segunda-feira, 29 de junho de 2026

Copa Dia 19: Joachim Klement ERROU, Brasil Vira e Elimina Japão...

Casemiro Ato 1: e o experiente volante, figurinha BRA10, não detém o avanço de Sano após Danilo errar o passe...

 





























O Brasil venceu o Japão de virada por 2 a 1 no NRG Stadium, região de Houston, Texas (68.777 torcedores), com arbitragem do italiano Maurizio Mariani, gols de Sano (28/1º), Casemiro (“cabezazo”, 10/2º) e Gabriel Martinelli (50/2º), e conquistou a vaga para as oitavas de final da Copa do Mundo da FIFA ™, o primeiro tempo, até a parada para hidratação, foi jogado em ritmo de treino, o Japão trancado na defesa, sem dar espaços ao Brasil, depois da pausa, os japoneses abriram o placar com uma jogada de seu repertório, que usaram com parcimônia, a bola recuperada no meio-campo e a saída no contra ataque, aproveitando o erro de Danilo ao passar a bola a Casemiro, os brasileiros ficaram desconcertados o resto da primeira etapa, a entrada de Endrick no intervalo, precipitada pela lesão de Paquetá, deu inicio a reação, impulsionada pela orientação de Ancelotti no sentido de privilegiar as bolas lançadas na área, de onde saíram dois cabeceios de Casemiro, o segundo marcando o gol de empate, e consolidada pela entrada de Gabriel Martinelli, que marcou o segundo gol após a bola trabalhada e o passe de Bruno Guimarães, a Seleção Brasileira evitou o pesadelo da prorrogação e dos pênaltis e o Japão acordou do sonho que todas as seleções médias badaladas têm na Copa do Mundo, fazem uma primeira fase excelente, mas quando vem o mata-mata, que separa os homens dos meninos, não conseguem cruzar o limiar em sua jornada heroica, contrariando a previsão do economista alemão Joachim Klement, que previu a eliminação do Brasil pelo Japão, que coisa, não...  Marcão do Povo se despediu no “Primeiro Impacto”  às 11 horas da madrugada com o diretor de programação do SBT, Murilo Fraga, no estúdio, e Tiago Leifert abre o jogo, “chegamos no mata-mata, a gente corre o sério risco de não ter mais Torcida SBT”, o argentino Armando está mais otimista, e Leifert, fortemente trabalhado nas homenagens, lança o “Vestiário dos Desesperados”, com Sérgio Mallandro em pessoa, cadê o Murilo Couto, o apresentador até sentou enquanto a Arlequina de Sorocaba se acabava nos gritos de desespero para escolher a porta 2, e a gente lembra que no ano passado, o “revival” da “Porta dos Desesperados” durou apenas uma semana, Mallandro transforma o “piso tático” numa lagoa para escolher mais uma candidata, que escolhe a porta 1, até a Kattia do balé pulou na lagoa (!!!), e Luiz Henrique, 1.8, fica com a porta 3, tem prêmio maravilhoso, Zidane e Suarez, o pai do goleiro da Argélia estava na 3, sendo acalmado por Sérgio, “isso nem Roberto Carlos conseguiu fazer”, comenta Tiago, mais mergulho, “a voz do Galvão Bueno é melhor”, as garotas não trocam a porta por 200 amarelinhos, do vestiário 1 saiu o Suárez e a Arlequina ganhou uma camisa da Seleção entre por Murilo Couto, demorou, vestido de Mo Salah, sobrando para Leifert uma mordida do vampiro Suarez, “mais do que nunca nessa emissora, um intervalo, por favor”, no fundo do poço tem um alçapão, digo... Depois dos comerciais, Tiago avisa que hoje tem “Teleton de Copa do Mundo” com o jogo da Alemanha, pode ter prorrogação e pênaltis, está “um pouco preocupado” com o Japão, que não tem goleiros como o da Argélia e da Jordânia, e o Murilo não viajou, chegou a hora do “Passinho do Amarelinho”, onde Gabriel, Neguerê e Vampeta, o próprio, terão que dominar as bolas lançadas pelo “massacote” do SBT usando um canhão comparado ao do “Gol Show”, porém lembra mais o da “Ponte do Rio que Cai” das “Olímpiadas do Faustão”, os próximos são Dinei, o próprio também, Michel Bastos e Kleber Bambam, o próprio outra vez, mostrando porque venceu o BBB e apanhou do Popó (!!!),  na sequência, Marcelo Ié Ié de óculos do Oséias, digo, do Davids, e a dupla do “Comédia SBT”, Rodrigo Capella e Victor Sarro, que não perdem uma, vide jogadas encenadas