segunda-feira, 17 de agosto de 2026

SBT 4.5: Imagens da Vida de Silvio Santos...

Na sobrecapa do livro, está o jovem Senor,  em uma foto datada como da década de 1950,  mas que seria de 1962...
























































No ano de 2020, Silvio Santos completou 9.0 afastado da televisão por razões de pandemia, e embora fosse avesso a homenagens, a família sempre fazia questão de tomar a iniciativa de celebrar a data, cinco anos antes, em 2015, por ocasião do aniversário de 8.5 do apresentador, a esposa Íris e as filhas patrocinaram a realização de um documentário, produzido e dirigido por Leonor Corrêa, a irmã de Fausto Silva, que atuou na equipe de redação das novelas do núcleo da esposa de Sílvio, inclusive Íris e as filhas fizeram de um bate-papo onde passaram em revista fotos de família como fio condutor da narrativa do documentário, que conta com o depoimento da presidenta do Brasil  na época, Dilma Rousseff, destituída do cargo por um processo de impeachment em 2016, já a produção foi ao ar somente em agosto de 2021, a pretexto de assinalar os 4.0 do SBT, ainda sob os efeitos da pandemia, e em meio a primeira tentativa de retorno de Silvio, já no ano anterior, seu aniversário de 9.0 não foi objeto de um documentário em vídeo, "sino" de um livro... “Silvio Santos 90 – Uma Vida em Imagens” foi publicado pela editora Matrix, a mesma de “Silvio Santos – A Trajetória do Mito”, de Fernando Morgado, que reune declarações do apresentador feitas em entrevistas publicadas na imprensa e se tornou uma biografia autorizada “a posteriori”, pois quando Silvio recebeu o livro, solicitou que fosse divulgado em anúncios veiculados no SBT, a obra de 472 páginas, que teria sido produzida em cerca de dois meses, segundo informa o colunista da UOL, Maurício Stycer, outro biógrafo do apresentador, teve uma tiragem limitada de 1.000 exemplares, que Íris e as filhas de Silvio distribuíram a amigos, colaboradores e jornalistas, Sônia Abrão, por exemplo, embora alguns deles tenham sido colocados à venda no Mercado Livre... A base do livro é similar ao ponto de partida do documentário, fotos pessoais e da vida profissional de Silvio Santos, introduzidas por depoimentos da esposa Iris, “Através das fotos deste livro, elaborado pelas nossas filhas, todos vão saber que você é considerado o homem mais amado do Brasil, verdeiro Mestre da comunicação no nosso país”, e das filhas, Cíntia, “Paizinho, que delícia fazer parte desse processo de ajudar a eternizar em livro a sua história... Poder ajudar nas pesquisas, procurar fotos e viajar no tempo da minha infância, reviver momentos, viagens, festas e compartilhar tudo isso com as minhas irmãs e ao mesmo tempo contar aos seus netos e bisnetos”, Silvia, “O quão maravilhoso foi e é ser sua funcionária e ter tido TODAS as oportunidades que tive trabalhando e aprendendo ao seu lado nos meus 33 anos de profissão e ter me tornado a profissional que sou hoje”, Daniela, “Pai, este livro não é para viver do passado, mas para contar essa história linda que  você sempre no contou, só que em forma de fotos”, Patrícia, “Este livro é uma celebração das suas escolhas, uma comemoração por todas as oportunidades que surgiram... Mas estas páginas não conseguem registrar o seu maior legado: todas as vidas  que você tocou e impactou!!!”, Rebeca, “Você é meu maior exemplo de vida”, e Renata, “Que história linda a sua!!!”... Dessa forma, a “fotobiografia” começa com a parte dedicada a “Infância e Adolescência” de Silvio, trazendo um pequeno texto introdutório, “Carioca da gema... Assim nasceu Senor Abravanel em 1930, na Travessa Bem Te Vi, uma rua da Lapa, no Rio de Janeiro... Filho de Rebeca Caro, imigrante turca, e Alberto Abravanel, imigrante grego, descendente de Judah Abravanel, um importante líder judeu no século XIII, que ajudou a salvar seu povo refugiando-se em Lisboa... Judah era avô de Dom Isaac Abravanvel e avô de Samuel Abravanel, que lutou pelo povo judaico na Salônica (hoje Tessalônica), uma das maiores cidades da Grécia, quando foram perseguidos pelo rei Charles V... Samuel Abravanel se estabeleceu em Ferrara, na Itália, e acomodou nessa região os judeus perseguidos”, e, depois da certidão assinalando o nascimento de Silvio em 12 de dezembro de 1930, algumas imagens conhecidas, como a da própria Travessa Bem Te Vi, que está no livro escrito por Arlindo Silva, e lançado em 1972, “A Vida Espetacular de Silvo Santos”, uma imagem que dá uma pista da origem da biografia, pois mostra um Fusca da frota de carros de reportagem da revista “O Cruzeiro”, onde Arlindo publicou uma série de reportagens sobre a trajetória do apresentador... Na sequência, o pequeno Senor comparece ao lado da irmã Beatriz, da avó, dos pais, na escola, e, entrando na adolescência, “aqui Silvio deveria ter seus 15 anos, já com um bigode discreto, mostrando que virou adolescente e chegou à puberdade”, trabalhando forte, pois abaixo da foto está um anuncio das canetas Champion, que vendia como camelô, com um registro na página seguinte de seu ponto, região da esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Sete de Setembro, onde hoje há um sebo com um pôster de Silvio bem na entrada, “em 1948, Silvio presta o serviço militar obrigatório e ingressa na Aeronáutica, onde fez parte da primeira Escola de Paraquedismo das Forças Armadas, formando-se no ano seguinte”, como atesta a foto usando farda que também está no livro de 1972, com uma legenda bem diferente, “Esta foto chega a ser sensacional... Silvio Santos fardado de paraquedista do Exército, após completar 18 anos... Ele chegou a dar 18 saltos”, Tony Tornado, corre aqui... Logo depois, “Em 1949, ingressou no rádio, fazendo diversos amigos”, como Celso Teixeira na Rádio Mauá, olha o Lamartine Babo ali, como iniciante no meio radiofônico que era, Silvio aparece no canto das fotos, quase sempre segurando os papeis com o texto que vai ler no microfone, e então chegamos a outra foto reunida por Arlindo Silva, “Silvio e Celso na barca que fazia a travessia do Rio para a cidade de Niterói... Nessa barca, Silvio conseguiu colocar um bar com música e animava a travessia das pessoas de um lado para o outro... Um dia, a barca quebrou, Silvio não quis esperar o conserto e levou o bar para São Paulo”, nesse momento, depois de fotos das “Credenciais e crachás das rádios que Silvio trabalhou, como Tupi, Continental e Nacional”, além de uma carteirinha do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, surge uma imagem curiosa, “Abaixo, com a amiga Madalena, em frente à barca Rio-Niterói, em 1954”, que recebe uma descrição mais detalhada no livro de Arlindo Silva, “No arquivo particular de Silvio Santos, existe esta foto, tirada em 1954 na barca de Paquetá... A moça, sua namorada, chamava-se Madalena”, quando Arlindo lançou “A Fantástica História de Silvio Santos, no ano 2000”, a foto foi republicada e Madalena passou a ser amiga de Silvio, e com esse “status” chegou ao livro organizado pelas filhas 20 anos depois, mas nessa altura, ainda em 1954, “Silvio pega o Trem de Prata para São Paulo, onde muda os rumos de sua vida e dá início a uma linda trajetória na capital cosmopolita”... Esta parte do livro finaliza com algumas fotos de estúdio feitos por Silvio, a legenda indica, “Retratos dos anos 1950, Silvio, como sempre, elegante e bem penteado”, uma das imagens também está na sobrecapa do livro, e aparece ainda na seleção do livro de Arlindo Silva, “Foto de 10 anos atrás... Silvio no tempo em que trabalhava na Nacional de São Paulo e já era o dono do Baú da Felicidade, que Nóbrega lhe deu”, ou seja, como “A Vida Espectacular de Silvio Santos” é de 1972, ele teria posado para o retrato em 1962, ou seja, um pouco depois da data atribuída na obra de 2020... 












































































Mas na Globo, valia tudo, ser cachorro sim, levar facada, trepar na escada, montar em burro, Silvio é o de boné... 



































