quarta-feira, 10 de junho de 2026

Completamos o Álbum da Copa em 35 Dias!!!...

Começamos com Matheus Cunha e logo de cara tiramos Memphis, Marquinhos e Militão, que não vai pra Copa...

 
































































Começamos a colecionar o álbum da Copa no dia 1º de maio, feriado, comparecemos no Shopping Metrô Tatuapé e vimos o ponto de troca de figurinhas montado em frente a Livraria Leitura, que estava começando a vender o livro ilustrado e os cromos... Nesse momento começamos a lembrar como foi que colecionamos os álbuns das Copas anteriores, em 2018 fizemos três, o de capa cartonada e dois de capa dura, um para dar de presente, eram 681 cromos, os envelopes com cinco figurinhas custavam 2 reais, nossa compra inicial foi de 150 pacotinhos, num total de 750 figurinhas, com as quais conseguimos chegar a 156 faltantes para o primeiro álbum, entre elas, 33 brilhantes, partimos para o troca-troca (!!!) no Shopping Boulevard Tatuapé, onde depois de quatro horas, obtivemos 119 cromos, e agora só faltavam 37, três de jogadores, a do cartaz e as brilhantes, a etapa seguinte foi o comparecimento ao Panini Day no Pacaembu, em um sábado à tarde, onde havia o famoso turbilhão de figurinhas, que já estava fechado, porém os promotores da editora estavam promovendo uma farta distribuição de cromos, que somadas as trocas com as pessoas que disputavam as figurinhas dadas de graça, obtivemos 15 brilhantes, adicionando mais três e as de jogadores em duas trocas feitas no retorno ao Boulevard, a troca seguinte, com as brilhantes repetidas do Panini Day foram colocadas para jogo no Shopping Metrô Itaquera, onde casa mesa do ponto de troca era ocupada por um colecionador profissional, que não só apenas troca como vende figurinhas, passamos por sete pessoas, inclusive alguns amadores, e conseguimos 14 dos 15 cromos que precisávamos, faltando apenas a Legends do Edson na Copa do Mundo de 1970, a primeira que a Panini publicou seu álbum, essa, a mais difícil de todas, estava sendo vendida a 10 reais, fosse encomendada, sairia a 40 centavos e 9 reais de frete, um pouco mais em conta, mas sabe-se lá quando a editora ia fazer a entrega, a solução surgiu em mais um retorno ao Boulevard, o pai de um garotinho que não era nascido quando Javier Mascherano jogou no Timão trocou a figurinha do Edson (OG) pela nossa latinha de guardar figurinhas com o cartaz da cidade de Saransk, uma das sedes da Copa na Rússia, missão cumprida, os outros dois álbuns foram completados com ouras trocas adicionais, porém as brilhantes, por conta do limite de pedidos a 40 cromos por álbum, foram encomendadas diretamente junto a Panini... Em 2022, o Brasil estava saindo da pandemia de Covid-19, vivia uma turbulenta campanha presidencial e a Copa do Mundo aconteceria em novembro, por razões do clima no Qatar, exatamente quando começariam nossas férias no trabalho, então é por isso que decidimos fazer um único álbum, de forma bem mais pragmática, começando pelo livro ilustrado ganho de uma colega de trabalho, que veio com o “Estadão” num domingo, num período em que a distribuição de álbuns de cortesia, ou acompanhando “packs” de cromos, porque pela quantidade de figurinhas necessárias para completar a coleção, o livro ilustrado em si virava uma “commodity”, mas nesse momento ganhava espaço a venda de modelos variados de álbuns de capa dura, entretanto os dois filhos dela ainda eram pequenos demais para se interessar por futebol, conseguimos as primeiras figurinhas como cortesia do meu irmão e de seus amigos, que realizaram um forte trabalho de intercâmbio no aniversário da esposa dele, fazendo a primeira compra na Livraria da Vila do Shopping Center Norte no feriado de 7 de setembro,  19 pacotes com dez envelopes de 5 figurinhas, num total de 950 cromos, a 760 reais, 40 reais o pacote, melhor do que ficar fazendo coro de “Imbroxável!!!” por aí (!!!), alguns dias depois, adquirimos 12 envelopes, ou seja, 60 figurinhas, por 48 reais, 4 reais cada pacotinho, o que nos levou a acumular 1.010 cromos gastando 808 reais, para um álbum com 670 figurinhas, sem contar as da Coca-Cola, então colocadas nos rótulos das garrafas de 2 litros da Coca Zero, e conseguimos ficar a 33 cromos