na “Copinha SBT”,  o apresentador fax o “merchan” do Mercado Livre com Ronaldo voltando ao Grupo C de 2002, em que o Brasil também terminou em primeiro... Problemas de áudio impedem o contato com Mauro Naves, o ônibus da Seleção deve sair em 20 minutos, então é por isso que passaram a final do “Passinho do Amarelinho”, com Bambam, Gabriel e Sarro, e venceu Gabriel, boleiro e filho e boleiro, no caso, o corinthiano Wladimir, “os treinos com meu pai deram certo”, elogiando Danilo, “além de fazer o jogo andar, tem uma técnica diferenciada”, afora o domínio com a perna contrária de Neymar (OG), o prêmio é um Silvinho Torcedor... O concurso Futuro Comentarista da Hyundai é assunto do próximo “merchan”, com o comentário Emannuel, falando do “contra-ataque cabulosinho” do Japão, apostando em Neymar (OG) e Vinicius Junior e mandando ver no testemunhal da montadora coreana, o temor de Tiago é o Japão enchendo o meio-campo, para o novo comentarista, o Brasil passa, desde que Casemiro não suba para o ataque... João Venturi fala do caos dos torcedores no hotel na região de Houston, abraçado pelo Canarinho Pistola, sem medo do calor da fantasia, pessoal chegou às 6 horas da madrugada, brasileiros mesmo só no cantinho, ela saiu de casa 5h30 da madrugada, “eu quero Neymar (OG)”, diz o menino, preleção acabando, ainda bem que a escalação já está definida, digo, Menino Ney (OG) ovacionado, relacionado, não necessariamente jogando, a polícia define a saída do ônibus, agora vai o “presidente” Mauro Naves no estádio climatizado, temperatura de avião, 22,5 graus, espera-se que os passarinhos repitam a escalação, o repórter lembra que falou de Neymar (OG) desde o começo ou não com Marcão do Povo, e tem que dar para passar, o álbum do torcedor em Houston não tem nenhuma figurinha o frio na barriga de Leifert é “se eles jogarem a melhor partida da vida deles, e a gente não, nós perdemos”, falando da técnica dos japoneses a André Hernan, que aponta o movimento da torcida brasileira no estádio para pedir por Neymar (OG), tem o “treino fantasma” com 9 jogadores na defesa, Ancelotti fazendo como o Adenor, olha a Seleção embarcando no ônibus, os japoneses não tem a marra do Marrocos, mas vencendo, mudam de patamar, celulares aos alto registrando os jogadores, trajeto até o estádio, 13 quilómetros em 15 minutos, e sai o ônibus azul da Hyundai e o fretado preto da comissão técnica, a virada em Tóquio faz o técnico Moriyasu acreditar, mas o repórter pede para ganhar em outro amistoso... Tiago mostra a torcida do Brasil em Bangladesh, Murilo Couto diz que eles só pegam a parte boa, caiu a conexão do líder da torcida bengali, olha o ônibus com desenho japonês, Murilo pede Chico Bento no ónibus do Japão, agora Sucrilhos Boladão está de volta com sua Releitura Labial do Ancelotti mascando chiclete e do assobio de Matheus Cunha surfando para comemorar o gol na Escócia, e vem o “merchan” dos Postos Ale, sempre com Leifert, o programa tem que valer a pena...  De volta a região da Universidade de Dacca, o apresentador fala em inglês com Anirvan Kaysar, cujas falas tem tradução simultânea para não dependermos da proficiência de Tiago, mas tem muita torcida para a Argentina, e treta também, Murilo Couto pede que ele raspe o bigode (!!!). Leifert descasca Armando, seu argentino de estimação, “eu não entendo brasileiro que torce para a Argentina, não tenho camisa, me dá urticária”, e interrompe sua dissertação sobre o gol de Lo Celso contra a Jordânia para falar com André Hernan esperando a Seleção comparecer no estádio, acreditando na concentração sem música alta, celulares, feed, stories e entrevistas, Ancelotti achou o time titular... Mas agora começa o “Hermano a Mano”, com Armando enfrentando Pedro dando o sangue como é esperado do time brasileiro, deixando no chão e canetando o argentino, faturando 100 amarelinhos, e vai ter contra entre Murilo e Armando, com o humorista cavando falta e comemorando, não esquecendo da caneta, e o apresentador acha justo, ao contrário, o ônibus passando