sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Trapas 6.0: Revendo Remakes dos Trapalhões, Parte 2 de 2 (1988-1989)...

 










































Fazendo Ginástica Para Fugir da Pensão:  Didi usa uma corda para ir embora da pensão sem pagar, e quando é surpreendido pelo dono, um português, diz que está fazendo ginástica, mesma desculpa que usa para beijar sua filha... Na primeira versão, de 1977, a pensão é de Maurício do Valle e a filha é Dilma Lóes...  No “remake”, de 1988, Carvalhinho é o proprietário da pensão e a filha é interpretada pela cantora Sarajane, o quadro é introduzido depois que ela canta “Xenhenhém” e lhe pedem para contar algo sobre sua vida... 


Quebrando a Casa do Vizinho: No quadro original, de 1977, Gaudêncio, Zacarias com peruca black power e bigode, volta para casa cansado do trabalho e descobre que os móveis foram todos trocados... A voz de sua consciência diz que a “sócia” dele está esbanjando o dinheiro que ganha com tanto sacrifício e ele começa a quebrar tudo, até descobrir que entrou na casa dos vizinhos... Na versão de 1988, Didi comete o engano e a voz da consciência é Wilton Franco...


Beijando a Filha na Frente da Mãe:  Na primeira versão do esquete, de 1978, Zacarias é desafiado pela mãe da garota que beijou (Maralise Tartarini) a repetir o gesto na sua frente, o que ele faz imediatamente... Na regravação, dez anos depois, a mãe é uma portuguesa e é Didi quem volta a beijar a garota (Narjara Turetta)...


Madeira no Ponto:  O marceneiro Didi serra o poste que indica uma parada de ônibus com o serrote que esconde em uma tipoia porque lhe disseram que madeira no ponto é perfeita para ser trabalhada... A serragem do poste é interrompida pela passagem de um guarda, em 1977, Carlos Kurt, e em 1988, Roberto Guilherme...


Festa na Casa do Comendador:  O mordomo Dedé aproveita que seus patrões vão viajar para Buenos Aires e chama Didi, Mussum e Zacarias para fazer uma festa, vide Didi trabalhando forte na banheira da casa... O patrão volta inesperadamente e ao flagrar a festa, quer dar parte na polícia... Mas ele muda de ideia quando encontra sua amante e despacha a “sócia” para a Argentina enquanto permite que a festa continue... A primeira versão do quadro, de 1977, gravada no apartamento onde Renato Aragão morava na região do Leblon, tem Aurimar Rocha e Dilma Lóes como patrões, papeis que no “remake” são de Percy Ayres e Ida Gomes... Nessa versão, gravada no Teatro Fênix, além de uma apresentação do grupo Fundo de Quintal, a amante do patrão é interpretada pela ex-Miss Brasil Deise Nunes...


O Rato: Didi aproveita que a vizinha está assustada com um rato para “negociar”, mas só até o “sócio” dela aparecer... O papel da mulher no esquete de 1977 foi de Sônia Mamede, a primeira Ofélia do Fernandinho (papel que também interpretou em “Os Trapalhões”, ao lado de Lúcio Mauro, sendo que na fase da "Agência Topa Tudo", em 1992, depois de Sônia ter saído de cena, o papel ficou com Nádia Maria...), e na versão de 1988, quem se apavora com o roedor é Susana Vieira... 


“Palhaço é No Fim da Fila”: Didi comparece para fazer uma inscrição, mas o pessoal que chegou mais cedo manda ele ir para o final da fila – ali, bem na frente da porta que é aberta por um funcionário perguntando quem é o primeiro que vai se inscrever... Em 1977, o funcionário é Átila Iório, em 1988, Maurício do Valle... A placa “Inscrições  a Partir de 1º de Agosto” se mantém nas duas versões... O ator Tony Arantes aparece em ambas as duas filas... 


Ovo de Codorna na Lua de Mel:  Didi, Zacarias e Mussum negociam o aluguel de um quarto para a lua de mel de um idoso com uma jovem... Sendo que tanto em 1978 quando em 1988, é tocada a música “Ovo de Codorna”, de Luiz Gonzaga, na primeira versão, para Lajar Muzuris, e na segunda, para Jofre Soares, que se “associou” a Marriette...
























































































Cachorro com Patas:  Um homem passa pela rua e ao ver uma placa anunciando a venda de um cachorro e patas, bate na porta da casa de Didi...  O numero de patas varia nas versões de 1978, seis, e de 1988, duas, mas o “punch” da piada é o mesmo:  Didi vende para o homem (no “remake”, Isaac Bardavid...) o cachorro, que tem quatro patas como todos os outros, e as patas... 


Explodindo o Cofre: Liderados por Dedé, os assaltantes Didi, Mussum  e Zacarias invadem um escritório para arrombar o cofre e levar o dinheiro... Quadro de pantomima com fundo musical instrumental, na versão de 1988, era a trilha do filme “O Sobrevivente”... A placa “Proibido Atirar Pontas de Cigarros no Chão” e a “gag” respectiva, presente no esquete original de 1977, reaparece no “remake”... 


A Favor da Gemada:  Um casal com a esposa grávida dorme no banco de uma estação de trem e tem o sono interrompido por Didi, que prepara uma gemada exaltando os benefícios da bebida para sua virilidade... O quadro de 1978 conta com Francisco Di Franco no papel de marido, desempenhado no “remake” de 1988 por João Carlos Barroso, que atua ao lado de sua esposa na época, a atriz e dubladora Sheila Dorfman, a dubladora de Paola e Paulina em “A Usurpadora”... Na parte em que Didi mostra a foto dos filhos, Barrosinho coloca um caco em sua fala: “Esses filhos são do Aragão ou do personagem???”... 


Banheiro Completo:  Dedé pergunta a Zacarias e Mussum o que um banheiro precisa ter e quando eles lembram da água, acabam molhados... Claro que Didi não cai na pegadinha aproveita para dar um banho em Dedé... A primeira versão, de 1982, é da fase que os quadros do programa começaram a ser gravados com plateia no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro... O “remake”, de 1988, conta com a participação do cantor Biafra, que se apresenta no final do esquete...


 Vinte Minutos Para Pentear Macaco:  Nas duas versões, em 1978 e 1988, Mussum importuna um guarda dizendo para ir pentear macaco e Didi ainda pergunta porque ele não foi ainda... No original, o guarda é interpretado por Claudionei Penedo, no “remake”, por Roberto Guilherme, que é interrompido por Mussum quando contava vantagem sobre seu trabalho para uma garota...


Mudando o Alvo do Fuzilamento:  No esquete de 1977, Mussum é um ditador africano que ordena o fuzilamento de uma estrangeira (Terezinha Elisa), mas acaba executado por Didi, Dedé e Zacarias, quando a mulher tira o cobertor, ficando só de biquíni... No “remake” de 1988, Carlos Kurt é um oficial nazista que atende a última vontade de uma espiã (Magda Colares), fazendo que ela não veja sua execução, porém acaba fuzilado pelos quatro Trapalhões por ter usado o sutiã para vendá-la... 


E Tome Chazinho:  De tanto convidar a vizinha para tomar chazinho, Didi é obrigado pelo pai dela a tomar um caldeirão de chá... Em 1978, pai e filha são vividos por Walter Stuart e Maralise Tartarini... No “remake”, dez anos depois, os papeis ficaram com Dary Reis e Mariette... 


