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| Saka faz 4 a 0 para a Inglaterra, aos 45 do primeiro tempo, e daí começa o Acabou, Não tem mais jeito, Boa sorte... |
A Inglaterra venceu a França por 6 a 4 no Hard Rock Stadium, região de Miami (64.478 torcedores), com arbitragem do venezuelano Jesus Valenzuela, gols de Declan Rice, ENG 10 (2/1º), Ezri Konsa, ENG 5 (“cabezazo”, 17/1º), Buakyo Saka, ENG 17 (36/1º), Saka de novo, ENG 17 (45/1º) – o primeiro tempo terminou com os ingleses vencendo por 4 a 0 – Kylian Mbappé, FRA 20, (2/2º), Bradley Barcola, FRA 16 (8/2º), Mbappé de novo, FRA 20 (21/2º) – os franceses encostaram com 3 gols antes da pausa para reidratação na etapa final – Saka outra vez, ENG 17 (pênalti, 41/2º) – Ousmane Dembelé, FRA 15 (50/2º) e Jude Bellingham (52/2º) – garantindo a medalha de bronze da Copa no último lance da partida, a decisão do terceiro lugar sempre é considerada o melhor jogo da Copa, condição confirmada com os 10 gols marcados em Miami, 4 em um primeiro tempo com a Inglaterra absolutamente arrasadora, mesmo com Bellingham e Kane no banco, e a França desastrosamente displicente, inclusive com Barcola e Dembelé no banco, 3 no segundo tempo até a pausa de reidratação, inclusive o nono e o décimo de Mbappé no Mundial, quando as substituições de Didier Deschamps fizeram sua equipe reviver em campo, e mais 3 no último quarto da partida, com Thomas Tuchel demorando, mas finalmente mostrando que sabe mexer, principalmente porque Bellingham fez o lançamento a Spence que levou ao pênalti cometido por Malo Gusto e o terceiro gol de Saka na partida, o quinto dos ingleses, e o próprio camisa 10, numa jogada individual, fez o décimo gol do jogo, o sexto da Inglaterra, que dessa forma obteve sua melhor colocação em Copas do Mundo desde o título de 1966, tendo em vista que em 1990 e 2018 perdeu a decisão do terceiro lugar para Itália e Bélgica, que coisa, não...
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| Na segunda etapa, em 21 minutos, antes da hidratação, França encostou, 4 a 3, com 2 gols do artilheiro Mbappé... |
Cumprimentos, o narrador reflete sobre a rivalidade entre franceses e ingleses, “dois países que já disputaram muitas guerras, e no campo também, já se enfrentaram e já se odiaram, muitas vezes, tem muita rivalidade, claro que com o tempo, com os anos, foi tudo diminuindo, os jogadores jogam juntos no futebol europeu, por razões das novas leis que foram passadas nos últimos anos, tudo se misturou, então os jogadores se conhecem, a rivalidade diminuiu, mas mesmo assim tem muita história em campo pra França e Inglaterra”, aquele didatismo que fez a fama do Tiagueira no BBB, digo, Kanté ainda não jogou, junto com os goleiros reservas da França, pôster da Inglaterra, “e a torcida veio, cê vê que a dor passou, e agora é buscar esse terceiro lugar, a medalha de bronze, o melhor resultado em 60 anos do time da Inglaterra, todo ano, toda Copa, eles falam, it’s coming home, o futebol tá voltando pra casa, não foi dessa vez, quem sabe na próxima, mas não adianta só querer que ele volte, tem que dar para ganhar da Argentina no meio do caminho”, pôster da França, apita Jesus Valenzuela, da Venezuela, figurinha fácil na Libertadores e Sulamericana, “é um árbitro muito famoso aqui na América do Sul e um grande árbitro”, tu o disseste, Tiago, Leodan Gonzalez do Uruguai no VAR, assistido pelo estadunidense Armando Villareal e com suporte do espanhol Carlos Del Cerro Grande, “Valenzuela é um cara que não gosta de conversar muito, ele não cai em catimba, ele tá muito acostumado com o futebol sulamericano”, a França de Deschamps na saideira no 4123, Cherki titular, Inglaterra no 4231, Toney no lugar de Kane, Lisca tem uma dúvida, “ô, Tiago, por que é que começa a escalação pelo lado esquerdo”, o narrador esclarece que é um maneirismo de sua parte, “eu acho que eu sou o único narrador que começa da esquerda para a direita”, o técnico se impressiona, “tu pautou a FIFA ™ então!!!”, acrescentando que não é japonês, nem árabe e tampoco hebreu para ler da direita para a esquerda (!!!), foca no joinha de Deschamps e em Tuchel sentado, em Mbappé e Rice, no tempo de Juninho era da direita para a esquerda, aqui entre nós, normalmente o lateral direito é o camisa 2 e o lateral esquerdo é o camisa 6, enfim... Contagem regressiva, saída à PSG da França, Spence vai cobrar o lateral na direita, a bola é recuada para o goleiro Dean Henderson, que substitui Pickford, e mais uma vez, Spence pela esquerda a Rashford, Olisé faz o corte, com 1 minuto, Eze pelo meio toca a Rashford na esquerda, mesmo marcado por Malo Gusto, o camisa 11 cruza, Lacroix afasta, Hernandez consegue o lateral chutando a bola em Saka, Leifert lembra da suspensão de Toney por apostar nele mesmo (!!!), na saída, a bola é cabeçada, Doué recebe, erra o passe no meio