Começa então a parte mais importante do livro, “Carreira Artística”, na Rádio Nacional de São Paulo, Silvio já não segura o script sozinho, tendo a companhia do “divertido Ronald Golias”, aliém do “grande amigo e conselheiro Manoel de Nóbrega”, com quem aparece em seu primeiro programa fixo na televisão, “TV Hit Parade”, de 1958, ocasião onde começa a ser o protagonista nas fotos, também dividindo o destaque com Moacyr Franco, Cacilda Lanuza e Wilma Bentivegna, e a fazer os shows da Caravana do Peru Que Fala, vide anúncio do show no Jardim Casqueiro, região de Cubatão, patrocinado pelos Supermercados Luiz XV, e estrelado pelo próprio Silvio, “o famoso Peru Que Fala” (!!!), Solon Sales, “o Seresteiro da Pauliceia, Gessi Soares de Lima, Canarinho, Odete Cardoso e Macaca Chita, e não só apenas isso, “Em 1960, sua primeira grande empreitada no horário nobre da televisão, “Vamos Brincar de Forca”, um formato de sucesso na TV Paulista”, e ainda sobrava tempo para colocar gasolina em sua Rural Willys e virar garoto-propaganda de achocolotado, “O carisma e o talento fizeram que o FIk Fort patrocinasse um programa de Silvio Santos, ‘Bolada Fik Fort’, uma divertida gincana nas noites de 1961, na TV Paulista”... A qual pertencia ao mesmo grupo da Rádio Nacional de São Paulo, depois vendidas a Globo em 1965, no momento onde Silvio ganhava cada vez mais espaço na programação com “novos formatos para a TV, ‘Ganhando e Apostando’, em 1962, e ‘Pra Ganhar É Só Rodar’... Ao lado, já aos domingos, dentro do recém-criado ‘Programa Silvio Santos’, seu primeiro programa de calouros, ‘Cuidado com a buzina’, em 1963... Abaixo, mais uma foto do ‘Pra Ganhar É Só Rodar... Na página à direita, uma de suas marcas: a premiação do público”, é o “carnet” do Baú da Felicidade trabalhando forte, enquanto o programa em 1964 coloca o espirômetro e um saco de pancada para testar o fôlego e a força do público, “apresentar os programas nunca foi seu trabalho e são até hoje sua paixão e diversão”, vide “os trejeitos singulares que o público ama”, uma das primeiras capas de revista, sorrindo em “São Paulo na TV”, tudo sob o comando do “parceiro de uma vida, Luciano Callegari foi o primeiro produtor e diretor dos programas de Silvio Santos... Aqui em 1965, confere extração da loteria no ‘Festival da Casa Própria’ (TV Tupi, 1965) e em momento inusitado do ‘Música e Alegria’, no mesmo ano”, nesse caso, servindo de “conje” para Silvio, trajado com um vestido de noiva (!!!), não há registros em vídeo dessas interações de Silvio e Luciano, depois um dos diretores mais influentes na primeira década e meia do SBT, porém dá para ter uma idéia pela imitação de Silvio feita por Ronald Golias, no programa “Brondo Total”, onde a cada momento de “Sua Majestade, o Ibofe”, paródia de “Sua Majestade, O Ibope”, o apresentador disparava uma indireta atrás da outra para o diretor, o terno e gravata retornam no encontro com Hebe Camargo, apresentadora da TV Paulista, e seu primeiro marido, Décio Capuano, são deixados de lado na capa da revista “7 Dias na TV”, “Silvio Santos: Não quero ser deputado!!!” e voltam na participação no palco do programa de Chacrinha na TV Excelsior, além do encontro com o comediante mexicano Cantinflas, este na TV Paulista, em 1965, na primeira equipe de produção, Neymar de Barros, Carlos Frasseto, Hélio Siqueira e Luciano Callegari, este sempre comparecendo na frente das câmeras, inclusive em “Cuidado com a Buzina”, já a capa da revista “Intervalo”, lançada pela editora Abril em 1963, é dividida com César de Alencar, uma das principais inspirações de Silvio como animador, ambos os dois saudados pela publicação como “Os Reis do Auditório”, Silvio em São Paulo e César no Rio (“Ela é fã da Emilinha, não sai do César de Alencar”, Carequinha...), abaixo de um título que na época até fazia sentido, “James Bond matou Kildare e Ben Casey”, misturando filmes de espionagem com séries de drama médico, enfim... Callegari dá uma forcinha a telemoça no sorteio e a Maria Tereza, a própria, no esquete em que interpreta um engraxate, o irmão Léo e a sobrinha Dory fazem participação especial, ele substituía o irmão, ela se tornou produtora do tio, Silvio divide o palco com os fortões do “Música e Alegria” e a banda de música do “Ronda dos Bairros” da Rádio Nacional, tem um “momento divertido” com Ronald Golias de cigarro na mão, contracena com a cantora Joelma (a outra, a outra...), Moacyr Franco e Rogério Cardoso em um esquete cômico, se multiplica nas capas da “São Paulo na TV”, “As oito esposas de Silvio Santos”, em capa com os alienígenas da novela “Os Estranhos”, da TV Excelsior, “Silvio Santos no hospital”, “Silvio Santos é solteiro ou casado”, em resumo, “as revistas investiam em polêmicas com Silvio para aumentar as vendas”, num período em que o apresentador se declarava solteiro, embora tivesse casado com Cidinha em 15 de março de 1962, conforme relatado por Arlindo Silva em “A Fantástica História de Silvio Santos”... Agora Luciano segura a marimba para Maria Tereza cantar enquanto Silvio se veste de caipira em um programa especial de aniversário  e apresenta o polêmico “Rainha por Um Dia”, alvo das críticas de ninguém menos que Sérgio Porto, mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta, no texto “Máquina de Fazer Doido”, incluído na terceira edição do livro Febeapá, o “Festival de Besteiras que Assola o País”, especialmente depois do golpe militar de 1964, o apresentador recordou das críticas ao programa no “Nada Além da Verdade” com Claudete Troiano, exibido exatamente no dia em que a apresentadora foi demitida do SBT, em 2009, Silvio sorri em três capas de revista, ao lado da máquina de escrever em seu escritório, mas não na hora da “Torta na Cara”, que “começou com Silvio em seu programa em 1966”, ainda que a cena esteja mais para a “Câmera Escondida” do Papapá, Carlinhos Aguiar, corre aqui, e tem mais inovação com “o aplicativo de relacionamento da época: Casamento na TV, com Silvio e o casal Waldyr e Neide, que descobrimos, estão casados até hoje”, e compareceram no especial de 6.0 do “Programa Silvio Santos”, apresentado por Patrícia em junho de 2023, ah, sim, na verdade ela se chama Cleide, diante da câmera da TV Globo, Silvio entrega o Troféu Programa Silvio Santos para Luciano Callegari, apresenta o programa “Rodada de Ouro” em 1967 comparece na capa de “Melodias”, “A Revista da Mocidade” e se posiciona em traje esportivo frente a câmera da TV Tupi Difusora para apresentar o programa que leva seu nome, durante três anos aos sábados à tarde, e posteriormente nas sextas-feiras à noite, e aí reside o mérito da fotobiografia, trazer imagens de programas que não possuem mais registros em vídeo... “Silvio Santos responde a perguntas quentes” na “Revista do Rádio e TV”, se encontra com Manoel de Nobrega, “seu maior incentivador”, o filho Carlos Alberto e a primeira esposa dele, Marilda, tem sua vida íntima anunciada em mais uma capa bombástica de “São Paulo na TV” e comanda o “Cidade Contra Cidade” na Tupi com a disputa entre Itapeva e Pereira Barreto, “São Paulo na TV” não perde uma, “O segredo de Silvio Santos”, que senta no chão do palco para falar com Cintia, a filha número 1, no programa “Essas Crianças”, de 1968, promove festas de aniversário do “Programa Silvio Santos” no Ginásio do Pacaembu, dança no programa “Pergunte e Dance”, sai na capa da revista “SDA” e também na “Intervalo”, pois “Silvio Santos briga no Rio” em julho de 1969, quando a Globo começou a transmitir o programa no então Estado da Guanabara, sendo “ovacionado pelo público na década de 1960 durante a visita do Felicidade Bate a Sua Porta, programa que levava prêmios para clientes do Baú da Felicidade em bairros de São Paulo”, Luis Ricardo fez nos anos 1990, mais uma “Intervalo”, “Silvio Santos está com medo de morrer”, mas não de receber