O Terreno Mais Vendido: Didi trabalha forte como corretor imobiliário e consegue vender duas vezes o mesmo terreno na região de Jacarepaguá duas vezes, precisando lidar com os compradores, que estão "full pistola", literalmente... Na regravação do quadro de 1978, os compradores ludibriados são interpretados por Ewerton de Castro e Stephan Nercessian...

























































































































Pintores Vivendo Intensamente: Na temporada de 1989, a quantidade de “remakes” de quadros diminuiu enormemente, com a direção investindo em especiais temáticos... Eventualmente uma ou outra regravação entrava no roteiro, podendo ou não ter relação com o tema do especial...  Três pintores tentam conquistar uma garota que discute a relação com o “sócio” e quem leva a melhor é o mais baixinho deles, ao dizer que o importante na vida é viver intensamente... Na primeira versão do quadro, de 1978, o pintor sortudo é o anão Quinzinho, e no “remake” de 1989, o papel cabe a Ferrugem... O homem preterido foi interpretado por Francisco Di Franco, que é chamado por Didi de “irresistível Jerônimo”, citando o papel-título desempenhado pelo ator na novela da TV Tupi, que teve um "remake" no SBT, também protagonizado por ele, e Otávio César... A mulher ficou a cargo de Tânia Scher e, na segunda versão, de Inês Galvão...


O Casamento da Filha do Facêta: A versão original do musical de Didi e Zacarias aconteceu em um show de calouros comandado por Dedé, em 1979... Depois a música foi lançada no disco “O Forró dos Trapalhões”, em 1981... Quando foi feita uma nova versão da apresentação... A versão de 1989 faz parte de um programa sobre as músicas gravadas pelo grupo, ao lado de canções como “O Pau de Arara” e “Procurei Tereza”... Aqui o concurso de calouros dá lugar a um casamento, com Dino Santana de noivo e Guilherme Osty de padre... Alguns versos da canção original foram retirados, as referências ao filme “O Último Tango em Paris” e a novela “Os Gigantes”, mas a citação a Ney Matogrosso permaneceu...


Mala do Hulk: Na primeira versão do quadro, de 1979, Hulk, campeão sulamericano de levantamento de peso e sua noiva comparecem ao hotel para desfrutarem da lua de mel... Didi é o “bell boy” que precisa subir e descer as malas o tempo todo, já que a noiva (nesta versão, Sylvia Massari...) está sempre insatisfeita com os quartos escolhidos pelo gerente (no caso, Rogério Cardoso...)... A regravação aconteceu em um especial sobre super-heróis de 1989, onde Hulk é  o próprio personagem da Marvel, verde como sua exigente noiva (aqui, Sandra Bréa...), que pressiona o gerente (agora interpretado por Paulo Figueiredo...) o tempo todo, até o momento que Didi se cansa de carregar as malas e manda o noivo levar a bagagem, enquanto cuida da noiva... 


Noivas Trocadas na Lua de Mel: Didi e Dedé se casam juntos e na muvuca da festa acabam trocando de noivas... Felizmente, Dedé descobre, quando ia rezar, uma pinta na perna que só a noiva de Didi tem e vai desfazer a troca, mas acontece que Didi não tem o hábito de rezar antes de ir para a cama... O quadro original é de 1977 e o “remake” faz parte de um especial com gêmeos realizado em 1989... Em 2010, uma nova versão do esquete foi feita em “As Aventuras do Didi”, com a banda cearense Forró do Muído, na qual Didi e Dedé são noivos de ninguém menos que Simone e Simaria, que fizeram o papel de gêmeas mesmo com uma diferença de dois anos de idade entre elas...



Viúva do Baltazar: Os Trapalhões tentam consolar uma mulher que sofre pela perda de seu “sócio” Baltazar, que volta para reencontrá-la... Na versão original, de 1978, a viúva é Tamara Taxman e Baltazar, Carlos Kurt... No remake de 1989, apresentada pelo canal Viva, os papeis da viúva e do “sócio” são de Angela Leal e Isaac Bardavid... Há uma terceira versão, exibida em 1991 (também mostrada no Viva...), o episódio do Trapa Hotel, “A Viúva”, escrito por Renato Aragão e Paulo Duarte, onde os papeis da viúva (chamada de Julieta...) e de Baltazar são de Sylvia Massari e André Valli... 


Posso Comer Mais Uma Bananinha???:  Aparentemente, Didi quer “negociar” com uma garota (Dilma Lóes...) que tem um irmão muito ciumento (Carlos Kurt...), mas na verdade ele apenas pretende se servir das bananas da fruteira da casa... A primeira versão do quadro é de 1977, e na regravação de 1989, a garota é vivida pela cantora Tânia Alves, e o irmão, por Roberto Guilherme... 


Vende-se Ovos Frescos: O quadro original, de 1977, foi incluído na retrospectiva que abre a temporada de 1988 de “Os Trapalhões” (no primeiro programa apresentado pelo Viva...), isso sem contar as inúmeras reprises no “Vidio Xô”, até janeiro de 2019, quando a atração saiu do ar...  O “remake” de 1989 foi dividido em duas partes... Na primeira, Didi deixa cair sua única calça da janela do alto do sobrado e a pessoa que passa pela rua e ele pede para que devolva a vestimenta fica com ela, no original, Mussum, no “remake”, Tião Macalé, e depois tenta vender ovos para Dedé, nas duas versões, situação que lembra vagamente o episódio “Quem Baixa as Calças Fica Sem Elas”, de “Chaves”... Na segunda, Didi se incomoda com um casal que namora bem embaixo de sua janela e arruma briga com o rapaz, sendo forçado a mudar a placa que anuncia ovos frescos para “Vende-se Ovos Mexidos”... Em 1977, os “sócios” eram Carlos Kurt e Sônia Mamede... Em 1989, Alexandre Frota e Paola Bettega... 


Água Fervendo e Palito:  Sem dinheiro para comer numa lanchonete, Didi pergunta ao balconista o que tem de graça... Água fervendo e palito, o balconista responde... E é só isso que Didi precisa para tomar um chá – com adoçante – e cozinhar um ovo... Na versão de 1977, o balconista é Dedé, e no “remake” de 1989, que aparece no meio de um especial sobre academias de ginástica, mantido o chiste do adoçante, o papel ficou com o experiente Benjamin Cattan, vide “caco” de Didi sobre o valor dos cachês não acompanhar a inflação, dificultando a aquisição de carros e até a troca de pneus...































































































Lançadas Têm Charme em Nome do Amor ou da Amizade...

Na hora do Namoro ou Amizade, ela pediu o Silvio em casamento, que a Dona Íris não saiba, digo...

 


















E quem reclama dos aplicativos hoje não faz ideia de cada fria que comparecia através das cartas...














































O Tamanho do Charme...

No Você Tem Charme,  até Daniele Winits e Mônica Iozzi tiveram o atributo medido pelo swinsuit...







































Fosse um concurso para descobrir o novo Zé Bonitinho,  nós teríamos um vencedor incontestável...


quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Lançadas Perguntam Qual é a Música de Kajuru, Felipeh Campos, Hebe e Dani Souza...

Jorge Kajuru faz Silvio Santos rir litros ao contar do dia em que ficou com Adriane Galisteu, digo...

