segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Trapas 6.0: Hospedando o Guia de Episódios do Trapa Hotel, Parte 1 (1990)...

Logo do Trapa Hotel, inspirado na marca de Os Trapalhões de 1984 a 1990,  aparece apenas no segundo episódio...
































Em 1º de abril de 1990 estreava no programa “Os Trapalhões” o quadro Trapa Hotel... Ambientado em um luxuoso hotel à beira-mar na região da Zona Sul do Rio de Janeiro, onde Didi, Dedé e Mussum vão trabalhar forte, inclusive cuidando da órfã Duda, que chega ao local no primeiro episódio, fugindo do padrasto...  Com o novo quadro, o objetivo da direção do programa, dividida entre Maurício Sherman e Wilton Franco, era tornar mais uniforme o conteúdo do programa... Tanto para alavancar sua comercialização internacional quando para economizar com a construção de cenários... O quadro foi pensado para ter a participação de Zacarias, que saiu de cena em 18 de março, revivendo o garçom Moranguinho, seu personagem no programa “Café Sem Conserto”, da TV Tupi... O comediante teria até gravado algumas cenas do Trapa Hotel, mas que nunca foram ao ar, versão que vai de encontro a informação que consta numa reportagem publicada pela “Folha” no mesmo dia da saída de cena de Zacarias, fechada antes do ocorrido, resgatada na pesquisa de Gabriel Saturno,  “Os dois primeiros programas a serem exibidos não contarão com a participação de Zacarias, que está de licença médica”... O personagem de Zacarias não teve substituto, embora Baiaco, o dublê de Renato Aragão, tenha aparecido como um garçom desastrado que sempre tinha a bandeja derrubada pelos colegas de hotel e pelos hóspedes... O elenco fixo do quadro tinha Didi como assistente do gerente do hotel, interpretado por Roberto “Sargento Pincel” Guilherme (que no início ainda não era chamado de Batatinha...), Dedé, no papel de professor de ginástica e responsável pela recreação dos hóspedes, Mussum, nas funções de detetive e segurança, Tião Macalé, como o “bellboy” Sorriso, Jorge Lafond, fazendo o cozinheiro Divino, Colé Santana, como o hóspede "sóbrio", o cantor Conrado, interpretando a si mesmo, e Duda Little, como a órfã que é adotada por Didi – que o biógrafo de Mussum, Juliano Barreto, descreve como “criança chatinha”... Há duas temáticas constantes, que podem ser chamadas de "arco Duda" e "arco Conrado"... Na primeira, mais comum em 1990, o foco são os esforços de Didi para que Duda não seja levada pelo padrasto... Graças à força de seus capangas, ele até consegue, porém Duda sempre dá um jeito de voltar... Na segunda, que compareceu mais em 1991, a ação gira em torno das confusões provocadas pela agitada vida amorosa de Conrado... Embora seja o cantor quem arrume as encrencas, por algum motivo Didi, Dedé e Mussum muitas vezes acabam apanhando também... Alguns personagens tinham participações eventuais, como o superintendente do hotel (Catalano), o ascensorista do elevador (Carlos Kurt), o garçom (Baiaco) e o inventor chamado por Didi de Japonês dos Canecos (Ken Kaneko)... Cada episódio também tinha participações especiais, a maioria (no primeiro ano) de integrantes do elenco do “Chico Anysio Show” e da “Escolinha do Professor Raimundo”, aproveitando o fato de que Chico Anysio era supervisor de “Os Trapalhões”... A abertura, que mostrava o nome e o autor de cada episódio com cenas de praias do Rio de Janeiro ao fundo, além de imagens do elenco principal - Didi, Dedé, Mussum, Roberto Guilherme, Jorge Lafond, Tião Macalé, Conrado e Duda Little - tudo ao som de bossa nova instrumental... O guia foi elaborado a partir das exibições de “Os Trapalhões” no canal Viva em 2018 e 2019 e dos vídeos disponíveis na Globosat Play... Onde estão 29 episódios de 1990 – de um total de 31 programas mostrados a partir da estreia, a diferença se deve a episódios suprimidos por cortes devido a problemas de direitos, em geral motivados pela presença de Ted Boy Marino e Terezinha Elisa, e 31 de 1991 – “A Varinha Mágica” aparece em dois programas... Ao todo, oito episódios não foram apresentados no Viva, podendo ser considerados "perdidos", gravações de colecionadores à parte... No decorrer da temporada, destacam-se Regina Restelli, na primeira de suas três participações especiais na série, recordista de comparecimento ao hotel, ao lado de Rogério Cardoso e João Carlos Barroso, fazendo uma princesa orgulhosa que recebe de Didi uma lição de humildade - e várias palmadas na poupança... Ops!!!... Orlando Drummond, que aparece como arqueólogo em um episódio e faz a voz de Hermann Monstro em outro... Mussum, o detetive do hotel, que resgata Didi, Duda, Conrado e Divino dos bandidos sob a identidade secreta de moscão, quer dizer, de Chapolon Preto, uma citação até hoje lembrada pelos fãs de Chespirito... E André Lucas, que a pedido de seu pai. Chico Anysio, interpretou Bento Carneiro, o Vampiro Brasileiro... O próprio Renato Aragão, além de protagonizar a série com Dedé e Mussum, assina três episódios... O primeiro ano do Trapa Hotel termina com Didi encarnando pela primeira vez o bebê que na "Turma do Didi" ganharia o nome de Didizinho ao lado de Susana Vieira... Orlando Drummond volta a comparecer com sua voz, dublando ninguém menos que o marinheiro Popeye - aqui interpretado por Ruço, o próprio... Quando Didi arruma briga por causa de Duda, que chutou a canela de Gerson Brenner, ele vai trabalhar forte no cooper feito na praia, acompanhado da órfã, que carrega nos ombros ao som do tema de "Rocky", Silvester Stallone, Rodrigo Fonseca, corre aqui... No episódio especial de Natal, Elias Gleiser interpreta um Papai Noel que coloca a pomba no ar... Ops!!!... A temporada de 1990 tem cinco episódios perdidos, com participações especiais de Castrinho, David Pinheiro, Carlos Zara, Daniela Camargo e Rogério Cardoso, que serão tema de uma postagem específica ao final desta série...


1 - A Fujona, escrito por Renato Aragão:  Didi vai trabalhar no hotel gerenciado por Pinça e apresenta ao superintendente (Catalano) os novos funcionários... Dedé Santana Jogo Leva, da região do Saco de São Francisco, em Niterói, para o departamento de esportes e lazer... Mussum, o suíço da região do Beco do Neném Cotó, na Mangueira, que será o detetive, vide trabalho no Motel Treme-Treme... Sorriso, para ser o “bellboy”...  Divino Pureza Pinto, o cozinheiro, que faz arroz soltinho – cozido grão a grão... A pequena Duda, fugindo de seu padrasto (Felipe Wagner), comparece no hotel recém-aberto e torna Didi o seu protetor... Acompanhado de uma tropa de seguranças, o padrasto de Duda a leva embora e Didi, que é muito macho, CHOLA MAIS... Conrado comparece no hotel, e após driblar as fãs, encontra-se com Carlinhos de Jesus, o próprio, que trabalha forte dançando lambada... Então é por isso que Didi pede para aprender a dançar – igual a tirar água da cacimba – e transforma o saguão do hotel numa lambateria, com a aprovação do Pinça e tudo... No final, Didi ainda recebe um presentão – Duda, que veio para ficar... Na chamada da estreia, é o próprio Renato Aragão quem faz o anúncio, no balcão da recepção: “Ô, da poltrona!!!... Acabou de inaugurar um hotel muito doido na cidade!!!...  Você está a fim de curtir o domingo num hotel cheio de estrelas???... Olha só o que vem aí!!!”... Dirceu Rabelo,  a voz padrão da Globo, completa a descrição:  “Trapa Hotel, onde tudo pode acontecer!!!... O lugar mais animado da cidade!!!”...


2 - O Coringa Apronta no Hotel, escrito por Renato Aragão:  O arqui-inimigo do Batman (Rogério Cardoso) trabalha forte na “trollagem” no hotel... E todos pensam que foi Didi... Que resolve testar o telefone com vídeo e computador que permite controlar quem está do outro lado da linha, inventado pelo japonês dos canecos... Também dá para Duda jogar Pac Man, enquanto Didi faz Coringa provar do seu próprio remédio, zoa todo mundo no hotel e ainda chama o Batman...  Pula o Japonês dos Canecos (Ken Kaneko) jogando água no telefone e Didi tomando um banhaço de água fria do outro lado da linha... Primeiro episódio com a vinheta do Trapa Hotel, baseada no logo do programa “Os Trapalhões” entre 1984 e 1990... 


3 - Russos e Americanos, escrito por Renato Aragão:  Didi acorda, vai direto para o hotel, recebe uma delegação de bailarinos russos e de dançarinos estadunidenses com uma bandeira do Bacalhau... Em seguida, ensina o pessoal dos Estados Unidos, a dormirem na “flying bed”, quer dizer, na rede, usando macacão e capacete... E depois da apresentação dos grupos de dança Ruslan e Brothers And Sisters, comparece dançando lambada e assegurando a paz mundial...  Pula o concurso de lambida da Duda... Ops!!!...