o Troféu Roquette Pinto como melhor animador em 1968 no Teatro Record na região da Consolação, tampouco o Troféu Tupi, a revista “Melodias” de Plácido Manaia Nunes, o criador do Troféu Imprensa, capricha nas capas com o animador de auditório, “Silvio Santos, Um sorriso em quatro Estados”, “Silvio Santos, O rei da alegria”, “A festa de Silvio Santos, A entrega do Troféu Melodias”, no caso, para o cantor Paulo Sérgio, o próprio, em “A Crítica”, uma declaração enfática, “Eu sou um comerciante”, dada na famosa entrevista realizada por Décio Piccinini, depois assessor de imprensa, redator das colunas de Silvio em jornais e revista e jurado do “Show de Calouros”, então é por isso que o apresentador oferece um cartão autografado, inaugura uma loja do Baú da Felicidade em 1969 na companhia do “Trabuco” Vicente Leporace, e comparece “em rara foto colorida do Cidade Contra Cidade”, apresentando um presépio vivo no palco... Também em 1969, Silvio coloca quimono também no “Cidade Contra Cidade”, empresta seu nome para a revista “Silvio Santos 70”, que estampa na capa, “Confidencial: A vida íntima de Silvio Santos”, ganha faixa no “Cuidado com a Buzina”, onde aparece dividindo o microfone com Luciano Callegari, também no especial de oito anos do “Programa Silvio Santos” e ao lado de Antônio Marcos, “um dos galãs que cantavam e dançavam no programa”, mais especificamente em “Os Galãs Cantam e Dançam aos Domingos” e temos fotos com camisas coloridas substituindo o terno e a gravata, também na capa de “Silvio Santos Vida Luta e Glória”, de 1969, considerada a primeira biografia do apresentador, em forma de história em quadrinhos, redigida por Rubens Francisco Luchetti, um dos grandes escritores de terror brasileiros, Zé do Caixão, corre aqui, em outra foto colorida, Silvio é o goleiro de uma Seleção Brasileira de artistas um ano antes da Copa do Mundo de 1970, com Gilbert, Djalma Lúcio, Luiz Fabiano, Cláudio Fontana, Marcos Roberto, Tony Angeli, Erasmo Carlos, Ary Sanches, Paulo Sérgio e Wanderley Cardoso, como dizia aquele anúncio de gravadora, só falta o Roberto Carlos, o terno reaparece no meio das colegas de trabalho e coberto de confete e serpentina num especial de Carnaval da TV Tupi e para a clássica imagem cercada de refletores, uma vistosa camisa azul, em foto reproduzida no especial de 9.0 publicado pela revista “Caras”... Silvio comparece com capacete, “indicando participar de alguma brincadeira”, ou uma imitação da Formiga Atômica, sei lá, falando nisso, também divide o palco com um “clone” do Topo Gigio e entrega flores a Manoel de Nóbrega na “Praça da Alegria” em 1969, também rodeado pelas telemoças do Festival da Casa Própria, o termo usado para as assistentes de palco é mais recente, no livro de 1972, Arlindo Silva fala em silvetes, pois dançavam no palco como as chacretes do Chacrinha, que também as chamava de vitaminas e tevezinhas, recebe mais um Roquette Pinto e é chamado de “o homem sorriso” num anúncio do programa Silvo Santos, “dominho meio-dia na Globo”... Chegamos a 1970 com o animador no calendário do mês de janeiro, recebendo Chico Xavier, o próprio, no “Cidade Contra Cidade”, acompanhado de um jornalista especializado em assuntos relativos ao médium, Saulo Gomes, mostrando bandeiras de países para um garoto prodígio adivinhar quais são em “Essas Crianças”, ao lado do cartaz de Gilberto e Gilmar, os próprios, no “Cuidado com a Buzina”, e sorrindo no anúncio das gravações no Teatro Tupi Sumaré de “A Festa dos Sinos”, “o programa mais badalado da televisão”, agora vai, comparecendo no centro do “Roda Viva”, quer dizer, no centro de uma estrela no programa “O Preço da Verdade”, não, ele foi advogado de defesa de Roberto Carlos em “Quem Tem Medo da Verdade”, da TV Record, onde também comparece recebendo mais um Roquette Pinto, relativo ao ano de 1970, requisitando a companhia de Luciano Callegari para receber Oswaldo Sargentelli e as mulatas de seu show,  a foto colorida é da Globo, a em preto-e-branco é do Teatro Tupi Brigadeiro, depois Teatro Bandeirantes e por fim Igreja Universal do Reino de Deus, o importante é que “seu auditório tem o ritmo de seu coração e Silvio não esconde onde se sente mais feliz”, também com Roberto Carlos e a canrora Vanusa na capa da revista “Amiga”, lançada pela Bloch naquele ano, “em habitual expressão durante o seu programa”, levantando o braço e falando alto, e com Aracy de Almeida, a própria, “a Dama da Central”, só faltou fazerem trenzinho, digo... Silvio segura um bebê no intervalo das gravações, é capa da revista “Amiga”, “Eu, apaixonado por Cláudia Barroso, bem...” e num “Encontro dos cobras da TV” com Flávio Cavalcanti em “O Cruzeiro”, a cantora Wanderléa é premiada, o jurado José Fernandes, o próprio, e Flávio Cavalcanti recebem o Troféu Imprensa, já sob a supervisão de Silvio, que pede silêncio no calendário da revista “Intervalo” do mês de abril de 1971, ano em que também compareceu na capa da revista “Cartaz”, “Sorria: o sorriso voltou”, e se encontrou com Chacrinha num especial de aniversário do “Programa Silvio Santos, apertando as mãos e se abraçando, esta foto também consta em “A Vida Espetacular de Silvio Santos”, com a seguinte legenda, “Um encontro pouco comum: Silvio Santos e Chacrinha, dois ídolos populares, rivais apenas no palco”, não necessariamente, nessa época o programa de Silvio passava antes do de Chacrinha na Globo, Jece Valadão Pureza é entrevistado no programa “Sou Grato a Você”, agora a revista “Amiga” polemizou, “Silvio Santos sustenta 57 mulheres!!!”, cercado por algumas delas na capa da revista, mas avulso no cartão postal do Grupo Silvio Santos, “em momento colorido”, a cortina atrás do animador evidencia que a foto foi feita na mesma ocasião que outra imagem do livro de 1972, onde Silvio comparece de braços abertos, vide legenda, “Outra característica de Silvio Santos: sério e expressivo, atento e observador com sua plateia”, voltando a obra de 2020, Silvio figura ao lado da amiga Vanusa e apresenta o “Só Compra Quem Tem”, programa que virou jogo de tabuleiro, nas páginas seguintes, as companhias são um chimpanzé amestrado “em divertido quadro”, Flávio Cavalcanti numa capa de “O Cruzeiro” sobre o caso de Seu Sete de Lira, que baixou nos programas de ambos os dois em 1971, Chacrinha, corre aqui, uma telemoça com quem pega carona numa lambreta em “Só Compra Quem Tem” e o ex-goleiro da Seleção Brasileira Aymore Moreira, também o técnico campeão do mundo pelo Brasil em 1962, o malabarista no “Vale Tudo”, Roberto Carlos na capa de “Amiga” e outra vez Chacrinha, agora num papo de camarim, Silvio com a mão na cintura e Aberlardo Barbosa com as mãos na barriga... O Velho Guerreiro também faz companhia a Silvio na famosa série de fotos da gravação da vinheta de final de ano da Globo em 1971, popularizadas após serem mostradas pelo “Vidio Xô” em 2016, este com um terno cinza, aquele com uma camisa azul estampada, rodeados pelo elenco global, também na capa do disco com a música “Um Novo Tempo”, “Hoje é um novo dia, de um novo tempo, que começou”, a virada do ano também é assinalada com um brinde ao lado de Roberto Carlos e, claro de, Luciano Callegari, tudo isso antes da mais famosa capa de revista com o apresentador, aquela mesma, publicada por “Melodias” em 1972, “Silvio é careca, fez plástica e não é casado”, a legenda explica, “uma montagem na capa da revista Melodias mostrou Silvio careca, o que lhe rendeu boatos de uma inexistente calvície durante anos”, pelo menos até a pequena Maísa puxar os cabelos do apresentador e dizer, “É peruca!!!” no “Programa Silvio Santos” em 13 de abril de 2009, de qualquer forma, os cabelos estão presentes nas fotos com Aguinaldo Rayol e seu topetão, numa época onde Silvio penteava os cabelos para o lado, Angela Maria, Bibi Ferreira, Celso Teixeira, Golias, nesse caso na capa da revista “Domingo Alegre”, Danuza