 











































































Felipeh Campos causava impacto de primeira sem citar Agnaldo Timóteo na entrevista com Bozo...









































Capa do Site – “Copa do Brasil pode dar respiro financeiro ao Timão em meio a dívidas”. Caso passe das oitavas de final, a premiação pode chegar a 4 milhões de reais, agora é só avisar o Chapolin Colorado...
“Morre Geraldão, ex-atacante bicampeão paulista pelo Timão, aos 7.7”. Atacante em 1977, justamente o ano do fim da fila corinthiana...

























Muito Além da Dança do Siri...

Ali competiam crushes de Silvio, Hebe Camargo, Adriane Galisteu, Fafá de Belém, alergia à parte...












































Proposta do Pânico era muito mais diversificada,  inclusive quando ao comparecimento feminino...




quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Trapas 6.0: Revendo Remakes dos Trapalhões, Parte 1 de 2 (1988)...













































































































Em janeiro de 2018, o canal Viva iniciou a exibição de "Os Trapalhões", a partir da temporada de 1988... Algum tempo depois, nosso colega de rede, humorista e fornecedor de DVDs, Pancada, começou a trabalhar forte na digitalização das gravações em VHS das reprises do programa mostradas pela Globo na faixa matutina entre 1996 e 1998... Sendo em que em março de 1997, a reapresentação começou a ser feita em ordem cronológica, desde a estreia da atração, em janeiro de 1977 - a qual em São Paulo foi até 1998... Ao comparar os programas digitalizados com as apresentações do Viva, Pancada ficou impressionado com o alto número de quadros do final dos anos 1970 que foram refeitos em 1988 e também em 1989... Não que ele não tivesse visto esse fenômeno antes, mas, enfim... Na série clássica de Chaves, produzida entre 1973 e 1979, muitas histórias, inclusive as sagas, tem duas ou três versões diferentes... Isso aconteceu principalmente devido a combinação de três fatores: mudanças no elenco, a falta de concorrência da Televisa no mercado mexicano e como Chespirito escrevia todos os roteiros, a remuneração dos autores era maior que a dos atores,  repetir histórias aliviava um pouco a carga de trabalho... Quanto a "Os Trapalhões", a temporada de 1988, a primeira com direção geral de Wilton Franco na Globo, no começo do ano foram exibidos programas com seleções de quadros antigos, privilegiando os anos iniciais da atração... Assim, é possível que essas reprises tenham influenciado a decisão de encenar esquetes novamente, lembrando que os quadros eram escritos por um grupo grande de redatores, e em 1988, a redação final era de Renato Aragão e do diretor Wilton Franco... Este levantamento selecionou 48 quadros que foram refeitos nas temporadas de 1988 e 1989 de "Os Trapalhões"... A maioria das segundas versões é de 1988 e o número diminui no ano seguinte porque a prioridade da direção passou a ser a realização de especiais temáticos... Entre os esquetes originais, quase todos foram feitos antes de 1980, muitos em 1977 e 1978, as primeiras temporadas dos Trapalhões na Globo, facilmente identificáveis pelos cabelos grisalhos e as costeletas à Tio Patinhas de Renato Aragão... Ficaram de fora alguns "remakes" "crônicos"- por exemplo, "Abelhinha Quero Mel" - e quadros com situações similares, mas com roteiros completamente diferentes - caso do esquete do bandido do Velho Oeste que bebeu e não quer pagar a conta, que tem versões com Maurício do Valle e Roberto Guilherme...


Filhas Que São Dose: Na versão original, de 1979, Didi era o funcionário a quem o patrão tentava convencer a “associar-se” com uma de suas filhas... Didi, por sua vez, a todo momento caía com uma revista no chão e dizia com sinceridade ao chefe que os negócios estavam indo muito bem, mas que ele estava muito mal de filhas... No “remake”, Zacarias é o funcionário que repete a todo momento ao patrão, vivido por Sérgio Mamberti, que apesar da proposta de sociedade na empresa, as filhas são dose... O final das duas versões é semelhante:  o funcionário deixa pela empregada do patrão... 



A Nova Vizinha: Didi e Dedé descobrem que tem uma nova vizinha e tentam conhecer ela melhor colocando cadeiras na calçada para conversar, pelo menos enquanto o pai dela permitir...  Na primeira versão, de 1977, a vizinha é interpretada por Bete Mendes, e no “remake”, por Narjara Turetta, e a negociação conta com o reforço de Mussum e Zacarias... Em 1988, o pai é vivido por Colé Santana, tio de Dedé, o que motivou um caco do sobrinho, que chama o pai da moça de tio enquanto ele nega o parentesco... 


Chave do Jipe:   Na primeira versão, de  1978, os policiais da SUAT aproveitam que o comandante está dormindo e tentam pegar a chave de seu carro... No “remake” de 1988, quem vai atrás da chave é a tropa do Sargento Pincel, entrando no quarto do comandante interpretado por Jorge Cherques... Entre as duas versões, há uma terceira, de 1985, na qual o jipe pertence ao Capitão Tomás – papel de Carlos Alberto de Nóbrega – que dorme tranquilamente com a “sócia” – a cargo de Catita Soares... 


A Família da Moça:  Didi é obrigado pelos familiares de sua “sócia” a sair da cama e se casar com ela... Na gravação original, de 1977, entre os parentes revoltados estavam Átila Iório, Francisco Di Franco e Ted Boy Marino... O “remake” de 1988 também tinha um elenco estelar:  Arthur Costa Filho, Danton Jardim, Guilherme Corrêa, Selma Lopes e Stephan Nercessian...


Limpando o Terreno:  Didi, Dedé, Mussum e Zacarias trabalham forte na limpeza de um terreno em frente a um ponto de ônibus, arrumando encrenca quando começam a jogar entulho nas pessoas que esperavam pela condução... A versão de 1977 foi gravada em externa, na cidade cenográfica da Globo, na região de Barra de Guaratiba, no Rio... A regravação, em estúdio, mostra Mussum cantando uma paródia, surgida nas arquibancadas de futebol, do “jingle” de uma marca de biscoitos: “É hora do lanche, que hora tão feliz, queremos o forévis do juiz”...


Bebê Bobão: Didi se senta ao lado de uma ama de leite, esperando que amamente o bebê, ficando decepcionado quando ela usa uma mamadeira para alimentar a criança... Nas duas versões do esquete, de 1978 e 1988, a conversa de Didi com a ama - Wanda Moreno e Narjara Turetta - é interrompida por um garoto que vende doces e reclama da sovinice dele – na primeira, o vendedor é vivido por Alexandre Régis, que tinha 14 anos na época... 


Pintores Aconselham o Casal:  Didi e Mussum estão pintando a fachada de uma casa quando ouvem um casal discutindo e começam a dar palpites sobre a relação... No quadro original, exibido em um dos primeiros programas dos Trapalhões na Globo, em 1977, Dedé é o marido e Dilma Lóes a esposa, e Zacarias faz companhia aos "sócios"... No “remake” de 1988, o casal que discute a relação é feito por Felipe Wagner e Susana Vieira... 