4 - A Troca da Mala, escrito por Expedito Faggioni: O gangster Sam Capone (Stênio Garcia), se hospeda na suíte presidencial e Dedé “negocia” com a “sócia” de Alcides Siqueira (Moacir Deriquém) – que fica surpreso ao descobrir que Didi está dormindo dentro do elevador... Melhor Didi ir ajudar Duda a arrumar a imagem do televisor do quarto de Capone mexendo nos botões – da camisa – mas não na mala do gangster, e muito menos acionando a bomba dentro dela...  No que Didi colocou a mala embaixo da cama, Capone levou a de Alcides, e o detetive Mussum não conseguiu desarmar a bomba – até porque Tião trouxe champanhe para “negociar” com a “sócia” de Capone... E Dedé fez o mesmo com a de Siqueira... Pula a aula de dança do Pinça na recepção, dada pela professora de expressão corporal de Conrado (Márcia Albuquerque)... Capone tenta assaltar o hotel e descobre que está com a mala errada, vide sombrinha de mulher usada como arma... O champanhe de Dedé não estoura, mas a a bomba... Ops!!!.... As cenas em que Terezinha Elisa aparece liderando com Selma Lopes um grupo de senhoras que comparece no "Xou da Xuxa", porém reluta em se hospedar no hotel por não considerarem o ambiente estritamente familiar foram cortadas pelo Viva... 


5 -  Lua de Mel com Caranguejos, escrito por Renato Aragão:  Grilo (Rogério Cardoso), o campeão de trotes, que adorava “trollar” os Trapalhões, comparece para passar a lua de mel com sua “sócia”... Mas só até Didi colocar ele num quarto com 31 caranguejos, que vai ter que pegar um por um, sem saber que são na verdade 30... Pula Dedé se escondendo no saco de batatas e Didi contando a história do filme “Uma Escola Atrapalhada” para Duda...


6 - Os Bonecos Vudu, escrito por Renato Aragão:  Depois de dormir debaixo do balcão e ajudar na recepção do anão, quer dizer, do gigante Trovão, vide papel higiênico proporcional ao tamanho... da parede para colocar, Didi trabalha forte nas agulhadas nos bonecos do feiticeiro (Emiliano Queiroz) que se hospeda no hotel, que é procurado por um policial (Luis Delfino), que também comparece ao local...  


7 - A Vaidade, escrito por Renato Aragão:  Didi aplica o golpe do prato sujo de graxa para Duda não ser vaidosa antes do tempo, e aproveita para fazer a pegadinha com Dedé e Conrado... Duda, por sua vez cuida de Divino, Mussum e Sorriso...  Logo o hotel inteiro está com a cara pintada... O gerente pede para Duda lhe ensinar o truque, mas não adianta dar o prato limpo para Didi e se sujar de graxa... Uma cena com a participação de Ted Boy Marino - onde Tião se oferece para dar autógrafos às fãs de Conrado - foi cortada da exibição do canal Viva... 


8 - A Cadeira da Verdade, escrito por Renato Aragão:  Didi quebra um galho como “bellboy”, Divino prepara um peixe fresco (!!!), o gerente Pinça precisa cruzar porque está ruim de mulher, mas deixa por uma pretendente careca (Sylvia Massari), Duda aprende que “Us pequenos B descem Us grandes”,  e o Japonês dos Canecos apesenta sua nova invenção, uma cadeira que descobre toda a mentira apenas sentando-se nela... Então é por isso que a cadeira disparou quando Mussum disse que era um excelente profissional, Didi falou que Pinça é o melhor gerente da cidade, Dedé afirmou que a coisa que mais gosta nesse mundo é mulher e a “sócia” do superintendente falou que teve saudade dele enquanto viajava...


9 - O Sultão, escrito por Paulo Duarte:  Dedé comanda os exercícios na areia - sentado em uma cadeira de praia - Didi fala de sua “sócia” Rita FNM, Duda banca o anjo para fugir do padrasto, e o sultão Abdula (Felipe Carone), comparece no hotel com seu séquito de “sócias”...


10 - A Visita da Princesa, escrito por Mauro Wilson e Paulo de Andrade:  Didi quebra todos os protocolos tocando, beijando e dando palmadas no popozão de uma princesa (Regina Restelli)... Ou como disse o próprio Didi, "Orgulho de rainha é tapa na bundinha!!!"...




















E em O Arqueólogo, Orlando Drummond comparece com múmia do Egito e uma mulher barbada trazida do Irã...












































11 - A Dama de Vermelho, escrito por Renato Aragão:  Dedé e Mussum instalaram um ventilador embaixo da grade do piso em frente ao bar do hotel para levantar a saia das mulheres – a de vestido vermelho (Márcia Albuquerque), pela qual Didi se apaixona, também... Com Steve Wonder cantando  “I Just Called To Say I Love You” e tudo... Pula Divino e Mussum fazendo a versão dos Trapalhões para “Os Documentos Confidenciais” do Chapolin, na tentativa de aproximar a dama do vagabundo do Didi, digo... Só faltou combinar com o “sócio” dela (Gerson Brenner)...


12 - Os professores do Didi,  escrito por José Sampaio:  O gerente pede ao superintendente um aumento de salário para Didi, já que ele é seu braço direito, porém ele terá que aprender a fazer o serviço dos outros funcionários... Duda pede que Didi cante para ela dormir e ele vai de “Paralelas” e “A velha debaixo da cama”, além de dançar lambada com o urso Genésio, em momento “Loirinho da Lambada”... No dia seguinte, começam as aulas de hotelaria com professores vindos do exterior – na verdade, Pinça, Mussum, Dedé, Tião e Divino disfarçados... Claro que Didi manja a truta e acaba batendo na “sócia” do Paulinho, pensando que era Duda... Ops!!!...


13 -  O Arqueólogo, escrito por Sérgio Valezin:  Um arqueólogo (Orlando Drummond), comparece ao hotel trazendo uma múmia egípcia dentro de um sarcófago... Pula Duda fantasiada de rato assustando Divino na cozinha e Conrado, também fazendo “cosplay” de roedor e colocando Didi e Dedé para correr... Depois de Tião e Baiaco abrirem o sarcófago, da múmia sair assustando os hóspedes e dos Caça-Assombrações a desenfaixarem num show de efeitos especiais, Pinça “descasca” os véus da artista de circo que o arqueólogo trouxe do Irã... A mulher barbada!!!...  


14 - A Reunião dos Monstros, escrito por Renato Aragão:  De uma só vez, comparecem ao hotel  Hulk – desta vez veio com uma mala pequena – Hermann Monstro  (Emil Rached, dublado por Orlando Drummond) , a bruxa (Selma Lopes),  Drácula (Rogério Cardoso ) e o homem sem cabeça... Vide Didi tentando ensinar Hulk a falar – nem precisava, devido ao falsete – e dormindo junto (!!!), ele desbotando e de chupeta, Divino trabalhando forte na decoração da reunião – que Drácula considera um belo varão, enquanto a bruxa chama Mussum de Eddie Murphy – e o vampiro defendendo a classe dos monstros, discriminados por serem feios...  Sendo que a reunião é interrompida quando os monstros se assustam com a beleza de Conrado... Então é por isso que Didi ensinou a importância da beleza interior, uma lição de vida que fez Duda festejar dançando lambada... E Tião não é monstro, só veio comemorar... Ops!!!...


15 - O Mistério das Baratas, de Rose Duarte:  Dois bandidos (Iran Lima e Luiz Magnelli) planejam esvaziar o hotel com uma infestação de baratas, a mando de um concorrente, e para não serem impedidos, fazem Didi, Duda, Conrado, Divino e Tião de reféns... Oh, e agora quem poderá nos salvar???... Chapolon Pretis!!!... Que entra pela janela, ao som do tema de “Star Wars”, dizendo... “Não contavam com minha astucis!!!”... Os bandidos não se intimidam com o moscão e apontam sua arma... O herói chuta o balde – literalmente - e golpeia cada “melquior” com sua marreta biônica, libertando todos os reféns... Vide escudo em forma de triângulo e as anteninhas de vinil que caíram no chão...  Escorraçados do hotel, os bandidos voltam vestidos de baratas, e levam uma surra de chinelos... Ops outra vez!!!...


16 - O Segredo do Conrado, escrito por Paulo de Andrade e Mauro Wilson: Didi quer desistir de ser homem, e Dedé tenta dar uma forcinha para ele “negociar” com a secretária do superintendente, mas o entendido... No assunto é Conrado... Didi e Dedé tentam descobrir qual é o seu segredo, sendo seguidos por Mussum, Divino e Pinça, comparecendo em seu camarim... O cantor diz que a magia do palco ajuda... Então é por isso que Conrado canta “Te procurava” e a turma do hotel entra no palco montada como as “Conradetes”, conquistando o coração do Renatão, que propõe um programinha no domingão... Ops outra vez!!!... Didi insiste em descobrir o calcanhar de Aquiles e a peruca de Sansão de Conrado – a arma com Duda para tirar o seu “Corabo”... E não é que a mulherada correu para os lados do Didi???...