na subestação de eletricidade rumo ao NRG Stadium, a polícia de Houston soube lidar com a euforia da torcida no hotel, “olha a quantidade de brasileiros ali pra trás”, o estádio à esquerda, “a estrutura deles é impressionante”, a grama também atrapalha o Japão, que joga muito no chão, Rodrigo Caetano e Ancelotti descem primeiro, André Hernan só observa, Danilo, Weverton, Bremer, Casemiro, Marquinhos, Juan da comissão técnica, Davide Ancelotti, Rayan, Taffarel falando em 4 a 0, Endrick, Léo Pereira, bom dia atrás de bom dia, Vini na outra câmera, Alisson, “dois jogos, baliza zero”, Matheus Cunha, Ibañez, Fabinho, Menino Ney (OG) piscou com exclusividade, “esquece”... Ops!!!...  Murilo Couto não viajou porque aqui tem jornalismo na Copa dos Videntes, Carlinhos Vidente indo muito bem vestido de treinador da Série B, boné na cabeça, chapéu na mão, presente para o “careca” Murilo, “que bom que você falou”, não teve abdução, só do “Ovni Junior”, diz o humorista, comparece a desafiante, Sensitiva Michelle, alertou antes sobre a Copa comprada, prevendo Argentina eliminada, Brasil indo longe, mas um campeão europeu, acertou os vencedores dos últimos 3 Brasileiros, é Vice e torce pelo Rayan, Carlinhos diz que ela se consultou por ele, Brasil se classifica, os dois vão marcar, vai ter cartão, lesão, Vini pode ser substituído, também marca gol, junto com Matheus Cunha, Carlinhos, três segundos de suspense, serão 15 minutos de sofrimento, Brasil vence por 2 a 1, de virada, no coração, seria nos pênaltis, Neymar (OG) nos 15 minutos finais, um atleta lesionado, corta para o vestiário, 4 a 5 escanteios, Japão 3 a 4 escanteios, Endrick entra também, Michelle só vê Endrick em campo, 2 a 1 também, ela prevê a Noruega nas oitavas e ele também, “e mais uma vez eu vou avisar, Argentina vai mais longe que o Brasil”, vide beijo de Armando, “Brasil passa na raspa da mandioca”, aí acabou a resenha, 12h24 não dá para fazer as piadas do “The Noite”, Michelle vê jogo acirrado, Japão abre o placar, Brasil terá força para virar, o vencedor virá se tiver “Torcida SBT”, Marquinhos fala da energia da torcida chegando junto, confiança no crescimento da Seleção, jogo difícil com equipe qualificada, valorizando Vini em seu momento, e mencionou o Fred Oliveira da Cazé, o repórter da entrevista... Aline Basttos comparece, hoje é rodada dupla, primeiro Galvão, depois Tiagão, chama o Muricy, Brasil precisava repetir a escalação, o campo mostrou, trocou o 424 pelo 433, jogo complicadíssimo, Japão muito organizado, veloz, mas com desfalques, cai muito substituindo no segundo tempo, então tome paciência no primeiro tempo, vão jogar por uma bola, tipo primeiro tempo contra a Holanda, “segundo tempo, fisicamente a troca faz a diferença”, Leifert prefere o jogo resolvido logo na primeira etapa, Galvão comparece com Mauro Beting e Patolino, agradecendo a audiência dos brasileiros, há três Copas atrás, a preocupação seria o número de gols do Brasil, mas evoluíram, 23 dos 26 jogadores na Europa, Patolino aponta que os japoneses não desistem da bola, palpita 2 a 0, Mauro é sempre 2 a 0, “o Japão é muito bom”, Zagallo diria, “faltam 5!!!”, aponta a Armando a moleza dos argentinos, garantindo que nas quartas vem Colômbia, “tá jogando bola”, Ancelotti fala que o jogo exigirá muito da pressão alta da Seleção, pressionar de forma dosada, a bola parada é uma arma, e confiante, Tiago insiste, Japão evoluiu, tem jogador de 1,90 metro, 1,95 metro,  Galvão aponta, África evoluiu, sul-africanos tomaram gol de bobeira, acrescenta o Patolino, o narrador pede atração do Japão para rolar bola longa a Vini, Mauro Naves confirma a repetição do time, André Hernan cita Moriyasu, “podemos ser campeões do mundo”, mudando de patamar em caso de vitória do Brasil, Mauro confirma, ganhando os japoneses, é histórico, apostando em 2 a 0 no primeiro tempo, outro resultado, Neymar (OG) que compareça no intervalo, o cartaz, “Curupira 3 X Godzila 0”, Galvão lembra que Menino Ney (OG) depende da situação de jogo, Mauro Beting quer o