Leão, os executivos do Grupo Silvio Santos, Demerval Gonçalves, Ascensão Serapião e Eleazar Patrício, “a sempre irreverente” Dercy Gonçalves, Elza Soares, Luiz Gonzaga o rei do meu baião, na capa de “Expansão Revista Brasileira de Negócios”, Nelson Gonçalves, Paulo Sérgio, Edson (OG) e, por fim, novamente em “Melodias”, depois de socorrer o amigo Plácido Manaia Nunes com sua careca, retornava com todos os cabelos na cabeça... Ops!!!... Silvio recebe os personagens do longa de animação “Robin Hood” do Valdisnei em 1972 no “Boa Noite Cinderela”, o que assinala o início de uma longa sequência de dez páginas de fotos solo do animador, com legendas sucintas e eloquentes, “naturalmente animando e levantando a plateia”, “diversos momentos gravando e animando o programa”, também com uma câmera da Tupi com o logo adotado na implantação da televisão a cores ao fundo, “em momentos variados, com figurinos que acompamhavam a época”, quase sempre de paletó, às vezes quadriculado, em algumas ocasiões arriscando um “slack”, mas “terno e gravata eram tão divertidos quanto ele, símbolo de alegria”, o microfone de lapela era indispensável, “uma coisa é certa, em todos os momentos, Silvio leva alegria para as pessoas com seu sorriso empolgante  e a energia de amor pelo que faz”, tu o disseste, a preferência dos fotógrafos é pelo sorriso, “que espelha a feição do público”, não podemos esquecer do cabelo, “sempre bem penteado, também é uma de suas marcas, mostrando a moda da época”, não que o penteado para o lado lembre a coroa “black” do colega de escola de paraquedistas Tony Tornado, mas, enfim... Silvio volta a comparecer acompanhado, com Sandra Bréa, no “Sò Compra Quem Tem”, em 1972,  junto com a telemoça que expõe um Karmann Ghia TC, entrevistando no mesmo ano um representante do Ministério da Aeronáutica, não exatamente, pois o retrato na parede é do presidente Ernesto Geisel, que assumiu em 1974, outra capa de “O Cruzeiro”, “Silvio Santos & Silvetes”, que como já vimos ainda não eram telemoças, com os concorrentes do “Sua Majestade, O Ibope”, exibido pela TV Tupi, que ganhou uma paródia na Record com Ronald Golias, “Sua Majestade, O Ibofe”, refletindo a rixa da família Carvalho, proprietária da emissora, com o instituto de pesquisa, por razão dos resultados das medições de audiência, sem medo de Regina Duarte na capa de “TV Sucesso”, de paletó quadriculado telefonando no palco e recebendo Vanusa, no “Quem Sabe Mais, O Homem ou A Mulher”, a convidada é Vera Fischer, Valdick Soriano é entrevistado, Wanderley Cardoso recebe o Troféu Rei da TV e o próprio apresentador se oferece como alvo de um atirador de facas em “Sinos de Belém”, o polêmico programa criado pela argentina Nelly Raymond, vide “Silvio em escada do corpo de bombeiros no edifício Joelma, centro de São Paulo” e “montado num burro, no Parque do Trote, região de Vila Guilherme”, que ficava próximo dos antigos estúdios da TV Excelsior – e de um lixão, no terreno do atual Shopping Center Norte – que Silvio arrendou junto a Caixa Econômica Federal para abrigar sua produtora, na capa da revista “Sorria”, do Baú da Felicidade, “Silvio e Edson (OG) jogam no mesmo time”,  em foto reaproveitada pelas lojas do Baú para anunciar os televisores Colorado RQ, o “Sua Majestade, O Ibope”, volta com a participação do carnavalesco Clóvis Bornay, o próprio, e o apresentador comanda o “Campeonato Brasileiro de Calouros”, enquanto a revista “Banas” estampa na capa, “Confissões de Um Camelô”...  Agora, o que Silvio Santos entrega mesmo é o Troféu Imprensa, quando a premiação era transmitida ao vivo e em preto e branco, pela Globo, onde era junto com as novelas um dos carros-chefes da emissora, horário arrendado à parte, Bofão, corre aqui, e que venham Marília Pêra, Regina Duarte, Francisco Cuoco, Hebe Camargo, e Jô Soares, na fase em que emagreceu 80 quilos e todo mundo dizia que ele era mais engraçado gordo, junto com o colunista Giba Um, na premiação de 1972, o troféu que Silvio segura na capa de “Amiga” é recebido por Luciano Callegari em nome do “Programa Silvio Santos”, falando em Luciano, pausa para o apresentador comparecer com o diretor na feira de televisão de Las Vegas, “em viagem para compra de equipamentos para sua produtora, em 1973”, e também para exibir sua camisa listrada numa bancada do estande da Philips, não que tenha comprado alguma coisa, a maioria das câmeras que aparecem nas fotos de gravações são da RCA, porém a companhia era excelente, ninguém menos que Manoel de Nobrega, ao lado de uma câmera Ampex, empresa mais conhecida por seus equipamentos de videoteipe e fitas quadruplex de duas polegadas, há tempo de apresentar Hyldon e Wanderléa no “Disco de Ouro”, levar o “Prorgama Silvio Santos” pela primeira vez para fora de São Paulo, no aniversário de Belo Horizonte, encontrar com Mané Garrincha, lembrando que a participação do ex-jogador do Timão no “Ela Disse, Ele Disse” com Elza Soares é um dos registros mais antigos do apresentador que sobreviveram até os dias de hoje, e mais uma capa de “Amiga”, com Glória Menezes e Wanderley Cardoso, em 1973, ano em que voltamos a apresentar o Troféu Imprensa com Cid Moreira, Silvio segurando a estatueta de melhor animador em um anúncio de seu programa na Super Rádio Tupi do Rio, Vera Fischer, Francisco Cuoco, resenha nos bastidores com Hebe Camargo e Roberto Carlos, premiados assim como Regina Duarte, que repassou a honraria para Eva Wilma, o próprio apresentador em sorridentes fotos coloridas, Vanusa, Vera Fischer, e não esqueça de pegar seu troféu, Luciano Callegari, porque temos mais uma imagem icônica, “o então jovem Augusto Liberato, o Gugu, participa do ‘Sinos de Belém’ em 1973, programa transferido para a Tupi às quintas-feiras, Gugu foi contratado e iniciou uma longa carreira de sucesso na TV”, vide sua participação no vídeo de apresentação da TVS Rio em 1976, entregando correspondências no escritório da produção, já Silvio, “em gestos habituais, que o acompanham até os dias de hoje”, anos antes de receber sua primeira concessão de televisão, trabalha forte “no auditório do seu programa, no Teatro Globo, em São Paulo”, região da Praça Marechal Deodoro, mostrando que tem dado em casa, quer dizer, “em momento de gincana no palco lotado de seu programa”, mais registros de terno e “uma foto descontraída, em rada aparição sem terno”, também “na vanguarda, como o primeiro a usar um microfone sem fio na televisão brasileira, em 1973”, Sennheiser agradece, segue-se uma sequência de sorrisos, agora acompanhados de um par de costeletas, “momentos registrados de uma época inesquecível”, então é por isso que a revista “Rainha” é sagaz ao chamar ele de “Homem Sorriso”, e segurem o Troféu Imprensa de Melhor Animador porque ele trabalhou forte no paletó quadriculado em um momento muito especial, “Silvio participa do programa ‘Praça da Alegria’, de seu amigo Manoel de Nóbrega, então produzido pelos Estúdios Silvio Santos e exibido pela TV Globo”, entre os quadros do “Programa Silvio Santos”, vide Walter D’Ávila lendo “O Último Matou Caixás”... Imagens em preto e branco, contrastando com as cores do desenho de Silvio sorridente na “Lembrança dos Programas Silvio Santos TV Globo TV Tupi”, estampando um pedido, “Sorria”, e a assinatura que servia de vinheta para suas atrações televisivas, mais colorido nas capas de “Melodias” e seus títulos berrantes, “O público ameaça Silvio Santos”, “O casamento de Silvio Santos”, e de Amiga, com Regina Duarte e Roberto Carlos, “Entusiasmo e surpresa no Troféu Imprensa”, Eva Wilma, corre aqui, já o apresentador com o macacão do piloto José Carlos Pace e em “Quem Sabe Mais, O Homem ou a Mulher”, comparecem em preto e branco, bem como a condecoração entregue pela Marinha em 1974, as cores retornam em grande estilo no anúncio das transmissões em rede nacional da TV Tupi, “E agora, nossos comerciais”, onde aponta