17 - O Computador do Japonês, escrito por Renato Aragão:  Didi, depois de providenciar a hospedagem da Sofia do Nazareno, descobre a nova invenção do Japonês dos Canecos, um computador que materializa gente, bicho, planta, batatinha, tomate, tudo gravado em fita... E se for uma coisa feia, é só quebrar a fita... Didi trabalha forte na programação, de capacete e tudo, para criar um batatão e um frangaço para Divino, um “urucaco” para assustar o Pinça, um urso de pelúcia para Duda, voz do Pato Donald para Conrado, o monstro Queixada... Felizmente, o japonês dos canecos descobre tudo e destrói as fitas...  Mas ainda dá tempo de criar uma mulher para Dedé e para o Pinça – esta, uma mistura de Luma de Oliveira, Vanessa de Oliveira, Kim Basinger, Kelly “Lebroca”, “Bruca” Shields, mas tudo junto e misturado... E não dá para se livrar da baranga resultante, pois foi feita na fita de aço...


18 - O Anel Mágico, escrito por Papa Camargo:  Sorriso tenta vender para Didi um anel, supostamente magico... Idêntico a valiosíssima joia de uma experiente ricaça que acaba de se hospedar no hotel (Norma Geraldy)... Cobiçado por dois vigaristas que comparecem ao local (Edna Velho e Paulo Reis)... Os quais acabam roubando o anel de Sorriso por engano, já que o da senhorinha estava com Didi, sendo presos em seguida pelo detetive Mussum... Pula a parte em que a falsária tenta seduzir Didi para ficar com o anel e acaba tomando champanha no sapato dele, com meia e tudo... Mussum termina de tomar o décimo chope do dia e precisa comparecer ao toalete, que está com a porta fechada... Uma enorme fila se forma, porque ninguém percebeu que a porta era de correr, não de empurrar – menos o garçom Didi...


19 - Fantasmas Não Existem, escrito por Lipe:  Assombrações trabalham forte no hotel, afugentando os hóspedes, e por coincidência, dois deles, Adamastor e Samuel Pinto (Alfredo Murphy e Newton Martins), se oferecem para comprar o estabelecimento por um preço bem baixo, interessados em fazer uma fábrica no terreno, para compensar o prejuízo... Diante do provável fechamento do hotel, Pinça procura um emprego nos classificados de “O Globo”, cuja manchete é “Ladrões faturam milhões com o golpe dos fantasmas”... Ao descobrir que os “malfeitos” em questão são os Pintos – que pretendem comprar o hotel com dólares falsos e revende-lo, fugindo com o dinheiro – Didi decide assustá-los fazendo todos os funcionários se vestirem de fantasmas, vide aparição de Bento Carneiro, O Vampiro Brasileiro (André Lucas)... Segundo André Lucas, o próprio Chico Anysio, seu pai adotivo, pediu que ele interpretasse o personagem... O ator também afirmou que Chico foi o criador do Trapa Hotel...


20 - Uma Mãe Pra Duda, escrito por Emanoel Rodrigues:  Didi comparece voando na recepção e acaba ficando com a peruca do gerente Pinça na cabeça... O gerente pede para Didi atender o telefone na recepção, o que cria um problema com o superintendente... Pinça fica pistola com Didi e decide dar o troco, ligando para a polícia, denunciando que um funcionário (o próprio Didi) mantém uma garotinha em cárcere privado (a própria Duda)... Então é por isso que dois detetives (João Carlos Barroso e Tony Tornado) vieram investigar no hotel, interrogando Conrado... Que avisa a Didi da presença dos policiais e sugere que ele fuja com Duda, não necessariamente com Didi colocando-a nos ombros para fingir que é adulta... A prisão de Didi é impedida por Dedé, que se montou como a mãe solteira de Duda... Que ao dizer que Pinça é o pai, faz o gerente ser preso, e Didi é obrigado a casar com Dedé... Ops!!!...












Em A Regressão, Renato Aragão comparece como o tipo que ganharia o nome de Didizinho em A Turma do Didi...






















































21 - Tarzana, A Rainha da Selva,  escrito por Rose Duarte:  Didi rega as flores e o telefone da recepção e quando o gerente pede para tomar cuidado,  senão dança,  trabalha forte na lambada imaginária... Tarzana (Paola Bettega),  comparece com a macaca Chata,  filha da Chita,  e os membros de uma tribo africana que ela agencia e vão cantar no “Xou da Xuxa”... Didi ouve as histórias de Duda e serve de cobaia para ela aprender a fazer maquiagem... O comparecimento de Chata faz com o fiscal da Sociedade Protetora dos Macacos (Milton Carneiro), queira buscar e apreender o animal... Então é por isso que Chata foi disfarçada de bebê - e Divino fez o papel de mãe... Claro que Didi precisou quebrar os óculos do fiscal,  mas o plano funcionou... E tudo acabou em lambada...


22 - A Regressão,  escrito por Roberto Silveira:  O vice-presidente do hotel e sua sócia (Susana Vieira) vão fazer uma visita e o gerente não quer nenhum deslize dos funcionários... O problema é que Didi se submeteu a uma terapia de regressão e agora pensa ter três anos de idade, trabalhando forte para fazer totô... Felizmente, a "sócia" do superintendente, apesar do piripaque que teve ao ver que Didizinho “feize totô” na cozinha, tem a vida salva por ele e Duda, que chamaram um médico... Agradecida, contratou uma psicanalista (Paula Burlamaqui) que reverteu a regressão de Didi e até virou sua “sócia”...


23 - Os Sósias, escrito por Humberto Ribeiro:  Pinça dispensa Didi da recepção depois que ele mandou o doutor Coelho embora porque o hotel não permite animais, e Tião leva duas galinhas de chapéu de palha para o hóspede que se apetece com galinha caipira... Dedé tenta ensinar Duda a andar com pernas de pau, mas acabam discutindo sobre a preguiça de Didi, enquanto Tião ajuda a colega de hotel a ensaiar para a aula de teatro... Duda pergunta a Mussum sobre o ofício de detetive, e quando o tiro sai pela culatra (!!!), ele desconfia de um homem com uma mala suspeita – era médico e a mala continha materiais colhidos para os exames médicos dos funcionários... De capacete, Didi anda com as pernas de pau, e ignora a sugestão de Duda, de colocá-lo no popozão, caso contrário o dublê não poderia substitui-lo... Dedé chama as hóspedes para aula de natação e Didi já abaixa as calças, mesmo sabendo que esse jogo não vai sair do 0 a 0, porque ele tem imaginação...  Sorvetão pede a Didi que avise a Conrado que comparecerá ao dentista e fala do João que lhe deu um tapão... Dino comparece no hotel e Didi o considera a cara de sua “sócia” Jurema, apesar de não ter bigode... Conrado fala da briga com o camelô – para comprar um chapéu com machado – e lembra que Sorvetão adora ir ao dentista, porque não tem imaginação... Didi atende o telefonema do Tatá e Pinça acerta a reserva de quatro suítes para grandes astros internacionais, apesar do hotel não ter suítes...  Pinça incumbe Didi de receber os novos hóspedes, desde que tenham reservas... Vide Brutus, Olívia e Popeye (no caso, o Ruço, dublado por Orlando Drummond) - Magnum, Tattoo da Ilha da Fantasia, Hulk – sem falsete – e Rambo – que lhe deu um tiro de bazuca...


24 - A Trapa Cerveja, escrito por Mauro Wilson e Paulo de Andrade:  O gerente Pinça anuncia o comparecimento de um grupo de turistas da Alemanha, país que Didi admira muito porque as crianças com dois anos de idade já falam alemão, embora não saiba que derrubaram o muro – e Mussum também... Em meio aos preparativos para receber os alemães, Divino avisa que não há nenhuma cerveja em estoque no hotel... Então é por isso que Didi foi trabalhar forte na produção da bebida na cozinha, um autêntico pioneiro da cerveja artesanal...  Vide uso de açúcar do saleiro para tapear as formigas , da meia para completar as duas xícaras e o telefone, mexendo até aparecer o fundo e colocando farinha para dar um toque cearense... Tudo ia bem até Duda trazer os fiscais e prenderem todo mundo... Para esfriar a cabeça, Didi vai surfar e na volta, sugere fazer uísque para servir aos hóspedes escoceses que vão chegar... Ops!!!...


25 - O Roubo da Coroa, escrito por Paulo Duarte:  Pinça escorrega nas bolinhas de gude no saguão do hotel, interrompendo o joguinho de Dedé, Mussum e Duda, que lhe dão muita bola – literalmente... Sorriso “negocia” com uma colega funcionária mas Didi o afugenta ao falar “Olha o dentista”...  O gerente avisa a Didi que o rei da Cracatônia comparecerá ao hotel e deverá ser muito bem tratado... Então é por isso que Didi trabalha forte no cracatonês... O vice-presidente do hotel elogia o desempenho de Dedé e Mussum , e os presenteia com uma viagem para o Caribe, Conrado também – e Didi não, pois Deus não dá colher de chá para otário... Os três vão a praia procurar parceiras de viagem, enquanto Didi se estressa ao telefone e um honorável carateca está a espreita para surrupiar a coroa... Recuperado do estresse depois de tomar uma "brebagem" preparada por Divino, Didi recebe o rei da Cracatônia, interessadíssimo em conhecer a abundância das brasileiras, mesmo que cada uma esteja cercada por quatro amigos do internauta Pedro Henrique... O rei vai descansar, a coroa pesa, e dispensa a sugestão de passear na região do Aterro do Flamengo às 7 horas da noite,  feita por Didi... Que impede Duda de passar um trote no gerente - para telefonar a ele passando um trote... O rei avisa que sua coroa foi roubada e Dedé, Mussum e Conrado vão atrás do carateca...  Mas quem consegue captura-lo é Didi, graças às bolinhas de gude de Duda... O vice-presidente agradece a Didi e cancela a viagem do trio... O rei, muito grato pela recuperação da coroa, convida Didi para comparecer a Cracatônia - e ele pode levar não só apenas Duda, mas também as meninas que iriam para o Caribe com seus companheiros, porque Deus também dá colher de chá para otário...


