segunda-feira, 6 de maio de 2019

Dez Anos da Estreia de "Cory na Casa Branca" no SBT...



























No dia 4 de maio de 2009, às 14h15, o SBT estreou a série “Cory na Casa Branca” (“Cory in The House”)...  Apesar da programação que começou a ser exibida naquele dia contar com a volta do “Programa do Ratinho”, a produção dos estúdios Valdisnei era considerado o maior trunfo da emissora na briga pela audiência com Globo e Record...  A série deveria ter estreado às 18h50, mas a emissora da Anhanguera descobriu que ia começar a mostrar uma série inédita na TV aberta (mas no ar desde 2007 no Valdisnei Channel...) que não seria exibida por pelo menos três importantes afiliadas da rede - TV Alterosa (Minas Gerais), TV Aratu (Bahia) e TV Serra Dourada (Goiás)...  A necessidade de exibir “Cory na Casa Branca” em rede nacional e manter a dobradinha com As Visões da Raven, a série que foi sua origem, fez com que as atrações fossem programadas para o início da tarde, tirando do ar “Chapolin”, após dez meses e a exibição bem-sucedida de 120 episódios diferentes... Os horários do final da tarde - Raven às 18h30 e Cory às 18h50 - também foram mantidos, com a diferença de que na faixa vespertina seria mostrada a quarta e última temporada de “As Visões da Raven”, até então inédita no SBT... Então é por isso que a emissora apostou tanto nas aventuras de Cory Baxter (Kyle Massey),  irmão menor de Raven Baxter (Raven-Symoné), que acompanhou o pai, Victor Baxter (Rondell Sheridan), nomeado cozinheiro da residência oficial do presidente estadunidense, na mudança para Washington... Devem achar que as pessoas sem TV paga ou os setores “Pedrinho Gosta” do público pensarão que a ida de Cory à Casa Branca tem algo a ver com Barack Obama... Na verdade, a série foi cancelada nos Estados Unidos depois de duas temporadas e 34 episódios, em setembro de 2008, antes das eleições americanas... Ela estreou no ano anterior, antes da ascensão de Obama, cuja arrancada eleitoral deve ter tornado a ideia de um cozinheiro amigo do internauta Pedro Henrique e seu filho no centro do poder dos Estados Unidos uma brincadeira um tanto quanto perigosa, Raul Seixas... Mais ainda porque a primeira-dama que chegou a Washington era muito mais presente que a da série – a qual apareceu em único episódio – tinha duas filhas, ao invés de uma, que arrumaram um cachorro muito mais encontradiço que o da ficção... 






















O primeiro episódio, “O Garoto Novo na Cidade”, se preocupou demais em apresentar os personagens da série... O presidente hispano-americano Richard Martinez (John D’Aquino) - que falta de tato, diria o Pedrinho, tantos filmes e séries pré-Obama colocaram um amigo do nosso colega de rede no cargo, porque não essa série???  - a filha do presidente, Sophia Martinez (Madison Pettis), a assessora do presidente, Samantha Samuels (Lisa Arch), o cachorro do presidente, Humphrey, a filha do embaixador da Bahávia, Meena Paroom (Mayara Walsh), o filho do senador, Newt Livingston (Jason Dooley), o filho do diretor da CIA, Jason Stickler (Jake Thomas)... Era tanta gente nova a ser apresentada ao público que o início do episódio ficou bem cansativo, burocrático mesmo... Um personagem conhecido, o pai de Cory, que afinal de contas forneceu o “gancho” para essa série, acabou ficando de lado, lamentavelmente... Era o primeiro sinal do aproveitamento irregular do elenco fixo ao longo da temporada... A situação ficou pior porque a exibição das 14h15 foi precedida pelo primeiro episódio de "As Visões da Raven" (na exibição do SBT, que segue a ordem de produção...), que não teve a mesma preocupação e mostrou uma história mais fluida - ou fedida, já que Raven estava envolvida em um trabalho escolar com o aluno fedorento da turma, Ben Sturky (Joshua Harto)... Sem a BFF Chelsea (Anneliese Van Der Pol) para ajudar, mas também com menos didatismo, até em relação ao primeiro episódio exibido nos Estados Unidos, "Teste de Amizade"... A estrutura de “Cory na Casa Branca” é a mesma de “As Visões da Raven”, em especial o fato das situações vividas pelo personagem principal conduzirem a um clímax do tipo "pastelão"... No caso do primeiro episódio, o desejo de impressionar a filha do embaixador fez Cory montar um cavalo sem saber nada de equitação... Por algum motivo, a ideia de que Cory e Meena pudessem ser “sócios” foi praticamente descartada no terceiro episódio da primeira temporada e só seria resgatada no penúltimo episódio do derradeiro ano da série... Uma pena, pois o envolvimento dos dois poderia aumentar a duração da atração, quem sabe... Pelo menos evitaria o romance de Cory com a chatíssima Candy Smiles (Jordan Puryear)... O gracioso protagonista das tramas paralelas da Raven, onde fez a fama que garantiu o "spin-off", não pode ser comparado a um Will Smith ou um Damon Wayans, quer dizer, Michael Kyle, como parece ser a intenção do SBT... Na série, está mais para as trapalhadas abobadas da irmã mais velha do que para o jeitão gozador implacável dos cômicos preferidos do Pedrinho... De qualquer forma, o menino terminou o primeiro episódio em dívida com o publico, e a expectativa de que a performance cômica melhoraria nos episódios seguintes não se concretizou por completo... Já na estreia, Samantha e Stickler foram colocados como antagonistas de Cory, um esquema que nunca funcionou com Raven, num vaticínio sobre o destino de ambos os dois no decorrer da série, ou seja, a obscuridade... O mesmo aconteceu com o cachorro Humphrey... Que curiosamente tem participação destacada no episódio de “Hannah Montana”, “Pegue este emprego e ame-o”,  em que a cantora vivida por Miley Cirus encontra-se com o presidente Martinez e sua filha Sophia, tentando convencer sua “roadie” Roxy  a voltar a trabalhar com ela... Um “crossover” que não chegou a se repetir em “Cory na Casa Branca”...  Melhor assim, pois na ocasião, “Hannah Montana” era exibida pela Globo aos sábados... No dia da estreia, às 18h30 tivemos o primeiro episódio da quarta temporada de "As Visões da Raven", "Raven, Sydney e o Homem", que estreava no SBT...  De novo, a irmã mais velha de Cory levou vantagem...  A novidade da temporada foi positiva... A pirralha da vez, Sydney, não é apenas irritantemente cômica... É órfã... E a orfandade costuma render bons dividendos na ficção... Chelsea não apareceu muito, mas fez a alegria dos peixeiros com seu boné de baleia... Se bem que... A protagonista da série é o próprio “Baleião”, digo... O segundo episódio de "Cory na Casa Branca", “Incidente Internacional”, apesar de mais focado no conflito de Meena com o pai tradicionalista – primeiro sintoma do mal do “montanismo”, ou seja, o destaque dado a Meena fazia a série ficar parecida com “Hannah Montana”, ainda que Mayara Walsh fosse mais "crescidinha" que Miley Cirus - resolveu um sério problema do primeiro...  Victor foi bem aproveitado numa trama paralela, a compulsão da filha do presidente por batata frita... Porém, ao aplicar-se a “Teoria Raven” – quanto mais o protagonista cai em cena, pior o episódio – o resultado não é muito simpático a Cory, pois ele caiu duas vezes...


