Medo de Barata:  Na versão de 1978, é Didi quem se assusta com a barata depois de afugentar o rato que apavorou a vizinha... Já na gravação de 1988, é Dedé quem toma o susto...



















































































Golpe do Bebê no Veterinário:  Os quatro Trapalhões trabalhavam forte num consultório veterinário quando uma mulher comparece com um bebê numa cesta, dizendo que um deles é o pai – um golpe, naturalmente... O desfecho é o mesmo – um policial prende a chantagista – nas versões de 1977 e 1988 – na qual Inês Galvão faz a golpista... 


Fiscalizando a Mala: Recém-chegado na cidade, Didi é obrigado a abrir sua mala e mostrar todo seu conteúdo duas vezes, para dois policiais... No quadro de 1977, gravado em estúdio, Carlos Kurt é um dos fiscais... Função exercida por Dino Santana e Iran Lima na versão de 1988, feita no palco do Teatro Fênix, no Rio de Janeiro... O “remake” tem um adendo no final, quando Tião Macalé pede fogo a Didi, que pensa se tratar de outro fiscal e o manda embora a bala... 


Marinheiro Paquerador:  O marujo Didi tenta “negociar” com uma garota, mas enfrenta forte resistência de seu irmão... No esquete original, de 1977, a garota é vivida por Esmeralda Barros, e no “remake” de 1988, por Cláudia Alencar... Que no quadro é irmã de Roberto Guilherme e neto de Heloísa Helena, que também não quer Didi por perto... O cenário das duas versões é o mesmo: uma casa com escada na porta... Na segunda, porém, Didi divide as pancadas que leva da garota com seu dublê, Baiaco...


Carregando a Garota:  No esquete exibido em “Os Trapalhões – Especial” de 1977, a “sócia” de um homem que se exercitava na praia (interpretado por Aurimar Rocha) desmaia e ele pede a Didi, que brincava com seu cachorro Arquimedes, que a segure em seus braços enquanto vai pegar a chave do apartamento, que esqueceu na casa da mãe dela... Enquanto isso, Didi precisa explicar a um policial (papel de Antônio Pitanga) porque está carregando uma mulher... No “remake” feito em 1988, o homem está voltando “sóbrio” de uma noitada com a “sócia” – o casal é vivido por Ewerton de Castro e Nani Venâncio – e Didi precisa se explicar para Stênio Garcia, que faz o policial...


Viking Engessado:  Para não trabalhar forte nos remos do barco viking, Didi tenta aplicar o golpe do gesso, mas o comandante da embarcação manda ele abrir a escotilha para saber se o mar está agitado... Carlos Kurt é o comandante viking no esquete de 1977 e Roberto Guilherme assume a função na regravação de 1988, que tem Jorge Lafond como tocador de tambor, marcando as remadas em ritmo de samba...


Correndo Atrás do Fisco: Didi faz a declaração  de Imposto de Renda com o gerente do banco e descobre que tem direito a restituição... Então é por isso que ele se prontifica a ir atrás desse tal de fisco... No quadro de 1978, o gerente é Luiz Armando Queiroz, e no “remake” de 1988, a função é exercida por Isaac Bardavid... 


Se Fosse No Dedé, Pegaria: Mussum e Zacarias tem receio de dizer a Dedé que foi traído pela “sócia” e Didi resolve a situação dizendo que numa briga uma cadeira passou dois dedos acima de sua cabeça – e se fosse ele, teria acertado em cheio... A diferença dos quadros de 1978 e 1988 é o cenário – no primeiro, é a casa de Dedé, no segundo, é uma praça, ambos montados em estúdio, sempre com Dedé lendo jornal - e Didi, que encontra Zacarias e Mussum acompanhado de sua "sócia"...  


Carro Invisível:  No esquete original, de 1978, Dedé mostra empolgado seu novo carro que só os inteligentes podem ver para a “sócia”... No “remake” de 1988, Didi é o vendedor de uma loja de carros importados que oferece o veículo a dupla Jane e Herondy... Esta versão foi gravada no palco, com plateia, e no final a dupla cantou “Dois Num Só Coração”... Na anterior, feita em estúdio, a paisagem de uma rua (no caso, a Rua Ferreira Viana, na região do Flamengo, no Rio de Janeiro; ao fundo pode-se ver o letreiro do Hotel Flórida, que existe até hoje, com o nome de Windsor Florida...) foi inserida por meio de um efeito de “chroma-key” - e se nota que um volume faz as vezes do carro...

































Mendigo com Manequim: Na rua, Didi pede esmolas para sua “sócia” Jurema, que está deitada embaixo de um cobertor, e dois passantes discutem quem vai dar a maior contribuição... Depois que eles vão embora, Didi resolve ir mendicar em outro lugar, levando Jurema junto – na verdade, as pernas de um manequim... No original de 1978, os dois passantes são interpretados por Carlos Kurt e Dino Santana, e a nova versão conta com o também dublador Miguel Rosenberg... 


Chorando por Jandira:  Na versão de 1977, Zacarias tira o sono de Didi por causa da ausência de Jandira... Em 1988, quem não consegue dormir com o chororô de Zacarias é Dedé... No original, Jandira é uma cadela... No “remake”, é uma gata... 


Fuzil Sem Dono: O comandante da SUAT (Átila Iório) quer saber qual é o soldado responsável pelos furtos que tem ocorrido no quartel, inclusive o do fuzil de “Ferrabrás Souza Dias”, cujas iniciais FSD foram confundidas com “Fuzil Sem Dono”... O quadro original, de 1978, é da fase que a paródia ao seriado policial estadunidense deu lugar a reedição dos esquetes da Legião Estrangeira, que Renato Aragão fazia na TV Excelsior, em 1965... E que depois se transformaram nos quadros do Sargento Pincel, caso do “remake” de 1988... Que foi acrescido de uma parte onde Pinça (Roberto Guilherme) tenta dar instrução a Didi, quer dizer, ao soldado 49, antes de prestar esclarecimentos ao comandante (Jorge Cherques)... 



Guarda-Costas do Comendador: Didi trabalha forte para proteger a vida do comendador, já que será muito bem pago para isso... Em 1977, o contratante de Didi é Lutero Luiz, em 1988, Cláudio Cavalcante... 


Torpedo Primeiro e Torpedo Segundo: Dedé, Mussum e Zacarias estudam para o exame do supletivo e  Didi demonstra todo o seu conhecimento explicando que torpedo são dois, os imperadores Torpedo Primeiro e Torpedo Segundo... O texto das versões de 1978 e 1988 é exatamente o mesmo, sendo mantidos até os trocadilhos com Bilac e Cadillac, ou com Eisenhower e azinhave... No quadro orginal, há um “merchan” dos cadernos escolares com desenhos dos Trapalhões na capa...


A Noiva do Mecânico:  A “sócia” de Didi leva seu pai para conhecê-lo no seu local de trabalho, uma oficina mecânica... No esquete de 1977, Didi discute com o futuro sogro, interpretado por Macedo Neto, pai da personagem de Sônia Mamede e acaba guinchado, literalmente, já que o quadro foi gravado em externa... No “remake” de 1988, a “sócia” e o pai, Cissa Guimarães e Percy Ayres, conversam debaixo do Fiat 147 que Didi está consertando, e acaba multado pelo futuro sogro, que trabalha no Detran... 


Brigando pelo Casal: A versão original, do especial de 1977, mostra o mordomo Didi intermediando as farpas e as agressões dos dois “sócios” o dia inteiro, inclusive na cama... Na regravação de 1988, a ação se passa durante o jantar, e no final, o mordomo Zacarias mata os patrões – interpretados por Felipe Carone e Telma Reston... 