campo, Rice recupera a bola, vem pelo meio e chuta de fora da área, entre Konaté e Zaire Emery, 1 a 0 Inglaterra, 2 minutos da primeira etapa, Kane aplaude no banco de reservas, o goleiri Maignan toma água, “e foi de finesse shot o golaço, que tapa acertou o Declan Rice, ele mesmo fez a interceptação, ele mesmo roubou essa bola, passe errado do Desire Doué, Rice roubou, trouxe, olhou, viu o espacinho e colocou no canto do Marc Maignan, realmente, que golaço, professor”, Lisca elogia, “golaço, retomada, né, Tiago, muitos gols saem em retomadas, e a passagem do Rashford, que facilitou que ele pudesse concluir sem uma pressão mais contundente do lateral, essa passagem foi fundamental, mas a conclusão foi perfeita, no pé lá da trave, golaço”, o narrador já conta com o bi do Arsenal, chamando Juninho, “aí você gosta, não, você vê, 3 minutos de jogo, as duas seleções um pouco dando espaço, mais a seleção da França”, Mbappe na tela faz Leifert interromper o pentacampeão, “olha a cara de nojo, a tartaruga, a cara de julgamento da tartaruga!!!”, Juninho prossegue, “quando você dá espaço pra jogadores dessa qualidade, alguma coisa acontece, a França tem que apertar um pouquinho mais, se continuar dando esse espaço pra Inglaterra, vai sofrer bastante... O jogo recomeça aos 3, os franceses tocam a bola na defesa, João Venturi lembra das transmissões da Champions no SBT ao dizer que Rice bate bem de fora da área, bate forte, carrasco do Real Madrid, a França sabe e deu o flanco, aos 4, Rabiot na ponta esquerda toca de letra a Mbappé, o camisa 10 invade a área, o chute é bloqueado por Rice, e sai da área, recomeça a França, Hernandez a Zaire Emery, que faz a enfiada pela direita, mas a bola fica com o goleiro inglês e não chega em Doué, o narrador lembra que o camisa 18 jogou em várias posições na campanha do título francês do PSG, Rogers tenta a enfiada pela direita aos 5, bola afastada, Lisca constata que os jogadores mudaram, porém a estrutura da Inglaterra é a mesma, “tripé no meio”, vide Eze fazendo a função de Bellingham... Então é por isso que aos 6, Saka faz o lançamento na direita, Eze faz o corta luz na área, Rashford chuta, Malo Gusto manda para escanteio, Lisca se permite uma cornetadinha, “não podia ter tirado o Rice no jogo com a Argentina”, o narrador concorda, acreditando que ele é o coração do time inglês, “Rice vem jogando com muita dor, a base de remédios, tá no sacríficio, mas tá aí de novo”, o camisa 4 cobra, bola afastada, Konsa na direita a Rogers na área, Eze chuta prensado, aos 7, Cherki lança Mbappé, que não consegue ficar com a bola no ataque, aos 8, falta de Malo Gusto em Eze na ponta esquerda, Tiago observa a Lisca que Olisé, Cherki e Mbappé andavam enquanto Rice corria para lançar Eze, “não dá, hoje em dia não dá, véio”, Rice cobra, Konaté tira o perigo, Cherki dá a saída, Rice desarma Olisé, “faz tudo o Rice”, Juninho é consultado e fala do espaço que a França continua a dar para a Inglaterra, “não dá para marcar com o olho, né, então tá muito passivo e a Inglaterra chegando com perigo, e aí a Inglaterra fazendo o segundo gol, já complica o jogo, não é fácil virar um jogo de Copa do Mundo contra um time qualificado como a Argentina”, de onde o narrador conclui, “a não ser que ele comece a colocar zagueiros”, o comentarista concorda, a não ser que Tuchel apronte, Leifert acreditou que o erro está no caderninho e não vai se repetir, Lisca lembra, “tu sabe que o treinador sabe que errou, né, Tiago, chega em casa e não dorme, por uns dois dias, ou três”, a bola não chega a Rashford aos 9, aos 10, Doué recebe na área, chute prensado, na sobra, Cherki chuta, Henderson defende, o rebote fica com Zaire Emery, outra bola prensada, tranquila para o goleiro inglês, Henderson repõe a bola, que chega a Rogers na lateral direita, Saka é lançado, desloca Lacroix na área, bate cruzado,o narrador grita gol, maaas, “subiu a bandeira”, e Tiago liga o modo didático do BBB, “não sei se vocês repararam, nas nessa Copa do Mundo, mas nenhuma vez, a gente teve aquele momento em que o gol foi anulado, a gente ficou esperando e rolou gol”... Aos 11, Olise é desarmado por Guehi na área, Leifert prossegue, “hoje a Nadine não tá aqui com a gente, mas ela explicou pra gente”, Quansah cede o lateral, “a gente não teve nenhuma vez aquilo que o cara anula por impedimento, a gente fica esperando e depois o narrador grita gooolll, quando confirma, porque agora o semi-automático avisa o bandeirinha, em 3 segundos o semi-automático avisa o bandeira que tava impedido mesmo, confirma a decisão dele, então não precisa ficar mais esperando, quem dera, hein, a gente ia ganhar um tempão no Campeonato Brasileiro, mas é um serviço caro, e precisa de estádios preparados, multicâmeras, pra que isso dê certo, não é fácil, não é simples”, Lisca aponta que a nova regra de