No conjunto, os 21 episódios do primeiro ano são divertidos, sempre com roteiros movimentados e inventivos... O problema está nos detalhes, como diria M.B... Deram à primeira temporada de "Cory na Casa Branca" a mesma levada da última temporada de "As Visões da Raven"... Radicalizaram a parte cômica do protagonista, na base do pastelão, como cabe a uma sitcom mais convencional, do tipo "saia-e-blusa"... Mas os estilos são diferentes... Nas tramas paralelas da Raven, o humor de seu irmão Cory era mais sútil, mais elaborado... Em resumo, Cory é esperto e Raven uma bobalhona... Ele é fofinho, Pedrinho, e ela é uma balofa... Ops!!!... O elenco fixo, apesar da mesma estrutura de "As visões da Raven" - dois amigos de escola, Meena e Newt, esperta e bobo, e na casa de Cory, que no caso é a Casa Branca, três pessoas, o pai cozinheiro, o presidente e sua filhinha - não emplacou...  As histórias focadas na escola e na banda DC3, formada por Cory, Meena e Newt,  são um "dejavu" da série “Hannah Montana” e do filme “High School Musical”...  Sendo Meena a vocalista da banda e Cory o baterista, o impasse está colocado... Mostrar primeiro os episódios “high-school-musicais” – “Incidente Internacional”, “Todos Amam Meena” e “Os Gatinhos do Rock”, segundo, terceiro e quarto da temporada  -  foi um esforço para a série engrenar mais depressa, entretanto fez com que os atores fixos que melhor funcionaram, o presidente Martinez e sua filha Sophia, aparecessem menos – ambos os dois estão ausentes em “Espírito Escolar”,o sétimo e um dos piores episódios da temporada, focado em Candy, a aluna “caxias” que o “descolado” Cory acaba desgraçadamente “negociando”...  As situações que envolviam o primeiro-pai e a primeira-filha dos Estados Unidos sempre foram as mais imaginosas da série, como uma disputa de dança com o primeiro-ministro da Rússia (em “Força Aérea Um a Mais”, décimo-quinto episódio...), o surto de insônia do presidente (trama paralela de “Tudo Pelo Esqui”, sexto episódio) e a preparação de sobremesas explosivas (em “Sobremesa Bahaviana”, oitavo episódio, que chegou a ganhar no Ibope de “Soltando os Bichos”, uma exibição vespertina da primeira temporada do “reality-show” “A Fazenda”, da Record...)... Mas a primeira-dama e a primeira-avó, que apareceram em episódios isolados  ("Confusão no Shopping" e "Ficando Esperto", décimo-primeiro e décimo-segundo episódios da temporada...) , fizeram falta... Enquanto alguns coadjuvantes ganhavam muito destaque, até chegando a ameaçar o estrelato de Cory, como no caso de Meena – cuja intérprete, Mayara Walsh, é filha de um estadunidense com uma brasileira, e morou em São Paulo dos 2 aos 11 anos, o que lembra que no mesmo período de exibição da série, janeiro de 2007 a setembro de 2008, a protagonista do “Palhação” passou a ser a atriz Sophie Charlotte, filha de um brasileiro e de uma alemã, e as duas tem praticamente a mesma idade -  outros eram mal aproveitados, como a assessora do presidente... O próprio pai do protagonista, Victor, foi pessimamente utilizado... Ele praticamente só escorregava no quiabo, um aspecto incômodo que vem desde os tempos em que a atriz que fazia sua esposa deixou "As Visões da Raven"... O problema só foi corrigido no final da temporada... Victor começou a participar mais das tramas e os recalques da assessora vieram à tona... O quase esquecimento do pai de Cory mostra outro problema: as tramas paralelas foram pouco valorizadas... Consequência do grande reforço dado a história principal... Aquela lógica de radicalizar no pastelão para colocar o protagonista mais em evidência... O que deixou alguns episódios bem cansativos... As tramas secundárias servem como contraponto, para rebater exageros ou insuficiências da história central... O pior é que na segunda metade da temporada, a série ficou muito dependente de coadjuvantes eventuais, inclusive aqueles oriundos de “As Visões da Raven” como o Espremedor (Dan Mott), em “A Volta do Espremedor” (décimo-terceiro episódio...) - uma boa sacada da quarta temporada da série matriz - a própria Raven, em “As Visões na Casa Branca”(décimo-sexto episódio...) e o hamster Lionel... Alis, o episódio com o roedor, “Lionel tem outro nome”, o penúltimo do primeiro ano, assinala a manifestação daquele fenômeno que os “otakus” dos Estados Unidos conhecem como “jump the shark”, ou seja, “pular o tubarão”... Aquele episódio que assinala o começo do fim de uma série... Só que nesse caso, quem pulou foi o hamster...  O último episódio, "Nunca Conheceremos o Dwayne”, contou com a participação de Dwayne “The Rock” Johnson, internauta Pedro Henrique... Devido a um toma lá dá cá, sem alusões aos presentes... Madison Pettis ausentou-se de sete episódios, pois participou do filme “Treinando o Papai”, estrelado por “The Rock”... Nesse episódio, a ação é centrada no comparecimento do ator, interpretando a si mesmo, na Casa Branca... O que evitou a dispersão da trama paralela, valorizando o trabalho de Rondell Sheridan na direção, Pedrinho... Não à toa, tanto Victor quanto Samuels (a personagem sempre rendia mais quando eram mostrados seus recalques, que contrastavam com a seriedade da função de assessora presidencial, vide “Sem Ritmo”, o décimo-oitavo do ano, onde organiza uma festa do pijama para Sophia e suas amigas...) tiveram bom aproveitamento na história... Claro que a participação de The Rock foi determinante para o episódio ser incluído no DVD “All Star Edition”, lançado nos Estados Unidos... Que como o nome indica, privilegiou a segunda fase da primeira temporada, a dos coadjuvantes eventuais... Dwayne Johnson, Raven, Don Stark – que viveu o premiê russo "Perna Louca" Schuzoff, um êmulo de Bóris Yeltsin numa época em que Vladmir Putin já dominava a Rússia - o não-creditado George Takei – que em “Força Aérea Um a Mais” era o comissário de bordo do avião presidencial... O episódio da sobremesa bahaviana, aquele que massacrou "A Fazenda" não é dessa fase, mas Fred Stoller (Norman Trumbles) e Mary Chris Wall (professora Bushwick) são considerados "astros"... Sinal de que as coisas não estavam indo muito bem com  a série, cancelada no meio da segunda temporada... A qual será o tema de uma próxima postagem... 

























Lançadas na Pegada do Bozão no Silvio Santos...

Quem será que sugeriu a Silvio Santos que promovesse o retorno do Bozo em seu programa???...










































Palhaço estadunidense fez um gesto para expressar todo o seu amor pela cidade de Nova Iorque... Ops!!!...


















































Capa – “Vem logo!!!” Será que Everaldo chega ao Timão???...





















Sessão Cartolão -  “Pronto para voltar a ser protagonista”. Indianapolis Colts na NFL... Está certo disso, Pedro Beltrão???...
“Um certo Rodrigues Neto”. Saudades de Beto Vieira...  Alis, por falar em saudosismo, em “Os Trapalhões”,  em ritmo de hip-hop, Dedé foi flagrado pelo “sócio” da garota e sua patota, ficando peladão, peladão – e Mussum quer a toalha dele de volta... Tião pede 50 mil cruzeiros emprestado a Mussum, que só dá o dinheiro quando o assaltante comparece...  Didi apresenta uma atração internacional,  Ice MC, cantando a clássica canção “Cinema”, internauta Pedro Henrique...  E os próprios Trapalhões cantam o rap “É isso aí my brother”...  Didi lembra a Dedé e Mussum lembra que os Trapalhões vão completar 25 primaveras , e mostra como foram as gravações do filme “Os Trapalhões e a Árvore da Juventude” na região de Manaus, vide prefeito Artur Virgilio Neto – cargo que ocupou de 1989 e a 1993, e novamente a partir de 2013... Dedé apresenta a versão dos Trapalhões para “Ghost – Do Outro Lado da Vida”, com Didi no papel de Sam, Narjara Turetta trabalhando forte como Molly, vide ataque de bulimia (“Você é porca, Molly!!!”...) e, claro, Mussum no papel de Oda Mae Brown – que Whoopi Goldberg não saiba... No Trapa Hotel, “O Aniversário de Didi”, de  Mauro Wilson, Paulo e Andrade e Renato Aragão...  Todas as funcionárias do hotel desejam bom dia para Didi, que até supõe que seja um dia importante para ele, mas não lembra que é seu aniversário...  Na sequência, o padrasto de Duda comparece para levar a menina e enche Didi de porrada, Felipe Wagner... Dedé propõe que a questão seja decidida em uma luta e vai treinar Didi na academia do hotel,  ajudado pelo gerente Batatinha... Um hospede tem sua carteira furtada e o gerente encarrega Mussum de revistar todos os presentes no saguão...  Por acaso, a carteira estava no bolso de Didi e ele terá que ser levado para a delegacia, para a frustração de Duda... Dedé não acredita, mas Mussum precisa cumprir a lei... E o padrasto de Duda  vai tentar leva-la... Didi já está contando os minutos no xadrez, quando todo o pessoal do hotel comparece com um bolo para festejar seu aniversário, vide Duda lhe presenteando com uma bomba... Ops!!!... O padrasto comparece na delegacia, procurando a enteada, e Didi jura que, se roubou alguma coisa, que o teto da delegacia caia em cima dele... Não caiu e quando Didi deu um ioiô como lembrança para Duda, ela recordou que a carteira não estava no bolso do paletó de Didi... Também, conforme registrado pela careca do gerente, ela foi “plantada” pelo padrasto de Duda... Que vai preso, enquanto a festa de Didi continua no saguão do hotel, vide bolo explodindo com a outra bomba de Duda... Ops de novo!!!... Dedé se admira com uma pintura na galeria de arte – até o faxineiro Didi mandar Duda levar embora seu dever de casa...





























































Hélio Acreditou...
Em 25 de março de 1990, Hélio Costa defendeu o Plano Collor no "Domingão do Faustão"...











































Primeiro apresentador do "Linha Direta" assegurou que Valdisnei teve corpo congelado, Neal Gabler...

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Guia Mussum Forévis das Exibições de "Os Trapalhões" no Viva...