de completar o álbum, com toda a parte de símbolo, mascote, bola, estádio e campeões já finalizada e faltando apenas dois distintivos, um deles o da Inglaterra, difícil de encontrar desde que a Panini obteve o licenciamento junto a Football Association em 2018, e um time formado das 32 seleções que disputaram a Copa, a partir daí, munidos de 359 figurinhas repetidas, fizemos doações trocas e vendas com colegas de trabalho empenhados em completar o álbum dos filhos ou dos netos, por exemplo, doamos 80 cromos em troca do De Bruyne da Bélgica, e vendemos 32 figurinhas por 50 reais, também conseguimos reduzir o número de cromos faltantes nas comemorações do aniversário do meu sobrinho, ganhando seis figurinhas quando fomos em sua casa, porque ele e meu irmão já tinham completado o álbum, ação que retribuímos durante a festa em buffet infantil, doando 50 figurinhas para o segundo álbum dele e do pai, e mais 39 para o do nosso primo, depois de completar a Seleção Brasileira conseguindo no trabalho a figurinha do “Pombo” Richarlison, estávamos a sete figurinhas de completar o livro ilustrado, ocasião em que recorremos ao mercado informal da região da estação Tatuapé do Metrô e compramos seis figurinhas de jogadores por 7,20 reais, pagos no Pix, e já naquela época o Bozo se dizia o pai do sistema de pagamento digital que sequer sabia do que se tratava quando foi lançado, e com direito a troca de uma figurinha que já tínhamos após a passagem do “rapa”, o último cromo da coleção veio numa troca no Shopping Metrô Tatuapé, com um profissional do ramo, nos demos duas figurinhas do Casemiro, e recebemos a de Anthony Contreras, da Costa Rica, encerrando a coleção em um domingo, uma semana antes do segundo turno das eleições, e na capa plástica que compramos para o álbum colamos um adesivo do Luis Inácio, que venceu apertado o pleito presidencial, e faltando 27 dias para o começo da Copa do Mundo, a qual acompanhamos toda a primeira fase e as quartas-de-final na Casa dos Lunáticos, não muito longe do famoso acampamento em frente ao Ministério da Defesa, no Rio, voltando a São Paulo na véspera da eliminação do Brasil nos pênaltis pela Croácia nas quartas-de-final... 





















Olhem o que fizeram com o goleiro do Irã, Havertz da Alemanha e Coman da França, também fora do Mundial...




































As recordações dos álbuns anteriores ajudaram a formular o plano para colecionar as figurinhas do livro ilustrado deste ano, que teve um aumento significativo do número de cromos e do preço dos envelopes, são 980 figurinhas (mais 14 da Coca-Cola, colocadas nos rótulos das garrafas de 600 mililitros...) e cada pacotinho com 7 cromos custa 7 reais, 1 real por figurinha, todo esse crescimento se deve, em primeiro lugar, a organizadora do torneio, a FIFA ™, que disposta firmemente a criar uma Copinha do Mundo, aumentou de 32 para 48 o número de seleções que disputarão o Mundial, e provavelmente serão 64 em 2030, na edição a ser realizada por Espanha, Marrocos e Portugal, com jogos na Argentina, Paraguai e Uruguai, o segundo ponto é que mais uma vez a Itália não comparecerá ao Mundial, o que priva a editora de seu mercado doméstico, e o principal, a Panini está saindo do negócio, depois da Copa do Mundo Feminina de 2031, os álbuns dos Mundiais passam a ser editados pela Topps, ou melhor, pela Fanatics, nos Estados Unidos, a Topps se notabilizou pelos cartões de beisebol, os chamados “trading cards”, estendidos também para as ligas de basquete e futebol estadunidense, a Fanatics, que começou vendendo “patches” de camisas de jogo, tirou da Topps os cards da MLB, liga de beisebol, da NBA e da NFL, movimento que enfraqueceu a concorrente e fez ser incorporada pela Fanatics, a qual já é responsável  pelo livro ilustrado da Eurocopa, portanto, com a concorrência chegando para tomar um espaço que lhe pertencia desde a Copa do Mundo de 1970, faz todo sentido a Panini editar o álbum do Mundial com os mesmos 20 cromos para todas as seleções, sem aquele negócio de figurinhas “de casal”, com dois jogadores, a Topps no álbum da Euro 2024, para algumas seleções, produziu cromos com um tamanho entre o dos antigos passes de ônibus e o dos bilhetes de metrô do tipo Edmonson, que