para Hebe Camargo, Ayrton Rodrigues e Flávio Cavancanti, e dividindo o palco com o paletó listrado de Fulvio Stefanini em “Vestibular do Amor”, cujo logo imita o do programa estaduinidense “The Dating Game”, um estilo de letra presente nos primeiros anos do “Namoro na TV”, agora, um colorido exuberante para registrar “um grande sucesso de audiência, ‘Boa Noite Cinderela’, o maior programa infantil da década de 1970’, vide Silvio de terno e calça azul conversando com as concorrentes e acompanhado do príncipe e de Agnaldo Timóteo, de paletó vermelho, ao lado da vencedora, devidamente colocada no trono  com coroa e manto, do alto, cercada por brinquedos, um televisor e um boneco João Bobo (o cantor é a única pessoa negra em cena), falando em vestuário, quem prefere Silvio de terno listrado, uma página inteira, junto com a capa de “Amiga” ao lado de Sandra Bréa, quem deixa pelo paletó liso, outra página, no cenário do “Só Compra Quem Tem”, o terno também se faz presente nas capas da revista “Ilusão”, especializada em fotonovelas, “Entre na vida particular de Silvio Santos e saiba porque ficou milionário”, “Silvio Santos grava um LP só para ajudar os pobres”, já no “Ela Disse, Ele Disse”, tome paletó quadriculado, e em “Quem Sabe Mais, O Homem ou a Mulher”, é na base da camisa de força... Ops!!!... Na capa da revista “Amiga” de 1975  que revela “Tudo sobre a TV de Silvio”, “Alegria de uma classe” – ah, o discurso inaugural da TVS Rio – “Um sonho de Cinderela”, Silvio comparece “já com novo visual”, a gravata preta com bolinhas brancas, o topete no cabelo ou “Nossa Senhora da Plástica”, paletó quadriculado para Agnaldo Timóteo, liso para Chico Anysio, escuro no “Clube dos Quinze”, liso com a camisa estampada de Emerson Leão, risca de giz no Teatro Globo de São Paulo, e suéter de lã no calendário de dezembro que indica o dia de seu aniversário, Silvio passa pelo palco, na sede do Grupo Silvio Santos, pela resenha com Golias e Cazalbé e chega na capa da revista Veja, ainda em 1975, onde concede uma entrevista exclusiva, sendo apresentado de forma redundante pela publicação da Abril, concorrente do animador na disputa por concessões de televisão, “O Sr. Senor Abravanel”, “Silvio observa o palco, sem tirar a atenção no auditório”, recebe Dênis Carvalho, o próprio, no “Boa Noite Cinderela” e “acompanha a dança divertida no Viva o Samba”, e por falar em conceder, após uma reunião com seus executivos Ascensão Serapião e Mário Albino Vieira, irmão de sua primeira esposa, Cidinha, Silvio comparece “assinando a concessão da TVS Rio, Canal 11, com o Ministro das Comunicações, Euclides Quandt de Oliveira, em 1975”, Manoel sabe porque estava lá, o apresentador, que posa orgulhoso na mesa de seu escritório, está de saída da Globo, não antes das capas de “Amiga” com Susana Vieira e Tarcísio Meira, “Silvio coroou os reis”, e, sempre ela, Sandra Bréa, “Troféu Imprensa: Festa de Artistas”, o laquê entra em cena em outra capa de “Amiga”, “O encontro, Raquel Welch & Silvio Santos”, no “Silvio Santos Diferente”, com o troféu de “Quem Sabe Mais, O Homem ou a Mulher” e no “Viva o Samba”, um “novo visual sob os cuidados do cabeleireiro Jassa, em 1976”, inclusive no anúncio de “Silvio Santos Diferente”, “na Record (para São Paulo)”, que diz sem rodeios, “onde ele vai, o sucesso vai atrás”, fazendo valer sua participação acionária na emissora, só faltou colocar a foto, publicada no especial de 9.0 da revista “Caras”, da gravação do progrma no estúdio da Record, identificado pelo logotipo no corpo da câmera Marconi... Silvio comparece exibindo sua coleção de ternos e sapatos de salto carrapeta, “Elegância e estilo, acompanhado a moda, são características do animador, sempre com muita classe”, terno liso com Martinho da Vila e Ney Latorraca, o ator abrindo a camisa e dispensando a gravata, risca de giz para Débora Duarte, o programa dominical, transferido para a Tupi, aparece em dois anúncios, um a cores e outro preto e branco, apesar do apresentador dizer, “Agora nosso domingo é todo COLORIDO!!!”, as próximas fotos solo de Silvio também são em preto e branco, retratando “as mãos elevadas, gesto típico do maior animador de TV do mundo”, bem como o flagrante do animador “iniciando o Troféu Imprensa 1976”, cercado pelas estatuetas, e apesar das vencedoras Eva Wilma e Sandra Bréa apareceram numa foto a cores, a premiação, o último programa de Silvio Santos na TV Globo, foi transmitido em preto e branco, o que inclui o momento mais icônico acontecido no palco, os premiados recebendo uma chave para tentar dar a partida em um Passat zero quilômetro,  Chico Anysio se surpreendendo ao conseguir ligar o veículo e Silvio rindo litros da situação... Apresentando programas na TVS Rio, Record e Tupi, o apresentador se empolga com o “Viva o Samba” e as dimensões do Teatro Manoel de Nóbrega, na região da Rua Cotoxó, destruído por um incêndio em 1978, também grava na TV Tupi, como atestam as fotos ao lado da câmera RCA e com Ayrton e Lolita Rodrigues, na capa do guia de TV de “Amiga”, ou avulso na capa de “TV Sucesso”, “Silvio estreia na Tupi”, aos domingos, no caso, também recebendo o título de Cidadão Honorário do Rio de Janeiro na Assembleia Legislativa e um abraço do papi Alberto no plenário do Palácio Tiradentes, o figurino de palco ganha um elegante colete sobre o terno, providencia necessária para receber em grande estilo a atriz Jessica Lange, a própria, promovendo o “King Kong” do produtor Dino Di Laurentis, o gorilão que escalou o World Trade Center, além de um prêmio no “Show de Talentos Anônimos” e o empresário Antônio Amaral Gurgel, que compareceu com seu automóvel elétrico no palco em 1977, cena mostrada durante o especial de 60 anos do “Programa Silvio Santos”, em 2023 não que ele, dono de concessionária, fosse abrir mão de premiar com carros a gasolina, mas, enfim, Silvio atende dois telefones ao mesmo tempo e a Super Rádio Tupi classifica como “O maior acontecimento do rádio em 1978”, ano em que a pequena Daniela, “a filha número 3”, referencia que fazia às hedeiras quando encontrava com suas xarás nos programas, também sentada não muito a vontade ao lado de uma fantasia de gato, contrastando com a descontração do papi ao lado de Ronnie Von e Vanusa em mais uma capa de “Amiga”, ainda em 1978, vide chamada sobre a novela “Te Contei”, que a Globo mostrada na ocasião... Em 1979, Adoniran Barbosa é homenageado numa edição especial do “Cidade Contra Cidade”, no ano seguinte, 1980, “com novo visual’, no caso, a famosa tintura acaju do Jassa, recebendo uma comenda com o deputado monarquista Cunha Bueno, filho de outro Cunha Bueno, diretor da Willys Overland do Brasil, para quem Silvio fez campanha eleitoral  (e não queria ser deputado...) em troca de facilidades para a aquisição de uma Rural, aquela caminhonete que ele abastecia algumas páginas atrás, trabalha forte no concurso de beleza do “Cidade Contra Cidade” e confraterniza-se com Luciano Callegari e Jassa no casamento com Iris Passaro, em 20 de fevereiro de 1981, um ano decisivo na vida do animador, atestado pela página dupla seguinte nas fotos da “assinatura da outorga do Canal 4 de São Paulo, com Euclides Quandt de Oliveira”, na verdade de outra concessão, a do canal 3 de Nova Friburgo, acontecida em 26 de janeiro de 1979, porque em 1981, o ministro era outro no momento em que “Silvio assina a concessão do SBT com o Ministro Haroldo Corrêa de Mattos”, exatamente a primeira transmissão da nova emissora, “e participa de evento acompanhado de Íris”, no caso, “almoço com o presidente João Baptista Figueiredo, sua esposa Dulce e o empresário Adolpho Bloch”, que nesse mesmo dia 19 de agosto de 1981 recebeu as concessões da TV Manchete, a qual só entrou no ar em 1983... 


























Já no SBT,  ajoelhou tem que rezar com os curumins de Mara no Jogo do Plim-Plim e no bat mitzvah de Patrícia... 





