Biografia escrita por Juliano Barreto trabalha forte na diferenciação do estilo dos Trapalhões no cinema e na televisão...



















































A estreia do documentário "Mussum - Um Filme do Cacildis!!!" é um excelente pretexto para reler a biografia “Mussum Forévis – Samba, Mé e Trapalhões”... Escrita por Juliano Barreto e lançada em 2014, conta a história de vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum, e sua atuação nos universos da música, do cinema e da televisão...  Alis, o livro se destaca entre outras obras que falam sobre os Trapalhões e os integrantes do grupo por diferenciar com clareza seu estilo de humor na televisão e no cinema... Ainda que o autor aponte como um dos fatores que levaram ao declínio de audiência do programa a partir de 1990 a interrupção da produção cinematográfica do grupo...  Normalmente, essa diferenciação não acontece, porque a maioria das análises a respeito dos Trapalhões se baseia nos filmes, cuja disponibilidade para o público, antes em VHS e depois em DVD, é maior do que o programa de televisão, que tem sua exibição condicionada à decisão da Globo de reapresentar a atração produzida entre 1977 e 1993, com uma breve retomada em 1995, ou de permitir a sua exibição no Viva... A qual chegou a ser anunciada em dezembro de 2012, mas só começou a ser mostrada em janeiro de 2018... Somente com os programas feitos entre 1988 e 1995, e muitos deles tiveram quadros excluídos devido a pendências de direitos com as famílias de Ted Boy Marinho e Terezinha Elisa... O avanço da tecnologia digital e da internet reduziu essa desvantagem de “Os Trapalhões” sobre os filmes do grupo, na medida em que permitiu digitalizar as gravações em vídeo das exibições da Globo e disponibilizá-las na rede... Tarefa facilitada com o surgimento dos sites de compartilhamento de vídeos, principalmente o Youtube ©... A maioria das gravações postadas na internet são das reprises que a emissora realizou entre 1994 e 2000, e que tiveram três fases... A primeira, entre janeiro e dezembro de 1994, logo depois que Renato Aragão e a direção da Globo, então comandada por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, decidiram parar com a produção de “Os Trapalhões”, que era exibido aos domingos,  depois dos resultados ruins de audiência das mudanças implantadas na temporada de 1993... No lugar dos programas inéditos, acertou-se a exibição dos melhores momentos de todos os tempos da atração, de segunda à sexta, às 17 horas, antes da “Escolinha do Professor Raimundo”, substituindo o programa “Radical Chic”, inspirado na personagem de Miguel Paiva, que não havia emplacado... O livro de Juliano Barreto relata que a seleção de quadros, feita por Dedé Santana e pelo diretor Maurício Sherman, fez tanto sucesso logo no primeiro mês – 32 pontos de média , com 41 de pico – que o grupo acertou uma reunião com a Globo em setembro para acertar o retorno de “Os Trapalhões” aos domingos em 1995... Volta que de fato aconteceu, porém foi prejudicada pela perda de Mussum, em 29 de julho de 1994, e durou pouco mais de quatro meses... Em abril de 1996, as reprises voltaram, aproveitando a seleção de quadros de 1994 – com as vinhetas de transição de 1993, que tinham Didi, Dedé e Mussum – nas manhãs de segunda à sexta, antes do “TV Colosso”... Quando Angélica estreou na Globo, em setembro, as reprises passaram para o meio-dia, depois da novelinha “Caça Talentos” e antes dos noticiários locais... Em março de 1997, com o fim do material selecionado três anos antes, começou a exibição de quadros em ordem cronológica, dede o especial de estreia do grupo na emissora, de 7 de janeiro de 1977 – vide quadro com Didi de biquíni na piscina de um hotel de luxo...  Essa fase, que permitiu observar com clareza as mudanças no humorístico, durou até agosto de 1998, saindo do ar com o início do horário eleitoral... As reprises recomeçaram em julho de 1999, primeiro após o “Bom Dia Brasil” e em seguida antecedendo os jornais regionais... Misturando programas das duas fases anteriores, o ciclo terminou em agosto de 2000, também por causa da propaganda eleitoral... Em setembro, o Ministério da Justiça oficializou a classificação indicativa para programas de TV, o que dificultou novas reapresentações... Entre os quadros reprisados nesse período, está o esquete cuja veiculação no Youtube © é apontada por Barreto como “momento definidor do renascimento de Mussum como ídolo pop”... Conhecido pelo nome com que foi postado pelo usuário “SpeedMerchants” em 23 de novembro de 2006, “Mussum armando uma pindureta”... “O quadro, de 4 minutos e 33 segundos, em que também participam Didi e Tião Macalé foi filmado nos tempos do diretor Adriano Stuart e só  25 anos depois foi desenterrado rumo a um sucesso enorme (...) A transformação de Mussum em meme começa pelo jeito de falar do personagem e seu léxico característico, que facilita seu reconhecimento como piada para quem sabe que a referência do plural errado é uma ligação ao humor do trapalhão...  Com o vídeo ‘Mussum armando uma pindureta’, a coisa foi além da brincadeira com o português errado por causa do grande número de frases e palavras capazes de ganharem vida própria e independentemente da obra como um todo... Dividindo as brincadeiras de Mussum, Didi e Macalé, o conteúdo conseguiu se multiplicar e chegar bem mais longe”. O termo pindureta mencionado brevemente no quadro, por exemplo, ganhou destaque ao aparecer no título da página no Youtube © e entrou para o vocabulário de quem pensa em dar algum calote por aí”...  O título do vídeo também ajudou a jogar o foco em Mussum, cuja tentativa de pindureta é na realidade a preparação para o “punch” da piada, que é a frase no estilo “carta enigmática” ("O pior não é ocê beber, é ficar devendo... Nós chama a cana"...) com que o garçom Didi se recusou a aceitar o calote e fez Mussum e Tião serem presos por um policial... “O jeito irônico de Didi cumprimentar seus clientes, chamando-os de bacharéis, diplomatas e engenheiros, entre outros elogios, também é facilmente imitável e replicável... Após ver o vídeo é quase impossível resistir à tentação de chegar a uma mesa de bar e cumprimentar seus amigos fazendo a mesma brincadeira... Cantar os versos iniciais de ‘Lá no Morro’, pedir para o garçom ‘completar o lance’ ou chamar as garrafas de 600 ml de cerveja de ‘ampolis’ é tão engraçado de ver quanto fácil de imitar”... Talvez não tanto a performance de Tião cantando “Jenny, Jenny”, de Little Richard, mas o fato é que todos esses componentes, para o autor, levaram  o vídeo a alcançar a marca de 3,3 milhões de acessos na época da publicação do livro, em 2014 – atualmente, já são 5,8 milhões de acessos... Adriano Stuart assumiu a direção do programa em 1980, substituindo Augusto César Vannucci, que estava no comando desde a estreia, em 1977, quando o estilo de humor cujas bases eram , nas palavras do autor do livro, “o improviso, o caos, as tortas arremessadas na cara” conseguiu enquadrar e subverter o “Padrão Globo de Qualidade”, permitindo aos comediantes “usar o cotidiano e improvisar”, levando a quadros “com mais malícia e cacos”, onde se “ironizava mais e mais os cenários elaborados e o