impedimento sugerida por Arsene Wenger é testada no Canadá, no contato com o adversário, o jogador não estará mais impedido, “teria uns 20 gols a mais nessa Copa”, o narrador apoia, “tem muito gol anulado porque você calça 44, isso não é vantagem”, quem sabe, como os avanços acontecem na Copa, em 2030 não para essa palhaçada, Olise conduz da direita para o meio, Spence tira na meia-lua aos 12, na sequência, falta de ataque, o impedimento aparece na tela, Tiago pergunta se Arsene Wenger daria impedimento se o pino da chuteira estivesse a frente do adversário, Rogers perde a bola para Zaire Emery aos 13, Mbappé lança o próprio camisa 18, Doué vem pela direita, devolve a Mbappé, o cruzamento na área é afastado por Guehi, que cede escanteio, aos 14, “era você que tinha que dar para estar lá, tartaruga”, cobrança curta, Cherki recebe, o cruzamento é tirado da área por Toney, na volta, Doué erra o passe, a bola fica na defesa com Maignan adiantado... Tiago repara que é em momentos como esse que a Inglaterra sai de trás, para sufocar a saída de bola francesa, Lisca dá um pitaco, “mas pé na linha quem bota é a defesa da Espanha, eles botam o pé na linha, véio, e aí tu pode compactar no campo ofensivo”, aos 15, Spence desarma Konaté, “ficou toda torta a França”, os ingleses tocam a bola no meio-campo, aos 16, Guehi lança do círculo central, o goleiro Maignan se antecipa a chegada de Rashford pela esquerda, Lacroix toca a Konaté, vai ter “hola” na região de Miami, Zaire a Rabiot, na devolução, o próprio Zaire vem pelo meio, Malo Gusto na direita, Rabiot de novo pelo meio, Cherki a Olisé, Toney recupera, toca a Rogers, daí a Eze, Saka é acionado pela direita, invade a área, desloca Lacroix, mas a conclusão bate na ponta da chuteira do camisa 26 da França, substituto de Saliba, seis meses fora por lesão, e sai pela linha de fundo, Rice cobra o escanteio e Konsa cabeceia no segundo pau (!!!), 2 a 0 inglaterra, 17 minutos da primeira etapa, Bellignham feliz no banco, “Ezri Konsa, o zagueirão, assistência do Declan Rice, gol do Declan Rice, gol do Ezri Konsa”, Deschamps desnorteado no banco, “despedida amarga de Didier Deschamps, que por enquanto vai deixar a França com duas derrotas seguidas, aí de novo o gol do Konsa, e o Konsa deixou o Rabiot pra trás”, Lisca aponta, “esse é o problema da marcação individual, se tu sai do cara antes e entra na rota certa da bola, tchau, véio, não tem cobertura, não tem ajuda de marcação, entrão é por isso que eu não gosto muito dessa marcação individual da bola parada”, Tiago provoca Juninho, “cabeçada de centroavante”, o comentarista diz, “golaço, deu aquela paradinha no ar e fez o gesto, agora, a Inglaterra querendo bem mais que a França”... Bola para Henderson após a saída dos franceses, o narrador constata que os franceses estão com dificuldades de novo, e Dembelé no banco, João Venturi relata o senta-levanta de Deschamps, impedimento marcado no ataque inglês aos 20, os franceses tocam a bola no ataque, Olise inverte, Mbappé chuta de fora da área aos 21, a bola sai pela linha de fundo, pausa para hidratação, pois o calor passa dos 30 graus em Miami, Lisca aponta que o meio-campo da Inglaterra é mais “universal” e os da França não fazem o trabalho sujo, repeteco dos gols, Konsa parou no ar no segundo gol, igual Dadá, acredita a equipe do SBT... Henderson recomeça o jogo aos 25, Tiago fala do terror do Guardiola, Hernandez desarma Quansah na ponta direita, o camisa 26 ganha o lateral, a bola volta para Henerson aos 26, “a França não morde, a Inglaterra vai tocando a bola no campo de defesa”, na volta, aos 27, Mbappé chutou em cima de Henderson, Guehi mata no peito e manda para escanteio, mas já tinha impedimento marcado, aos 28, Mbappé lança Malo Gusto na ponta direita, inverte a Olise, toca a Doué, na devolução a Olise, corte da zaga, “porque vocês não fizeram isso com a Argentina, fizeram a gente sofrer”, lamenta o narrador, aos 29, Rice desarma Mbappé na área... João Venturi fala no interesse do Real Madrid por Olíse, um negócio onde na imaginação do narrador, Florentino Perez bate na porta trazendo 250 milhões de dólares, falta em Quansah aos 31, Konsa desarma Mbappé, e na descida, Rashford chuta de fora da área e Maignam defende aos 32, Cherki perde a bola aos 33, “Lisca já substituía meio time”, Mbappé invade a área aos 34, Henderson manda para escanteio, cobrança curta de Mbappé, Olisé perde a bola para Saka, que avança para receber na área, dribla o goleiro francês mas erra o cruzamento.. Aos 35, Cherki cruza na direita, Henderson afasta, na volta, Saka recebe a bola na defesa, pelo meio, Rashford é lançado na esquerda, chuta na área em cima de Maignan, Saka manda o rebote em Lacroix, a bola fica com Rashford, que atrai o goleiro francês, “tão brincando de jogar bola, virou churrasco”, e toca para Saka concluir no gol