26 - O Castigo da Duda, escrito por Renato Aragão:  Dedé pergunta ao gerente onde está o Didi, pois não o viu o dia inteiro, e fica sabendo que está dando aula para Duda – e ainda sobrou tempo para dançarem ao som de “Pump Up The Jam”...  Duda chuta a canela de geral no hotel e é posta de castigo por Didi... Ao reclamar do castigo, Didi a chama para uma conversa, onde explica que ela está passando por uma fase, aprontando para chamar a atenção... Duda promete se comportar, mas fica com muita vontade e chuta a canela de Didi... A coisa fica séria quando um homem (Gerson Brenner), pistola, procura o responsável pela capetinha, que ela não diz que é o Didi, fazendo ele ser entupido de bolachas... Ops!!!... O homem promete voltar em três meses caso Duda não se comporte, e Didi trabalha forte nas aulas de boxe para encarar o valentão, vide “cosplay” de Rocky Balboa, levantamento de peso no saguão do hotel e a moeda que sumiu na mão e não apareceu no cachorro-quente...  Ao final do prazo, o professor Jamanta (Tony Tornado), comparece para dizer a Didi que convenceu o homem, seu aluno, a não usar de violência e pediu desculpas a Didi... Só que Duda resolveu chutar a canela de outro homem (Montanha)...


27 - Os encanadores, escrito por Paulo de Andrade e Mauro Wilson:  Divino recebe um telefonema para falar com o gerente justo na hora em que estava tirando uma bandeja de tortas do forno... O telefonema era um truque do Sorriso para Didi, Dedé e Mussum comerem as tortas... Didi descobre um manequim do gerente na cozinha e trabalha forte na água, banana, fubá e ovinho – no gerente em pessoa...  O mágico Dino faz sua assistente entrar em uma caixa e aparecer em outra – com Didi, Dedé, Mussum e o gerente... Que só não demite os três porque o encanamento do hotel precisa de reparos com urgência... Vide Didi fechando o chuveiro enquanto uma mulher tomava banho  - e aumentando o vazamento – a torneira da pia da cozinha não parando no lugar,  Dedé martelando o dedo de Mussum ao invés do cano, Didi preso na tubulação que montou para conter o vazamento no banheiro e descendo em cima de Dedé e Mussum justo quando arrumaram a tubulação, os três puxando o fio do telefone - e o gerente junto...


28 - O Sonho da Duda, escrito por Renato Aragão, Wilton Franco e Paulo Duarte: Didi conversa forte com a criançada de rua, indo da Rua 1º de Março para a Rua 7 de Setembro em quatro horas, Divino prometendo que vai operar, Duda sonhando ser dona do hotel para dar uma grande festa para seus amigos, Didi deixando por presentear a garotada de rua, o superintendente (Paulo Figueiredo) mandando investigar e descobrindo que a órfã Duda é filha do dono do hotel , e ela realizando seu sonho – num sonho... Mas nada que o Papai Noel (Elias Gleiser), com a pomba na mão, não possa realizar, vide Chico e Roberta cantando “Esperança no Natal”...


29  - Os Exterminadores, escrito por Paulo de Andrade e Mauro Wilson:  Didi mostra uma quina de ases no jogo de pôquer na cozinha e Dedé descobre um baralho inteiro de cartas escondidas...  Divino corta as cartas – com um facão, nervoso com o jantar que precisa preparar – e Duda diz que vai parar de estudar, vide aumento da mensalidade de colégio que deu piripaque em Didi... Que tenta pedir um aumento ao gerente Batatinha... Que só irá subir o salário se ele e seus companheiros fizeram serviço extra... Dedé fica pistola e quer que o hotel fique entregue às baratas... Então é por isso que Didi teve a ideia de espalhar insetos pelo hotel para eles trabalharem forte como exterminadores e faturarem um extra, vide pulgas e traças no 607, Paola tirando a roupa para se coçar e Didi colocando um rato no pé do Batatinha...  Na cozinha, Divino vai pegar uma vela para o bolo, que Mussum enche de formigas...  Que picam a língua de Divino, fazendo ele bater no bolo (!!!)... Didi, Dedé e Mussum oferecem seus serviços de exterminadores de insetos ao gerente, vide saco de gatos de Didi rede para insetos voadores de Dedé, a armadilha de ursos na qual Batatinha sentou... Ops!!!... Os exterminadores deixam o saco de gatos dentro do piano e Didi leva seu rato para passear no saguão do hotel...  Ao perceberem que Conrado está tentando tocar o piano com gatos, Dedé tenta tirar o saco e acaba preso no piano, para a alegria do hóspede de Houston (Jorge Cherques)  – mais ainda quando Didi tira a peruca e baixa as calças do gerente... A performance triplica o movimento do hotel e Batatinha passa a pagar dobrado a Didi, Dedé e Mussum para que divirtam os hóspedes...  Então é por isso que Didi contou sobre os insetos para Duda e o gerente mostrou seu processo para exterminar vermes na base da bala...










































No episódio O Castigo da Duda, Didi teve que dar para ir de Rocky Balboa, por razões de chutes dados pela órfã...


Lançadas do Ivo Cego Voltando a Casa Queimada no Fim da Rua de Escada Rolante...

Não adianta colocarem a Maitê Perroni, a melhor versão de Cego na Casa Queimada é com o Ivo...

 
















E na postagem mais antiga de Ivo na Escada Rolante, fora do YT do SBT, tem até onde gravaram...























Capa do Site – “Volpi falha feio, e Timão vence o RB Braga pelo Brasileirão”. 2 a 0 no Cícero de Souza Marques, região de Bragança Paulista, gols de Garro (13/2º) – vide erro do goleiro do RB Braga ao repor uma bola recuada - e Pedro Raul (“cabezazo”, 41/2º)– vide Carrillo pela direita lançando e Matheuzinho cruzando...


Varejão do Brasileirão...
Verdinho empata com o Chapolin Colorado em casa pelo Brasileirão”. 0 a 0 no Nubank Chiqueiro, e a vantagem sobre o Menguinho caiu de oito para seis pontos...
“Viveros brilha, Fhuracão faz 2 a 0 e empurra o Peixinho para o Z-4 do Brasileirão”. 2 a 0 no Urbano Caldeira, região de Vila Belmiro, gols de Viveros (14/1º) – vide vide João Cruz chutando e a defesa dando o rebote - e Viveros de novo (25/1º) – vide João Cruz metendo a bola nas costas da defesa (!!!)...
Cabuloso bate o Mirassol no último jogo antes de enfrentar o Menguinho pela Libertadores”. 3 a 1 no Mineirão, gols de João Marcelo (11/1º) – vide Fagner na direita cruzando e Bruno Rodrigues desviando – Reinaldo (pênalti, 21/1º) – empate do Mirassol, vide toque de mão de Romero quando o goleiro Otávio deu o rebote após defesa – Kaio Jorge (31/2º)  –  vide Fagner passando - e Wesley  (39/2º) – vide lançamento na ponta esquerda...
“Em jogo com quatro gols anulados, Bacalhau e Bahia ficam no empate”. 0 a 0 na Arena Fonte Nova, mas caso os gols valessem, daria no mesmo, foram dois para cada equipe, que coisa, não...
“Em noite de golaços, Menguinho bate Vitória e diminui diferença para o Verdinho”. 2 a 0 no Maracanã, gols de Erick Pulgar(13/1º)   – vide chute de fora da área -  e Bruno Henrique (OG, 34/2º) – vide Carrascal no contra ataque...
“Tricolorzinho sofre virada e é derrotado pelo Grêmio no Brasileiro”. 2 a 1 na Arena sábado, gols de Gustavo Martins (contra, 46/1º) – vide Luciano cruzando na linha de fundo, Marcos Antonio desviando, o goleiro Weverton dando o rebote e Calleri concluindo – Wallace (“cabezazo”, (2/2º) – vide Carlos Vinícius desviando o corner cobrado – e Pavón (40/2º) – vide falta cobrada por baixo da barreira...
Foguinho e Fluzinho empatam em jogo morno no Nilton Santos”. 1 a 1 no sábado, gols de Alex Telles  - 1 a 0 para a Cachorrada, vide cobrança de falta no ângulo, batendo o experiente goleiro Fábio – e Ignácio (“cabezazo”, 13/2º)  - empate do Fluzinho, 1 a 1, vide Serna lançando na área...
“Em jogo movimentado, Remo e Galo empatam pelo Brasileirão”. 2 a 2 no Mangueirão sábado, gols de Jajá (2/1º) – 1 a 0 Remo, vide Matheus Felipe ganhando a bola na saída adversária – Reinier (“cabezazo”, 33/1º) – empate do Galo, 1 a 1, vide Cissé lançando e Preciado cruzando pela direita – Bernard (37/1º) – 2 a 1, virada do Galo, vide Maycon tocando pelo meio e Alan Minda cruzando – e Gabriel Taliari (28/2º) – empate do Remo, 2 a 2, vide Vitor Bueno (OG) passando...
Coxinha x Chape: Jacy cai em buraco ao comemorar gol anulado”. Na vitória do Coxinha por 2 a 1, no Couto Pereira, sábado, gols de Tiago Cóser (30/1º) – vide Josué cobrando corner – Pedro Rocha (37/2º) – vide Lavega cruzando – e Túlio Eduardo (28/2º) – descontando para a Chape, vide Bruno Pacheco pela esquerda cruzando e Kevin Ramirez chutando, ah, sim, este foi o jogo da Record na rodada, registrando 3 pontos, de 20h30 até 22h32...


