mínimo de minutos, sinal de que o time está bem, Galvão se queixa de comparecer no estádio às 8h30 da madrugada, questiona Muricy, jogadores estão acostumados a treinar e jogar 11 da madrugada, meio-dia, Patolino recorda, tinha que dormir bem, o que Muricy não gostava era do baralho (!!!), Galvão lembra da sinuca, o apresentador mostra no piso tático a escalação do Brasil em um 433, igual a da vitória com a Escócia, Muricy pede campo para Vini atacar e Paquetá segurando as pontas, os laterais adiantados para os zagueiros saírem jogando, Tiago fala do Japão, destacando Ito, Zaion Suzuki, o zagueiro Tomiyasu, Doan, Kamada, Junya Ito, o preferido, Nakamura, “deu trabalho contra a Suécia”, e o ataque com Maeda e o versátil Ueda, tu o disseste, otaku, o técnico explica que no meio-campo terá um 4 contra 2 para o Brasil, prevê que pressão o tempo todo não dá, apostando no segundo tempo, “vai ser um jogo duríssimo, porque é um time muito organizado”, Leifert fala dos titulares cortados, e lá vem o Rapha lembrando da queda de rendimento com os jogadores de “terceira prateleira” e “quarta prateleira”, quebrar perna não, mas o apresentador deseja Nakamura e Ueda jogando mal, Marcelo Marrom com a torcida na região da Rua Marambaia, o patrão pede, Brasil perdeu, voltem ao trabalho, entra o corinthiano, o garoto do 4 a 1, “aproveitando como se fosse o úlimo, esse é o medo”, Marcelo denuncia que Murilo e Armando são comediantes que não manjam de futebol, mas foi o chefe dele que colocou os dois, corta para o “Crônicas de Jorge O Entusiasta Brasileiro”, “shippando” Sakura do Naruto e Murilo Couto, Ancelotti trocando a roda do avô dele com o carro andando (!!!), por fim apostando num 3 a 1... Nadine é questionada sobre o toque de mão não marcado contra a Argentina, para Tiago, cota surgida com Maradona, que Armando tocou a mão, consensualmente, ainda falando no Lo Celso, pô, a comentarista observa os critérios variáveis dos árbitros, inclusive nos dois jogos do italiano Maurizio Mariani, que apita o jogo da Seleção, pelo menos o árbitro de vídeo, Marco Di Bello também é italiano... André Hernan é perguntado do gramado em Houston, tratado como um bebê para ser confortável, irrigaram, está mais macio, ninguém da comissão cornetou, ao  contrário da estreia, camisa de Marquinhos no vestiário, Leifert lembra que o japonês Shiogay falou muito, talvez um caso de “lost in translation”, no Brasil, ninguém vai ser “comentarista de comentário”, tempo curto de preparação e a condição de Neymar (OG) à parte, respeito com confiança, “11 contra 11, é ali na grama que se decide o jogo”, quando chega a batatinha, acabou, “se tudo der certo, a gente volta”, faz sentido, Leifert  retorna no jogo da “Lemanha”... 






















Casemiro Ato 2:  Rayan cruza, Matheus Cunha escora, Vini recebe, Gabriel Magalhães lança, o cabezazo e o gol...






























































Os times entrando em campo e Galvão falando com Muricy de respeito, Mauro não entende a exigência do calção branco, o narrador fala em "teste para cardíaco", hino do Brasil com agasalho verde da Nike (c) foca no Ancelotti, no cacique da torcida, mãos no peito e capela, "isso é Copa do Mundo amigo!!!", hino do Japão com o agasalho branco retrô da Adidas © fechando com Moriyasu e os sacos de lixo azuis da torcida, e Galvão se embola ao nomear a fase da Copa... Comercial de Ronaldinho da Friboi, 80% de torcida brasileira, calcula o narrador, apita Maurizio Mariani, que não marca falta, Brasil no 4123,  sempre nada a ver para o narrado, Japão no 343, na frente Maeda, Ueda e Junya Ito, Brasil na roda, japoneses posicionados, Paqueta dá a saída, 15 segundos, Maeda, que nas costas da camisa usa o primeiro nome, Daizen e não está no álbum da Panini, manda de volta para a defesa, Gabriel Magalhães recuam a Alisson com 45 segundos, Paquetá sofre falta de Tomynasu, sentiu, na volta, Bruno Guimarães consegue o escanteio, aos 2, bola afastada de cabeça, eis o “head coach” Ancelotti, Marquinhos erra a