jeito certinho de fazer TV do padrão Globo”, pois “Didi começou a escancarar o mundo de mentirinha dos cenários”... Sem contar que “outra solução para unir a sofisticação da Globo ao humor anárquico dos trapalhões foram as sátiras musicais”... Antes, Stuart havia sido redator do programa – na companhia de Carlos Alberto de Nóbrega e Mário Wilson -  e desde 1978 dirigia os filmes dos Trapalhões no cinema... De acordo com a biografia de Mussum, “possuía um senso de humor calcado no deboche e na malícia das pornochanchadas... Com Stuart, não existia piada pesada demais... Usando o tom certo, era possível insinuar cenas de sexo, mostrar bebedeiras dionisíacas, tiros, assaltos, brigas e o que mais os redatores achassem engraçado... Isso incentivava ainda mais o improviso nos quadros e deixava o elenco bastante à vontade para levar para a frente das câmeras o mesmo tipo de brincadeiras que faziam nos bastidores (...) Mais uma característica de Adriano Stuart muito apreciada e respeitada era a valorização homogênea do elenco... O diretor escolhia Dedé, Mussum e Zacarias como protagonistas dos esquetes tanto quanto escalava Didi... Não hesitava de deixar o trapalhão líder de fora de alguns quadros ou em usá-lo como escada para que os outros brilhassem... Essa filosofia de incentivo ao improviso e prioridade para a igualdade do quarteto foram essenciais para a produção de alguns dos momentos mais memoráveis da história de ‘Os Trapalhões’... Barreto cita como exemplos os shows de calouros apresentados por Dedé – vide “O Casamento da Filha do Facêta” – o esquete da pindureta e o quadro em que Mussum fica entalado em uma banheira... Stuart  deixou a direção do programa em 1981, após desentendimentos com Renato Aragão nas filmagens de “Os Saltimbancos Trapalhões” nos Estados Unidos...  Por indicação de Chico Anysio, a direção do programa foi assumida por Osvaldo Loureiro, experiente ator com formação teatral e diretor dos shows de Chico...  “Para dar uma chacoalhada na audiência e aproveitar o carisma do quarteto, a temporada de 1982 seria gravada no Teatro Fênix, com a presença da plateia no auditório e, junto com os esquetes, traria novidades como entrevistas com personalidades, brincadeiras de picadeiro, e claro, os números musicais com intervenções cômicas de Didi, Dedé, Mussum e Zacarias”... Em agosto de 1983, acontece a separação do grupo, detonada segundo o biógrafo de Mussum por uma reportagem de capa da revista “Veja” sobre Renato Aragão, que teria desagrado os outros integrantes e levado a uma discussão sobre a divisão do faturamento dos filmes...  A partir de setembro, Didi passou a fazer “Os Trapalhões” sozinho, sob a direção de Gracindo Junior, com os reforços de Roberto Guilherme, Zilda Cardoso, Rogério Cardoso, Augusto Olímpio – que ganhou o apelido de “Cascão” e Arnaud Rodrigues... A audiência caiu e a Globo estudou a possibilidade de criar um novo elenco principal para a atração, sondando nomes como Sérgio Mallandro, Regina Casé, Ronald Golias e Costinha... Se bem que... A ideia de chamar Golias partiu de Carlos Alberto de Nóbrega, que era redator do programa – ele contou isso em entrevista ao programa “A Tarde é Sua”, de Sônia Abrão – num momento em que Golias estava afastado da televisão, fazendo apenas shows e eventos corporativos... E a Globo recusou-se a contatá-lo... Alvos do interesse do SBT, Dedé, Mussum e Zacarias foram colocados no humorístico “A Festa é Nossa”, exibido aos domingos, no qual “atuavam como mecânicos em uma oficina de carros e aprontavam confusões no melhor estilo ‘Os Três Patetas’, com cacetadas, caretas e gritos”...  Como os índices de audiência de “Os Trapalhões” não melhoravam, a Globo começou a tentar a reconciliação do grupo de todas as formas, inclusive por meu de seu proprietário, Roberto Marinho... Graças à intermediação de Beto Carreiro, os quatro trapalhões se reconciliaram em fevereiro de 1984, e no mês seguinte voltaram a gravar o programa juntos... A reestreia contou com uma nova abertura, feita por Hans Donner em equipe, onde o grupo virava desenho animado por meio da técnica de rotoscopia...  O diretor Gracindo Junior foi substituído por Paulo Araújo, “experiente ator e diretor de comédias”, que interpretou o Agostinho na primeira versão de “A Grande Família” e dirigiu o humorístico “O Planeta dos Homens”...  De onde Araújo tirou a inspiração para a cenografia e o “timing” dos quadros da nova temporada... “A base do novo cenário principal era toda branca, com elementos cenográficos meramente simbólicos... Um esquete passado em uma praça, por exemplo, seria montado apenas com um banco e um poste, sem fundo, árvores, cercas ou figurantes... A criação dos detalhes do local ficava com a imaginação do espectador, que mal tinha tempo para se incomodar com a simplicidade, pois, muitas vezes, as piadas eram representadas em pouco menos de um minuto”...  Poupar verbas de produção ajudava a focar em um projeto mais ambicioso, realizado no começo de 1985... “Durante a temporada de reprises do programa dominical, o grupo passou uma temporada em Los Angeles, gravando o que seria sua primeira série de programas feitos para exportação... Foram 14 episódios com Didi, Dedé, Mussum e Zacarias fazendo suas palhaçadas nos cenários da Universal City... As fitas rodaram produtoras do mundo todo, mas acabaram sendo mesmo exibidas primeiro no próprio programa da Globo, como blocos especiais”... Excluída das reprises da década de 1990, a série “Os Trapalhões em Los Angeles” era a “mosca branca” da produção televisiva do grupo, e reapareceu somente em agosto do ano passado, postado no Youtube © pelos colecionadores Diego Munhoz (citado na biografia de Mussum, como um dos grandes digitalizadores de vídeos de “Os Trapalhões”...), Lozandres Braga e Rafael Barão... Nos anos seguintes, não houve grandes mudanças no programa, segundo o autor do livro...”Entre abril de 1986 e março de 1988, o humorístico passou pelas mãos de Walter Lacet, Carlos Maga e Maurício Tavares... Cada um deles, ao seu estilo, alterou um pouco a fórmula vencedora, acertando e errando em algum grau, mas nunca mexendo o suficiente para alterar o status do quarteto... As mudanças dessa época, a bem da verdade, não traziam nenhuma ruptura radical... Manga tentou dar mais unidade ao programa, gravando mais externas e juntando um quadro no outro, para criar certa continuidade”... Em outro trecho da obra, Barreto aponta que com Manga, “o programa de domingo na Globo havia resgatado sua vocação original de pastelão e resgatado, com enorme sucesso, o quadro do quartel do Sargento Pincel, originalmente chamado de ‘Os Legionários’, em 1965, na TV Excelsior”...  Quanto a Lacet, “acostumado a produzir grandes musicais, aumentou a participação de artistas da Globo nas trapalhadas de cada domingo”... Tavares, diretor em 1987, “repetiu a ideia de aumentar a espontaneidade do quarteto ao fazê-lo interagir ao vivo com a plateia do Teatro Fênix”... Em um desses quadros, Jorge Lafond apareceu pela primeira vez como Vera Verão, originalmente um primo de Mussum que viajava para os Estados Unidos, onde se tornou empresário artístico, passando a agenciar Michael Jackson – de Pirituba, digo...





