vazio, 3 a 0 Inglaterra, 36 minutos do segundo tempo, Lisca ri, “gol de rachão, gol de churrasco, e a França não volta, fizeram o que quiseram dentro da área Marcus Rashford e Bukayo Saka, Saka coloca lá dentro, 3 a 0 Inglaterra”, Juninho comenta em cima do repeteco, “olha a jogada da Inglaterra, tem cinco jogadores contra um, e eles tão com uma marcação alta, a marcação alta é justamente pra você não dar espaço pra um cara que tá na bola, e aí depois a qualidade dos jogadores, tranquilidade, buscou, e aí teve a tranquilidade de fazer o gol, mas se continuar assim, vai ser pior, poque praticamente não tem marcação da França”, o narrador acrescenta, “Zaire Emery olhando, Olise também, marcando pelas costas do Rashford, o que é isso, Lisca, que preguiça, hein”, o técnico comenta, “chegou uma hora aí que parecia jogo de exibição, aqueles jogos festivos, e cara, 424”, Leifert vai em cima, “é a morte do 424”, Lisca prossegue, “nós já perdemos a Copa de 1950, assim, nós já estamos em 2026”, Juninho acrescenta, “os 4 da frente não vão dar esse poder de marcação, e hoje se ganha o jogo praticamente no meio campo”, o técnico compara, 3 homens trabalhando forte no meio da Inglaterra, e apenas 1, quem sabe 2, na França, sem contar que na transmissão da Globo, Renata Silveira, a própria, também falou que virou churrasco, que coisa, não... Os franceses dão a saída aos 37, Saka vem pela direita, Lacroix afasta antes da bola sair pela linha de fundo aos 38, “pode ficar muito mais feio, se você que está nos assistindo tem meio que uma raiva da França e da marra dos franceses, se liga que já, já tem segundo tempo e pode ficar pior isso aí”, Lisca brinca, “mas Tuchel vai fechar o time”, Tiago se desespera, “vai tirar o Eze e colocar o Dan Burn”, aos 39, Rashford arranca na esquerda e ultrapassa três marcadores, “ninguém morde, olha onde ele tá”, nesse caso, cruzando na linha de fundo, mas para a defesa de Maignan, “fez o que quis o Rashford de novo”, o narrador diz que a França teve seus momentos, mas a Inglaterra marcou três gols, Lisca imagina o narrador inglês, “por que não colocou o Saka e o Rashford, por que é que não entraram”, Leifert também dá asas a imaginação pensando como Tuchel, “achei a formação”, só que para 2030, Olise cobra falta na lateral direita, a bola sai pela linha de fundo... João Venturi reporta que os coleguinhas franceses ao seu lado estão indignados com a postura do técnico, que colocou Barcola e Dembelé no aquecimento, sendo que não é esse o X do problema, observa o narrador, aos 40 , Saka chuta cruzado pela direita, a bola sai pela linha de fundo, “chocolate da Inglaterra”... Aos 41, Rice corta o avanço de Malo Gusto, lançado por Olisé, na inversão, Rashford cruza na ponta esquerda, Toney deixa passar na frente do gol, “vai cozinhar a bola a Inglaterra”, aos 42, Toney erra o lançamento a Saka na ponta direita, aos 43, Olise a Malo Gusto, Cherki não chega no cruzamento pela direita, aos 44, Leifert arrisca dizer que os acréscimos não vão passar de 3 minutos, “jogo bem jogado”, Eze atrasa para Henderson, vão ser 4 minutos de acréscimos... Falta de Malo Gusto em Spence, quando era marcado por Konaté, na cobrança, bola com Rashford, o camisa 11 mata no peito e lança Spence, Rice toca no círculo central, Eze recebe de Guehi, faz o giro, lança Saka, que avança e conclui da meia lua, 4 a 0 Inglatera, 45 minutos do primeiro tempo, “virou passeio!!!, como diria o Mestre, virou passeio, Didier, 4 a 0 pra Inglaterra no primeiro tempo, ah, mas terceiro e quarto é chato, ninguém, toma esse chocolate, toma essa goleada, o giro perfeito do Eze, a bola no meio, pra Saka bater com sua perna esquerda tirando o Maignan”, Lisca enfatiza a “penetração coordenada com passe”, e considera a França “lamentável”, “entrou depressiva no campo, pressionando muito pouco, pode tomar uma goleada, está tomando, uma goleada histórica, e pode ficar pior”, Juninho achou o giro bonito, mas tem também a frouxidão na marcação, leia-se Konaté... O jogo recomeça aos 47, o pentacampeão acreditou que “animicamente” o jogo estava mais para os ingleses, em busca de um terceiro lugar histórico, já os franceses não, contavam com o comparecimeneto na final, Saka cruza, a bola sai pela linha de fundo, acompanhada por Malo Gusto, aos 48, Toney consegue o escanteio, o narrador reclama que Mbappé perdeu a bola, “a displicência da França é inédita, gente, pera aí, também é Copa do Mundo, pera lá, terceiro e quarto, mas é Copa do Mundo, vai ficar no seu currículo, vai ficar pra sempre na tua história, vai ter a faixinha da Inglaterra dizendo Eterno 4 a 0”, insistindo que Mbappé parou e não correu atrás, Lisca lembra de Laporte sozinho a tarde inteira na semifinal, aos 49, Saka cobra, Maignan tira de soco e sofre falta, fim do primeiro tempo, “ninguém dava nada, mas está histórico, porque a França tá tomando uma paulada da Inglaterra, 4 a 0, e pode ficar pior, daqui a pouco tem mais, não tem Bellingham nem Kane no campo ainda”, tu o disseste, Tiago, e tome Galvão narrando o chamadão da final...
