deixa qualquer mulher apaixonada... E não é que funcionou???... O problema é que o primo dela também tomou e ficou caidinho por Dedé... Esse é o primeiro e o penúltimo quadro protagonizado por Mussum, o homenageado da semana, no programa...   Didi apresenta um número internacional de vitrine viva e Zacarias arruma o quadro de um rio que estava torto – e começa a verter água quando é endireitado...  Pinça diz que Didi pode “associar-se” a sua irmã e o convida para entrar em sua casa e tomar um cafezinho – com bolacha... Didi não deixa barato e coloca um colchão no chão -  para amortecer a queda da janela... O jeito é pedir ajuda ao Montanha do “telecatch”... Se bem que, ele também foi “sócio” da irmã do Pinça e partiu para a porrada em Didi... Sarajane canta "Ela sabe mexer", vide “Abre a roda morena, não deixe a roda fechar”...  Mussum descobre uma garrafa com um gênio nordestino que atende só um pedido devido a inflação – por esse motivo, precursor da Efigênia, personagem de Daniele Valente no “Zorra Total” - e pede mé, bastante mé...  Ganhou várias cabras... É o que dá confiar em gênio nacional, digo... O fato desse quadro zoar com a preferência de Mussum por pinga com mel justifica sua escolha pelo Viva para homenagear o saudoso comediante... Miriam Rios comparece na região de Beverly Hills para declarar que usa o Leite de Aveia Davene ®... E antes de explorar o vulcão, Flávio Vilaverde precisa fazer o sorteio da Sulfabril ®... Ainda no ramo do comércio de ovos, Didi se incomoda com a presença de Alexandre Frota e Paola Bettega embaixo de sua janela bem na hora que está escovando os dentes e trabalha forte no arremesso de ovos... Só não precisava pedir para ele subir, aí Didi teve que passar a vender ovos mexidos... A versão com Carlos Kurt e Sônia Mamed  - além de Mussum, claro - era bem melhor, mas, enfim... 














Poderoso Timão – “Ficou mais perto do G4”. No Castelão, 3 a 1 no Fortaleza, de virada, gols de Osvaldo (39/1º), Boselli (21/2º), Pedrinho (25/2º) e Danilo Avelar (35/2º)... Alis... “Leão mostra as garras”. Logo aos 3 minutos de jogo, na sobra de Romarinho, Dias cruza para Wellington Paulista (OG), mas Cássio se antecipa... “Gavião responde”. Boselli faz o pivô e Mateus Vital arrisca de fora da área... Sem contar o trabalho forte de Pedrinho fora da área... “Castelão explode”. Depois das investidas de Kieza – vide jogada de Wellington Paulista (OG) e Roger, Gabriel Dias cruza para Osvaldo atrasar de cabeça e Manoel, sem querer, mandar para o gol de Cássio... “Pedrinho é o cara”. Cruzou na direita, Boselli subiu e empatou... Recebeu de Vital, ganhou de Roger Carvalho e virou...  “Míssil nada aleatório”. Avelar chuta de longe e marca o terceiro...
“Garantiu a vitória”. Danilo Avelar, vide gol...
“Felicidade de um garoto”.  Pedrinho, mais ainda depois que Fagner substitiu Michel Macedo...
“Joia brilha”. Pedrinho preparando-se para concluir...



















Varejão do Brasileirão... 













Peixinho fisga a ponta”. No Urbano Caldeira, 3 a 1 no Avaí, gols de Derlís González (9/1º),  João Paulo (27/1º) – empate dos catarinenses – Carlos Sanchez (32/1º) e Felipe Jonathan (32/2º)... Alis...  “Pressão com gol”. Diego Pituca arrisca e Derlís aproveita a cobrança de falta de Carlos Sánchez para fazer o primeiro... “Catarinenses acordam”. Betão quase faz conta, Gustavo Ferrareis  tentou e João Paulo, na base da velocidade, empatou...  “Sem tempo para comemorar...” De Soteldo para Sánchez, o desempate...  “Administrar... E com golaço!!!” No segundo tempo, goleiro Lucas Frigeri afastou as conclusões de Sasha e Marinho, mas não impediu o gol de Felipe Jonathan, vide chapéu em Betão...
“Que golaço!!!” O terceiro, com chapeuzinho e tudo...
“Felicidade e suspensão”. Sampaoli tomou o segundo amarelo...
“Pedalando”. Soteldo...

