saída, cometendo falta aos 3 na ponta esquerda, o técnico Moriyasu anota, na descida, falta não marcada em Cunha, Vini lançado pela direita, o goleiro Suzuki se adianta para afastar a bola aos 4... A pressão era esperada dos japoneses, diz Muricy, a bola vai para Alisson aos 5, Taniguchi corta o cruzamento na lateral direita, falta de Sano em Vini na esquerda, linha burra, no cruzamento, Suzuki sobe e defende em dois tempos aos 6, Ney (OG) no banco, Brasil recomeça na defesa aos 7, Nakamura colando em Rayan, Mauro quer Rayan colocando em Doan, Japão todo recuado, Danilo chega no lançamento na lateral direita aos 9, cruzamento, bola afastada, na volta, Vini lançado, goleiro Suzuki se antecipa... Os japoneses vão ao ataque, Nakamura cruza na esquerda aos 10, Marquinhos afasta, na volta, falta de Sano em Vini aos 11, cartão amarelo, Tomynasu recuando para o goleiro aos 12, Danilo corta o lançamento, no retorno, Matheus Cunha pelo meio, Suzuki manda para escanteio, depois da cobrança, Bruno cruza na área, Casimiro  não chega aos 13, falta de Casemiro em Junya Ito, cartão amarelo, perto da area, Paqueta no chão atrás da barreira, aos 15,  Kamada cobra, bola na barreira, escanteio, R9 sem paletó na tribuna... Na cobrança aos 16, bola afastada e Junya Ito cedendo o tiro de meta, Galvão pede marcação na saída do Japão, Magalhães corta o cruzamento na direita aos 17, o juiz apita toque de mão do Junya Ito depois do arremesso, Japão nunca teve expulsão, informa Mauro Naves, Carlos Dunga não podia cavar falta, desce o Brasil, Junya Ito cede o lateral a Vini aos 19... Bruno Guimarães tenta escapar pelo meio, perde a bola, na recuperação, pela esquerda, Vini cruza, Taniguchi tira de cabeça, na volta, Paqueta cruza aos 20, Galvão pede a Muricy uma jogada individual, serve Ronaldinho Gaúcho na tribuna, Cunha tenta o cruzamento na ponta esquerda aos 22 e sofre falta de Sano, falaram em revisão e até em cartão vermelho, porém o juiz deu tiro de meta, pausa para hidratação, Mauro Beting aponta que o Japão joga num 550, que é como todo mundo joga contra o Brasil... Ancelotti dando instruções de prancheta na mão, faz sentido, partida levada em ritmo de treinamento, os japoneses recuados não deixam os brasileiros acelerarem o jogo e não tem feito muita questão de fazer a bola correr também... O jogo recomeça aos 26, Ueda consegue o escanteio, na cobrança, o próprio camisa 18 do Japão cabeceia para fora, na defesa, Rayan lança para Danilo, que tenta o lançamento na linha do meio-campo, Sano corta o passe e arranca no contra-ataque, sem ser alcançado por Casemiro, e manda um chute cruzado e rasteiro na meia-lua, nas costas de Gabriel Magalhães, 1 a 0 Japão, 28 minutos da primeira etapa, “agora vamos ter que partir pra definição e tomar cuidado com esse espaço que o Brasil está deixando na defesa, fica com a bola presa no ataque e depois deixa espaço na defesa”, Galvão está indignado... O Brasil troca passes no campo de ataque, o que irrita o narrador, “alguém tem que tentar uma jogada individual, senão não adianta ficar tocando a bola um pro outro aqui atrás”, Vini perde a bola na lateral esquerda, é cobrado por Galvão, “tá na hora de fazer alguma coisa”, Mauro Beting lembra que foi o primeiro gol de Sano em 16 jogos pela seleção japonesa, apontando ainda que Danilo sofreu com sua principal característica, a interceptação, classificando a conclusão de Sano como “indefensável”, lá vai o Galvão lembrar a Nadine que o camisa 24 do Japão, figurinha JPN 8, poderia ter levado cartão vermelho pela falta em Matheus Cunha, Messi começou assim, falta de Doan em Douglas Santos na lateral esquerda aos 31,  Cobrança de falta de Paquetá aos 32, Marquinhos cabeceia no meio da linha burra para fora, Vini Junior lança Bruno Guimarães, na devolução, chuta de fora da área pelo meio, Suzuki defende, aos 33, Muricy avisou, “o Japão ia jogar no nosso erro”, na tela, 63% de posse de bola para o Brasil, foca em Jmmy Butler da NBA, Paquetá bate prensado na área aos 34, Vini recupera a bola, mais um