Tinta Fresca: Didi precisa pintar o banco da praça e quando o homem que está sentado não quer sair, é pintado também... O banco de encosto alto é o mesmo nas versões de 1977 e 1988 – nesta, protagonizada por Mussum, Tony Tornado é coberto de tinta branca e recebe no pescoço uma placa de “Tinta Fresca”... 




































































Lançadas com VHS, Bozo e Gretchen na Porta da Esperança...

Pancada pergunta se o Seu Gianotti ainda tem as fitas para por preço, por razões de digitalização...

 






































E naquele tempo, em 1986, o comparecimento do Bozo era um sonho, não um pesadelo como hoje...










































Capa do Site – “Timão X Chapolin Colorado: onde assistir e prováveis escalações do jogo pela Copa do Brasil”. Nesta quinta, às 20 horas, no Fielzão Genérico, possivelmente com Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique (OG) e Matheus Bidu; Raniele, André, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Kaio César e Lingard...
“Wesley acerta com o Cabuloso após interesse do Timão”. Atacante aceitou voltar, maaas, tinha um “transfer ban” no meio do caminho...
“Timão decide não liberar Dieguinho para Seleção Brasileira Sub-20”. Diniz tem prioridade sobre os amistosos com a Bolívia...
“Timão oficializa primeiro contrato profissional com joia da base”. Meia Leo Rodrigues, 1.6, agora vai...
“De melhor do Brasil a alvo de críticas: o que mudou no gramado do Fielzão Genérico”. Acreditaram que tem culpa a volta do futebol antes da maturação na grama plantada durante a reforma, Zakaria e Yuri Alberto (OG) que o digam... 















Todo Mundo Gosta do Silvio de Marcelo Costa...

Colocando chapéu da cantora country,  Silvio poderia muito bem apresentar o Especial Sertanejo...







































Katia, que sonhava em ser Sula Miranda, teve de trabalhar forte no Conga La Conga de Gretchen...


terça-feira, 4 de agosto de 2026

Lançadas Topando Tudo na Sessão +SBT...

De fato, é impressionante, por mais que demitam o Carlinhos Aguiar, ele sempre volta para o SBT...
























































Ficaríamos honrados em receber telefonema de Ruth Romcy, e não importa de onde venha,  digo...





















Capa do Site – “Com dúvidas, Timão inicia preparação para decisão contra o Chapolin Colorado”. Zakaria, Yuri Alberto (OG), Vitinho, Hugo, como diz a Fiel, “É!!!, Quinta feira!!!”...
“À espera do novo contrato, Memphis passa por bateria de exames em São Paulo”. Por detalhes, Maísa...
“Fernando Diniz é absolvido em julgamento no STJD e fica à disposição do Timão”. Vide confusão com Jadson no jogo com o Fhuracão... 































 



Fã da Peruca...

A gente esperava alguma coisa com Ivo Holanda, porém o pequeno fã do Raça Negra foi excelente...











































































Mas a melhor parte da estreia da Sessão +SBT foi a homenagem que fizeram ao Memphis no final...


segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Trapas 6.0: Atrapalhando o Guia de Episódios sem Globoplay (1995)...

Pois logo no primeiro programa de 1995, o canal Viva cortou o balé das Didicas, e por razões de Terezinha Elisa...

 




























A temporada 1995 de “Os Trapalhões” não está disponível na Globoplay e foi mostrada apenas e tão somente duas vezes pelo antigo canal Viva, hoje Globoplay Novelas, em novembro de 2018 e outubro de 2019, num total de 10 episódios, o estudo de Gabriel Satuno aponta que a Globo apresentou  nesse ano, o último em que a atração foi produzida, 16 programas, em 13 de janeiro de 2020, exatamente quando Renato Aragão completou 8.5, o programa humorístico deixou a faixa de humor da emissora paga com a apresentação de dois programas curtos de 1990, ou seja, sem “Trapa Hotel”, a atração voltou num tributo a Zaxarias, em março, no mês de agosto, no período da madrugada, e nas noites de segunda feira em outubro, sempre a título de tapa buraco, dando início a um “loop” das temporadas de 1988, 1989 e 1990, além do canal ter apresentado quatro shows do “Criança Esperança”, em 2021, a exibição da madrugada chegou ao fim no mês de maio, exatamente quando passavam os episódios de 1990, retomada esporadicamente aos sábados em julho, e na faixa noturna, às terças, foram mostradas as temporadas de 1992 e 1993, finalizando em 21 de dezembro, e os últimos programas exibidos pela emissora  nesse ano foram os especiais de Natal de 1988 e 1989, no dia 25 de dezembro, depois dessa data, “Os Trapalhões”  voltaram ao Viva apenas em novembro de 2022, quando alguns programas de 1988 e 1989 foram incluídos numa homenagem a Roberto Guilherme, mais conhecido como Sargento Pincel, que saiu de cena aos 8.4... Quanto a temporada de 1995 em si, cuja estreia aconteceu em 23 de abril, ela era um esforço de retomada após os desacertos de 1993 e a saída de cena de Mussum em 1994, mas foi  cancelada abruptamente poucos meses após a estreia, ocorrida em abril daquele ano, o site “Memória Globo” aponta que no dia 27 de agosto de 1995 foi exibido o último programa da temporada, fato relembrado em algumas reportagens na internet em agosto... Dirigido pelo filho de Renato Aragão, Paulo Aragão Neto, o programa retomou a exibição de “melhores momentos de todos os tempos”, que funcionou muito bem em 1994, ano em que o diretor geral da Globo,  José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o pai do Bofinho, depois que a temporada de 1993, comandada por José Lavigne, não melhorou a audiência da atração, deu um descanso ao grupo, que ainda contava com Mussum, resgatando, com o acréscimo de convidados especiais recrutados no "cast" da emissora, o esquema de esquetes no palco com plateia que era a marca registrada da gestão de Wilton Franco, diretor de “Os Trapalhões” entre 1988 e 1992 e antecessor de Lavigne, egresso do “Casseta e Planeta Urgente”... Para auxiliar Didi e Dedé, os dois Trapalhões remanescentes, a interagir com a plateia e os convidados, surgiram as Didicas, assistentes de palco interpretadas por Roberto Guilherme e Terezinha Elisa, então é por isso que a exibição da temporada de 1995 tinha tantos cortes, já que a família da atriz tem um pleito de direitos de imagem junto a Globo, além da mutilação dos quadros de palco, a reivindicação também prejudicou a apresentação de quadros mais antigos, resultando em um número excessivo de esquetes de 1993, uma temporada incompreendida pelos fãs, já que o time de redatores e o diretor, ligados ao grupo de Guel Arraes,  o reformulador do humorismo global na década de 1980, afastaram o programa da comédia pastelão e do humor mais físico, de inspiração circense, um problema que não se sentiu nas reprises de 1994, que misturavam quadros de várias épocas e diretores, Augusto César Vanucci, Adriano Stuart, Osvaldo Loureiro, Gracindo Júnior, Paulo Araújo, Walter Lacet, Carlos Manga, Maurício Tavares, Wilton Franco, Maurício Sherman e o próprio Lavigne, mas é notado fortemente numa exibição em ordem cronológica, como era a do Viva...  Nos últimos programas da temporada de 1995 percebe-se uma das mudanças feitas para tentar manter a atração no ar, já que a Globo suprimira a exibição dominical da “Escolinha do Professor Raimundo”, o que aumentava as incertezas sobre a continuidade da produção, no caso, o “Plantão Trapalhão”, quadro em que Alessandra Aguiar entrevistava atores globais que trabalhavam forte na zoeira com  Didi e Dedé, elenco da primeira temporada de “Palhação", que começou a ser mostrada pelo Viva em 2020, trabalhou forte nesse quadro e em participações no palco, num esforço de alavancar o humorístico com base no sucesso da trama, que veio a ocupar o horário que era das reprises de “Os Trapalhões” e da exibição da “Escolinha” nas tardes de segunda a sexta-feira... A outra mudança, relatada no “Memória Globo”, não chegou a aparecer no canal pago... Quadros inéditos, onde os dois Trapalhões contracenavam com Eliezer Mota, Tom Cavalcante, Roberto Guilherme, Terezinha Elisa, Ops!!!,  uma tentativa de repetir o esquema de “Os Trapalhões em Portugal”, que fazia grande sucesso no país europeu desde sua estreia na emissora SIC, também em 1995, quem sabe, caso os novos esquetes funcionassem, posteriormente haveria um intercâmbio entre as produções dos dois programas, já que a Globo possuía participação acionária na SIC, o que obviamente não aconteceu, já que o último programa de “Os Trapalhões” foi veiculado na Globo em 27 de agosto de 1995, Renato Aragão reapareceria em programas especiais nos dois anos seguintes e voltaria a ter uma atração fixa somente em 1998, por obra da nova diretora geral da emissora, Marluce Dias da Silva, em “A Turma do Didi”, Renato contava com Eliezer Mota, que participou do programa em  1995, mas não com Dedé, que só voltou a contracenar com Didi na telinha em 2008...