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| Saka faz hat-trick com o pênalti, mas Dembelé tem folego para encostar de novo, com quarto gol nos acréscimos... |
Carol Barcellos é sagaz, “que passeio da Inglaterra!!!”, os encasacados Mauro Naves e Nadine Basttos informam que a Espanha treinou da academia, o treino da Argentina atrasou, tudo por razões de mau tempo, a comentarista de arbitragem lembra que algumas faltas da Argentina não foram marcadas, como a falta de Hakimi em Vinícius Junior não marcada por Slavko Vicnic, que apitou a derrota argentina para a Arábia Saudita em 2022, ou seja, o “secador” continua ligado, os vídeos de internet lembram a emocionante final da Copa passada e mostram que os finalistas falam o mesmo idioma, porém são bem diferentes em campo, a Argentina com sua garra e a Espanha com sua organização... Na volta do intervalo, imagens do estádio e dos gols da Inglaterra, Juninho adverte, continuando a morosidade da França, vai ficar difícil, mesmo não imaginando uma goleada dessa forma na fase em que chegou a competição, Leifert viu Digné no aquecimento, Lisca conta, “eu tive uma de Tuchel com o Patolino, eu tava ganhando o jogo de 2 a 0 e tive um jogador expiulso, aí eu olhei, no Chapolin Colorado B, aí eu tirei o Patoilino, o campo empinou, os caras vieram, 2 a 1, e começaram a ir, não tinham mais quem marcar, 2 a 2 e 3 a 2”, os times voltam a campo e Digne coloca a camisa 3, “e eu saí maluco, fui embora pra casa, a esposa me esperando, aí entrei no carro, aquele silêncio sepulcral, daqui a pouco ela me olha, posso te falar uma coisa, pode, porque tu tirou o Patolino, eu queria matar ela!!!”, o narrador ri, Lisca conta que encontrou com Patolino e fica feliz por estar trabalhando forte no SBT, Leifert o corrige, ele faz alguns jogos selecionados, tipo Real Madrid e Bayern de Munique na final da Champions, região de Budapeste, o técnico não se queixa, deu folga na volta a Seleção, e ele fez os 3 gols do 3 a 0 no jogo seguinte, lá vem o sapatênis, “foi o grande destaque da Copinha SBT, o Patolino, ele e a Nadine, com a arbitragem mais favorável que a da Argentina, a Nadine é uma mãe, ela foi maravilhosa com o Patolino, ela pegou no colo e falou, vou te ajudar a ganhar esse campeonato aqui, uma vergonha o que a Nadine fez”, e ainda anuncia o comparecimento dela na transmissão da final com Galvão Bueno, Tiago identifica mais mudanças na França, “esse vestiário deve ter sido quente”, acredita Lisca, então é por isso que saíram Theo Hernandez, camisa 19, lateral esquerdo, FRA 3, Konaté, camisa 15, zagueiro, FRA 6, Cherki, camisa 24, meia, ND, e Doué, camisa 20, também meia, FRA 17, e entraram Digne, camisa 3, lateral esquerdo, FRA 8, Upamecano, camisa 4, zagueiro, FRA 7, Dembelé, camisa 7, atacante, FRA 15, e Barcola, camisa 12, também atacante, FRA 16, tem mudança na Inglaterra também, sai Rashford, camisa 11, atacante, ENG 19, entra Watkins, camisa 19, atacante, ENG 20... Contagem regressiva, os ingleses dão a saída, bola com Henderson, chutão para o ataque, Toney tenta o domínio, Quansah fica com a bola, recua a Konsa e daí a Henderson, com 30 segundos da segunda etapa, Roger a Eze e Spence pela direita, Dembelé pressiona e cede o lateral na ponta esquerda, Leifert lembra que o camisa 7 tem a mentalidade de Luis Enrique, o técnico do PSG, “se não correr, não joga”, então é por isso que estava trabalhando forte na defesa, Pickford só observa do banco de reservas, com 1 minuto, Dembelé cede outro lateral, agora no ataque francês, João Venturi informa que o jornal francês “L’Equipe” já traz na capa a manchete sobre a humilhação da seleção, faz sentido, o último primeiro tempo que os franceses saíram perdendo por 4 a 0 foi contra o Brasil em 1958, tem que dar para mudar essa capa, pede Tiago, os ingleses tocam a bola na defesa, bola recuada a Henderson, Watkins não chega no lançamento, Olisé recebe, Rice retoma, Watkins tabela com Toney no meio campo, na devolução, o camisa 19, perde a bola para Upamecano na direita, Olise lança Mbappé e o camisa 10 finaliza na área, desconta a França, 4 a 1, 2 minutos do segundo tempo, Mbappé, vigésimo primeiro gol na história das Copas, nono gol nesta Copa do Mundo, quem perdeu a bola foi o Olie Watkins, substituição esquisita, e que bolão do Olisé, pra Mbappé, na cara do goleiro, perna esquerda, pra matar e fazer 4 a 1, será”, Lisca acreditou que o vestiário já surtiu efeito, vide gol que começou “numa apertada, numa encurtada, numa roubada, transição”, aí entraram em ação o maior assistente e o maior goleador da Copa... Os ingleses recomeçam o jogo aos 3, Tiago aponta a Juninho