vem sendo substituídos por cartões até em seu país de origem, a França, também valia a pena zerar todas as questões de direitos de imagem em nome de um álbum mais completo, evitando situações como a do livro ilustrado do Mundial de Clubes de 2025, que simplesmente não tinha os jogadores de três times dos Estados Unidos, justamente a sede da competição, em compensação, acomodar 20 cromos para cada uma das 48 seleções fez a editora abrir mão de alguns das figurinhas mais interessantes dos livros ilustrados da Copa, a dos estádios e das cidades-sedes, substituídas por três cromos brilhantes com o logotipo da competição, com cores diferentes para cada país organizador, Canadá, Estados Unidos e México, e por coincidência, essas três figurinhas foram as mais difíceis de conseguir este ano, que coisa, não... Além do número absurdo de figurinhas, o tempo para completar o álbum era outra grande preocupação da nossa parte, as Eliminatórias da Copa terminaram em 1º de abril, quando o Iraque venceu a Bolívia por 2 a 1, conquistando a ultima vaga na repescagem mundial, encontramos o álbum para vender em 1º de maio e o Mundial começa em 11 de junho, ou seja, menos de um mês e meio para zerar a coleção, decidimos então usar a tática dos colecionadores profissionais, também adotada no Mundial de 2022 por Felipe Neto, o próprio, comprar uma quantidade de figurinhas maior que o total do álbum, normalmente esse pessoal adquire o dobro ou o triplo, contando com as repetidas para conseguir o restante com trocas, no nosso caso, além do álbum de capa cartonada que custou 24,90 reais, compramos 100 envelopes de figurinhas a 700 reais, depois uma caixa com 100 pacotinhos, também a 700 reais, e por fim mais 100 envelopes também a 700 reais, um investimento de 2.100 reais para adquirir 2.100 figurinhas, mais que o dobro das 980 que compõem o álbum, uma aquisição facilitada pela multiplicação de pontos de venda além das bancas de jornais, que já foram boas nisso, algo que vem crescendo a cada Copa principalmente devido a oportunidade de pagar parcelado e conseguir descontos, até o iFood está vendendo cromos, uma opção que vem sendo escolhida não só apenas no Brasil, “sino” também na Argentina, em 2022, pelas facilidades dadas as compras a crédito pela gestão de Alberto Fernandez, e agora, com o peruquinha do Javier Milei “ancapzando” a economia toda, quem tem condição vai comprar por preços mais em conta no Chile, que está fora da Copa, e onde é vendido o mesmo álbum envelopado na região de Barueri, já se foi o tempo em que figurinhas eram compradas com o troco do leite e do pão... Colamos as primeiras figurinhas em 10 de maio, Dia das Mães, na casa do meu irmão, depois de almoçarmos com a nossa mãe e comermos a sobremesa, iniciamos os trabalhos na mesma mesa da refeição, abri o primeiro pacotinho e tirei Matheus Cunha, do Brasil, Livano Comenencia, de Curaçao, o distintivo do Irã, Rodrigo De Paul, da Argentina, Nabil Bentaleb da Argélia, Abdulrahman Alboud da Arábia Saudita e nosso xará Julio Enciso, do Paraguai, colocamos o brasileiro no álbum e em seguida, eu, meu irmão e meu sobrinho nos dividimos para abrir os pacotes e separar as figurinhas por seleções, inclusive com a ajuda da esposa, enquanto isso, vimos que Lautaro Martinez ilustra o cromo modelo do álbum, um pouco depois de tirarmos Carrascal, do Mengunho, um dos jogadores preferidos do Pancada, na sequência, o corinthiano Memphis Depay, representante da Fiel na Copa, tem o Felix Torres, emprestado ao Chapolin Colorado, porém esse não está no álbum, e os distintivos da Costa do Marfim e do México, a mesa já estava cheia de figurinhas quando tiramos a de Lautaro Martinez e o escudo do Japão, além do belga De Bruyne, mais conhecido como o carrasco do Brasil na Copa de 2018, quem mandou o Adenor não colocar o Cássio no gol, e o Ancelotti não convocou o Hugo Souza, digo, e ele veio acompanhado do goleiro Courtois, outro expoente da geração belga que eliminou a Seleção Brasileira na Rússia, tiramos a brilhante da Argentina campeã no Qatar em 2022 e Lionel Messi, que atualmente joga no Inter Miami, nos Estados Unidos, uma das sedes da Copa que Silvio Luiz profetizou que ele iria jogar, no caso do belga Doku, a rima está