E também cortaram a parte em que Didi liga para Faustão querendo trocar Didicas por bailarinas do Domingão...













































Episódio 1 (última exibição em 14 de outubro de 2019): A temporada de 1995 de “Os Trapalhões” começa com Didi beijando o palco e fazendo um “stand-up” com Dedé sobre o anão que foi sugado por um aspirador de pó... Depois do quadro dos instrumentos musicais internados no hospício, Didi recebe Letícia Spiller e Marcello Novaes, vide novela “Quatro por Quatro”... Ela lembra os tempos em que trabalha forte como a Querência do Zé do Brejo e ele dá uma aula sobre beijo técnico... Então é por isso que Didi sapecou uma beijoca em Letícia depois de mostrar os grandes beijos da história do programa e ela mandou uma tortada na cara de Didi inspirada pelas maiores tortadas de todos os tempos da atração... Márcia Cabrita informa a Anderson Muller onde fica a escola para gagos, embora ache que ele gagueje muito bem... Essa sabe tudo... Para não ser pego no flagra pelo viking Pinça com a “sócia” dele, Didi banca a estátua e descobre que os chifres são naturais... Ops!!!... (Nesse ponto, o Viva suprimiu o trecho em que no palco, Dedé apresenta as dançarinas do programa, as Didicas - uma delas, Terezinha Elisa - e Didi conversa pelo celular com Fausto Silva, que está no palco do "Domingão do Faustao" pedindo para trocar as Didicas pelas meninas da aeróbica, e o apresentador deixa pelo Caçulinha e pelo Renatão...) Dedé ouve um coro de “Sete! Sete! Sete!” vindo do muro e quando vai dar uma espiada, Didi bate com uma lata em sua cabeça e repete com Mussum  e Zacarias... “Oito! Oito! Oito!”... Didi recebe um imitador mascarado, que na verdade é Tom Cavalcante... Que também imita FHC, Adriana Calcanhoto e Roberto Carlos... (Antes desse quadro no palco, o Viva cortou o esquete com Didi e o macaco no bar, porque o barman era Ted Boy Marino...) Em “Cinema Mudo”, Didi recorre a “Os Pirata!!!” para salvar Sorvetão do “melquior” Pinça... A repórter Andrea Prass mostra o trabalho forte da irmã Muriele, na região do Boa Vista do Lobato, em Salvador, para tirar das ruas meninas que poderiam se prostituir, e o Projeto Axé, com 70 educadores que direcionaram 3.000 crianças que viviam nas ruas para nove tipos de programas, vide escola de circo Picolino e o Moda Axé... No palco, Renato Aragão conversa com Mônica, 24 anos, que viveu desde os oito anos nas ruas, vendendo seu corpo, sem ter onde dormir e, acolhida pelo projeto Axé aos 20 anos, tornou-se funcionária do programa... Didi trabalha forte na subida de escada para devolver as chaves do céu a São Pedro...


Episódio 2 (última exibição em 15 de outubro de 2019): Didi e Dedé fazem um “stand-up” no palco sobre o cumprimento da lei... Anos antes, num “salloon” do Velho Oeste, Didi pediu para Dedé uísque, caixa de fósforos, vela e um pires... Didi recebe Peludinho, quer dizer, Tony Ramos, e após dispensar a pequena Alessandra Aguiar, conversa sobre o sucesso do Juca de “A Próxima Vítima” e recorda com o ator o quadro em que interpretou o “sócio” míope de Silvia Massari... Então é por isso que Tony Ramos completou o serviço do esquete e derramou mais champanha na cabeça de Didi...  No banco, Didi e Zacarias, quer dizer, Batman e Robin, comparecem no banco... Batman está mais preocupado em usar o banheiro e agradece ao assaltante que manda ele ir para lá, furando a fila... A pequena Alessandra Aguiar retorna ao palco e fala com Didi sobre sua carreira, que começou na novela “Barriga de Aluguel” e inclui participações no Trapa Hotel,  Vila Vintém e Nos Cafundós do Brejo... Melhor chamar o quadro da Arca de Noé, em que Dedé interpreta o patriarca e Didi faz seu filho, sempre enrolado para acomodar a bicharada na embarcação... A fim de encontrar um “sócio” para a Priscila da TV Colosso, Didi mostra o quadro em que ele, Mussum e Zacarias levaram a uma escola para cachorros seus pets invisíveis... Coincidentemente, Priscila prefere ficar solteira... A repórter Heidy Gehardt mostra o Recanto da Criança na Ilha Pintada, em Porto Alegre, vide o forte trabalho de dona Azelina Nunes para atender a garotada amiga e carente da região com três refeições por dia e aulas de artesanato... O advogado Dino acaba de montar seu escritório e finge estar falando ao telefone para impressionar Didi – que veio justamente para instalar a linha...


Episódio 3 (última exibição em 16 de outubro de 2019): Didi faz um stand-up sobre a forma física de Dedé, acreditando que ele vai ser mãe de gêmeos... Ops!!!... Melhor acompanhar a reunião dos super-heróis na Agência Trapa Tudo para combater o arrastão – que compareceu ao local sem que eles tivessem tempo para reagir... Didi e Alessandra ficam impressionados com os beijos técnicos de Betty e Lago e do “highlander” Kadu Moliterno... Então é por isso que Didi mostrou o vídeo do dia em que bancou o Adriano Stuart e trouxe Cláudio Cavalcante, Cyll Farney e Jece Valadão Pureza para demonstrar sua proficiência para beijar em cena... Didi também mostrou suas qualidades de contra-regra na radionovela do Pinça, protagonizada por Aloísio de Abreu e Márcia Cabrita... Xuxa, a própria, lembra dos filmes que fez com os Trapalhões... Didi deixa pelo "cosplay" que fez da apresentadora e pelo encontro do Véio com a Vóvuxa... Renato Aragão traz a mensagem do Unicef e Dedé joga tênis com Didi – que usa uma frigideira como raquete...


