Fazendo Ginástica Para Fugir da Pensão: Didi usa uma corda para ir embora da pensão sem pagar, e quando é surpreendido pelo dono, um português, diz que está fazendo ginástica, mesma desculpa que usa para beijar sua filha... Na primeira versão, de 1977, a pensão é de Maurício do Valle e a filha é Dilma Lóes... No “remake”, de 1988, Carvalhinho é o proprietário da pensão e a filha é interpretada pela cantora Sarajane, o quadro é introduzido depois que ela canta “Xenhenhém” e lhe pedem para contar algo sobre sua vida...
Quebrando a Casa do Vizinho: No quadro original, de 1977, Gaudêncio, Zacarias com peruca black power e bigode, volta para casa cansado do trabalho e descobre que os móveis foram todos trocados... A voz de sua consciência diz que a “sócia” dele está esbanjando o dinheiro que ganha com tanto sacrifício e ele começa a quebrar tudo, até descobrir que entrou na casa dos vizinhos... Na versão de 1988, Didi comete o engano e a voz da consciência é Wilton Franco...
Beijando a Filha na Frente da Mãe: Na primeira versão do esquete, de 1978, Zacarias é desafiado pela mãe da garota que beijou (Maralise Tartarini) a repetir o gesto na sua frente, o que ele faz imediatamente... Na regravação, dez anos depois, a mãe é uma portuguesa e é Didi quem volta a beijar a garota (Narjara Turetta)...
Madeira no Ponto: O marceneiro Didi serra o poste que indica uma parada de ônibus com o serrote que esconde em uma tipoia porque lhe disseram que madeira no ponto é perfeita para ser trabalhada... A serragem do poste é interrompida pela passagem de um guarda, em 1977, Carlos Kurt, e em 1988, Roberto Guilherme...
Festa na Casa do Comendador: O mordomo Dedé aproveita que seus patrões vão viajar para Buenos Aires e chama Didi, Mussum e Zacarias para fazer uma festa, vide Didi trabalhando forte na banheira da casa... O patrão volta inesperadamente e ao flagrar a festa, quer dar parte na polícia... Mas ele muda de ideia quando encontra sua amante e despacha a “sócia” para a Argentina enquanto permite que a festa continue... A primeira versão do quadro, de 1977, gravada no apartamento onde Renato Aragão morava na região do Leblon, tem Aurimar Rocha e Dilma Lóes como patrões, papeis que no “remake” são de Percy Ayres e Ida Gomes... Nessa versão, gravada no Teatro Fênix, além de uma apresentação do grupo Fundo de Quintal, a amante do patrão é interpretada pela ex-Miss Brasil Deise Nunes...
O Rato: Didi aproveita que a vizinha está assustada com um rato para “negociar”, mas só até o “sócio” dela aparecer... O papel da mulher no esquete de 1977 foi de Sônia Mamede, a primeira Ofélia do Fernandinho (papel que também interpretou em “Os Trapalhões”, ao lado de Lúcio Mauro, sendo que na fase da "Agência Topa Tudo", em 1992, depois de Sônia ter saído de cena, o papel ficou com Nádia Maria...), e na versão de 1988, quem se apavora com o roedor é Susana Vieira...
“Palhaço é No Fim da Fila”: Didi comparece para fazer uma inscrição, mas o pessoal que chegou mais cedo manda ele ir para o final da fila – ali, bem na frente da porta que é aberta por um funcionário perguntando quem é o primeiro que vai se inscrever... Em 1977, o funcionário é Átila Iório, em 1988, Maurício do Valle... A placa “Inscrições a Partir de 1º de Agosto” se mantém nas duas versões... O ator Tony Arantes aparece em ambas as duas filas...
Ovo de Codorna na Lua de Mel: Didi, Zacarias e Mussum negociam o aluguel de um quarto para a lua de mel de um idoso com uma jovem... Sendo que tanto em 1978 quando em 1988, é tocada a música “Ovo de Codorna”, de Luiz Gonzaga, na primeira versão, para Lajar Muzuris, e na segunda, para Jofre Soares, que se “associou” a Marriette...
Cachorro com Patas: Um homem passa pela rua e ao ver uma placa anunciando a venda de um cachorro e patas, bate na porta da casa de Didi... O numero de patas varia nas versões de 1978, seis, e de 1988, duas, mas o “punch” da piada é o mesmo: Didi vende para o homem (no “remake”, Isaac Bardavid...) o cachorro, que tem quatro patas como todos os outros, e as patas...