que Watkins entrou frio, o pentacampeão está de acordo, “sim, e agressividade do Upamecano, que até então a França não estava sendo, não tinha tido essa agressividade, pelo menos a postura mudou”, o narrador conclui, “é a França no ataque, querendo deixar esse jogo menos feio”, aos 4, Olise lança, Mbappé sofre o desarme na meia-lua, Rice inverte com Rogers, Quansah vem pelo meio, Saka recebe na esquerda, toca a Watkins no meio, o chute sai fraco, “entrou frio, entrou esquisito”... João Venturi informa que Olise igualou as 6 assistências do Edson (OG) em 1970, o camisa 11 desce pela ponta direita, invade a área e Rice consegue fazer o desarme, bola com Henderson aos 5, na volta, Olise lança Mbappé, bola afastada, Rabiot devolve de fora da área, a bola sai por cima do gol, aos 6, Mbappe e Olisé tabelam, o camisa 10 erra a devolução, Guehi desarma Olisé e Eze na descida tenta do meio da rua, bola fora, os franceses recomeçam, Emery no meio para Rabiot na esquerda, Mbappé encosta, faz o lançamento rasteiro, Barcola recebe nas costas de Quansah e conclui na área, diminui a França de novo, 4 a 2, 8 minutos do segundo tempo, “pois é, não é, a França com mais cara de França e a Inglaterra com cara de Inglaterra, e mais um bolão do Mbappé, bota mais uma assistência pro Mbappé aí, sabe que se o Messi fizer gol amanhã, desempata com assistências, Messi tem 4 assistências e Mbappé também, Barcola deixando Quansah pra trás e muito pra trás, Quansah ficou muito pra trâs”, Lisca compara, Barcola ataca mais os espaços, Doué era mais individual, a França voltou mais acesa, pior que tá não fica, e a Inglaterra caiu muito na questão de pressionar a saída de bola, e citando Juninho, “se deixar a França pensar, vai ficar difícil”, o narrador já vê como a nova manifestação da síndrome de perder o controle do jogo, o pentacampeão insiste, o problema é deixar a França jogar, voltou com um pouco mais de intensidade e a Inglaterra se acomdou com o adversário do primeiro tempo, e deu espaço para Mbappé pensar bastante onde queria colocar a bola... Aos 10, falta de Barcola em Rogers, Tiago cita as entrevistas dos altetas mais experientes da Inglaterra, a equipe tem uma dificuldade histórica de controlar o jogo, “é um coração partido atrás do outro em Copas do Mundo”, Rice cobra, Maignan defende, aos 11, Dembelé recebe na área, Henderson afasta, Olise chuta por cima do gol aos 12, Spence cruza na esquerda, Upamecano manda para fora, Rice cobra escanteio aos 13, Maignan defende a cabeçada de Quansah, que subiu mais alto que Lacroix, “Tuchel foi para o vestiário tão feliz, voltou mais carequinha”... Aos 15, Mbappé invade a área, Konsa desarma e toca a Rice, na recuperação, Olisé vem da esquerda para o meio e chuta para fora, aos 16, os ingleses tocam a bola no ataque, Toney desarmado na área, falta de Rice em Rabiot aos 17, Spence a Watkins, na sobra de Spence, Eze conclui, Digne afasta, aos 18, Olisé, Digne e Barcola tringulam na defesa, Zaire no meio lança Barcola, arrancada na esquerda, Dembelé recebe de Mbappé, chuta cruzado na área e Henderson defende, “faltou força na perna esquerda do Dembelé”, aos 19, Guehi se atrapalha na saída de bola, Henderson lança Spence, a bola sai pela lateral, “vem aí uma pausa de hidratação importantíssima, pra Inglaterra arrumar a casa, e a França ir mais pra cima”, Digne na esquerda atrasa no meio a Zaire e Upamecano, que chuta de fora da área, o goleiro inglês afasta, Barcola recupera na esquerda, toca a Digne, bola com Zaire no meio, para Lacroix, toque de Olisé para Gusto, tabela com Dembelé na direita, triangulação, Dembelé encosta e invade a área, toca atrás para Mbappé, que perde a bola, “tartaruga ninja, desperdiçou o ataque”, Watkins não recebe o lançamento, bola com Maignan, Dembelé vem pela direita, toca a Mbappé no meio, passe para Olisé na área, na devolução, o camisa 10 bate para o gol, França chegando mais perto, 4 a 3 França, 20 mnutos do segundo tempo, “ao som de Daft Punk, a música que a França escolheu pros seus gols, Dembelé, corta luz do Olisé, toma, toma de volta, cadê todo mundo, Mbappé, pra fazer o décimo gol dele, mais uma assistência do Olisé”, Juninho é perspicaz, “a Inglaterra parece a França do primeiro tempo, ela danto muito espaço, e a gente fala, a França joga, não marca, mas a França joga, e a Inglaterra tá deixando a França jogar, e tem jogadores muito mais efetivos que a própria Inglaterra na frente, e a gente viu por essa jogada, construída com os três melhores do mundo, e vai piorar pra Inglaterra”... O comentário é interrompido pelo susto do narrador quando Mbappé recebe uma bola lançada da defesa, fica cara a cara com Henderson, “ela escapuliu da tartaruga ninja e saiu!!!”, aos 22, logo antes da pausa para hidratação, Juninho vaticina que se Rice está morto, sem ele o resultado vai ficar mais difícil