proibida, tiramos o Marquinhos, cria do Terrão do Timão, peça-chave do PSG e da Seleção, o pênalti perdido contra a Croácia não importa, o escudo de Cabo Verde, Eder Militão, que lesionado não comparecerá ao Mundial, e Cristiano Ronaldo, que vai disputar sua sexta Copa do Mundo pela seleção de Portugal, e ainda encontramos a figurinha extra do CR7, viram os cromos do distintivo da Espanha e do “slogan” do Mundial, “We Are 26”, além dos mascotes Maple, Zavu e Clutch, um alce, uma onça pintada e uma onça, a Copa em três países foi obra da gestão Barack Obama, no que dependesse de Donald Trump, o Mundial seria apenas nos Estados Unidos, e olhe lá, continuamos a abrir os envelopes, meu sobrinho teve sorte, tirou de uma vez o emblema do “calciatori” da Panini e o Brasil campeão em 1994, duas figurinhas brilhantes, conseguimos também dois cromos do Havertz da Alemanha com qualidades de impressão bem distintas, uma muito clara e outra borrada, dando ao atacante do Arsenal um tom de pele avermelhado, em compensação, tiramos a brilhante das cidades-sede do México, que é verde, meu sobrinho agora tinha a ajuda da mãe e vimos outro par de figurinhas com diferença gritante na impressão, a do francês Kingsley Coman, uma mais clara e outra mais escura, e como se trata um jogador negro, o problema aqui é muito sério, então é por isso que não demos muito crédito às notícias sobre figurinhas falsificadas, ou denunciando a venda de arquivos PDF com os cromos prontos para impressão, prometendo reduzir drasticamente a despesa dos colecionadores, afinal, as próprias figurinhas da Panini, na pressa da editora em colocar o álbum a venda cerca de 45 dias antes do começo da Copa, até em 2022 a antecedência foi de três meses, levaram os revendedores oficiais a comercializarem cromos malfeitos, como o do goleiro iraniano Beiranvand e sua figurinha com uma mancha avermelhada, colamos dois jogadores do Uruguai que atuam no Menguinho, Guillermo Varela e Nicolás De La Cruz e fizemos as contas, conseguimos 488 figurinhas nos 100 envelopes que abrimos, mais 52 em trocas com o meu irmão e o meu sobrinho, que anotaram tudo num papel para controle, pois ainda esperavam pelo álbum de capa dura que tinham encomendado, ou seja, já temos 540 dos 980 cromos do álbum... No domingo seguinte, 17 de maio, abrimos uma caixa com 100 pacotes de figurinhas, separando os cromos sozinhos, seleção por seleção, aproveitando para conferir quantas faltavam, chegando ao número de 99 cromos na primeira metade do álbum e 95 na segunda totalizando 194 figurinhas pendentes, e nenhuma seleção está completa, apesar de faltar apenas uma para finalizar Escócia (SCO 6), Equador (ECU 1, o distintivo), Nova Zelândia (NZL 6) e Senegal (SEN 13, o time perfilado), há outras equipes bem atrasadas, faltam sete cromos para Estados Unidos, Paraguai, Suécia, Tunísia e Uzbequistão, seis para Canadá, Qatar, Japão, Jordânia e Inglaterra, e cinco para México, Curaçao, Holanda, Irã, Uruguai, França e Panamá, começamos as trocas na segunda-feira, 18 de maio, no trabalho, a colega que nos doou o álbum, agora é uma colecionadora trabalhando forte em nível quase profissional, isso porque apenas um dos filhos se interessa por futebol, inclusive explicando a ela quem era o espanhol Lamine Yamal, realizando um incansável intercâmbio no condomínio onde mora, e na primeira leva, conseguimos 14 figurinhas, com a Espanha a um cromo de ser finalizada, só faltava a ESP 4, o defensor Avmeric Laporte, dois dias depois, na quarta, 20 de maio, nova troca, o pessoal do condomínio garante uma renovação constante do estoque de figurinhas repetidas, e ela ficou muito atenta a promoções na internet, como o pessoal que compra por atacado no site da Panini a 3,99 reais o envelope mesmo não sendo comerciante, desta vez conseguimos 11 cromos, agora só falta o distintivo do Haiti (HAI1) e o time perfilado do Senegal (SEN13), 170 no total, depois de sairmos do trabalho fomos na Drogasil ao lado do Metrô Butantã pegar remédio e decidimos comprar o kit da Rexona com dois antitranspirantes e dois pacotes de figurinhas, unindo o útil ao agradável por 38 reais, assim, nosso montante adquirido chegou a 2.114 cromos, e dos 14 do pack da Rexona, 5 eram novas, IRN 5, FRA 1 (o