A “Era SBT” começa com um abraço no Bozo, no caso, Wandeko Pipoka, “Bozo é uma ideia que Silvio importou dos Estados Unidos para alegrar a programação infantil do canal, sem dúvida, mais uma inovação”, isso depois de acatar uma sugestão de Ricky Medeiros, que achou muito caro licenciar o “Clube do Mickey”, digo, mas certamente, a mudança de cenário do “Namoro na TV”, em sua segunda versão, custou menos, e também a montagem onde o apresentador cumprimenta a si mesmo na capa da revista “Careta”, com um titulo de capa não muito elogioso, “Roubo na TV”, a foto usada na montagem também comparece na fotobiografia, é o aperto de mão de Silvio e do ministro Euclides Quandt de Oliveira, no dia em que foi concedido o canal 11 do Rio, a imagem original tinha Luciano Callegari ao fundo, removido na capa da revista, que coisa, não, Silvio comparece nas festas da firma falando de dentro de um carro e no palco com Chacrinha, o próprio, na boate O Beco, e em outra casa noturna, a Ta Matete, recebe o Troféu Imprensa de Arlindo Silva, assessor e biógrafo, não autorizado, lembrem-se, em seguida, divide o palco com crianças e Noeletes no especial de Natal do “Programa Silvio Santos”, apresenta “O Preço Certo”, comparece em caricatura de cavaleiro com Callegari como escudeiro, apresenta o “Miss Brasil” em 1982 e recebe Larry Wilcox para entregar o Troféu Imprensa de Melhor Seriado para “Chips”, e pensar que realmente o Magrão dizia que os prêmios nessa categoria nunca eram entregues, digo... A seguir, Silvio encontra-se no palco do “Show de Calouros” com o ET, no caso, do filme de Steven Spielberg, momento em que foi feita aquela famosa foto onde todo mundo pergunta quem é o ET e quem é a Patrícia (!!!), substitui J.Silvestre na apresentação de “A Mulher É Um Show” e recebe o último prêmio Roquette Pinto, dado num momento em que era sócio da TV Record... Em duas fotos, Silvio está ao lado de Verônica Castro, a protagonista de “Os Ricos Também Choram”, primeira novela mexicana exibida pelo SBT, em 1982, numa delas na companhia de Dona Iris, que também acompanha o “sócio” no encontro com o presidente João Figueiredo e a primeira dama, Dulce Figueiredo, isso sem contar a Miss Minas Gerais no Miss Brasil 1983... O anúncio diz, “Ligue no Silvio e passe um domingo feliz”, indicando que o programa começava às 11 horas da madrugada, terminando com o “Show de Calouros”, onde Silvio Luiz e a Blitz compareceram para receber o Troféu Imprensa... Outras entregas do troféu são feitas para o Bozo, no caso, Luiz Ricardo, Flávio Cavalvanti, Ferreira Neto (de tapa-olho), Maria Tereza e Pedro de Lara, já Flor foi agraciada por outra premiação, a do Campeonato Brasileiro de Danças, ao mesmo tempo em que Silvio apresenta o “Ela Disse Ele Disse”, o “Aperte Sua Sorte”, além de anunciar com Luciano Callegari, “84 Vem Aí”, agora vai... Então é por isso que o apesentador comparece ao lado de Mariette Detotto, no sorteio da “Quina de Ouro” e de Suzy Rêgo, então Miss Pernambuco, no Miss Brasil 84, onde ela era a campeã até Silvio somar as notas da Miss São Paulo, agitando o público no Palácio das Convenções do Anhembi, afora a apresentação do “Jogo das Familias” e do “Cinderela”, a versão “oitentista” do “Boa Noite Cinderela”, quadro que abriu a retrospectiva que o “Programa Silvio Santos” fez durante a pandemia em 2021, isso depois de ter derrubado no YT o vídeo que a própria participante postou, que coisa, não... Junto a imagem de Silvio Santos segurando o Troféu Imprensa em 1985, registros coloridos do comparecimento no “Qual é a Música” das filhas, “tietando os conjuntos Dominó e Trem da Alegria”, Silvia, já uma adolescente, e as pequenas Patrícia, Daniela e Rebeca, esta com um vestidinho estilo Maísa, contrastando com o figurino de Marisa Fully Coelho, Miss Brasil 1983, entrevistada por Silvio, que é, a propósito, a Miss Minas Gerais que aparece algumas paginas atrás... Por falar em tietagem, o menudo Rey também conversa com Silvio no mesmo concurso, e com seus companheiros de grupo, comparece no “Domingo no Parque”, onde o Bozo cumprimenta Silvio, lembrando que nos primórdios do SBT, antes do “Domingo no Parque”, passava o “Silvio Santos e Bozo”, vide “trollagem” com Valentino Guzzo vestido de Vovô Mafalda, e tem mais Menudo, com o pequeno Ricky Martin, em uma foto em preto-e-branco, acima da imagem colorida do “Roletrando”, uma daquelas com som, no caso, “Love Music”, de Percy Faith, tema de abertura clássico do “game show” inspirado no “Wheel of Fortune” estadunidense, que hoje tem o nome de “Roda a Roda” e é apresentado por Rebeca Abravanel... Mais Miss Brasil com a gaúcha Deise Nunes, a primeira negra a ganhar o concurso, na edição de 1986, Troféu Imprensa com Ronald Golias no mesmo ano e Flor, agora telemoça, numa bancada cheia de cédulas do “Caldeirão de Ouro”, antecedendo um momento solene,  “Inauguração da TVS Bahia com o então presidente da República José Sarney, além de Íris Abravanel”, acontecida em 1985, quando o Ministro das Comunicações, que aparece ao lado de Silvio e esposa na foto do alto da página, era Antônio Carlos Magalhães, o próprio, que por coincidência recebeu a afiliação da Globo para a sua TV Bahia de Roberto Marinho nesse mesmo ano, em prejuízo da TV Aratu, que posteriormente se tornaria uma das principais afiliadas do SBT... Bastidor em preto-e-branco, Silvio Santos com a diretora Therezinha Di Giacomo e o locutor Lombardi, palco colorido, um elefante e Mara Maravilha na “Porta da Esperança”, nessa ordem, o apresentador pistola com a plateia e sentado no chão do palco brincando com o garoto de camisa do Verdinho no “Domingo no Parque”, vide Yakult e caminhãozinho da Granero, Sérgio Mallandro pisando em ovos no “Show de Calouros”, cena que entrou no especial de 60 anos do “Programa Silvio Santos” em 2023, a telemoça Cláudia Barone em “A Corrida” e o apresentador na capa da “Afinal”, “De Brega a Chique”, publicada em 1987, ano em que a Globo apresentou uma novela com esse mesmo nome, que coisa, não... O “Passa ou Repassa”,  atração que Silvio apresentou os quatro primeiros programas, em 1987, conforme visto na retrospectiva de 2021, “Se a cabeça não pensa, o corpo paga”, comparece na entrega do troféu a equipe vencedora, Celso Freitas, então na Globo, recebe o Troféu Imprensa, e o próprio apresentador faz pose ao lado de um manequim e anda de bicicleta na “Porta da Esperança”, recebendo Maguila e Oswaldo Sargentelli no “Show de Calouros”, onde brinca com o júri, assim como faz com os bebês no “Domingo no Parque”, momento tão icônico quanto o jogo do “Pi” e a piada do bambu, digo... Outras brincadeiras acontecem com Lombardi, Roque, de cachecol e bancando o padre, Vovó Mafalda no “Qual é a Música”, momentos de seriedade com os câmeras do SBT e na gravação do “Passa ou Repassa”, recebendo Aracy de Almeida no “Show de Calouros”, dançando com Branca de Neve na frente dos Anões, nos 50 anos do filme do Valdisnei, em 1987, e brincando no gol em pleno “Domingo no Parque”, onde as crianças competiam com camisas de times, não no Concurso de Dança, mas, enfim...  