para a Inglaterra, logo, a paradinha é providencial, meme do Mbappé ditador na torcida, foca no estádio visto do lado de fora, Lisca aponta que Barcola e Dembelé são mais agressivos e com uma passada mais forte que Doué e Cherki, Tiago acha graça da cara dos ingleses no banco de reservas, porque vai ser uma vergonha caso Tuchel tome a virada, não colocou zagueiros para não brigar com Juninho e Lisca, porém precisa mexer no meio-campo, “todo mundo morreu ali”, Juninho compara Mbappé e Kane no sentido de alcançarem objetivos individuais para ajudar o coletivo, o francês quer fazer gols, enquanto o inglês, e Bellingham também, querem jogar e fazer sua parte, o narrador traz “imagens de internet” de uma cobrança de falta que Mbappé cobrou e mandou para o gol, porém o árbitro não tinha apitado, “seria o 23º dele”, Deschamps pistola, “não tá valendo nada, é claro que tá, vamos, Didier!!!”, foca em Mbappé e no Hard Rock Stadium, “vamos para o úlimo ato, o jogo está em aberto, completamente aberto, um jogaço!!!”, apesar de Cherki estar sentado displicentemente no gramado, o narrador lembra da substituição no City que ele colocou uma camisa do Liverpool, cartaz GO MBAPPÉ na torcida, Lisca lembra de Paulo Henrique Ganso (OG), jogando pelo Fluzinho, num dia que acabou com a Peixaria e foi embora com a camisa do alvinegro de Vila Belmiro, “mas jogou muito, nesse dia ele tava endiabrado”, Kane segue no banco, Tiago aproveita para falar do “choque de realidade” de alguns “lances inacreditáveis” no retorno do Brasileirão, e tem Peixaria na Sula no SBT... O jogo recomeça aos 26, “tava 4 a 0, a França já meteu 3”, falta em Quansah no meio campo, mais uma falta, de Olise em Guehi, aos 27, bola recuada a Henderson, na saída, falta de Upamecano em Guehi, João Venturi se orgulha de todos os 7 gols do jogo terem sido bem na sua frente, aos 29, Malo Gusto cruza na direita, Olise chuta no meio, a bola vai por cima do gol, “tá com cara de empate esse jogo, tá difícil esse jogo pra Inglaterra, que vergonha a Inglaterra”... Aos 30, Mbappé se joga na área, o juiz aponta falta em Saka, “se Nadine estivesse aqui, não marcava nada”, mas Lisca observa, e se fosse o Messi, aí o narrador não se responsabiliza, em com Lautaro, nem com Julian, Guehi desarma Olise na área aos 31, falta de Watkins em Malo Gusto, na cobrança aos 32, Eze afasta a bola da área, Mbappé conclui bloqueado na área, falta de Digne em Rogers aos 33, saem Toney, camisa 22, atacante, ND, e Eze, camisa 21, meia, ND, entram Elliot Anderson, camisa 8, volante, ND, e Jude Bellingham, camisa 10, meia, ENG 11, aos 34, o próprio Anderson afasta da área, Bellingham a Watkins, na devolução, o camisa 10 chuta em cima de Maignam, na volta, Olisé chuta para fora aos 35, “ao persistirem os sintomas, se terminarem empatados, teremos prorrogação e pênaltis, tá, porque todo castigo é pouco para treinador retanqueiro”... Aos 36, o juiz sente câimbras e precisa ser atendido na beira do gramado, Juninho observa, “o jogo é lá e cá, ele não consegue acompanhar”, Quansah também recebe atendimento, a equipe do SBT se surpreende ao saber que Olise não fez nenhum gol na Copa, e Juninho atesta, “a perna pesa”, Tiago acreditou que a sensação é que a Inglaterra está perdendo, aos 37, Quansah, camisa 26, lateral direito, ND, é substituído por Reece James, camisa 24, também lateral direito, ENG 7, aos 38, Mbappé chuta de longe, Henderson defende, aos 39, o goleiro dá a saída, na inversão de Bellingham pela direita, Spence invade a área pela esquerda, sendo derrubado por Malo Gusto, “PÊNALTI!!!”, Léo Batista, “um banho de gelo em cima da França, taí a tristeza do Malo Gusto quando tudo indicava o gol de empate, quando a França dominava o jogo, o Spence deu um toquinho a mais na ultrapassagem, jogada que saiu lá atrás com Jude Bellingham, um bolão, pênalti claríssimo do Malo Gusto, não tem nem o que discutir, coincidentemente ou não no lugar onde a grama estava molhada depois da pausa de hidratação, mais rápida, o Spence chegou na bola e é pênalti para a Inglaterra, e aí o Kane falou, pô, eu poderia estar lá para bater esse, mas Jude Bellingham, ele começou a jogada, ele vai tentar terminar, pra fazer o gol da vitória”, só que o camisa 10, depois de ser encarado por Maignan, entrega a bola para Saka, “ele era o que chamam de decoy, a isca”, tática da Espanha e do espanhol Aspilicuelta no Chelsea, era só para Saka, batedor oficial do Arsenal, se concentrar, o camisa 7 chuta no cantinho e marca, 5 a 3 Inglaterra, 41 minutos do segundo tempo, foca em Kane correndo para comemorar, “e do nada, seu sábado a noite tem um jogo de 8 gols entre França e Inglaterra, Bukayo Saka quebrou a câmera, tá, quebrou a câmera que tá atrás do gol, e deu um passo a frente, deu fôlego a Inglaterra, faz a Inglaterra respirar”, Juninho lembra a Copa difícil de Saka, o