chute prensado de Paquetá, agora na lateral esquerda, Patolino observa que o Brasil pressiona muito e cria pouco no ataque, Galvão insiste, quer uma jogada individual, Cunha chuta de fora da área pelo meio, aos 37, Suzuki segura, seguem os toques no ataque, Casemiro perde a bola aos 39 num erro de passe, Mauro Beting diz que os mais experientes estão errando mais... Aos 40, o lançamento longo de Paquetá no meio-campo pela lateral-esquerda fica com Suzuki, Patolino pede Léo Pereira, aponta a inversão de Gabriel Magalhães e Marquinhos, Casemiro e Cunha deixam a bola sair pela lateral aos 42, Marquinhos afasta o cruzamento de Doan pela direita, na volta, Douglas Santos manda para a lateral, Bruno Guimarães corta o ataque aos 43, mas Casemiro erra de novo, Doan chuta prensado aos 44, Kamada breca o contra-ataque de Bruno Guimarães, e toma cartão amarelo... Nadine prevê 3 minutos de acréscimos, o juiz dá 4, Paquetá cabeceia para fora aos 45, bola disputada no meio-campo aos 46 pelo alto, “o time do Brasil não está num bom dia”, conclui Galvão, os japoneses recuam, linha de 4 e linha de 5, Marquinhos volta a posição normal, Paquetá tenta a a enfiada pelo meio aos 47, bola afastada no cruzamento na área aos 48, Nakamura dá chutão e Paquetá corta o lançamento para Ueda, o camisa 20 do Brasil sentiu, fim do primeiro tempo, foca no Sano tomando água, e em Vini, “mete um gol pelo menos”, em seguida é enfático, “respirem fundo que tem todo o segundo tempo”...












































Casemiro Ato 3:  Ao invés de um longo discurso,  a eloquência de um gesto no momento de comemorar o empate...































Renata Saporito pede calma, “nós vamos virar no segundo tempo”, que venha o gol de Eustaquio que classificou o Canadá no jogo com a África do Sul, Flávio Winicki fala do Gilette Stadium, apresentando Alemanha e Paraguai, alemães vindos de derrota e Neuer na pressão contra os “brasileiros” do time paraguaio, a apresentadora repassa os jogos da semana, sem alterações, esperamos, na sequência, a chamada de Alemanha e Paraguai, agora vai... Galvão volta com Endrick no aquecimento,  a falha de Casemiro no gol de Sano, Paquetá saindo carregado do campo, Ancellotti na prancheta, Endrick trocando chuteira e sendo orientado, times no túnel, Neymar (OG) conversando com Rayan, Galvão e Mauro acreditaram que caberia no intervalo, a placa, no entanto, indica a saída de Paquetá e a entrada de Endrick, camisa 20 pelo camisa 19, o Japão trancado só permitiu dois chutes de fora da área do Brasil, entra Endrick, contagem regressiva, o Japão dá a saída... Na recuperação, Endrick arranca pela direita, na inversão, Vini cruza na esquerda com 1 minuto, o goleiro Suzuki segura, aos 2, Vini lança na área, Cunha não chega, no contra-ataque, falta de Danilo em Nakamura, cartão amarelo para o camisa 13 do Brasil por falta no camisa 13 do Japão aos 3, Neymar (OG) no aquecimento, informa Mauro Naves, Endrick enfia pela direita os 4, Suzuki se antecipa a Vini, na volta, Marquinhos só protege a bola lançada na lateral-esquerda para Alisson dar chutão, bola recuada a Suzuki aos 5.... O Brasil toca a bola no ataque, cruzamento afastado, aos 6, Danilo lança pelo meio, Bruno Guimarães cabeceia e o goleiro japonês faz a defesa, Vini cruza na esquerda, bola tirada da área aos 7, “não toca essa bola no meio”, então é por isso que Vini cruzou de novo,  na volta, , Rayan cruza para Douglas Santos no segundo pau, o camisa 16 ajeita, Casemiro cabeceia e Tomiyasu tira na linha aos 8, apesar do Galvão ter pedido gol, Nadine afirma que o braço do japonês “está na posição natural”,  contra-ataque e cruzamento de Nakamura para a linha de fundo, Mauro Beting aponta as falhas dos japoneses na bola aérea, Doan tira o lançamento da área japonesa, Rayan na lateral-direita faz o lançamento,  Matheus Cunha escora de cabeça na área, a bola sobra na linha de fundo pela esquerda para Vini Junior, marcado por Tomiyasu, passe para trás, Gabriel Magalhães lança na área, Casemiro sobe mais