Nas “Câmeras Escondidas”, a produção parou a palhaçada em dia de retorno de Patrícia das férias e especial de Dia dos Pais, fazendo o papi Ivo Holanda trabalhar forte logo de cara com Cego na Casa Queimada (publicada em 10 de abril de 2020 e 20 de janeiro de 2022, o PCD Ivo pede ajuda para pegar o táxi e comparercer na casa 41, perto do SESI, uma mulher até chama ele de “tio”, no entanto, quando o motorista chega ao local, a residência foi destruída por um incêndio, fato ignorado por Ivo, que pede ao chofer que traga sua mala enquanto senta na poltrona que não foi consumida pelas chamas, dizendo, com sotaque português que o calor na sua “casita” é por causa do Sol, e a fumaça é do cigarro do chofer, tem condutor que dispensa o pagamento da corrida pensando no prejuízo do patrício, sim, o original é canadense, Blind Man Burned House Prank, postada no YT em 3 de julho de 2011, porém todo mundo sabe que só o Ivo tem o molho, e nesse caso, ainda colocou um temperinho lusitano com direito a “está lá” ao perguntar sobre a condição do fogão e da geladeira...) e Ivo na Escada Rolante (postada fora do canal do SBT como Ivo Holanda Folgado na Escada Rolante em 28 de dezembro de 2010, gravação do “Todos Contra Um”,  e em 22 de abril de 2018,  no Shopping Poli, região da Rua Dom Pedro II, Guarulhos, o funcionário da manutenção Ivo Holanda usa a escada rolante para subir até o andar superior com sua escada de serviço, o problema é que ela obstrui a descida dos frequentadores na direção oposta, e ele se limita a dizer para quem reclama do transtorno, não as bonitas que passou por baixo ou os bonitos que tomaram a escadinha, momento onde Ivo pede ajuda não a produção, “sino” ao Gibe, mas, enfim, que está apenas trabalhando forte, na maior cara de pau, esta “Câmera Escondida” é a “irmã” menos ilustre de Congestionamento na Escada Rolante, com Ivo e Gell Correa vestidos como migrantes nordestinos e atravancando a passagem das pessoas na “escalier mechanique” do Shopping D, postada em 7 de maio de 2013, quando foi a número 1, com Silvio Santos chamando Gell de Léo, 18 de novembro de 2018 e 29 de agosto de 2021, além de ser uma espécie de precursora, entre outras, da série Paquera na Escada Rolante e até mesmo de Palhaço Dá Tortada, exibida recentemente...), na sequência, Pizza na Funerária (publicada em 30 de setembro de 2018, na Funerária São Paulo Assistência 24 horas, a secretária Gell orienta o pessoal da faxina a trabalhar forte na limpeza do salão, porque um caixão vai sair e outro vai chegar, também deixando 25 reais para pagar a pizza que vai ser entregue por Adriano Arbol, que questiona todo mundo sobre a coragem para trabalhar forte ali, Simaria Mendes diz que é a necessidade, quanto a Gell, ela precisa comparecer no banco e ainda não almoçou, acontece que o cadáver de Rogério Gonçalves também está faminto e se levanta do esquife pedindo por um pedaço, desesperando a póbi da Simara, que começa a esmurrar a porta, e o defunto sem se importa com o fato de que ninguém  come pizza no almoço, em resumo, quase um “remake” por razões de Gibe de Pizza no Velório, publicada em 26 de junho de 2016, na qual o pedido no “delivery” também é consumido, e não pago, com direito a colocar as pizzas em cima do corpo da falecida Ruth Romcy, por Carlinhos Aguiar, que compareceu no “Qual é a Música” depois de bater cartão durante anos no “Jogo dos Pontinhos” e de duas demissões do SBT, no caso, acompanhado do filho Caíque Aguiar, integrante do elenco de “A Praça é Nossa”, é aquilo, mandam Carlinhos embora, o cara sempre volta, logo na estreia da “Sessão SBT +” mostraram um quadro do “Topa Tudo por Dinheiro” com a participação do humorista, o dos telefonemas do Clube do Clube dos Moldes Mensais...), que serviu como uma espécie de introdução para O Fim da Rua (inédita, as mulheres que tomam o táxi só querem chegar logo em casa, porém o motorista erra o caminho, ou talvez foi traído pelo GPS, quem sabe, e vai parar no final de uma rua com coisas muito estranhas, se espantando com o tamanho das plantas e das pegadas até ser puxado pelo pé e devorado por um tiranossauro que derruba um poste e começa a bater no veículo com a cabeça, enquanto um cano de água estoura perto da metade de um carro bastante familiar e um pterodáctilo sobrevoa o carro, levando as passageiras ao desespero, a situação parece não ter o menor sentido, e em termos de táxi, o Ivo é melhor, claro, dá para ver o fio do pterodáctilo e não focalizam as patas do velociraptor para ninguém achar que elas parecem com os pés da pessoa dentro da fantasia, mas a confusão é esclarecida quando se leva em conta que  a “Câmera Escondida” é uma parceria com a Warner para anunciar a estreia em 13 de agosto do filme “O Fim da Rua” nos cinemas brasileiros, o que explica no começo do vídeo os depoimentos de Anne Hathaway, a própria, que interpreta a protagonista Denise Platt, num depoimento fortemente trabalhado no TP, “JJ e eu estamos tão animados em nos unir ao SBT com as lendárias Pegadinhas”, blasfêmia à parte, é que usar o nome “Candid Camera” poderia dar processo, digo, “por anos, vocês vem surpreendendo o público com sustos, risadas e reações inesquecíveis, e, sinceramente, algumas dessas reações são quase tão intensas quanto o que acontece em ‘O Fim da Rua’”,  e do produtor JJ Abrahams, o mesmo da série “Lost”, outra produção que a principio não tinha o menor nexo, entretanto virou “cult”, pelo menos ele explicou a história, sem medo do “spoiler”, “nosso filme é sobre pessoas comuns, que se veem em situações extraordinárias e completamente inesperadas, quando o bairro delas se muda e passa a ser ocupado por dinossauros, é exatamente essa a ideia por trás da Pegadinha de hoje, vamos colocar pessoas reais em um mundo que muda ao redor delas sem aviso, uma rua familiar que de repente se reorganiza, e nada é como deveria ser”, a atriz ainda acrescenta, no melhor estilo dos diretores de filmes de terror promovendo suas produções, “estou um pouco nervosa pelas pessoas que vão experienciar isso”, pois é, não é...)...






























Simaria surtou com defunto pedindo pizza,  pois imagina se ela visse o Carlinhos Aguiar e o Gibe...




































































































Anne Hathaway e o Corsinha de Táxi Dividido ao Meio, juntos, onde, O Fim da Rua, mas é claro...


sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Trapas 6.0: Revendo Remakes dos Trapalhões, Parte 2 de 2 (1988-1989)...

 










































Fazendo Ginástica Para Fugir da Pensão:  Didi usa uma corda para ir embora da pensão sem pagar, e quando é surpreendido pelo dono, um português, diz que está fazendo ginástica, mesma desculpa que usa para beijar sua filha... Na primeira versão, de 1977, a pensão é de Maurício do Valle e a filha é Dilma Lóes...  No “remake”, de 1988, Carvalhinho é o proprietário da pensão e a filha é interpretada pela cantora Sarajane, o quadro é introduzido depois que ela canta “Xenhenhém” e lhe pedem para contar algo sobre sua vida... 


Quebrando a Casa do Vizinho: No quadro original, de 1977, Gaudêncio, Zacarias com peruca black power e bigode, volta para casa cansado do trabalho e descobre que os móveis foram todos trocados... A voz de sua consciência diz que a “sócia” dele está esbanjando o dinheiro que ganha com tanto sacrifício e ele começa a quebrar tudo, até descobrir que entrou na casa dos vizinhos... Na versão de 1988, Didi comete o engano e a voz da consciência é Wilton Franco...


Beijando a Filha na Frente da Mãe:  Na primeira versão do esquete, de 1978, Zacarias é desafiado pela mãe da garota que beijou (Maralise Tartarini) a repetir o gesto na sua frente, o que ele faz imediatamente... Na regravação, dez anos depois, a mãe é uma portuguesa e é Didi quem volta a beijar a garota (Narjara Turetta)...


Madeira no Ponto:  O marceneiro Didi serra o poste que indica uma parada de ônibus com o serrote que esconde em uma tipoia porque lhe disseram que madeira no ponto é perfeita para ser trabalhada... A serragem do poste é interrompida pela passagem de um guarda, em 1977, Carlos Kurt, e em 1988, Roberto Guilherme...