narrador sugere que leve a bola para casa, porque fez 3 gols no jogo, o popular “hat-trick” e explica didaticamente a Lisca que Saka não foi mais aproveitado por razões de lesão no calcanhar de Aquiles que é difícil de tratar, e veio do Arsenal... O jogo recomeça aos 43, os ingleses tocam a bola na defesa, aos 44, o passe de Spence não chega a Watkins, João Venturi informa que Koundé vai entrar, Leifert imagina que Malo Gusto vai sair, “tá correndo esquisito, com o shorts arriado”, Barcola, Olisé e Dembelé trigulam perto da área, Barcola chuta, a bola desvia em Reece, escanteio aos 45, sai Malo Gusto, camisa 2, ND, entra Koundé, camisa 5, também lateral direito, FRA 5, Malo Gusto sai mancando, Tiago acreditou que é para disfarçar o pênalti, na cobrança curta, impedimento de Mbappé,”é um impedimento de fim de Copa, é um impedimento de fim de torneio, fez até embaixadinha o Mbappé”, serão 7 minutos de acréscimos... Aos 46, a falta não marcada em Saka origina o contra-ataque, Dembele a Olise perto da área, Rice desarma, Bellingham sofre falta, Lisca reclama, “sai daí juiz, agora tem a mania de se posicionar entre linhas, todo mundo quer a bola entre linhas e ele fica aí, é um saco, mas é orientação, de vez em quando eu mostro pros meus jogadores, quer ver onde está o espaço livre, olha o juiz!!!”, mencionando que Paquetá começou assim no jogo contra o Marrocos, “falei pra minha mulher isso e ela não acreditava”, pedindo para o narrador prestar atenção, e ele sai com essa, “camisa 10 e juiz jogando juntos”, aos 47, sai Guehi, camisa 6, ENG 4, entra Chalobah, camisa 12. ND, zagueiro por zagueiro, que já corta o lançamento de Olise a Dembele, aos 48, Mbappé no meio a Kounde na direita, Spence desarma na área, a bola fica com Maignan, Olisé vem pela ponta-direita, Spence cai no gramado e deixa o campo aos 49, Lisca lembra do pisão de Messi, “não para, não para, fala pro jogador, véio, não para”, Bellingham avança para o ataque, Upamecano desarma, o camisa 4 recupera, Dembelé arranca pela direita e chuta em cima de Chalobah, a França encosta de novo, 5 a 4, 50 minutos do segundo tempo, “bota uma assistência pro Upamecano aí na ficha, ele que roubou a bola, ele que tava reclamando com todo mundo, tocou com a perna esquerda bonito pro Dembelé, por que, porque o Spence tá do lado de fora, viu como é ruim ficar com um jogador a menos, essa regra é boa, você quer fazer gracinha, ficou com 1 a menos, ficou um buraco, aí o Dembelé aproveitou, 5 a 4, agora é o seguinte, tem 1 minuto, dá tempo, dá tempo de ter mais futebol na programação do SBT e da NSports!!!”... O jogo recomeça aos 51, Lisca fala em “futebol propositvo”, o narrador faz zoeira, “e o que o Tuchel tá tomando de gol nos acréscimos, é brincadeira, Tuchel”, os ingleses recuam a bola para a defesa, Rabiot escapa pela ponta esquerda, Reece desarma na linha de fundo, Saka lança para Watkins no círculo central, Bellingham encosta, conduz a bola até a área, ultrapassa Lacroix, dribla o goleiro e conclui canetando Upamecano, 6 a 4 Inglaterra, 52 minutos do segundo tempo, “hehe, Deschamps, nunca mais reclamem de um jogo de terceiro e quarto, 10 gols, um jogo histórico, 6 a 4, Inglaterra e França, dois gols nos acréscimos, olha a calvalgada do Bellingham, veio lá de trás, carregou, encarou a marcação do Lacroix, cortou o Lacroi, veio trazendo, e chutou por baixo da perna do Upamecano, que jogaço, Lisca”, que aponta, o jogo ficou mais aberto, não tão intenso, mas bom de ver, que golaço do Bellingham, “e tu usasses o termo correto, ele veio cavalgando”, o jogo termina aos 53, “um jogo maravilhoso, o melhor jogo da Copa do Mundo de 2026 foi a disputa de terceiro e quarto, o jogo mais legal, Juninho”, o comentarista define como uma partida de dois tempos distintos, Deschamps vai cumprimentar Tuchel, foca em Dembelé, caso não tivessem entrado Belligham e Anderson, a coisa ia complicar para segurar o adversário, acresenta Juninho, Upamecano liderou a França com sua atitude no segundo tempo, só não virou por razões de individualidade de Bellingham, o narrador tem outra hipótese, “obrigado, professor, tem realmente sorte demais, o Rapha que era o problema, e a Nadine”, o pentacampeão dispara, “Rapha retranqueiro!!!”, o técnico observa, “a intensidade baixa, a técnica prevalece mais, o o jogo fica mais atrativo pra gente”, Tiago resume, a Inglaterra sai feliz com a medalha de bronze, derrota para a Argentina à parte, Deschamps se despede com um saldo muito positivo, o futuro talvez reserve Zinedine Zidane, a Inglaterra tem por onde melhorar, Jude Bellingham tem só 2.3, Mbappé artilheiro da Copa, amanhã tem a final, “um beijo a todos”... Ufa!!!...
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| Bellingham sai do banco para marcar o gol que garante o terceiro lugar da Inglaterra no último lance da partida... |