que Nakamura e Junya Ito e cabeceia no primeiro pau (!!!), empata o Brasil, 1 a 1, 10 minutos da segunda etapa, “Ancelotti conhece tudo e mais um pouco, mandou cruzar essa bola”... A verificação do lance  angustia o narrador até ser dada a saída aos 11, Vini arranca pela esquerda, caneta Tomiyasu, chuta, o goleiro japonês desvia para a trave aos 12, Brasil errando passes na defesa, Ronaldo, Infantino e Zeca Xaud nas tribunas aos 14, Alisson se antecipa a bola lançada na lateral esquerda aos 16, o goleiro sem pressa erra a saída, o narrador se desespera, “não esfria o jogo!!!”,  Rayan cruza na área pela direita, Suzuki segura aos 17, Mauro Naves lembra que a ultima virada do Brasil foi em 2014, Galvão não quer nem saber, pela esquerda, aos 18, Ueda bate cruzado, Alisson defende em 2 tempos, Muricy vê o Brasil bem, foca em Neymar (OG) na beira do campo, mais um cruzamento tirado da área japonesa aos 19, sai Matheus Cunha, entra Martinelli aos 20, Jun Suzuki no lugar de Nakamura, Sugawara no lugar de Doan, Mauro avisa que Vini vai cair pelo meio para o camisa 22 investir pela esquerda, Endrick pede pênalti na subida com Tomiyasu na área, bola afastada e pausa para hidratação e Galvão batizar o Suzuki que entrou... Ops!!!... Agora tem anúncio do Méqui com Tiago Leifert, na volta ao jogo, Vini cruzando na área aos 27, cobrança de escanteio de Bruno Guimarães, a bola baixa é tirada da área aos 28, “quando o jogo é bom, o tempo passa rápido, a torcida pede Neymar (OG)”... O narrador se irrita com os toques de lado do Brasil aos 30, até lembrar do técnico pedindo paciência, “cabeça, cabeça, cabeça”, Endrick tenta lançar na área, Vini não chega aos 31, Martinelli na sobra, em cima de Sano, manda por cima do gol, Junya Ito sai, Tanaka entra, Kamada sai, Machino entra, camisa 6 que é atacante, segundo Mauro Beting, aos 32, Tanaka na marcação, bola recuada a Alisson aos 33, bola lançada a Rayan pelo meio, o camisa 26 cai na área, o jogo segue, aos 34, Mauro, o comentarista, anuncia o público na base da “full house”, 68.777 torcedores, faltam 10 minutos e Galvão deixa até por uma vitória nos pênaltis, o que não pode é voltar logo de casa na fase que ele não sabe o nome... Vini desarmado na ponta esquerda, mas Gabriel Magalhães consegue o cruzamento aos 36, Endrick não chega, Martinelli cruza para a linha de fundo aos 37, bola recuada a Alisson,  falta de Junnosuke Suzuki em Danilo na lateral esquerda aos 38, “tá na hora gol”, Bruno cobra aos 39, o camisa 25 do Japão manda para escanteio, outra batida por baixo, Maeda cabeceia Vini recebe, bola rolada para Bruno Guimarães, que cruza para fora, na subida de Maeda, Martinelli vai ao chão aos 40, Galvão chamou de Martine... Falta de Sano aos 42, Suzuki afasta a cobrança aos 43, antes da chegada de Marquinhos, Vini consegue o escanteio na sobra,falta em Vini na esquerda aos 44, a cobrança é lançada na área e fica com Suzuki, bola afastada da área brasileira, 6 minutos de acréscimos... Casimiro caído no gramado aos 45, recebe atendimento, sai de campo, é substituído por Fabinho aos 46, Rayan lança, na chegada de Endrick na área, Taniguchi manda para escanteio aos 47, Gabriel Magalhães cobra, Fabinho cabeceia para fora aos 48, Mauro observa que o placar estipula o “MINIMUM” para os acréscimos, Galvão já deixava pelo Ancelotti pensando na prorrogação, quando pela lateral direita, Danilo tabela com Rayan e toca para Endrick, que perde a bola, Rayan recupera, passa para Bruno Guimarães no meio, tocando para Martinelli na área ficar cara a cara com o goleiro Suzuki e concluir, vira o Brasil, 2 a 1, aos 50 minutos do segundo tempo,  “é Copa do Mundo, Copa do Mundo é pra enlouquecer, pra testar o coração!!!, Martinelli, no minuto final, no instante final, vira que vira que vira que vira o Brasil!!!”