Festa na Casa do Comendador:  O mordomo Dedé aproveita que seus patrões vão viajar para Buenos Aires e chama Didi, Mussum e Zacarias para fazer uma festa, vide Didi trabalhando forte na banheira da casa... O patrão volta inesperadamente e ao flagrar a festa, quer dar parte na polícia... Mas ele muda de ideia quando encontra sua amante e despacha a “sócia” para a Argentina enquanto permite que a festa continue... A primeira versão do quadro, de 1977, gravada no apartamento onde Renato Aragão morava na região do Leblon, tem Aurimar Rocha e Dilma Lóes como patrões, papeis que no “remake” são de Percy Ayres e Ida Gomes... Nessa versão, gravada no Teatro Fênix, além de uma apresentação do grupo Fundo de Quintal, a amante do patrão é interpretada pela ex-Miss Brasil Deise Nunes...


O Rato: Didi aproveita que a vizinha está assustada com um rato para “negociar”, mas só até o “sócio” dela aparecer... O papel da mulher no esquete de 1977 foi de Sônia Mamede, a primeira Ofélia do Fernandinho (papel que também interpretou em “Os Trapalhões”, ao lado de Lúcio Mauro, sendo que na fase da "Agência Topa Tudo", em 1992, depois de Sônia ter saído de cena, o papel ficou com Nádia Maria...), e na versão de 1988, quem se apavora com o roedor é Susana Vieira... 


“Palhaço é No Fim da Fila”: Didi comparece para fazer uma inscrição, mas o pessoal que chegou mais cedo manda ele ir para o final da fila – ali, bem na frente da porta que é aberta por um funcionário perguntando quem é o primeiro que vai se inscrever... Em 1977, o funcionário é Átila Iório, em 1988, Maurício do Valle... A placa “Inscrições  a Partir de 1º de Agosto” se mantém nas duas versões... O ator Tony Arantes aparece em ambas as duas filas... 


Ovo de Codorna na Lua de Mel:  Didi, Zacarias e Mussum negociam o aluguel de um quarto para a lua de mel de um idoso com uma jovem... Sendo que tanto em 1978 quando em 1988, é tocada a música “Ovo de Codorna”, de Luiz Gonzaga, na primeira versão, para Lajar Muzuris, e na segunda, para Jofre Soares, que se “associou” a Marriette...
























































































Cachorro com Patas:  Um homem passa pela rua e ao ver uma placa anunciando a venda de um cachorro e patas, bate na porta da casa de Didi...  O numero de patas varia nas versões de 1978, seis, e de 1988, duas, mas o “punch” da piada é o mesmo:  Didi vende para o homem (no “remake”, Isaac Bardavid...) o cachorro, que tem quatro patas como todos os outros, e as patas... 


Explodindo o Cofre: Liderados por Dedé, os assaltantes Didi, Mussum  e Zacarias invadem um escritório para arrombar o cofre e levar o dinheiro... Quadro de pantomima com fundo musical instrumental, na versão de 1988, era a trilha do filme “O Sobrevivente”... A placa “Proibido Atirar Pontas de Cigarros no Chão” e a “gag” respectiva, presente no esquete original de 1977, reaparece no “remake”... 


A Favor da Gemada:  Um casal com a esposa grávida dorme no banco de uma estação de trem e tem o sono interrompido por Didi, que prepara uma gemada exaltando os benefícios da bebida para sua virilidade... O quadro de 1978 conta com Francisco Di Franco no papel de marido, desempenhado no “remake” de 1988 por João Carlos Barroso, que atua ao lado de sua esposa na época, a atriz e dubladora Sheila Dorfman, a dubladora de Paola e Paulina em “A Usurpadora”... Na parte em que Didi mostra a foto dos filhos, Barrosinho coloca um caco em sua fala: “Esses filhos são do Aragão ou do personagem???”... 


Banheiro Completo:  Dedé pergunta a Zacarias e Mussum o que um banheiro precisa ter e quando eles lembram da água, acabam molhados... Claro que Didi não cai na pegadinha aproveita para dar um banho em Dedé... A primeira versão, de 1982, é da fase que os quadros do programa começaram a ser gravados com plateia no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro... O “remake”, de 1988, conta com a participação do cantor Biafra, que se apresenta no final do esquete...


 Vinte Minutos Para Pentear Macaco:  Nas duas versões, em 1978 e 1988, Mussum importuna um guarda dizendo para ir pentear macaco e Didi ainda pergunta porque ele não foi ainda... No original, o guarda é interpretado por Claudionei Penedo, no “remake”, por Roberto Guilherme, que é interrompido por Mussum quando contava vantagem sobre seu trabalho para uma garota...


Mudando o Alvo do Fuzilamento:  No esquete de 1977, Mussum é um ditador africano que ordena o fuzilamento de uma estrangeira (Terezinha Elisa), mas acaba executado por Didi, Dedé e Zacarias, quando a mulher tira o cobertor, ficando só de biquíni... No “remake” de 1988, Carlos Kurt é um oficial nazista que atende a última vontade de uma espiã (Magda Colares), fazendo que ela não veja sua execução, porém acaba fuzilado pelos quatro Trapalhões por ter usado o sutiã para vendá-la... 


E Tome Chazinho:  De tanto convidar a vizinha para tomar chazinho, Didi é obrigado pelo pai dela a tomar um caldeirão de chá... Em 1978, pai e filha são vividos por Walter Stuart e Maralise Tartarini... No “remake”, dez anos depois, os papeis ficaram com Dary Reis e Mariette... 


O Terreno Mais Vendido: Didi trabalha forte como corretor imobiliário e consegue vender duas vezes o mesmo terreno na região de Jacarepaguá duas vezes, precisando lidar com os compradores, que estão "full pistola", literalmente... Na regravação do quadro de 1978, os compradores ludibriados são interpretados por Ewerton de Castro e Stephan Nercessian...

























































































































Pintores Vivendo Intensamente: Na temporada de 1989, a quantidade de “remakes” de quadros diminuiu enormemente, com a direção investindo em especiais temáticos... Eventualmente uma ou outra regravação entrava no roteiro, podendo ou não ter relação com o tema do especial...  Três pintores tentam conquistar uma garota que discute a relação com o “sócio” e quem leva a melhor é o mais baixinho deles, ao dizer que o importante na vida é viver intensamente... Na primeira versão do quadro, de 1978, o pintor sortudo é o anão Quinzinho, e no “remake” de 1989, o papel cabe a Ferrugem... O homem preterido foi interpretado por Francisco Di Franco, que é chamado por Didi de “irresistível Jerônimo”, citando o papel-título desempenhado pelo ator na novela da TV Tupi, que teve um "remake" no SBT, também protagonizado por ele, e Otávio César... A mulher ficou a cargo de Tânia Scher e, na segunda versão, de Inês Galvão...


O Casamento da Filha do Facêta: A versão original do musical de Didi e Zacarias aconteceu em um show de calouros comandado por Dedé, em 1979... Depois a música foi lançada no disco “O Forró dos Trapalhões”, em 1981... Quando foi feita uma nova versão da apresentação... A versão de 1989 faz parte de um programa sobre as músicas gravadas pelo grupo, ao lado de canções como “O Pau de Arara” e “Procurei Tereza”... Aqui o concurso de calouros dá lugar a um casamento, com Dino Santana de noivo e Guilherme Osty de padre... Alguns versos da canção original foram retirados, as referências ao filme “O Último Tango em Paris” e a novela “Os Gigantes”, mas a citação a Ney Matogrosso permaneceu...


Mala do Hulk: Na primeira versão do quadro, de 1979, Hulk, campeão sulamericano de levantamento de peso e sua noiva comparecem ao hotel para desfrutarem da lua de mel... Didi é o “bell boy” que precisa subir e descer as malas o tempo todo, já que a noiva (nesta versão, Sylvia Massari...) está sempre insatisfeita com os quartos escolhidos pelo gerente (no caso, Rogério Cardoso...)... A regravação aconteceu em um especial sobre super-heróis de 1989, onde Hulk é  o próprio personagem da Marvel, verde como sua exigente noiva (aqui, Sandra Bréa...), que pressiona o gerente (agora interpretado por Paulo Figueiredo...) o tempo todo, até o momento que Didi se cansa de carregar as malas e manda o noivo levar a bagagem, enquanto cuida da noiva... 


Noivas Trocadas na Lua de Mel: Didi e Dedé se casam juntos e na muvuca da festa acabam trocando de noivas... Felizmente, Dedé descobre, quando ia rezar, uma pinta na perna que só a noiva de Didi tem e vai desfazer a troca, mas acontece que Didi não tem o hábito de rezar antes de ir para a cama... O quadro original é de 1977 e o “remake” faz parte de um especial com gêmeos realizado em 1989... Em 2010, uma nova versão do esquete foi feita em “As Aventuras do Didi”, com a banda cearense Forró do Muído, na qual Didi e Dedé são noivos de ninguém menos que Simone e Simaria, que fizeram o papel de gêmeas mesmo com uma diferença de dois anos de idade entre elas...



Viúva do Baltazar: Os Trapalhões tentam consolar uma mulher que sofre pela perda de seu “sócio” Baltazar, que volta para reencontrá-la... Na versão original, de 1978, a viúva é Tamara Taxman e Baltazar, Carlos Kurt... No remake de 1989, apresentada pelo canal Viva, os papeis da viúva e do “sócio” são de Angela Leal e Isaac Bardavid... Há uma terceira versão, exibida em 1991 (também mostrada no Viva...), o episódio do Trapa Hotel, “A Viúva”, escrito por Renato Aragão e Paulo Duarte, onde os papeis da viúva (chamada de Julieta...) e de Baltazar são de Sylvia Massari e André Valli... 