Explodindo o Cofre: Liderados por Dedé, os assaltantes Didi, Mussum e Zacarias invadem um escritório para arrombar o cofre e levar o dinheiro... Quadro de pantomima com fundo musical instrumental, na versão de 1988, era a trilha do filme “O Sobrevivente”... A placa “Proibido Atirar Pontas de Cigarros no Chão” e a “gag” respectiva, presente no esquete original de 1977, reaparece no “remake”...
A Favor da Gemada: Um casal com a esposa grávida dorme no banco de uma estação de trem e tem o sono interrompido por Didi, que prepara uma gemada exaltando os benefícios da bebida para sua virilidade... O quadro de 1978 conta com Francisco Di Franco no papel de marido, desempenhado no “remake” de 1988 por João Carlos Barroso, que atua ao lado de sua esposa na época, a atriz e dubladora Sheila Dorfman, a dubladora de Paola e Paulina em “A Usurpadora”... Na parte em que Didi mostra a foto dos filhos, Barrosinho coloca um caco em sua fala: “Esses filhos são do Aragão ou do personagem???”...
Banheiro Completo: Dedé pergunta a Zacarias e Mussum o que um banheiro precisa ter e quando eles lembram da água, acabam molhados... Claro que Didi não cai na pegadinha aproveita para dar um banho em Dedé... A primeira versão, de 1982, é da fase que os quadros do programa começaram a ser gravados com plateia no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro... O “remake”, de 1988, conta com a participação do cantor Biafra, que se apresenta no final do esquete...
Vinte Minutos Para Pentear Macaco: Nas duas versões, em 1978 e 1988, Mussum importuna um guarda dizendo para ir pentear macaco e Didi ainda pergunta porque ele não foi ainda... No original, o guarda é interpretado por Claudionei Penedo, no “remake”, por Roberto Guilherme, que é interrompido por Mussum quando contava vantagem sobre seu trabalho para uma garota...
Mudando o Alvo do Fuzilamento: No esquete de 1977, Mussum é um ditador africano que ordena o fuzilamento de uma estrangeira (Terezinha Elisa), mas acaba executado por Didi, Dedé e Zacarias, quando a mulher tira o cobertor, ficando só de biquíni... No “remake” de 1988, Carlos Kurt é um oficial nazista que atende a última vontade de uma espiã (Magda Colares), fazendo que ela não veja sua execução, porém acaba fuzilado pelos quatro Trapalhões por ter usado o sutiã para vendá-la...
E Tome Chazinho: De tanto convidar a vizinha para tomar chazinho, Didi é obrigado pelo pai dela a tomar um caldeirão de chá... Em 1978, pai e filha são vividos por Walter Stuart e Maralise Tartarini... No “remake”, dez anos depois, os papeis ficaram com Dary Reis e Mariette...
O Terreno Mais Vendido: Didi trabalha forte como corretor imobiliário e consegue vender duas vezes o mesmo terreno na região de Jacarepaguá duas vezes, precisando lidar com os compradores, que estão "full pistola", literalmente... Na regravação do quadro de 1978, os compradores ludibriados são interpretados por Ewerton de Castro e Stephan Nercessian...
Pintores Vivendo Intensamente: Na temporada de 1989, a quantidade de “remakes” de quadros diminuiu enormemente, com a direção investindo em especiais temáticos... Eventualmente uma ou outra regravação entrava no roteiro, podendo ou não ter relação com o tema do especial... Três pintores tentam conquistar uma garota que discute a relação com o “sócio” e quem leva a melhor é o mais baixinho deles, ao dizer que o importante na vida é viver intensamente... Na primeira versão do quadro, de 1978, o pintor sortudo é o anão Quinzinho, e no “remake” de 1989, o papel cabe a Ferrugem... O homem preterido foi interpretado por Francisco Di Franco, que é chamado por Didi de “irresistível Jerônimo”, citando o papel-título desempenhado pelo ator na novela da TV Tupi, que teve um "remake" no SBT, também protagonizado por ele, e Otávio César... A mulher ficou a cargo de Tânia Scher e, na segunda versão, de Inês Galvão...
O Casamento da Filha do Facêta: A versão original do musical de Didi e Zacarias aconteceu em um show de calouros comandado por Dedé, em 1979... Depois a música foi lançada no disco “O Forró dos Trapalhões”, em 1981... Quando foi feita uma nova versão da apresentação... A versão de 1989 faz parte de um programa sobre as músicas gravadas pelo grupo, ao lado de canções como “O Pau de Arara” e “Procurei Tereza”... Aqui o concurso de calouros dá lugar a um casamento, com Dino Santana de noivo e Guilherme Osty de padre... Alguns versos da canção original foram retirados, as referências ao filme “O Último Tango em Paris” e a novela “Os Gigantes”, mas a citação a Ney Matogrosso permaneceu...