Menguinho – “Alívio da nação!!!” No Maracanã, 3 a 2 no Foguinho, de virada, gols de Cícero (OG, 13/1º), Gérson (34/1º), Gabigol (OG, 8/2º), Diego Souza (21/2º) e Bruno Henrique (OG, 28/2º)... “Enfim, balançou a rede”. Rodrigo Caio sente a coxa esquerda e sai com 13 minutos de jogo... Na sequência, Jonathan cobra escanteio e Cícero (OG) cabeceia para acabar com uma seca de quatro jogos sem marcar... “O primeiro é inesquecível”. Pela direita, Gérson recebe de Rafinha, corta para o meio e marca seu primeiro gol com a camisa do Menguinho... “Provocações”. Rafinha  cruza, a defesa cachorreira afasta e Gabigol (OG) rebate para a rede, vide CHOLA MAIS na comemoração... Diego Souza cobra falta e manda no canto esquerdo de Diego Alves...  “Para festejar”. Pela direita, Rafinha tabela com Gabigol (OG), que toca para Bruno Henrique (OG) desempatar...
“Opção”. Trauco deixa Renê no banco... Demorou, Jesus...
“Capricha!!!” Cuellar de volta ao time titular...
“Não resistiu”. Três gols do Menguinho passaram  por Jonatan...
“Vem, Rafinha”. Tá podendo, Luiz Fernando...




















Chape – “Empate sem emoções”.  No Índio Condá, 0 a 0 com o Bahia, vide gol de Henrique Almeida anulado pelo VAR...














Peru 2019 – “Sem tempo para lamentar”. Ginástica artística feminina fatura o bronze por equipes... Alis...
“Não poderia ter sido melhor, avalia Jade”. Ganhou medalha mesmo sem ter competido, vide lesão...
“Com pneu furado, Henrique Avancini leva a prata”.  No cross country do mountain bike...
“Aos 43 anos, Jaqueline Mourão fatura o bronze”.  MTB feminino...
“Brasileiro vive alegria e decepção”.  Júlio Almeida é bronze na pistola de ar 10 metros, mas ficou por um tiro de confirmar o comparecimento a Tóquio...
“Vôlei de praia”. Angela e Carol Horta na semifinal...
“Rúgbi”. Feminino perde para a Colômbia (29 a 24) e masculino é derrotado pelos Estados Unidos (24 a 19)... Ambas as duas equipes não pegam mais nem o bronze...
“Canoagem”. Edson Silva, Valdenice Nascimento e Ana Paul Vergutz nas finais...
















Sessão Cartolão – “O eficiente Bacalhau de Luxemburgo”.  Está certo disso, André Schmidt???...
“Novo líder, virada, queda e polêmica”.  Peixinho, Menguinho, Porcaria e Bambi... Rodada movimentada, hein, Felipe David???...
“Pan desperta gerações de atletas”. Hortência Marcari sabe porque esteve lá...
“O que esperar???” De Jesus e de Felipão???... Quem sabe, nada, Beto Vieira, digo...












Sobras do Domingão...




















Capa – “Rei no Maraca!!!” Reinaldo faz dois gols e Bambi vence o Fluzinho no Maracanã...





















Poderoso Timão – “Hora do reencontro”.  Último jogo com o Fortaleza pela Série A foi em 2006... Depois aconteceram dois confrontos em 2008, mas estes foram pela Série B...
“Gustagol deve ficar como opção no banco”. Mesmo recuperado de um edema na coxa direita...
“Timão ainda tenta embalar”. Vamos sair do meio da tabela, Carille...
“Filho de Fagner revela que pai será poupado”. Via Instagram ©...
“Dupla é vetada de confronto”. André Luis e Paulo Roberto, vide cláusula contratual...


Fortaleza - “Ceni contra Gustagol: preferia do nosso lado”.  Vide 30 gols marcados na temporada passada...





















Restinho do Brasileirão...