... Em seguida o narrador aponta que a jogada saiu da recuperação de Rayan, como ele pediu, “joga uma barbaridade esse Bruno Guimarães, ela beijou a trave!!!”, Galvão perde a paciência, “termina o jogo, seu juiz”, Mauro Beting sugere um “Acabou!!!” no estilo de 1994, o locutor aconselha, “se a bola chegar na área brasileira, dá de bico!!!”, aos 51, o técnico Moriyasu  troca Maeda por Ogawa aos 51, camisa 11 por camisa 19, atacante por atacante,  “eu não quero saber se trocou ou não trocou, quero que acabe o jogo!!!, e se cair no pé de alguém, chuta pro mato que o jogo é de campeonato, é Copa do Mundo!!!”, aos 52, o treinador Ancelotti põe Danilo Santos no lugar de Bruno Guimarães aos 52, camisa 8 por camisa 8, volante por volante, todo mundo mancando na comemoração do gol de Martinelli, segundo Mauro Naves, os japoneses dão a saída, recuo, balão do goleiro Suzuki, o lançamento é tirado na entrada da área brasileira, a bola sai pela lateral esquerda aos 53, Galvão exige o fim do jogo, na descida, falta de Endrick marcada pelo árbitro quando Martinelli saía pelo contra-ataque, “ele é ruim demais!!!”, Nadine admite que ele deveria ter dado vantagem, mais um chutão do Brasil no meio-campo, mais reclamações, “acabou, seu juiz!!!”, também em italiano, “la gara é finita!!!”, Marquinhos sofre falta de Machino aos 54, “acho que ele pensa que já está na prorrogação!!!”, foca em Bebeto e Ronaldo nas tribunas, um de terno e gravata, o outro de camisa social, Alisson faz a cobrança com um chutão, bem ao gosto do Galvão, a bola fica com seu colega goleiro Suzuki, o lançamento  na área é afastado, a bola volta para a área, Danilo domina na linha de fundo e manda para Douglas Santos, outro chutão aos 55, a bola sai pela lateral, o narrador do SBT está virado no Jiraya, “alguém tem que tomar uma providência junto à FIFA ™ do que está acontecendo com a arbitragem nessa Copa do Mundo”, o lateral é cobrado na direção da área brasileira, bola afastada, na rebatida, Maurizio Mariani finalmente encerra a partida, “acabou!!!, acabou!!!, é assim que se ganha a Copa do Mundo!!!, é virando no último minuto, mesmo com o juiz dando mais dez!!!”, e olhando para Neymar (OG), Galvão diz que a questão não era a entrada do camisa 10,  diz que não era para ele, “eu quero a Noruega!!!”, choram os japoneses, próximo jogo é domingo no MetLife Stadium, “jogo de Copa do Mundo, Muricy!!!”, que passou por um teste de sua arritmia cardíaca, apontando o cansaço dos japoneses no segundo tempo, no momento em que Galvão chama o Olodum, o choro dos japoneses impressiona Mauro Beting, Patolino acreditou que previu a vitória vindo de Bruno Guimarães, na entrevista, Ancelotti diz que ia guardar Neymar (OG) para a prorrogação, ou entre 15 e os 20 minutos do segundo tempo, caso a Seleção não tivesse empatado, Galvão repete que o jogo com a Noruega é domingo, “dia lindo para o futebol”,  Endrick conversa com Mauro Naves, pode ajudar o time entrando no intervalo, o repórter apostou na substituição de Casemiro após o cartão, no entanto, ele ficou e empatou o jogo trabalhando forte na pressão, mas mantendo a tranquilidade, a próxima entrevista é com Bruno Guimarães, comentando o passe a Martinelli, “veio do banco, isso mostra a força do grupo”, Rayan fala de sua contribuição ao time, vide bola roubada no lance do segundo gol, prometendo ficar de olho no próximo adversário, com o repórter pedindo que marque Halland, em sendo a Noruega, e que resolvam o jogo mais cedo da próxima vez, Galvão lembra que o primeiro jogo do mata-mata foi o mais difícil em 1994, e agora também, Patolino comenta que Bruno Guimarães foi o melhor em campo e Mauro Beting está aliviado porque não teve prorrogação, o narrador do SBT avisa a Tiago Leifert e Carol Barcellos, “yo soy paragayo desde chiquitito”, reclamando um pouco mais dos acréscimos do juiz, e Tiago quase morreu do coração, mas em seguida subiu no sapatênis e afirmou que a equipe do SBT acertou tudo, o cansaço do Japão, os critérios dúbios do árbitro, a “raspa da mandioca” do Carlinhos Vidente... Ops!!!...






























A virada: Danilo tabela, Rayan passa, Endrick perde, Rayan recupera, Bruno Guimarães passa a Martinelli, gol...


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