Viva não exibe quadro que livro aponta como responsável por reconduzir Mussum à condição de ídolo pop, o da pindureta...


















































O surgimento do canal Viva, em 2010, representou uma excelente oportunidade para o resgate de “Os Trapalhões”... O programa chegou a ser anunciado em dezembro de 2012, mas a exibição começou apenas em janeiro de 2018, aproveitando a resolução de questões de direitos para permitir a produção do “remake” exibido pelo Viva e pela Globo em 2017... Das três temporadas previstas, apenas uma foi gravada... O programa original começou a ser mostrado em 1º de janeiro de 2018, a partir da temporada de 1988, exatamente como aconteceu na Globo Portugal alguns meses antes... Esse foi o primeiro ano em que Wilton Franco, criador do programa “Adoráveis Trapalhões”, o primeiro protagonizado por Renato Aragão, na TV Excelsior, em 1966, assumiu a direção geral da atração, auxiliado por Iran Lima... A biografia de Mussum relata que o humor na Globo vivia uma fase agitada com a ida de Jô Soares para o SBT no final de 1987 e as disputas entre Chico Anysio e o pessoal do projeto “Novo Humor”, criado para preencher a vaga deixada pelo fim do “Viva o Gordo” e que levou a estreia do “TV Pirata”... Quando a Globo decidiu contratar Gugu Liberato, o SBT tentou pegar carona em rumores sobre o fim de “Os Trapalhões” para tentar contratar Dedé, Mussum e Zacarias... Por pressões de Chico Anysio, que temia perder espaço para a nova geração de humoristas, o contrato dos três foi renovado e ele passou a supervisionar o programa... Renato Aragão, por sua vez, ao mesmo tempo que alugava seus estúdios de cinema para as gravações do “TV Pirata”, “emplacou como novo diretor do programa o veteraníssimo Wilton Franco, também conhecido como ‘o inventor dos Trapalhões”’... O programa passou a ser aberto com os quadros com plateia, gravados no Teatro Fênix... “Soava moderno e dinâmico, mas, na verdade, era exatamente o que os humoristas faziam nos anos 1960, antes do advento do videotape... Franco era o cara certo para o projeto e as trapalhadas entraram, após anos de mesmice, verdadeiramente em uma fase diferente... Didi, Dedé, Mussum e Zacarias entravam no palco vestindo seus uniformes de show e brincavam com a plateia e os músicos convidados o tempo todo”... Então é por isso que quase sempre o número de abertura era um dos chamados “quadros de aposta”, típicos dos shows que o grupo realizava pelo Brasil e que ficaram mais frequentes com a reconciliação do quarteto, em 1984 – para aumentar os rendimentos com as apresentações, Renato Aragão deixou um pouco de lado as atividades empresariais e a produção dos filmes e começou a comparecer mais nas turnês...  Os uniformes de show também eram uma sinalização para o público infantil, que teve sua condição de “target” do grupo reforçado por um forte trabalho de marketing, vide lançamento do gibi em que eles eram retratados como crianças... O esforço incluía também a divulgação dos filmes e a distribuição dos LPs... “O improviso reinava, e quem vacilasse, acabava tomando ovadas e tortadas na cara, mesmo que o texto não indicasse isso... Roberto Guilherme e Tião Macalé eram as maiores vítimas”... A comparação dos programas exibidos no Viva com os vídeos de anos anteriores postados no Youtube © revelaram um aspecto não tão favorável das temporadas de 1988 e 1989... Muitos dos quadros são “remakes” de esquetes gravados no final dos anos 1970, quase sempre inferiores às versões originais... Em 1989, tentaram contornar o problema por meio de programas temáticos, nos quais os bate-papos com artistas e músicos eram uma constante... A temporada de 1990 começou com o abalo da perda de Zacarias, onze dias depois de ter pedido licença médica, às vésperas do início das gravações... Que incluíam uma novidade, um bloco “com uma história completa sempre passada dentro do Trapa Hotel”... No qual “cada trapalhão ocuparia um posto fixo, atuando como um dos funcionários do hotel”... Como relata a biografia de Mussum... “A intenção de criar um programa dentro do programa era atender melhor à demanda internacional da Globo, que já exportava sua programação para outros países, mas tinha dificuldade em incluir ‘Os Trapalhões’ no pacote porque a atração não seguia uma ordem serializada, como as novelas, e trazia em sua versão ao vivo muitas piadas entendidas apenas pelos brasileiros”... A  Zacarias, de acordo com Juliano Barreto, caberia o papel de “maitre”, mas que na verdade seria uma reelaboração do garçom Moranguinho, papel que interpretava antes dos Trapalhões no programa “Café Sem Conserto”, da TV Tupi... Sem Zacarias, “o personagem seria engavetado com as participações de Jorge Lafond interpretando o farfalhante cozinheiro Divino, tampando os buracos do roteiro”... O primeiro programa da temporada, exibido em 1º de abril de 1990 teve uma homenagem a Zacarias – a começar pela abertura, com cenas diversas do humorista – que incluiu um texto de Chico Anysio e Didi, Dedé e Mussum prometendo seguir sem agregar um novo integrante ao grupo e “dialogando” com falas de Zacarias tiradas de programas antigos, e o novo quadro fixo... “Quem assistiu ficou com muito mais vontade de chorar do que de rir do primeiro episódio do Trapa Hotel, mostrando a contratação de Didi, Dedé e Mussum para trabalhar no impressionante cenário de dois andares, com elevador panorâmico e portas giratórias”... Se bem que... Outra das razões para a criação do Trapa Hotel era a economia com cenários, despesa que serviu de obstáculo para a ida do grupo ao SBT – Silvio Santos preferiu usar o dinheiro com o “Aqui Agora” e um pacote de novelas mexicanas, como “Carrossel”... Nesse primeiro episódio, Didi adotava uma órfã que fugia do padrasto, interpretada pela pequena Duda Little... Personagem que, por algum motivo, não tinha a simpatia de Barreto, que ao listar o elenco do Trapa Hotel, a chama de “criança chatinha”... Faz sentido, porque o quadro começou a engrenar apenas quando as histórias deixaram de ser centradas em Duda  - vide Japonês dos Canecos e os três episódios de pura vergonha alheia da parte de Regina Restelli... Didi, como auxiliar do gerente Batatinha, vivido por Roberto Guilherme, tinha a companhia de Dedé – que o livro diz que era um “personal trainner”, embora o termo não fosse conhecido no Brasil na época – e Mussum – classificado como “segurança”, embora aparecesse como detetive do hotel... Eventualmente, o personagem tinha momentos de maior destaque... Então é por isso que o livro não lembrou do episódio do Trapa Hotel em que Mussum viveu o moscão, quer dizer, o Chapolon Pretis, uma versão do Chapolin Colorado, para livrar Didi e Duda dos bandidos vividos por Iran Lima e Luis Mangelli...  Em 1990, Wilton Franco passou a dividir a direção do programa  com Maurício Sherman... Cujo estilo inconfundível começou a se manifestar no segundo episódio da temporada, o primeiro com a abertura das letras atrapalhadas... Em um bailado com dançarinas de figurino “cyberpunk” – com peruquinhas louras estilo Chitãozinho e Xororó – os três Trapalhões, de fraque e cartola prateados, dançavam ao som de uma canção especialmente composta para o número... “É hora de brincar e de sorrir, é hora de canções... Apenas a alegria tem lugar, em nossos corações... A tristeza veio aqui fora de hora, mas levou um pontapé e foi embora... E porque atrapalhamos a tristeza, somos os Tra-pa-lhões!!!”... No quadro com plateia que abria o programa, a ordem era aproveitar o modismo da lambada, vide Didi sendo apelidado de “loirinho da lambada”... “Invariavelmente nos episódios os personagens apareciam dançando o ritmo nortista e rolavam até algumas tomadas focadas nas pernas e nas bundas das dançarinas com a intenção de chamar a atenção do público adulto”, descreve o livro, que inclui nesse esforço a paródia da novela “Pantanal”, sucesso da época na Manchete, transformada em “Espantanal”... Faltou mencionar a ironia que Didi e Dedé fizeram ao “boom” de erotismo televisivo impulsionado pela trama, criticando as apelações usando um figurino sem calças...  Sherman introduziu bailados até nos quadros do quartel, que também tinham seu tema musical... “Um dois, feijão com arroz, um dois, feijão com arroz... Nós somos do quartel, que não está no mapa, o cabo é uma toupeira e o sargento é um panaca”... As recrutas com pernas de fora levaram ao inacreditável quadro do “strip-tease de combate” – conhecido no Youtube © como “Aeróbicha”, pois quem de fato tira a roupa é o Sargento Pincel – e uma inspirada esculhambação do número feita pelos próprios soldados... Certo, Sherman quis dar um toque “político” às piadas do grupo, nos primeiros programas Didi sempre começava com um “stand-up” sobre o Plano Collor, porém seu grande êxito foi a criação do personagem Ananias para Renato Aragão... Um anão capaz de enormes proezas, e que não admitia ser chamado de baixinho... Quadro que era abrilhantado por participações especiais, vide Chico Anysio – supervisor do programa – Faustão, Miguel Falabella, Chitãozinho e Xororó...  Wilton Franco, por sua vez, mantinha-se como a voz que conversava com seu amigo Aparício, personagem com o qual Renato Aragão encarnava o dia-a-dia de uma “criatura úmida” do povo – vide o episódio do Trapa Hotel em que foi pedir emprego... Pena que Didi tenha chegado primeiro... Ops!!!... Em 1991, houve mais dois esforços de criar quadros fixos... O “É isso aí my brother”, vide coreografia de “street dance”, no qual acontecem algumas das pouquíssimas participações de Ted Boy Marino que não foram cortadas pelo Viva, como um dos punks da gang comandada por Roberto Guilherme com peruca estilo moicano... E a oficina da Sorvetão, em que Andréa Faria comandava os mecânicos Didi, Dedé e Mussum... O Trapa Hotel prosseguia, diminuindo ainda mais a participação de Duda, que passou a contracenar com a pequena Alessandra Aguiar... Porém, o que salvou a temporada da obscuridade foram as comemorações dos 25 anos dos Trapalhões – sempre contadas a partir do início do programa “Adoráveis Trapalhões”, da TV Excelsior, em 1996 – cujas atrações, até o beijo de Renato Aragão na mão do Cristo Redentor, eram anunciadas pessoalmente no programa por Wilton Franco e Maurício Sherman e os diretores designados pela Globo para auxiliar na preparação do especial de 25 horas – Aloysio Legey e Walter Lacet... Maratona que tem algumas atrações listadas na biografia de Mussum, tais como o “show de calouros” – sem alusões à concorrência, Silvio - as performances de Glória Menezes ao piano e Regina Restelli fazendo cover de Madonna (aproveitando sua semelhança física com a cantora, embora a voz seja muito diferente...), Didi se introduzindo como um vírus de computador na vida digital da androide Dorfe, vivida por Dóris Giesse no programa “Dóris Para Maiores”, Mussum reencontrando Chico Anýsio, que deu a ele suas primeiras oportunidades no humor televisivo, na versão da “Escolinha do Professor Raimundo” em que atores das novelas globais substituíam os comediantes e seus tipos  – e que foi a semente da versão estrelada por Bruno Mazzeo, vide Evandro Mesquita como Armando Volta... As comemorações também incluíam a divulgação do filme “Os Trapalhões e a Árvore da Juventude” e do LP “Amigos do Peito”, que incluía um misto de homenagem e ironia ao presidente Collor, “Roxo de Paixão”... A audiência, porém, estava em trajetória descendente, e como relata Barreto, Dedé e Mussum por pouco não renovaram seus contratos, insatisfeitos com a posição secundária que tinham dentro do programa, e foram para o SBT... O que só não aconteceu porque Renato Aragão se envolveu pessoalmente nas negociações depois que Dedé teve uma crise de depressão, causada pela revelação de que tinha um filho fora do casamento, conforme narra Barreto...



















Canal também não mostra outro sucesso de público e crítica de Mussum, o esquete em que ele fica entalado na banheira...


















