Posso Comer Mais Uma Bananinha???:  Aparentemente, Didi quer “negociar” com uma garota (Dilma Lóes...) que tem um irmão muito ciumento (Carlos Kurt...), mas na verdade ele apenas pretende se servir das bananas da fruteira da casa... A primeira versão do quadro é de 1977, e na regravação de 1989, a garota é vivida pela cantora Tânia Alves, e o irmão, por Roberto Guilherme... 


Vende-se Ovos Frescos: O quadro original, de 1977, foi incluído na retrospectiva que abre a temporada de 1988 de “Os Trapalhões” (no primeiro programa apresentado pelo Viva...), isso sem contar as inúmeras reprises no “Vidio Xô”, até janeiro de 2019, quando a atração saiu do ar...  O “remake” de 1989 foi dividido em duas partes... Na primeira, Didi deixa cair sua única calça da janela do alto do sobrado e a pessoa que passa pela rua e ele pede para que devolva a vestimenta fica com ela, no original, Mussum, no “remake”, Tião Macalé, e depois tenta vender ovos para Dedé, nas duas versões, situação que lembra vagamente o episódio “Quem Baixa as Calças Fica Sem Elas”, de “Chaves”... Na segunda, Didi se incomoda com um casal que namora bem embaixo de sua janela e arruma briga com o rapaz, sendo forçado a mudar a placa que anuncia ovos frescos para “Vende-se Ovos Mexidos”... Em 1977, os “sócios” eram Carlos Kurt e Sônia Mamede... Em 1989, Alexandre Frota e Paola Bettega... 


Água Fervendo e Palito:  Sem dinheiro para comer numa lanchonete, Didi pergunta ao balconista o que tem de graça... Água fervendo e palito, o balconista responde... E é só isso que Didi precisa para tomar um chá – com adoçante – e cozinhar um ovo... Na versão de 1977, o balconista é Dedé, e no “remake” de 1989, que aparece no meio de um especial sobre academias de ginástica, mantido o chiste do adoçante, o papel ficou com o experiente Benjamin Cattan, vide “caco” de Didi sobre o valor dos cachês não acompanhar a inflação, dificultando a aquisição de carros e até a troca de pneus...































































































Lançadas Têm Charme em Nome do Amor ou da Amizade...

Na hora do Namoro ou Amizade, ela pediu o Silvio em casamento, que a Dona Íris não saiba, digo...

 


















E quem reclama dos aplicativos hoje não faz ideia de cada fria que comparecia através das cartas...





















Capa do Site – “Timão vence, mas é eliminado pelo Chapolin Colorado na Copa do Brasil”. 2 a 1 no Fielzão Genérico (45.126 torcedores), gols de Gustavo Henrique  (OG, 42/1o) – vide Garro cobrando falta e o goleiro Matheus Cunha dando o rebote – Bernabei (13/2o) – empate do time gaúcho, vide chutão no contra-ataque e Alan Patrick (OG) dominando e passando – e Pedro Raul (“cabezazo”, 24/2o)  - vide Garro tocando e Bidu na esquerda cruzando, no placar agregado, 3 a 2 Vermelhinho, classificado para as quartas de final...

























O Tamanho do Charme...

No Você Tem Charme,  até Daniele Winits e Mônica Iozzi tiveram o atributo medido pelo swinsuit...







































Fosse um concurso para descobrir o novo Zé Bonitinho,  nós teríamos um vencedor incontestável...


quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Lançadas Perguntam Qual é a Música de Kajuru, Felipeh Campos, Hebe e Dani Souza...

Jorge Kajuru faz Silvio Santos rir litros ao contar do dia em que ficou com Adriane Galisteu, digo...

 











































































Felipeh Campos causava impacto de primeira sem citar Agnaldo Timóteo na entrevista com Bozo...









































Capa do Site – “Copa do Brasil pode dar respiro financeiro ao Timão em meio a dívidas”. Caso passe das oitavas de final, a premiação pode chegar a 4 milhões de reais, agora é só avisar o Chapolin Colorado...
“Morre Geraldão, ex-atacante bicampeão paulista pelo Timão, aos 7.7”. Atacante em 1977, justamente o ano do fim da fila corinthiana...

























Muito Além da Dança do Siri...

Ali competiam crushes de Silvio, Hebe Camargo, Adriane Galisteu, Fafá de Belém, alergia à parte...












































Proposta do Pânico era muito mais diversificada,  inclusive quando ao comparecimento feminino...




quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Trapas 6.0: Revendo Remakes dos Trapalhões, Parte 1 de 2 (1988)...













































































































Em janeiro de 2018, o canal Viva iniciou a exibição de "Os Trapalhões", a partir da temporada de 1988... Algum tempo depois, nosso colega de rede, humorista e fornecedor de DVDs, Pancada, começou a trabalhar forte na digitalização das gravações em VHS das reprises do programa mostradas pela Globo na faixa matutina entre 1996 e 1998... Sendo em que em março de 1997, a reapresentação começou a ser feita em ordem cronológica, desde a estreia da atração, em janeiro de 1977 - a qual em São Paulo foi até 1998... Ao comparar os programas digitalizados com as apresentações do Viva, Pancada ficou impressionado com o alto número de quadros do final dos anos 1970 que foram refeitos em 1988 e também em 1989... Não que ele não tivesse visto esse fenômeno antes, mas, enfim... Na série clássica de Chaves, produzida entre 1973 e 1979, muitas histórias, inclusive as sagas, tem duas ou três versões diferentes... Isso aconteceu principalmente devido a combinação de três fatores: mudanças no elenco, a falta de concorrência da Televisa no mercado mexicano e como Chespirito escrevia todos os roteiros, a remuneração dos autores era maior que a dos atores,  repetir histórias aliviava um pouco a carga de trabalho... Quanto a "Os Trapalhões", a temporada de 1988, a primeira com direção geral de Wilton Franco na Globo, no começo do ano foram exibidos programas com seleções de quadros antigos, privilegiando os anos iniciais da atração... Assim, é possível que essas reprises tenham influenciado a decisão de encenar esquetes novamente, lembrando que os quadros eram escritos por um grupo grande de redatores, e em 1988, a redação final era de Renato Aragão e do diretor Wilton Franco... Este levantamento selecionou 48 quadros que foram refeitos nas temporadas de 1988 e 1989 de "Os Trapalhões"... A maioria das segundas versões é de 1988 e o número diminui no ano seguinte porque a prioridade da direção passou a ser a realização de especiais temáticos... Entre os esquetes originais, quase todos foram feitos antes de 1980, muitos em 1977 e 1978, as primeiras temporadas dos Trapalhões na Globo, facilmente identificáveis pelos cabelos grisalhos e as costeletas à Tio Patinhas de Renato Aragão... Ficaram de fora alguns "remakes" "crônicos"- por exemplo, "Abelhinha Quero Mel" - e quadros com situações similares, mas com roteiros completamente diferentes - caso do esquete do bandido do Velho Oeste que bebeu e não quer pagar a conta, que tem versões com Maurício do Valle e Roberto Guilherme...


Filhas Que São Dose: Na versão original, de 1979, Didi era o funcionário a quem o patrão tentava convencer a “associar-se” com uma de suas filhas... Didi, por sua vez, a todo momento caía com uma revista no chão e dizia com sinceridade ao chefe que os negócios estavam indo muito bem, mas que ele estava muito mal de filhas... No “remake”, Zacarias é o funcionário que repete a todo momento ao patrão, vivido por Sérgio Mamberti, que apesar da proposta de sociedade na empresa, as filhas são dose... O final das duas versões é semelhante:  o funcionário deixa pela empregada do patrão... 



A Nova Vizinha: Didi e Dedé descobrem que tem uma nova vizinha e tentam conhecer ela melhor colocando cadeiras na calçada para conversar, pelo menos enquanto o pai dela permitir...  Na primeira versão, de 1977, a vizinha é interpretada por Bete Mendes, e no “remake”, por Narjara Turetta, e a negociação conta com o reforço de Mussum e Zacarias... Em 1988, o pai é vivido por Colé Santana, tio de Dedé, o que motivou um caco do sobrinho, que chama o pai da moça de tio enquanto ele nega o parentesco... 


Chave do Jipe:   Na primeira versão, de  1978, os policiais da SUAT aproveitam que o comandante está dormindo e tentam pegar a chave de seu carro... No “remake” de 1988, quem vai atrás da chave é a tropa do Sargento Pincel, entrando no quarto do comandante interpretado por Jorge Cherques... Entre as duas versões, há uma terceira, de 1985, na qual o jipe pertence ao Capitão Tomás – papel de Carlos Alberto de Nóbrega – que dorme tranquilamente com a “sócia” – a cargo de Catita Soares... 


A Família da Moça:  Didi é obrigado pelos familiares de sua “sócia” a sair da cama e se casar com ela... Na gravação original, de 1977, entre os parentes revoltados estavam Átila Iório, Francisco Di Franco e Ted Boy Marino... O “remake” de 1988 também tinha um elenco estelar:  Arthur Costa Filho, Danton Jardim, Guilherme Corrêa, Selma Lopes e Stephan Nercessian...