Bambi – “Noite digna de um rei”. No Maracanã, 2 a 1 no Fluzinho, gols de Reinaldo (19/1º) Yoni González (35/2º) e  Reinaldo de novo (pênalti, 51/2º)... Alis... “Muriel falha”. Deixou passar o chute de fora da área de Reinaldo... “Gol!!! Por pouco foi um golaço!!!”  Pedro e Gilberto tentaram, Marcos Paulo encobriu Tiago Volpi, a bola bateu na trave e o Yoni mandou para o gol... “Diferença de ritmo”. Ambas as duas equipes caem de produção no segundo tempo, mesmo com Fernando Diniz colocando Guilherme e Alex Stival indo de Toró e Everton... “Travessão, VAR e mais!!!” Aos 29 da segunda etapa, Ganso (OG) tabela com Caio Henrique, cruza e Yoni cabeceia na trave... Aos 48, Allan põe a mão na bola dentro da área – Anderson Daronco não viu o pênalti, mas o VAR sim... Três minutos depois, Reinaldo marcou...
“Sem pena”. Ganso (OG) discreto, mesmo no confronto com Patolino...
“Duelo de laterais”. Gilberto não levou a melhor sobre Reinaldo...
“Sufoco”. Allan, o do pênalti, não deu conta de Antony...
“Vai encarar???” Reinaldo, vide gols, partindo para cima de Nino...
















“Bem pior para o Verdinho”. No Allianz Chiqueiro, 1 a 1 com o Bacalhau, gols de Marrony (2/1º) e Scarpa (pênalti, 14/1º)... Alis... “Fim da seca”.  Valdívia cobra escanteio e Marrony sobe mais que Thiago Santos para marcar pela primeira vez depois de 24 jogos oficiais de jejum...  “Artilheiro iguala”. Hyoran tentou de longe, porém o rebote do goleiro Fernando Miguel foi devolvido por Arthur Cabral para a área, onde bateu no braço de Leandro Castán – pênalti, Léo  Batista, confirmado pelo VAR, e que Scarpa converteu... “Faltou pontaria”. No segundo tempo, vide tentativas sem sucesso de Arthur Cabral e Dudu... “Susto na torcida”. Pela direita, Pikachu cruza, Weverton afasta e Marcos Júnior carimba a trave de cabeça... Depois, as entradas de Talles e Carlos Eduardo não alteraram o placar, Luxa e Felipão...
“Cruza!!!” Não deu, Dudu...
“Nada feito”. Arthur Cabral passou em branco...
“Avançou!!!”. Henrique puxando o ataque do Bacalhau...
“O professor”. Realmente, Valdívia jogou como falso 9...
“Verdinho busca explicações”. Já são cinco jogos seguidos sem vitória, Felipão... Alis... “Scarpa: ano não acabou”.  Tá quase, digo...
“Fungo afeta gramado do Allianz Chiqueiro”. Tem culpa o Biroliro, digo...





















Peru 2019 – “Força feminina em Lima”. Bruna Wurts é ouro na patinação artística, na primeira vez do Brasil no alto do pódio no Pan... No masculino, Gustavo Casado faturou o bronze...
“Parceiro de Isaquias passa mal, e dupla perde decisão”.  Erlon de Souza, do C2 1.000m da canoagem...
“Dobradinha do Brasil no triatlo”. No individual feminino, Luisa Baptista foi ouro e Vittoria Lopes conseguiu prata...
“Ginástica artística”. Jade Barbosa cortada, vide torção no joelho esquerdo... “Pentatlo moderno”.  Com o quarto lugar, Iêda Guimarães conseguiu o índice olímpico...
“Rúgbi”. Feminino venceu o México por 45 a 0... Masculino ganhou da Guiana por 59 a 0...
“Desafio é sobreviver ao trânsito”. Na região de Lima... Até o vencedor da maratona ficou na mão, Marcelo Laguna...




















Sessão Cartolão – “PPEA, as letras do sucesso”. Giovane Martineli acreditou em Pessoas, Processo Estrutura e Ambiente no futebol...
“Não pretendo voltar ao Brasil agora”. Ainda mais porque o atacante Patric saiu do Sanfrecce Hiroshima e voltou para seu antigo clube no Japão, o Gamba Osaka...
“Uma solitária pilastra”. Irmãos Salles se oferecendo para sustentar o Foguinho, LFG...























Essa Maratona é do Peru...
- Pô, Peres!!!... Contrata o Christian Pacheco, porque ele corre muito mais do que o Cueva... Ops!!!...
















































Para saudar a vitória de Gladys Tejeda, Doutor trabalhou forte no "cosplay" de alpaca... Ops de novo!!!...