No primeiro programa da temporada de 1992, Didi anunciou que cada episódio seria dividido em duas partes... Na primeira, variedades, e na segunda uma história completa de Vila Vintém, “completamente centrada no tipo preferido de Renato, o pobre vagabundo de bom coração, amigo das crianças e inimigo dos ricos e opressores”...  Alis, a estreia da temporada foi toda para contar a história de como Tininha – vivida por Alessandra Aguiar, com 4 anos de idade na época – fugiu de um orfanato e conheceu Didi e sua cachorrinha Pipoca na região da Vila Vintém... História confessadamente inspirada no filme “O Garoto”, de Charles Chaplin, vide título do episódio, “A Garota”... Didi, segundo o livro, “estava pronto para usar suas lições de solidariedade para fazer rir, chorar e matar muita gente de tédio”...  Apenas no programa seguinte estreou, junto com a nova abertura (um pastiche da vinheta de 1984, que voltou a trazer os Trapalhões em rotoscopia...), a outra parte da atração, batizada de Agência Trapa Tudo, “uma empresa caçadora de talentos dirigida pelos três trapalhões”... “Embora tivesse sido roteirizada para mostrar histórias com começo, meio e fim, as cenas na Trapatudo perdiam-se em um esquema de total anarquia... O ‘escritório’ recebia como convidados atores globais, músicos, e humoristas em grande quantidade,  e desta forma, abria espaço para o improviso e as brincadeiras de palco tão ausentes nas últimas temporadas do programa”, resume Barreto... Que reconhece a anarquia e o improviso como marcas da Agência Trapa Tudo, características herdadas dos quadros gravados com plateia, até porque era uma continuação desse esquema, e que faziam dela a melhor parte do programa... Embora não mencione que o fato de Chico Anysio supervisionar a atração garantia que todo o elenco da “Escolinha do Professor Raimundo” comparecesse na Agência... Vide participações de Castrinho, Costinha, Geraldo Alves – com a imitação de Chaves que fazia na “Escolinha”, entre outras – Nizo Neto, Orlando Drummond (que encarnou um de seus mais famosos personagens na dublagem, o marinheiro Popeye...), Roni Cócegas, Tom Cavalcante, Zé Vasconcelos, Zezé Macedo... E de fato, como aponta o biógrafo de Mussum, havia “participações especiais memoráveis” e “outras nem tão memoráveis assim” – o livro é muito feliz em mencionar Eri Johnson, que fazia um gago... O qual, por mais incrível que pareça, apareceu em três programas... Dos quais só o último, com Zé Vasconcelos, se salva... Então é por isso que  a audiência... insistia em não melhorar... Segundo o autor, porque “havia no ar um desejo de menos escapismo chapliniano e mais esculacho calcado no dia-a-dia, receita muito bem usada pelos cassetas e por Faustão, como também pelas séries ‘Os Simpsons’ e ‘Família Dinossauros’, outros grandes sucessos ‘modernos’ da grade de programação dominical da Globo”... Vide “Família Dinossauros” sendo colocada entre “Os Trapalhões” e o “Fantástico” em meados de 1992... Alis, a temporada terminou com uma boa sequência de paródias de programas das emissoras concorrentes - "Aqui e Lá Fora", onde Mussum interpretava o repórter policial Mil Fômes, "Jô Suado Onze e Cacetada", "Claudioval Fecha o Fogo"... Isso sem contar com a gozação em cima do grande acontecimento quadrinhístico da época, a morte do Super Homem - Mussum trabalhava forte como The Flash...   No final do ano, Barreto conta que a Globo queria aproveitar o sucesso de Xuxa na América Latina para preparar uma versão em inglês do programa... Assim, o “Xou da Xuxa” sairia do ar e uma das opções para substituí-la nas manhãs globais seria colocar “Os Trapalhões”, “assumindo de vez a vocação de humor infantil, ocupando a programação matinal do plim-plim, em meio a desenhos animados, dançarinas e gincanas com a plateia”, com o horário que ocupavam aos domingos sendo preenchido por um alongamento do “Domingão do Faustão”... Outra opção, cita o autor, seria entregar a faixa para Sérgio Mallandro, que apresentava o “Show do Mallandro”, exibido  antes do “Xou da Xuxa” e substituía a apresentadora em seus períodos de férias... O que Barreto não menciona é que essa ideia teve a enfática oposição do próprio diretor do programa de Sérgio Mallandro – Bofinho – que preferiu apostar no projeto da “TV Colosso”... Quanto a “Os Trapalhões”, o programa foi entregue ao núcleo de Guel Arraes, responsável pelo “Casseta e Planeta Urgente”... Barreto aponta que o novo diretor, José Lavigne, anunciou que o programa, com duração reduzida de uma hora para 45 minutos, seria dividido em duas partes... Uma metade, escrita pelo novelista Carlos Lombardi, apenas com Renato Aragão, onde “interpretaria dois personagens (...) um milionário malvado chamado Faustino, e seu irmão pobre, Severo Severino, que chegaria ao Rio para ser tutor de duas crianças, Tati, Duda e Tininha”... Ideia que já havia sido utilizada em um episódio de “Vila Vintém”, em que ele fazia, além de Didi, um milionário italiano que queria adotar Tininha... Não funcionou, em especial pelo fato da voz do ricaço ter sido dublada (por Silvo Navas, dublador clássico de Bud Spencer...), o que tirava toda a espontaneidade da interpretação de Renato...  A outra parte seria no estilo da “TV Pirata”, que havia sido dirigida por Arraes... “Isso quer dizer que, no lugar de humoristas, a preferência seria por atores... Também queria dizer que nas entrelinhas que artistas capazes de fazer um só tipo, e ainda assim sem decorar os textos, como Tião Macalé, Dedé e Mussum, teriam que rebolar para se adaptar às reformas”...  A intervenção de Renato Aragão, que não se apeteceu com a ideia de fazer papel de “melquior”, alterou os planos... “Os esquetes com os três trapalhões juntos continuariam a formar a base para o programa, com as participações de velhos conhecidos como Dino Santana, Ted Boy Marino, Roberto Guilherme, Andréia Sorvetão, Conrado e Baiaco, mas a forma de produção dos quadros mudaria bastante... Sem auditório ou claque, trocando o Teatro Fênix pelos estúdios da RA produções , os trapalhões iriam interagir com uma equipe de maquiadores, figurinistas, técnicos em efeitos especiais e receber textos de um time de 13 redatores”... Entre os quais os responsáveis pelo texto do “Casseta e Planeta Urgente”... A parte de Lombardi se transformou na “sitcom” (Barreto chama de “novelinha”...) “Nos Cafundós do Brejo”, com 12 minutos de duração (metade do previsto originalmente...), em que Didi interpretava Zé do Brejo... Na nova abertura, Didi, Dedé e Mussum manipulavam a si mesmos, como se fossem marionetes...  “O público precisaria de tempo para absorver as mudanças e a numerosa equipe de produção ainda precisava experimentar mais, acertando e errando, para chegar a um ponto ideal... Na verdade, o que precisava ser feito era afinar a torrente de ideias novas dos roteiristas e manter o padrão ‘para toda a família’ construído ao longo das décadas, sem se arriscar com piadas e referências que as crianças não entendessem”... Nem é preciso dizer que todo esse cuidado não resultou em melhoras na audiência e ainda tornou a temporada de 1993 uma das mais ruins (senão a pior...) no conceito dos fãs mais tradicionalistas... A exibição no Viva demonstrou que a sofisticação da forma não necessariamente conseguia suplantar a simplicidade do conteúdo... Mesmo sem a iconoclastia de anos anteriores, a graça natural de Mussum se sobressaía, o livro aponta que ela era valorizada pelos redatores em quadros como a paródia “Duvide-o-dó Show”, no qual imitava Miguel Falabella, e Didi conseguia subverter a rigidez dos textos, por exemplo, transformando em bordão a narração dos títulos dos quadros, vide “Os Pirata!!!”... Nos últimos programas, "Nos Cafundós do Brejo" virou "As Aventuras do Zé do Brejo" - sempre com Renato atuando sem os companheiros - e o quadro do quartel voltou com o nome de "Trapacademia de Polícia", onde o Sargento Pincel foi rebatizado como Brochas... Ao comentar o êxito das reprises de 1994, Barreto não hesita em dizer que “a responsável por sufocar a atração foi a própria pressa da Globo em inovar”... E retomar o programa em 1995, já sem Mussum, priorizando reprises dos quadros de 1993, também não ajudou... Pois é, não é... 




















Reapresentação em 1988 garantiu presença no Viva de Mussum cantando "Sou Filho de Piloto"  no show de calouros do Dedé...

Lançadas Comparecendo na Cachoeira de Ônibus...

Na região de Pirassununga, linha de ônibus faz a ligação entre o centro da cidade e Cachoeira de Emas...

















































Frota da Viação Pirassununga têm Caio Apache Vip, como o da foto, e Apache Vip II, com tarifa de R$ 3,20... 




















































Capa – “Encantou!!!” Peixinho vence Fluzinho e segue na frente no Brasileirão...


















Poderoso Timão – “Como amenizar o desgaste”. Senão não dá para acelerar o jogo, como no começo do segundo tempo do jogo com a Chape, quando saiu o gol, Carille...
“Carille admite que não gostou da etapa inicial”. Vide passes errados...
“Deveríamos ter trocado alguns atletas (para o jogo com a Chape)”. Ou ter saído jogando com Vagner Love, realmente, professor...
“Reservas vão a campo”. Titulares na academia, exceto Cássio e Ramiro...
“Thiaguinho não participa de atividade”.  Para o Oeste, meu jovem... Ops!!!...
“Sonho foi realizado”. Janderson, que estreou como Gil Ferreira, quer dizer, como profissional contra a Chape...




















Restinho do Brasileirão...






















Peixinho – “Futebol de encantar”.  Em Santos, 2 a 1 no Fluzinho, gols de  Sasha  (19/2º), Carlos Sánchez (27/2º) e Pedro (39/2º) – descontando para o Pó-de-Arroz...  Alis... “Jogo franco”. Entre duas investidas de Luciano, a cabeçada de Sánchez... “Pexinho tenta, tenta... Em vão!!!” Duas vezes com Soteldo, duas com Sasha... “Brechas por todos os lados”. Vide Everaldo e Luciano arriscando de longe... “Peixinho abre vantagem”.  Rodrygo cruza, Sasha marca...  Pituca carimba a trave e Sánchez aproveita a sobra... “Tricolor acorda tarde”. Everaldo cruza, Pedro faz...
“Ele fez a diferença”. Soteldo... Quem diria...
“Ao ataque”. Rodrygo levando a melhor sobre Caio Henrique (OG)...
“Teve trabalho”. Bruno Silva do Pó-de-Arroz... Jean Mota que o diga...
“Assistência na Vila”. Everaldo, vide gol de Pedro...



