Episódio 4 (última exibição em 17 de outubro de 2019): em um mesmo stand-up, Didi e Dedé brigam, fazem as pazes, falam da cachorrinha Sheid Pulga e recitam versos em homenagem ao Dia das Mães... No barco viking, Didi aplica o golpe do gesso para escapar da árdua tarefa de movimentar os remos e das chibatadas do Pinça... No restaurante, Mussum reclama que tem um fio de cabelo na sopa e o garçom Didi explica que pelo preço do prato, não dava para colocar uma peruca...  Já que estamos no Dia das Mães, Luma de Oliveira comparece com o filho para lembrar de sua participação no filme “Os Heróis Trapalhões”... Didi, por sua vez, está mais interessado em saber se ela já está providenciando uma irmãzinha para o pequeno Thor Batista... Na lavanderia, Didi Ling recebe o tesouro do velho Fu Manchu, que sabe tudo... Didi repara que uma lâmpada queimou no palco e chama Latino – o próprio – para trocar... Ele, por sua vez,  prefere cantar “Não Adianta Chorar”, vide coreografia das Latinetes... Didi, Dedé e Mussum entram na feira da fruta, quer dizer, na praia das frutas... A repórter Viviane Lima mostra o forte trabalho de Roberto José dos Santos e Adma Fadel no atendimento a meninos e meninas de rua no Rio de Janeiro... Então é por isso que Renato Aragão conversou no palco com o pequeno Cristiano, que quer ser ator... Na MTrapaTV, o VJ Didi apresenta o clipe “Eu fiz xixi, xixi, xixi, xixi de montão, e agora o que é que eu vou fazer, se o meu berço encher de tubarão”...


Episódio 5 (última exibição em 18 de outubro de 2019): Didi conta para Dedé que quando era pequeno no Ceará foi tomar banho pelado no rio e um touro, além de comer suas roupas, começou a persegui-lo, obrigando ele a subir num pé de batata frita, aguentar as cutucadas de uma família que fazia piquenique, fugir para o cemitério e improvisar vestimenta com as faixas “Descanse em paz” e “Último suspiro”... O repórter Marcos Palmeira noticia ação heroica de Didi, Zacarias, Dedé e Mussum, quer dizer, Super-Homem, He-Man, Mulher-Maravilha e Fantasma, que resgataram o presidente Tião, quer dizer, Sarney, sequestrado por uma quadrilha de sete anões que exigiam aumento de altura, vide super-heróis lançando meias chulezentas com um estilingue no cativeiro... Dedé mostra para Didi as mensagens de Fidel Castro e Dean Cain, quer dizer, o Superman da série “Lois & Clark”... Didi trabalha forte no joguinho de gato e rato com Pinça, vide extintor de incêndio... No palco, Didi fica sob a mira de Zeca Diabo, quer dizer, Lima Duarte... Que recorda alguns papeis difíceis que interpretou, como Major Bentes e Deus, e do dia que queria comprar a Fanfulla com Didi, e acabou perguntando do Dodô, aquele que chutou o popô... Isso sem contar o Zé Bolacha... Mussum mostra a Zacarias um chapéu de palha e um paralelepípedo, que serão usados para aplicar o golpe do “pombo sem asa”... Dedé caiu na pegadinha e se machucou, porém Didi chutou longe a pedra, com direito a replay... Genival Lacerda lembra do tempo que era o Rambo do Sertão na Agência Trapa Tudo e no palco canta a versão “poperô” do “Rock do Jegue”... Norma Blum quer provar que seu “sócio” Didi mente com os pratos bentos na parede, que caem a cada mentira contada... Com as dela também... Ops!!!...  A repórter Carla Rodeiro mostra a Casa Renascer em Natal, onde a psicóloga Dilma Felizardo trabalha forte no atendimento de crianças e adolescentes carentes, inclusive a jovem Adriana, que conversa com Renato Aragão no palco... Didi chapéu de mão está com sua vara imaginária na praça quando o guarda Pinça adverte que ali é proibido pescar... Então é por isso que ele pegou seus remos invisíveis e foi embora com o banco...

































Em um esforço para manter o programa no ar, o elenco da primeira temporada de Palhação comparece no palco...

































Episódio 6 (última exibição em 21 de outubro de 2019): Didi e Dedé fazem um “stand-up” sobre viagens de avião, baseado em fatos reais... Didiana Jones descobre “O Segredo da Múmia”... A tumba do faraó na verdade é um hospital do Inamps... Enquanto Didi e Dino conversam, um garoto apronta todas na casa até os dois descobrirem que ele não é filho de nenhum dos dois... O boxeador “Luciano Todo Duro” é recebido por Didi no palco e fala sobre seu cartel invicto de 35 lutas, assistindo ainda as maiores porradarias de todos os tempos dos Trapalhões, vide Didi apanhando do Piolho e brigando com Dedé na oficina... Na MTrapaTv, o VJ Dedé mostra uma música chocante, “Tem um criolão”, versão de “Borbulhas de Amor” que conta a saga do peixeiro Mussum... Ops!!!...  Didi comparece no escritório, fica só de cueca samba-canção para datilografar, e ao assoprar a poeira de uma carta entregue pelo carteiro, faz o prédio todo vir abaixo... Daniela Mercury recorda dos contratempos que teve com um guarda-chuva na Agência Trapa Tudo...  Didi tenta encher os pneus da bicicleta de uma loira, mas acaba inflando a própria garota... Renato Aragão chama a atenção para a meta do Unicef de reduzir a mortalidade infantil em um terço até o ano 2000, o que pode ser conseguido com 34 bilhões de dólares por ano, bem menos que os 400 bilhões que movimenta a indústria do cigarro ou os 160 bilhões gastos pelas indústrias de cerveja, vide compromisso com o Nordeste... Dedé, Mussum e Zacarias trabalham forte como ladrões  de banco... Levando inclusive o banco onde Didi estava sentado...


Episódio 7 (última exibição em 22 de outubro de 2019):  No “stand-up” de abertura, Didi fala para Dedé que quebrou a bunda em um acidente com bicicleta... Didi, quer dizer, Jegue Bonde encontra-se com a explosiva Natasha... Maurício do Valle pula do avião prestes a cair com a mochila de Didi, que aproveita para faturar uma nota vendendo o paraquedas para Felipe Levy... Enquanto Didi e Dino conversam, um garoto apronta todas na casa até os dois descobrirem que ele não é filho de nenhum dos dois... O boxeador “Luciano Todo Duro” é recebido por Didi no palco... Sim, isso passou no programa de ontem, bem como o clipe do “Tem Um Criolão”... Na praia, Didi demonstra em Paola o seu trabalho forte como “teco” de bronzeamento...  Inclusive mostrando para seu “sócio” que até a noite ela vai ficar tão bronzeada quanto Mussum... Ops!!!... Sandy e Júnior reveem o trapaclipe de “Resposta da Mariquinha”  e cantam no palco “Dance dance dance”... A repórter Lilia Teles apresenta o trabalho do Centro de Educação Comunitária de Meninos e Meninas, na região de Goiânia, vide aulas de panificação e o trabalho forte de relaxamento da professora Suelma, ela própria uma egressa do projeto...  Renato Aragão conversa com o pequeno Urielson, que quer ser palhaço, vide aulas de circo... Didi se exibe na bicicleta para Dedé – inclusive com sua “sócia”...