Silvio Santos apresenta o “Qual é a Música” com seu “uniforme” de férias, camisa florida, bermuda, meia longa e tênis, segundo consta, por ter perdido uma aposta com o diretor Renato Amorim, e desfila na bancada do “Show de Calouros”, em seguida posando ao lado da “produtora e atriz” Gell Corrêa, vide “Câmeras Escondidas”, sentando em cadeira de balanço no “Show de Calouros” e usando boina no “Tudo por Dinheiro”... Os quadros mais importantes do “Programa Silvio Santos” na década de 1980 se fazem presentes no carrinho a bateria da “Porta da Esperança”, Carlos Alberto de Nóbrega no “Qual é a Música”, apesar do filho Marcelo ser o cantor da família, Roque de baiana e a pipa do Vovô no “Tudo por Dinheiro”, onde sentou no corredor do auditório e colocou óculos para ver as garotas de biquíni (!!!), e trajado como Papai Noel no “Show de Calouros”... Enquanto Fausto Silva e Luiz Brunet recebem o Troféu Imprensa, as filhas Cintia, esta com seu marido Paulo, e Silvinha, esta ao lado da telemoça Silvinha Franceschi, a própria, em “A Corrida” e em “O Dia Que Você Nasceu”, este em 1988, ano em que “após um período fora do ar para tratamento de saúde, Silvio Santos retorna em fevereiro de 1988, em uma edição especial do Show de Calouros, ajoelhando-se para receber Aracy de Almeida”, que saiu de cena poucos meses depois, com tempo para receber o Troféu Imprensa de Hebe Camargo e declarar “Guerra à Globo” em mais uma capa da “Afinal”, ao lado de Gugu Liberato e Jô Soares... “Barril do Chaves” com pneus na “Porta da Esperança”, Roque fazendo o mordomo e servindo cafezinho, Gugu no “Roletrando”, falando sério e segurando o globo terrestre na capa da revista “Senhor”, “Levem a sério este empresário”, então é por isso que na página seguinte Silvio comparece em três fotos ao lado de Gugu Liberato, que retratam a coletiva de imprensa anunciando a nova programação dominical de 1988, após a operação de guerra realizada para resgatar Gugu da Globo (Mariette ficou, fazendo “Os Trapalhões”...), além de uma pose com Íris e o empresário Abrão Gilkas, que reaparecerá algumas páginas mais adiante... Para a palhaçada porque o palhaço Arrelia recebe o Troféu Imprensa em 1988, mesmo ano em que Jô Soares foi premiado e leu uma carta criticando a Globo, que criou dificuldades para sua saída do SBT, vide Nina de Pádua, falando nisso, logo acima de “O Dia Que Você Nasceu”, o futuro concorrente Fausto Silva comparece em “Show de Calouros”, que também recebe Roberta Close, Pinóquio, o gato Gedeão, a raposa João Pilantra, Tio Patinhas e seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho, os patos na estreia do desenho “Duck Tales”, acontecida em 1988, quando Silvio repetiu o esquema da estreia da produção do Valdisnei nos Estados Unidos em setembro do ano anterior, com uma maratona no domingo apresentando a saga “O Tesouro dos Sóis Dourados”, excelente... Silvio é o centro das atenções tocando uma viola para Roque, com o “parça” Agnaldo Timóteo, as telemoças Adriana, Celeste e Cláudia no “Olho na TV” e no famoso “Pião da Casa Própria”, relançando o “Arrisca Tudo”, dançando com Gretchen na “Vitrola Musical”, Sula Miranda, corre aqui, e pegando no peru em pleno palco... Ops!!!... Fortes emoções no encontro com Chico Anysio, e nada do Cabeça vir para o SBT, escorregando no tobogã, posando para foto com Wagner Montes e Sônia Lima no palco do “Show de Calouros”, saltando do tobogã em “O Dia Que Você Nasceu” e desfilando na Parada do Dia das Crianças em um Mustang cor de sangue ao lado de Íris Abravanel, pois “Silvio sempre quis que os brasileiros experimentassem um pouco da Valdisneilândia, então é por isso que organizou paradas inspiradas nas que acontecem nos parques de lá”, e que apareceram em alguns dos últimos programas que apresentou, com o próprio cantando “Pequeno Mundo”, a versão de Rogério Cardoso para “It’s A Small World”, ainda que na atração com esse nome nos parques estadunidenses toque a música em todos os idiomas, exceto português, enfim... Na capa da revista “Semanário”, o anúncio, “Silvio Santos: Serei um excelente presidente”, Burns começou assim, digo, ao mesmo tempo, o apresentador confere a mobília oferecida na “Porta da Esperança”, se encontra com Nhá Barbina em “O Dia Que Você Nasceu” e o Bozo em mais um especial de Natal, tem um momento de carinho com Silvinha, o diretor Ademar Dutra só observa, tira o paletó para posar com o bolo dos 5.8, entrega disco de ouro para Mara Maravilha no “Qual é a Música” e recebe na “Porta da Esperança” Kelly, a aspirante a Sula Miranda que se encontrou com sua irmã Gretchen, outro momento resgatado na retrospectiva de 2021... Mais memorável, só o comparecimento de Rita Lee no “Qual é a Música”, o último Miss Brasil apresentado por Silvio, em 1989, “seu ritual habitual com o cabeleireiro Jassa”, retocando a tintura acaju, se acabando nas cartas do sorteio do caldo Maggi, a Galinha Azul só observa, e a recepção no “Show de Calouros” ao candidato presidencial Fernando Collor de Mello, numa eleição em que foram concorrentes por um breve período, vide a capa de “Afinal”, “Vai ou não vai para trono”, e após conversar com Luiz Ricardo no “Qual é a Música”, outra imagem com som, no caso, o tema de “Duck Tales”, e entregar flores a Mara Maravilha no “Show de Calouros”, tem mais Silvio com os dois candidatos que fizeram o segundo turno da primeira eleição presidencial no Brasil em 29 anos, Collor e o Luis Inácio, então é por isso que temos Silvio ao lado da cédula eleitoral do primeiro turno explicando que para votar nele era preciso fazer o X no 26 – Corrêa, justificando a capa de “Veja”, “A Grande Confusão”, mesma edição que trouxe um dos articuladores da candidatura presidencial do apresentador, o secretário particular do presidente Sarney, Augusto Marzagão, que foi vice-presidente da Televisa (ele que convenceu Chespirito a regenerar o ladrão Chompiras, por exemplo...), só faltou aquela capa da “IstoÉ” com Silvio de bigode, “Candidato de Sarney”, digo, no pé da página, Demerval Gonçalves, que não está ali por acaso, na mesma época que Silvio Santos tentou a candidatura presidencial, ele vendeu a TV Record, e o executivo se transferiu para a emissora adquirida por Edir Macedo... Candidatura impugnada, Silvio trabalha forte no “Alô Silvio”, no “Arranhe e Ganhe”, e entregando em 1990 no “Show de Calouros” o Troféu Imprensa a Xuxa e Chico Anysio, que repassou o prêmio a Antônio Carlos, o próprio, pai de Glória Pires e neto da Cléo, na “Escolinha do Professor Raimundo”, conforme visto no Viva... Tudo bem que ele e Mara Maravilha estão ajoelhados e rezando no palco do “Qual é a Música”, mas a legenda da foto exagerou um pouquinho, “sempre uma parceria divertida”, se bem que na sequência temos Silvio e Íris na inauguração de uma creche, estourando champanhe, e no “bat mitvah” que marcou a introdução de Patrícia Abravanel na vida adulta, ou seja, houve um momento em sua vida onde seguiu a religião judaica do pai, antes de se tornar evangélica como a mãe, isso sem contar com o retorno de Abrão Gilkas, agora acompanhado da esposa da Berta, que serve como deixa para a descrição de sua empresa, a célebre Berta Brasil Butik, a loja nova-iorquina que era anunciada pelo Lombardi no “Show de Calouros”... O locutor também trabalhava forte no “Show de Prêmios”, aqui representado pelo “Jogo dos Pontinhos”, que na época se chamava “Jogo do Plim-Plim” e o “Plink”, similar ao atual “Jogo das Fichas”, todos no mesmo programa em que Mara Maravilha apresentou a música “Curumim”, Sônia Abrão na bancada só observa, notem que assim como no “Almanaque do SBT”, o trânsito de Mara Maravilha junto ao dono da emissora e sua família garantiu uma presença generosa naquela publicação e neste livro, tudo isso antes de ser demitida em fevereiro de 2023... Falando em crias da casa, Flor e Mariane disputam o “Qual é a Música” em 1991, mesmo ano em que a apresentadora cortou o cabelo e perdeu o programa infantil que comandava na emissora, Gaby Rivero, a professora Helena de “Carrossel”, é entrevistada no “Show de Calouros”, falando com a voz de sua dubladora, Marlene Costa, outro momento incluído nas reprises de 2021, mais um elefante no palco, agora no “Topa Tudo por Dinheiro” e um registro raríssimo, onde Silvio “grava piloto do programa Cocktail com o diretor Paulo Santoro”, pois é, não é, o pessoal da “lost media” está louco para ver como o apresentador comandou as Garotas Tim-Tim... Ops!!!... Momentos variados, no “Show de Variedades”, literalmente, com a pequena Renata Abravanel no sorteio da Telesena, segurando vela no “Quer Namorar Comigo”, encontrando-se com o presidente Itamar Franco, na famosa cena da queda no tanque de água do “Topa Tudo por Dinheiro”, acontecida em 16 de agosto de 1992 e obrigatoriamente incluída na retrospectiva realizada na época da pandemia, os programas “Isto É O Amor” e “Jogo do Mais