Sessão Cartolão – “Ingressos a partir de 27 de maio”. Pan de Lima, Marcelo Laguna...
“Na Juventus, me adaptei perfeitamente... Viram que não sou um charlatão... É Cristiano, é porque se cuida”. Papai Cris, modéstia à parte...
“Abelão perde apoio de parte do elenco”. “Prestigiado” no Menguinho...
“Feliz com Patolino, torcida do Bambi pode perder Antony”. Isso se algum clube se dispor a pagar  R$ 219 milhões de multa rescisória, Júnior Pedroso...
“Futebol francês rende boa audiência no Brasil”. Valdisnei agradece, pois valoriza o preço de venda da Fox Sports...
“Gabriel Medina no mar e no  ar”. Mais “Mundo Medina” no canal Off...
“Magic Paula”. Na base do “Esporte Solidário”...
“Coelho e Brahma”. Equipe mineira renova contrato do “Clube No 1”...
“Conheça o homem que desafiou gigantes”. TV Glauber Valente transmitindo o jogo da Porcaria em Maceió pelo YT até ser derrubado pela Globo... Alis... “Glauber despista torcida”. Ou melhor, age como torcedor nas transmissões...
“Confrontos definidos”. Oitavas da Copa do Brasil, vide confronto entre Timão e Menguinho...
“Grupo chinês negocia compra do CSA”. Agora vai...
“Xavi anuncia o adeus e quer ser treinador”. Valeu...
“Casillas pode antecipar aposentadoria”. Haja coração... Ops!!!...
“Racismo teria motivado atitude de Neymar (OG)???” Ainda a agressão...
“Brasil treina em base de Tóquio”. Rumo a 2020...
“A chance histórica de Tite”. Deixar Neymar (OG) de fora da Copa América, Léo Pereira... Alis... “Dinheiro X Tradição”. No PSG e no City, aquilo sobra, mas isto... Alis, por falar em tradições, em “Os Trapalhões”, Didi pede para Dedé deixar ele se esconder atrás do banco onde está sentado, para aplicaf o velho truque do dinheiro amarrado no barbante em Tião... Que não só cai na pegadinha como deixa de seguir a garota com quem estava tentando “negociar’...  Dedé cai na risada e sugere fazer a armação com Mussum, que também é enganado... O próximo alvo é o português da venda, que ao ver o dinheiro se mexendo, atira nele pensando que é um bicho... Então é por isso que ao ver a grana queimada, Dedé saiu atirando em Didi...  Saudado pela plateia, Didi pede aplausos para quem merece, o galã André Felipe, vide show de dança com funk, samba e lambada... Consultada a plateia, a lambada ganha disparado e o ator (que começou aos 18 anos, na novela “Eu Prometo”, e atuou em “Selva de Pedra” e “Rainha da Sucata”...)  trabalha forte na lambada com suas parceiras de dança – ao som de Gipsy Kings...  Ops!!!... Mussum é o leão de chácara do Cabaré Farinha... Onde só comparece no forró quem é sócio do clube... Não é o caso do Pinça, mas ele precisa entrar, porque sua “sócia” há dez anos está lá dentro, e quer dar o flagra enchê-la de porrada... Mussum diz que numa mulher não se bate nem com uma flor, tem que dar para fazer um carinho no forévis (!!!), e vai ver se ela está lá dentro... E acaba descobrindo que a própria “sócia” estava no forró... No Trapa Hotel, “Branca de Neve e os Quatro Anões”, de Mário Tupinambá... Didi atende um telefonema na recepção, é uma hóspede ilustre que irá se hospedar com seu séquito...  Ao saber quem irá comparecer no hotel, o gerente Batatinha manda a criadagem trabalhar forte – ele disse criadagem, Dedé... Conrado anuncia a chegada de Branca de Neve, com a cara da Renata Castro Barbosa, e o pedido de que preservem o meio ambiente... A princesa conhece bem Didi, porque ele é um Trapalhão do bem, mas Conrado quer saber por que ela veio com apenas quatro anões... É que a crise chegou no reino da fantasia... Mas Branca de Neve explica que os demais anões serão devolvidos em 18 meses... Enquanto Didi se decepciona em saber que o séquito de Patrícia Espinosa são os anões, Batatinha recebe Sandra Bréa, quer dizer, a Condessa, ou melhor, a madrasta malvada... Então é por isso que a princesa alerta Didi e Mussum sobre o complô armado por aqueles que querem destruir a natureza...  E Mussum diz que já encontrou um provador para impedir que ela seja envenenada, vindo diretamente do Ceará...  Quando Divino vai servir o jantar, Didi se encarrega de provar todos os pratos – sem deixar nada para Branca de Neve comer... A Condessa pronuncia sua palavra mágica e se transforma na bruxa do “grotoco no caqui”, Selma Lopes... Que vai direto ao encontro de Branca de Neve, A Princesinha Ecológica, mandando ver no feitiço e na destruição da camada de ozônio... Felizmente, o jovem príncipe Fábio Vilaverde compareceu ao hotel e despertou a princesa com um beijo...  Em seguida, comparece no quarto para prender a Condessa por tentativa de homicídio... Porém, quem dá cabo da Bruxa é Didi, ao colocar uma réstia de alho em seu pescoço... Antes de ir embora, Branca de Neve ganha um presente de Didi para completar sua “entourage”... Ananias, o próprio... Se bem que... Esse anão já tem uma Branca de Neve – de ébano...  Mussum oferece 90% de desconto no preço dos biquínis, desde que sejam experimentados pelas garotas, mesmo não sendo vendedor da loja, Iran Lima... Vide desconto de 100% para a loira experimentar uma calcinha preta... Ops!!!...





















Da ponte para cá e para lá...
Ônibus que vai atravessar a ponte de pista simples sobre o Rio Mogi-Guaçu, na Cachoeira de Emas...

















































O mesmo veículo retorna pela Praça Santos Dumont, a caminho da região central de Pirassununga...

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Lançadas nos Eventos de Primeiro de Maio...

- Ué... Falaram que aqui no Anhangabaú ia ter bolos, e só tem esse cara discursando!!!...














































Senna Day em Interlagos???... Não!!! Doutor compareceu no Salão Ayrton Senna da estação Autódromo da CPTM...


















Capa – “Agora sim!!! Virou líder!!!” Timão vence a primeira no Brasileirão... Bambi, a segunda...



















Poderoso Timão –“O primeiro gol é inesquecível”. No Fielzão  (30.442 pagantes...), 1 a 0 na Chape, gol de Carlos Augusto (9/2º)... Alis...  “Chape se fecha”. Ney Franco sem dar flanco... Ops!!!...  “Base resolve”. Vagner Love entra no lugar de Ramiro no intervalo e Carlos Augusto aproveita o chute de Clayson rebatido por Tiepo cabeceando para o gol... “Domínio corinthiano”. Nem as entradas de Renato e Aylon fizeram a Chape reagir...  Já o estreante corinthiano, Janderson, que substituiu Pedrinho... Pula o choque entre Pedro Henrique e Aylon...
“Sem descanso”. Clayson, inclusive na marcação...
“A emoção de Carlos Augusto”. Substituto de Danilo Avelar marcou primeiro gol como profissional...
“Fecha os olhos e vai!!!” Boselli e Aylon pelo alto..
















Varejão do Brasileirão...



















Porcaria – “Frustração alviverde”. Em Maceió, 1 a 1 com o CSA, gols de Raphael Veiga (8/1º) e Matheus Sávio (17/2º), empatando com os alagoanos... E sem transmissão da Globo, ainda...  Alis... “Impetuoso, Verdinho sai na frente”. Vide Hyoran cruzando e Veiga chutando de sem-pulo...  “Controlando até demais...” Moisés cobra lateral, Gerson quase fez contra e Deyverson, só para variar, desperdiçou...  “Jordi se desdobra” No segundo tempo, para defender a cabeçada de Deyverson e a bicicleta de Hyoran... “Vacilo dá novo rumo ao jogo”. Matheus Sávio teve  duas chances para empatar – e conseguiu...  “Haja afobação”. Deyverson não aproveita o cruzamento de Lucas Lima (OG)...
“Porcolino é baleado”. Emboscada de ex-integrantes da Mancha para membros da organizada na região do Tatuapé... Ops!!!...
“Deyverson tira onda”. Deixa o CSA comemorar o empate, pô...
“Borja sem lesão grave”. Apesar da Pancada no joelho esquerdo, sofrida no treino...
“Livre, leve e solto no meio”. Moisés, apesar da marcação do experiente Apodi (OG)...





















Bambi – “Um toró de alegria”. Em Goiânia, 2 a 1 no Goiás, gols de Patolino (31/1º), Jonas Toró (35/1º) e Leandro Barcia (47/1º) – descontando para o esmeraldino... Alis...  “Patolino deixa sua marca”. Vide Igor Vinícius cruzando para trás... Ops!!!...  “Aposta, Toró faz belo gol”.  Recebeu de Antony pela esquerda  e chutou colocado... “VAR valida gol do Goiás”. Barcia não estava impedido... “Bambi segura a vitória”. Expulsão de Igor Vinícius à parte... Alis...
“Me larga”. Marcação não deu sossego a Vinícius...
“Gonzalo Carneiro tem suspensão confirmada”.  Vide benzoilegonina, metabólito da cocaína, ABCD...
“Olha o sanduíche”.  Kayke entre Everton e Hudson...




















Menguinho – “Lei do Ex Custa Caro”. Em Porto Alegre, 2 a 1 Chapolin Colorado, gols de Guerrero (4/1º), Arrascaeta (14/2º) – empate do Urubu – e Sarrafiore (31/2º)...  Alis... “Gol relâmpago”. D’Alessandro cruza, Guerrero marca de cabeça...  “Vídeo em ação”. Rhodolfo mandou para dentro da rede a bola afastada por Marcelo Lomba, mas o VAR não deu o gol... “Na terceira tentativa, gol”. Antes, outro gol anulado, cabeçada de Gabigol (OG)... “Trave mais ‘sarrafo’!!!” Sarrafiore, que substituiu D’Alessandro, faz o gol da vitória dos gaúchos...
“É minha!!!” Gabigol (OG) contra Zeca, num dia para esquecer...
“Renê lamenta erro em gol”. Facilitou para Sarrafiore, digo...
“Gostinho especial”.  Guerrero sobe para fazer gol em seu ex-time...
Bacalhau – “Nova derrota no BR e na última posição”. No Rio, 2 a 1 Galo, gols de  Elias (13/2º),  Máxi López (20/2º) – empate do Vice – e Chará (44/2º)...
Marias – “Fábio e Thiago Neves garantem vitória”. Em BH, 1 a 0 no Ceará, gol de Thiago Neves (4/2º)... Afora o pênalti que Ricardo Bueno cobrou e Fábio defendeu...
Grêmio – “Tricolor cede o empate em SC”. Em Floripa, 1 a 1 com o Avaí, gols de Rômulo (45/1º) e Michel (contra, 40/2º) – empate dos catarinenses...
Fortaleza – “Leão vence no Castelão”. Na capital cearense, 2 a 1 no Fhuracão, gols de Edinho  (2/1º), Léo Pereira (22/1º) – empate da equipe de Curitiba – e Wellington Paulista (OG, 31/2º)...

