Limpando o Terreno:  Didi, Dedé, Mussum e Zacarias trabalham forte na limpeza de um terreno em frente a um ponto de ônibus, arrumando encrenca quando começam a jogar entulho nas pessoas que esperavam pela condução... A versão de 1977 foi gravada em externa, na cidade cenográfica da Globo, na região de Barra de Guaratiba, no Rio... A regravação, em estúdio, mostra Mussum cantando uma paródia, surgida nas arquibancadas de futebol, do “jingle” de uma marca de biscoitos: “É hora do lanche, que hora tão feliz, queremos o forévis do juiz”...


Bebê Bobão: Didi se senta ao lado de uma ama de leite, esperando que amamente o bebê, ficando decepcionado quando ela usa uma mamadeira para alimentar a criança... Nas duas versões do esquete, de 1978 e 1988, a conversa de Didi com a ama - Wanda Moreno e Narjara Turetta - é interrompida por um garoto que vende doces e reclama da sovinice dele – na primeira, o vendedor é vivido por Alexandre Régis, que tinha 14 anos na época... 


Pintores Aconselham o Casal:  Didi e Mussum estão pintando a fachada de uma casa quando ouvem um casal discutindo e começam a dar palpites sobre a relação... No quadro original, exibido em um dos primeiros programas dos Trapalhões na Globo, em 1977, Dedé é o marido e Dilma Lóes a esposa, e Zacarias faz companhia aos "sócios"... No “remake” de 1988, o casal que discute a relação é feito por Felipe Wagner e Susana Vieira... 


Medo de Barata:  Na versão de 1978, é Didi quem se assusta com a barata depois de afugentar o rato que apavorou a vizinha... Já na gravação de 1988, é Dedé quem toma o susto...



















































































Golpe do Bebê no Veterinário:  Os quatro Trapalhões trabalhavam forte num consultório veterinário quando uma mulher comparece com um bebê numa cesta, dizendo que um deles é o pai – um golpe, naturalmente... O desfecho é o mesmo – um policial prende a chantagista – nas versões de 1977 e 1988 – na qual Inês Galvão faz a golpista... 


Fiscalizando a Mala: Recém-chegado na cidade, Didi é obrigado a abrir sua mala e mostrar todo seu conteúdo duas vezes, para dois policiais... No quadro de 1977, gravado em estúdio, Carlos Kurt é um dos fiscais... Função exercida por Dino Santana e Iran Lima na versão de 1988, feita no palco do Teatro Fênix, no Rio de Janeiro... O “remake” tem um adendo no final, quando Tião Macalé pede fogo a Didi, que pensa se tratar de outro fiscal e o manda embora a bala... 


Marinheiro Paquerador:  O marujo Didi tenta “negociar” com uma garota, mas enfrenta forte resistência de seu irmão... No esquete original, de 1977, a garota é vivida por Esmeralda Barros, e no “remake” de 1988, por Cláudia Alencar... Que no quadro é irmã de Roberto Guilherme e neto de Heloísa Helena, que também não quer Didi por perto... O cenário das duas versões é o mesmo: uma casa com escada na porta... Na segunda, porém, Didi divide as pancadas que leva da garota com seu dublê, Baiaco...


Carregando a Garota:  No esquete exibido em “Os Trapalhões – Especial” de 1977, a “sócia” de um homem que se exercitava na praia (interpretado por Aurimar Rocha) desmaia e ele pede a Didi, que brincava com seu cachorro Arquimedes, que a segure em seus braços enquanto vai pegar a chave do apartamento, que esqueceu na casa da mãe dela... Enquanto isso, Didi precisa explicar a um policial (papel de Antônio Pitanga) porque está carregando uma mulher... No “remake” feito em 1988, o homem está voltando “sóbrio” de uma noitada com a “sócia” – o casal é vivido por Ewerton de Castro e Nani Venâncio – e Didi precisa se explicar para Stênio Garcia, que faz o policial...


Viking Engessado:  Para não trabalhar forte nos remos do barco viking, Didi tenta aplicar o golpe do gesso, mas o comandante da embarcação manda ele abrir a escotilha para saber se o mar está agitado... Carlos Kurt é o comandante viking no esquete de 1977 e Roberto Guilherme assume a função na regravação de 1988, que tem Jorge Lafond como tocador de tambor, marcando as remadas em ritmo de samba...


Correndo Atrás do Fisco: Didi faz a declaração  de Imposto de Renda com o gerente do banco e descobre que tem direito a restituição... Então é por isso que ele se prontifica a ir atrás desse tal de fisco... No quadro de 1978, o gerente é Luiz Armando Queiroz, e no “remake” de 1988, a função é exercida por Isaac Bardavid... 


Se Fosse No Dedé, Pegaria: Mussum e Zacarias tem receio de dizer a Dedé que foi traído pela “sócia” e Didi resolve a situação dizendo que numa briga uma cadeira passou dois dedos acima de sua cabeça – e se fosse ele, teria acertado em cheio... A diferença dos quadros de 1978 e 1988 é o cenário – no primeiro, é a casa de Dedé, no segundo, é uma praça, ambos montados em estúdio, sempre com Dedé lendo jornal - e Didi, que encontra Zacarias e Mussum acompanhado de sua "sócia"...  


Carro Invisível:  No esquete original, de 1978, Dedé mostra empolgado seu novo carro que só os inteligentes podem ver para a “sócia”... No “remake” de 1988, Didi é o vendedor de uma loja de carros importados que oferece o veículo a dupla Jane e Herondy... Esta versão foi gravada no palco, com plateia, e no final a dupla cantou “Dois Num Só Coração”... Na anterior, feita em estúdio, a paisagem de uma rua (no caso, a Rua Ferreira Viana, na região do Flamengo, no Rio de Janeiro; ao fundo pode-se ver o letreiro do Hotel Flórida, que existe até hoje, com o nome de Windsor Florida...) foi inserida por meio de um efeito de “chroma-key” - e se nota que um volume faz as vezes do carro...

































Mendigo com Manequim: Na rua, Didi pede esmolas para sua “sócia” Jurema, que está deitada embaixo de um cobertor, e dois passantes discutem quem vai dar a maior contribuição... Depois que eles vão embora, Didi resolve ir mendicar em outro lugar, levando Jurema junto – na verdade, as pernas de um manequim... No original de 1978, os dois passantes são interpretados por Carlos Kurt e Dino Santana, e a nova versão conta com o também dublador Miguel Rosenberg... 


Chorando por Jandira:  Na versão de 1977, Zacarias tira o sono de Didi por causa da ausência de Jandira... Em 1988, quem não consegue dormir com o chororô de Zacarias é Dedé... No original, Jandira é uma cadela... No “remake”, é uma gata... 


Fuzil Sem Dono: O comandante da SUAT (Átila Iório) quer saber qual é o soldado responsável pelos furtos que tem ocorrido no quartel, inclusive o do fuzil de “Ferrabrás Souza Dias”, cujas iniciais FSD foram confundidas com “Fuzil Sem Dono”... O quadro original, de 1978, é da fase que a paródia ao seriado policial estadunidense deu lugar a reedição dos esquetes da Legião Estrangeira, que Renato Aragão fazia na TV Excelsior, em 1965... E que depois se transformaram nos quadros do Sargento Pincel, caso do “remake” de 1988... Que foi acrescido de uma parte onde Pinça (Roberto Guilherme) tenta dar instrução a Didi, quer dizer, ao soldado 49, antes de prestar esclarecimentos ao comandante (Jorge Cherques)... 



Guarda-Costas do Comendador: Didi trabalha forte para proteger a vida do comendador, já que será muito bem pago para isso... Em 1977, o contratante de Didi é Lutero Luiz, em 1988, Cláudio Cavalcante... 


Torpedo Primeiro e Torpedo Segundo: Dedé, Mussum e Zacarias estudam para o exame do supletivo e  Didi demonstra todo o seu conhecimento explicando que torpedo são dois, os imperadores Torpedo Primeiro e Torpedo Segundo... O texto das versões de 1978 e 1988 é exatamente o mesmo, sendo mantidos até os trocadilhos com Bilac e Cadillac, ou com Eisenhower e azinhave... No quadro orginal, há um “merchan” dos cadernos escolares com desenhos dos Trapalhões na capa...


A Noiva do Mecânico:  A “sócia” de Didi leva seu pai para conhecê-lo no seu local de trabalho, uma oficina mecânica... No esquete de 1977, Didi discute com o futuro sogro, interpretado por Macedo Neto, pai da personagem de Sônia Mamede e acaba guinchado, literalmente, já que o quadro foi gravado em externa... No “remake” de 1988, a “sócia” e o pai, Cissa Guimarães e Percy Ayres, conversam debaixo do Fiat 147 que Didi está consertando, e acaba multado pelo futuro sogro, que trabalha no Detran... 


Brigando pelo Casal: A versão original, do especial de 1977, mostra o mordomo Didi intermediando as farpas e as agressões dos dois “sócios” o dia inteiro, inclusive na cama... Na regravação de 1988, a ação se passa durante o jantar, e no final, o mordomo Zacarias mata os patrões – interpretados por Felipe Carone e Telma Reston... 


Tinta Fresca: Didi precisa pintar o banco da praça e quando o homem que está sentado não quer sair, é pintado também... O banco de encosto alto é o mesmo nas versões de 1977 e 1988 – nesta, protagonizada por Mussum, Tony Tornado é coberto de tinta branca e recebe no pescoço uma placa de “Tinta Fresca”...