ou Menos”, hoje pouco lembrados, Luiz Fernando Guimarães e Regina Casé no Troféu Imprensa de 1993 e Silvio com Íris na capa da revista “Manchete”, “O Baú da Felicidade Conjugal”, claro que outras capas da mesma publicação registraram momentos não tão felizes dos “conjes”, mas obviamente ficaram de fora do livro, digo... Vamos para a chegada de Angélica ao SBT, em 1993, as entregas do Troféu Imprensa a Glória Menezes, Gil Gomes e Roberto Carlos, sim, quando ele cantou “Coisa Gostosa”, a propósito, bem ao lado do Rei temos Consuelo Leandro dançando com Silvio em 1994 no “Hot Hot Hot”, uma descontração que contrasta com a seriedade do encontro com o Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso para falar sobre o Plano Real, em 1994, ainda que no “Topa Tudo por Dinheiro”, só faltaram os aviõezinhos (!!!), e ao lado do futuro presidente da república, está a primeira vez de Celso Portiolli na televisão, recebendo um prêmio pelas ideias de “Câmeras Escondidas” que forneceu à produção, então é por isso que em seguida ele entrou para o elenco do quadro, e alguns vídeos com o apresentador do “Domingo Legal” ainda são reprisados no “Programa Silvio Santos”, que coisa, não... Acima das colegas de trabalho pegando as notas jogadas por Silvio no “Topa Tudo por Dinheiro”, Cinira Arruda e Aretha Oliveira, esta antes da Pata da primeira versão de “Chiquititas”, no “Hot Hot Hot”, e tem mais Consuelo Leandro, a estreia do “Tentação”, o “Mina de Ouro” e o “Festival da Casa Própria”, então é por isso que o presidente do Baú na época, João Pedro Fassina, comparece ao lado do apresentador em frente ao pião, só falta tocar “Holiday For Strings”, da orquestra de Henry Jerome, junto com Emilinha Borba e Tom Cavalcante recebendo o “Troféu Imprensa” e uma capa da revista “IstoÉ” de 1996 com o “Sorriso Milionário”, junto de Camile Pagilia e do ministro Paulo Renato Souza, de volta ao palco, Silvio comparece no “Se Rolar Rolou”, depois chamado de “Xaveco”,inclusive usando o mesmo cenário da foto, na “Super Trinca do Baú”, e na inauguração do Complexo Anhanguera, também em 1996, junto com Hebe Camargo, abraçando e brindando com Íris Abravanel tendo ao fundo um arco-íris de bexigas, excelente, nos corredores, um encontro com o irmão Henrique, a própria Hebe, nos escritórios, esposa e filhas, todas de blazer, Renata ainda era criança (!!!), agora é a vez da visita guiada às novas instalações do canal com os principais executivos da emissora na ocasião, Luciano Callegari, Alfonso Aurin, Guilherme Stoliar, Luis Sebastião Sandoval, Mário Tadami, Ivandir Kotait... Seguimos com Lucélia Santos e Tônia Carrero, as próprias, no “Gente Que Brilha”, Trofeú Imprensa para Antônio Fagundes e Gugu Liberato, “Xaveco” com o elevador no palco, depois usado na versão apresentada por Celso Portiolli, Dercy Gonçalves no “Em Nome do Amor” e uma refeição regada a muito Guaraná Antarctica com o próprio Gugu e o Jassa, tem mais dois convidados do “Em Nome do Amor” incluídos nas reprises de 2021, Roberto Carlos, praticando espanhol e recebendo o Troféu Imprensa, e Thalia, sem a parte que ela se embaraça com o vestido, além do encontro de Silvio e Roberto com Tom Cavalcante, possivelmente para autorizarem as imitações do humorista... Ops!!!... Ainda no “Em Nome do Amor”, o elenco da versão de 1997 de “Chiquititas” marca presença, junto com o apresentador “na estreia do inovador Gol Show”, no primeiro Teleton da AACD, em 1998, muita gente lembra só por causa do cara que acertou a bola no ângulo, digo, o próprio Silvio dirige o piloto do “Fantasia”, este ele não apresentou, nem está usado terno e gravata, muito menos o “inusitado boné-peruca” do “Topa Tudo por Dinheiro”, onde apresenta um quadro com os concorrentes vestidos de marinheiro, afora o importante registro dos bastidores, onde “esquenta o auditório antes da gravação do programa, em 1998, algo que faz até os dias de hoje, Silvio tem suas colegas de trabalho não só apenas como espectadoras, mas também como coadjuvantes de seus programas”, tu o disseste... Corta para o passeio de carrinho elétrico na área externa do complexo da Anhanguera em gravação para o “Topa Tudo por Dinheiro”, nem é preciso dizer que não lembraram da versão recente com Helen Ganzarolli (!!!), o primeiro Teleton, em 1988, e mais Troféu Imprensa, para Débora Bloch, o elenco do “Sai de Baixo”, inclusive o diretor José Wilker, grande concorrente do “Topa Tudo por Dinheiro” entre 1996 e 2001 e Serginho Groisman, antes que o “Programa Livre” mude de horário, digo... Mais Troféu Imprensa com Tais Araújo, Raul Cortez e, adivinhem, Gugu Liberato, a hora do “Namoro ou Amizade” do “Em Nome do Amor” e o Jogo da Toalha com o grupo “É O Tchan” no “Topa Tudo por Dnheiro”, onde o próprio Silvio ensina Carla Perez a dançar no palco, antes de encaminhar mais uma renovação de contrato de “Hebis Camarguis” e de mais uma rodada de Troféu Imprensa com Ary Fontoura e Ratinho, além de uma entrevista com Otávio Mesquita, não aquela em que o apresentador conseguiu um relógio Bulgari em troca de um modelo vendido em camelô (!!!), mas, enfim, Silvio Santos e esposa comparecem na capa de uma de suas revistas preferidas, a “Caras” pela primeira vez, “em raro momento de folga se diverte com Íris em festa de família”, também oferece seu ombro amigo a uma emocionada Gaby Spanic no “Em Nome do Amor”, esse passou na pandemia, e recebe a família do amigo Carlos Alberto de Nóbrega, no mesmo programa, esse não reprisaram... Silvio faz o esquenta da plateia do “Show do Milhão” no ano 2000 e comparece na capa de “Veja”, “O Silvio que você nunca viu”, matéria assinada por Ricardo Valadares, que em 2006 chegou a ser diretor de programação do SBT, em breve passagem, cujo maior feito foi afastar Jorge Kajuru, sendo substituído por Dani Beyruti, a própria, há tempo para entregar o Troféu Imprensa a Lima Duarte, apresentar dois concorrentes do “Show do Milhão”, figurar na capa da revista “Já”, que vinha com o jornal “Diário Popular”, um fenômeno editorial no fim dos anos 1990, e na capa do especial de “Contigo” sobre os 55 anos de TV no Brasil, editado em 2005, isso sem contar o encontro com Dulce Maria, quer dizer, com Daniela Aedo caracterizada como a protagonista de “Carinha de Anjo”, Tia Perucas do lado, no caso, a da versão da Televisa, Nora Salinas, até porque o apresentador visitava os estúdios da emissora mexicana, registrada em fotos logo abaixo da capa de “Contigo” sobre o desfile na escola de samba Tradição, em 2001, “Silvio Santos domina o Rio”, e de uma imagem de Silvio com o famoso paletó prateado usado no Sambódromo da Sapucaí, o mesmo ao qual ofereceu uma generosa recompensa para quem o encontra-lo anos depois, afora a reprise do desfile em 2024 no SBT, já a visita a Televisa não estaria completa sem uma foto com o dono da rede de televisão mexicana, Emílio Azcarraga Jean, que faz companhia a uma capa da “IstoÉ” sobre o “Show do Milhão”, “Mania Nacional” e a clássica foto com a “Maleta do Milhão”, o momento era de apogeu, compartilhado com Jassa na porta de seu salão de cabeleireiro e com Bárbara Paz e Supla na capa da edição especial de “Caras” sobre a primeira “Casa dos Artistas”, em 2021, o VHS e o DVD com o compacto dos melhores momentos do “reality-show” que acompanhavam a revista são um prato cheio para os que se alimentam de “lost media”, digo, tão valioso quanto o comparecimento de Eliana numa edição especial do “Show do Milhão” ou os próprios competidores da “Casa dos Artistas” no palco,  Alexandre Frota, Núbia Ólliver, Supla, Matheus Carrieri, Marco Mastronelli, Mari Alexandre, Bárbara Paz (a campeã), Alessandra Scatena e Patrícia Coelho, sem esquecer quem ficou “fora de foco” na foto, Leandro Lehart,Taiguara Nazareth e Nana Gouvêa... 

































































Mas que lost media excelente  deve ser o piloto do Cocktail  com apresentação  do próprio Silvio Santos...  Ops!!!...


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