Sessão Cartolão – “Atração na Rio-2016 busca duas vagas em Tóquio”. Pita Taufatofua, o “Besuntado de Tonga”, Marcelo Laguna...
“Casillas sofre infarto, mas passa bem”. Segura essa, goleiro...
“Senna Day em Interlagos conta com a presença de 15 mil”.  Vide corrida de 10 quilômetros – a pé...
“Impedido”. André K. convocaria Neymar (OG), agressão à parte... Alis, por falar em pessoas desimpedidas, em "Os Trapalhões",  Dedé está muito feliz, não só apenas com a plateia, mas com a carta que recebeu de uma grande fã dos Trapalhões – a “sócia” de Didi... Que fez e deu para ela tudo – menos seu irmãozinho... Cansado de ouvir que Didi faz tudo, Dedé convoca Baiaco, o garçonzinho do “Trapa Hotel”, para mostrar suas habilidades com pratos... Nada que Didi não consiga fazer, a diferença são os pratos quebrados...  E na hora de jogar o ovo para cima e pegar com o prato, sobrou xampu de ovo para Dedé e Baiaco... Didi reclama que eles têm assistente... Então é por isso que ele chamou o bigodudo Mussum, vide ovo que furou o prato, começando o festival de pratos e ovos na cabeça...  E na falta de ovos, Didi quebra um ovo gigante em Dedé... Paola se admira com a mangueira na casa de Didi e pede ajuda para pegar uma manga... O auxílio é repetido com outras garotas que se interessam em pegar fruta no pé subindo no banco onde Didi está sentado... Mais uma menina aparece, mas as mangas acabaram... Não tem problema, Didi vai colocar mais frutas na árvore... Ops!!!...  No Trapa Hotel,  a conclusão da saga “O Duelo”, de Paulo Duarte...  A loira que compareceu no hotel, para quem Didi afirmou ser o Conrado, estava espionando para um coronel nortista, Sebastião Vasconcelos, que ao ver a foto do cantor beijando sua filha veio para o Rio de Janeiro – não no Vitória da Amigos Unidos, mas, enfim – para mata-lo... Com a chegada do coronel, Duda fica muito preocupada e descobre com Tião que Didi foi levar para um passeio no zoológico da região da Quinta da Boa Vista a sua gatinha – no caso, uma felina... Alertado por Duda, Didi se disfarça como socó argentino, ou jegue cearense, porém o coronel não é enganado pelo disfarce e vai passar bala em Didi, pensando ser o Conrado... O próprio cantor se manifesta, mas não tem jeito, e Didi é obrigado a fazer sua última oração... Porém, a espiã lembra que o coronel ainda não jantou, e esperando pelo jabá com jerimum, acaba indo com a cara de Didi e o chama para uma conversa... O gerente fala para Divino colocar alguma coisa na comida para fazer coronel e capanga dormirem... Didi tenta demover o coronel de sua intenção, porém o máximo que ele consegue é um duelo...  O jantar faz o coronel e seus jagunços caírem no sono, e o gerente aproveita para trocar as balas do revólver...  Didi vai além, e junto com Duda, trabalha forte no make...  Na hora do duelo, o coronel comparece maquiado e Didi de preto, vide chapelão... Sorriso coloca o alvo no coronel, mas Didi é alvejado  - pelos tiros de festim... Sentindo-se com a honra lavada, o coronel ia embora, mas quem mandou Didi responder “Saúde” quando ele espirrou???...























Ter Uns Amigos Unidos...
No "Trapa Hotel", Sebastião Vasconcelos fez coronel que pretendia matar Conrado porque beijou sua filha...











































Além de confundir Conrado com Didi, coronel não compareceu ao hotel no Caio Vitória da Amigos Unidos...

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Ayrton Senna que poderia ter sido...

Lançadas Sobre Senna e Sobre Beth...

- Pô, Senna!!! Mó orgulho de você ter emplacado esse Escort na região de São Bernardo...














































- Mas é claro, Beth Carvalho!!!... A gente só pagou formatura para poder cantar "Andanças"!!!...














































Capa – “Não perde o embalo!!!” Porcaria contra o CSA e Bambi contra o Goiás, ambos os dois jogos fora de casa...





















Poderoso Timão – “Com prazer em atacar”. Será que chega contra a Chape no Fielzão, Ramiro???...
“Reencotnro que pode inspirar o Timão”. Vide classificação na Copa do Brasil...
“Ronaldo quer ser presidente”. Daqui a cinco ou seis anos, depois de passar o ponto do Valladolid e para não bater de frente com o Andrés, digo...
“Quarteto segue fora”. Danilo Avelar, Henrique, Júnior Urso e Gustagol...


Chape - “Ney Franco aposta na mesma formação”. Se bem que... Batimão não é Chapolin Colorado...























Sessão Cartolão – “As armadilhas do Brasileirão”. Pontos perdidos agora podem fazer falta mais adiante, Vinícius Faustini... Alis... “Cuidado, Neymar (OG)...” Agressão pode custar a vaga na Seleção – ou não...
“Tem reação desse tipo que, por mais que seja amigo, não posso ser a favor... Acredito que ele tenha aprendido”. Está certo disso, Dani Alves???...
“Fracassa acordo de pacificação no Bacalhau”. Na verdade, o Conselho Deliberativo – vide Roberto Monteiro – quer puxar o tapete do presidente – vide Alexandre Campello...
“Porcaria se opõe a negociar Borja no mercado interno”.  Em especial para outros clubes da Série A do Brasileirão...
“Artilheiro no Foguinho”. Depois da saída de Kieza, sobrou para João Carlos, do Voltaço...
“Timão e a União”. Outro acordo da dívida do Fielzão...
“Allianz de criança”. Evento da Panini sábado, vide álbuns da Copa América e da Copa do Mundo feminina...
“Submundo do esporte”. “Chuteira preta” no Prime Box Brasil, estrelada por Márcio Kieling, o eterno Perereca do “Palhação”, Pancada...
“Novo Juan???”  João Pedro, 14 anos, cria da base do Menguinho...
“A despedida de Rodrigues Neto”. 31 pontos no Bolão Pé-na-Cova, internauta Pedro Henrique...
“As atrações nos 25 anos sem Ayrton Senna”.  Vide Senna Day na região de Interlagos...
“O exemplo de Ayrton Senna”. Tudo o disseste,  Hélio Castroneves...
“Os times e suas circunstâncias”. Portella comparando cartéis, digo... Alis, por falar em circunstâncias,  em “Os Trapalhões”, Mussum diz a Dedé... Que noite chata!!!... Dedé concorda, mas concorda que Mussum falar da noite chata o tempo todo é mais chato ainda... A campainha toca, Sorvetão entra, porém a expectativa de animar a noite é frustrada quando ela reclama da noite chata... Até sugeriu que trabalhassem forte no carteado, mas Dedé lembrou que se Didi souber do jogo, vai começar a dar palpite e estragar a diversão... Sorvetão tem uma ideia, fingir que estão jogando, inventando nomes para as combinações de cartas, para Didi não atrapalhar... De fato, ele não entendeu nada, mas só até sugerir que Mussum esperasse para dar sua cartada... No escritório com vários telefones da Globo – e a campainha tocando – os empresários Didi e Dedé recebem Nill, que partiu para a carreira solo depois de sair dos “Dominós” e está a procura de novos agentes... Dedé até sugeriu que ele mudasse o nome para “Xuxo”,  porém o cantor argumentou que já é bastante conhecido como Nill, sem revelar que seu verdadeiro nome é Lenílson... Didi cuida do visual, trabalhando forte nas peruquinhas, e com a plateia ajudando no “make”... Nill deixa pela fita VHS com sua música de trabalho, “Amor do Futuro”... Ainda assim, ele precisa provar a seus novos empresários que canta de verdade – uma baranga... No “Trapa Hotel”, “O duelo”, de Paulo Duarte... Didi mostra ao gerente suas habilidades como dublador, fazendo a voz de Sorriso, aproveitando para chamar Batatinha de “Careca”... Enquanto Mussum fica na correria para fazer uma entrega, Conrado vai ensaiar e ganha a companhia de uma fã... Didi garante que canta melhor que ele, e manda ver um “playback” de Julio Iglesias... Na verdade, o que Didi quer é ter o mesmo sucesso do cantor junto ao gênero feminino, pois ele está tão carente, precisando muito... Dedé sugere que Didi banque o Conrado para “negociar” com as garotas, a começar pela mulher de vermelho que acaba de comparecer ao hotel, procurando justamente pelo próprio cantor...




















Jorginho Antes do Pedrão...
Em 2003, Leandro Hassum fazia doutor Logullo, fiel companheiro de Chico Anysio, digo, do doutor Rosset...















































Não bastasse testosterona de ambos os dois doutores, quadro tinha João Carlos Barroso e Orlando Drummond...