Mala do Hulk: Na primeira versão do quadro, de 1979, Hulk, campeão sulamericano de levantamento de peso e sua noiva comparecem ao hotel para desfrutarem da lua de mel... Didi é o “bell boy” que precisa subir e descer as malas o tempo todo, já que a noiva (nesta versão, Sylvia Massari...) está sempre insatisfeita com os quartos escolhidos pelo gerente (no caso, Rogério Cardoso...)... A regravação aconteceu em um especial sobre super-heróis de 1989, onde Hulk é o próprio personagem da Marvel, verde como sua exigente noiva (aqui, Sandra Bréa...), que pressiona o gerente (agora interpretado por Paulo Figueiredo...) o tempo todo, até o momento que Didi se cansa de carregar as malas e manda o noivo levar a bagagem, enquanto cuida da noiva...
Noivas Trocadas na Lua de Mel: Didi e Dedé se casam juntos e na muvuca da festa acabam trocando de noivas... Felizmente, Dedé descobre, quando ia rezar, uma pinta na perna que só a noiva de Didi tem e vai desfazer a troca, mas acontece que Didi não tem o hábito de rezar antes de ir para a cama... O quadro original é de 1977 e o “remake” faz parte de um especial com gêmeos realizado em 1989... Em 2010, uma nova versão do esquete foi feita em “As Aventuras do Didi”, com a banda cearense Forró do Muído, na qual Didi e Dedé são noivos de ninguém menos que Simone e Simaria, que fizeram o papel de gêmeas mesmo com uma diferença de dois anos de idade entre elas...
Viúva do Baltazar: Os Trapalhões tentam consolar uma mulher que sofre pela perda de seu “sócio” Baltazar, que volta para reencontrá-la... Na versão original, de 1978, a viúva é Tamara Taxman e Baltazar, Carlos Kurt... No remake de 1989, apresentada pelo canal Viva, os papeis da viúva e do “sócio” são de Angela Leal e Isaac Bardavid... Há uma terceira versão, exibida em 1991 (também mostrada no Viva...), o episódio do Trapa Hotel, “A Viúva”, escrito por Renato Aragão e Paulo Duarte, onde os papeis da viúva (chamada de Julieta...) e de Baltazar são de Sylvia Massari e André Valli...
Posso Comer Mais Uma Bananinha???: Aparentemente, Didi quer “negociar” com uma garota (Dilma Lóes...) que tem um irmão muito ciumento (Carlos Kurt...), mas na verdade ele apenas pretende se servir das bananas da fruteira da casa... A primeira versão do quadro é de 1977, e na regravação de 1989, a garota é vivida pela cantora Tânia Alves, e o irmão, por Roberto Guilherme...
Vende-se Ovos Frescos: O quadro original, de 1977, foi incluído na retrospectiva que abre a temporada de 1988 de “Os Trapalhões” (no primeiro programa apresentado pelo Viva...), isso sem contar as inúmeras reprises no “Vidio Xô”, até janeiro de 2019, quando a atração saiu do ar... O “remake” de 1989 foi dividido em duas partes... Na primeira, Didi deixa cair sua única calça da janela do alto do sobrado e a pessoa que passa pela rua e ele pede para que devolva a vestimenta fica com ela, no original, Mussum, no “remake”, Tião Macalé, e depois tenta vender ovos para Dedé, nas duas versões, situação que lembra vagamente o episódio “Quem Baixa as Calças Fica Sem Elas”, de “Chaves”... Na segunda, Didi se incomoda com um casal que namora bem embaixo de sua janela e arruma briga com o rapaz, sendo forçado a mudar a placa que anuncia ovos frescos para “Vende-se Ovos Mexidos”... Em 1977, os “sócios” eram Carlos Kurt e Sônia Mamede... Em 1989, Alexandre Frota e Paola Bettega...
Água Fervendo e Palito: Sem dinheiro para comer numa lanchonete, Didi pergunta ao balconista o que tem de graça... Água fervendo e palito, o balconista responde... E é só isso que Didi precisa para tomar um chá – com adoçante – e cozinhar um ovo... Na versão de 1977, o balconista é Dedé, e no “remake” de 1989, que aparece no meio de um especial sobre academias de ginástica, mantido o chiste do adoçante, o papel ficou com o experiente Benjamin Cattan, vide “caco” de Didi sobre o valor dos cachês não acompanhar a inflação, dificultando a aquisição de carros e até a troca de pneus...