Episódio 8 (última exibição em 23 de outubro de 2019): Dedé fala para Didi que hoje é o dia da verdade e ninguém pode mentir... Então é por isso que Dedé falou inglês sem legendas e Didi disse que o companheiro está com 45  - do segundo tempo... O capitão Dedé queria descobrir o caminho das índias, mas os marujos Didi e Mussum preferem comparecer na Bahia para descobrir as índias... Que se interessaram muito por eles, uma vez que são as cozinheiras do cacique Pinça... Ops!!!... Didi conversa com Michael Jackson sobre a dieta da cebola de Dedé, que já fez ele perder duas “sócias”... Já Madonna adivinhou que Dedé tem 40 anos, porque quando o conheceu há 20 anos atrás, ele era só meio anta... Melhor ver a versão do Globo de Ouro apresentada por Tião e Marina Miranda, com Zacarias, Mussum e Didi, ou melhor, Madonna, Tina Turner e Michael Jackson, o preferido do Tião, digo... Ainda dá tempo para o bandoleiro mexicano Felipe Wagner fazer um desafio de tiro ao alvo com Dedé... Que acerta todas as garrafas, quer dizer, todas são quebradas por Didi quando ele atira... Aproveitando que Alessandra está trabalhando forte na malhação, Didi recebe o elenco da primeira temporada de “Palhação” – Carolina Dieckmann, Cláudio Heinrich, Juliana Martins e Mário Gomes, o próprio... Didi, que já fez muita ginástica pelo rádio, propõe aos atores uma brincadeira de adivinhar idade e cor do cabelo com massagem, de olhos vendados... Não que Carolina tenha adivinhado que massageava Didi, mas, enfim... Se bem que... Quanto Didi era o Massagista Mão de Ouro, a clientela feminina não reclamava... Também, ele tinha seis braços na ocasião... Na Agência Trapa Tudo, Didi bate na máquina de escrever o roteiro do filme “O Trapalhão e o Super-Herói”... O problema é que os heróis não curtiram o script... Vide Super-Homem derrotado pelo monstro Careca de Ovo,  Flash pulando da janela sem saber voar e Hulk apertado no banheiro fazendo uso de um gibi dos Trapalhões... Paulão da Regulagem, ou melhor, Evandro Mesquita, promove “a volta dos que não foram” da Blitz, após rever a banda tocando “O  Romance da Universitária Otária” e se apresentarem cantando “Quem tem põe”... A repórter Patrícia Nobre mostra o trabalho forte da Associação Menor Também Constroi, apoiado pelo Fundo Cristão para Crianças, que tira crianças e adolescentes do trabalho no aterro sanitário do Janguruçu, no Ceará... Vide vendedor de din din (sacolé...) Mardônio, que conversa com Renato Aragão no palco... O motorista pede ajuda para empurrar seu carro que pifou e o pescador Didi o empurra no lago...


Episódio 9 (última exibição em 24 de outubro de 2019): No palco, Dedé faz palavras cruzadas e Didi mata a charada da “Ostra Para Leões”...  Didi interrompe a novela “A Próxima Vítima” para dar um alô a Susana Vieira... Que não conta quem é a próxima Vítima, porém anuncia o quadro que fez a dançarina argentina apresentada por Paulão da Regulagem, quer dizer, Evandro Mesquita a Didi, vide ovos do Zacarias quebrados quando dançaram tango... Dedé pede para Didi pegar o script e quando Didi se levanta do banco, Dedé cai... Melhor pegar a padiola com Baiaco e leva-la no elevador... A pequena Alessandra avisa Didi sobre o comparecimento de Nizo Neto, que vai trabalhar forte na mágica... Depois de ver a performance dos mágicos Dedé, Mussum, Zacarias e Didi, vide número da garrafa e meia, Nizo apresenta o  número da guilhotina, que corta um repolho no meio, mas não a cabeça de Didi... Didi já experimentou muito pato peba e curimatã, mas Maria Luiza, a “sócia” de Dedé, ele só conhece de vista, digo... No palco, Didi tem um encontro chocante – literalmente – com Elba Ramalho... Que lembra quando viveu a empregada que Didi pediu para fingir que era sua “sócia”, de modo que seus companheiros não partam para os apelidos maldosos, e canta “Incendiá Incendiê”... Renato Aragão recomenda a amamentação, porque não existe leite fraco... Dedé, Mussum e Zacarias falam que a mala de Didi é muito pequena para suas roupas... Mas Didi colocar tudo dentro de uma mala maior e a põe dentro da menor...


Episódio 10 (Última exibição em 25 de outubro de 2019):  Didi fala da pesquisa com “sócios” traídos na sua rua e Dedé quer saber com quais mulheres de lá ele já ficou... Vide “tan” de Didi para a prima e as irmãs de Dedé... Ops!!!... Na sala de espera do consultório, o cacique Mussum pede que o índio Didi pegue água para ele beber... Didi atende o chefe, menos quando encontra um cara-pálida sentado no vaso do banheiro... No Plantão Trapalhão, a repórter Alessandra ouve o rap de Cláudio Heinrich em homenagem a Didi e Dedé...  A repórter Andrea Prass mostra o trabalho forte do comerciante Manoel de Souza Nunes, na região de Serrinha, na Bahia, com crianças e adolescentes na banda de música da cidade... Entre os quais se encontra Edson Rodrigues Santana, que toca “Amigo” em seu trombone no palco... Didi fala em japonês com Zico, que conta do gol de bicicleta ao contrário que fez no Japão... O ex-jogador do Menguinho também vê algumas das memoráveis atuações futebolísticas de Didi, vide fuga do Caio Martins de helicóptero no especial de 15 anos dos Trapalhões... Ainda há tempo para um concurso de gols de bicicleta com a plateia... Alessandra retorna no Plantão Trapalhão com Ademir Zanyor relatando que Dedé parava os treinos de natação só de pular na piscina... Simone comparece lembrando que trabalhava forte nas embaixadinhas, sugere um chá para os problemas capilares de Didi – chapéu – e canta  “Quem é você”...  Carlos Kurt quer usar Zezé Macedo, quer dizer, Maria Bonita, como isca para pegar Lampião, mas foge quando Didi comparece trazendo um lampião...  No Plantão Trapalhão, Juliana Martins concorda com Alessandra... A uma solução para a barriga do Dedé é um milagre... Didi lê no jornal que ainda não apareceu o ganhador da loteria, uma bolada de 800 milhões de cruzeiros... Mussum fala que Zacarias ganhou uma bolada e Didi comemora destruindo a casa...  Zacarias chega e confirma que ganhou a bolada – foi atingido por uma bola de futebol...


















































A presença de plateia e as brincadeiras feitas no palco deram a última temporada uma vibe meio Domingo Legal...