distintivo...) POR 14 e COL4, agora restam 166, em 22 de maio, uma outra colega de trabalho recebeu algumas figurinhas em doação, e nesse grupo conseguimos três cromos, PAR 4, KSA 18 e PAR 4, o número de faltantes cai para 163, na segunda-feira, 25 de maio, recebo de duas colegas um lote de 11 e outro de 37 figurinhas, conseguindo completar as primeiras seleções, Escócia, Espanha e Nova Zelândia, e mais times estão a um cromo de serem finalizados, México, África do Sul, Canadá, Marrocos, Austrália, Alemanha, Costa do Marfim, Bélgica, Egito, Áustria e Colômbia, apesar de que ainda faltam sete dos Estados Unidos, sete da Tunísia e seis do Uzbequistão... Faltando 115 cromos, fizemos mais uma troca no dia seguinte, 26 de maio, baixando nosso o número para 93 figurinhas e completando mais seleções, África do Sul, Coreia do Sul, Canadá, Holanda, Japão, Senegal e Áustria, abrimos o último lote de 100 envelopes de figurinhas na quarta, 27 de maio, na primeira leva, chegamos a 81 figurinhas a conseguir, completando Marrocos e Argélia, na segunda, baixamos para 67 cromos, México, Bósnia, Qatar, Brasil (BRA 14, Vini Junior), Haiti, Paraguai (PAR 1, distintivo), Austrália, Alemanha, Cabo Verde, Equador, Bélgica, Egito, Noruega, Jordânia, Portugal, Congo, Colômbia e Gana estão por uma figurinha, faltando cinco para Estados Unidos e Tunísia, com dois cromos da colega, 65, Jordânia completada, a terceira leva, na hora do almoço, baixa o número para 56, República Tcheca, Bélgica (BEL 13, time formado) e Egito finalizados, na quarta, cinco figurinhas, terminando a Croácia, faltam 51, nossa colecionadora profissional pega 15 figurinhas, e a quinta e última leva de envelopes novos nos garante mais oito cromos, exatamente os que faltavam para a Alemanha (GER5), Cabo Verde (CPV 2, CPV e CPV 10), Paraguai (PAR 1, distintivo), Argentina (ARG 2, o goleiro Dibu Martinez) e Inglaterra (ENG 1, o sempre cobiçado e difícil distintivo e ENG 5, Ezri Konsa), reduzindo para 43 o número de figurinhas pendentes, o que para nós é um sinal claro para evitar novas compras e trabalhar forte nas trocas, um pensamento bem distinto da nossa companheira na mesa em frente, que na quinta, 28 de maio, comentou que havia comprado na internet 36 pacotes de figurinhas, para fazer frente a demanda no condomínio e já pensando em montar um segundo álbum ideia que não tivemos por várias razões, os álbuns de capa dura são mais caros, temos um grande número de repetidas, porém estamos trocando apenas o mínimo necessário para concluir a coleção, sem vender, ela mesmo falou de ter vendido 100 cromos de uma vez, de todo modo, lhe dei duas figurinhas do Uzbequistão (UZB 3 e UZB 6) e recebi uma lista de repetidas que montou num aplicativo, de onde selecionei, na sexta-feira, 29 de maio, 12 cromos que levariam a uma quantia de 33 faltantes, além de mais cinco da listagem de uma amiga, inclusive a do Mbappé, FRA 20, porém, como nossa colega estava lidando com muitas pessoas ao mesmo tempo, entre trocas e vendas, tivemos de procurar novamente os cromos de que precisávamos segunda, 1º de junho, encontrando apenas 8, o que significa duas faltantes a mais do que de início, 35 ao todo, menos mal que conseguimos o distintivo que faltava de Curaçao e zeramos a Suíça e a Suécia... Era a hora de partir para as trocas externas, e também fazer algumas compras avulsas, nossa ideia a princípio era recorrer aos pontos de troca do Shopping Metrô Tatuapé e do Shopping Metrô Tatuapé, no entanto nós vimos um vídeo no Facebook sobre a Arena Panini, na região da Rua Serra de Bragança, e decidimos comparecer ali primeiro, já na segunda-feira à tarde, aproveitando que já tínhamos baixado o aplicativo para fazer a contagem de figurinhas obtidas e principalmente relacionar as repetidas, a Arena Panini, na verdade, é o estande de um lançamento imobiliário que foi adaptado como posto de troca, você se identifica na portaria, passa por um corredor sinuoso com uma poltrona de couro e uma banheira de mármore, vê a maquete do edifício e chega ao local das trocas, onde normalmente ficam os corretores do empreendimento, um “banner” avisa que não é permitida a venda de figurinhas, e rapidamente descobrimos a razão, o próprio ponto de troca centraliza as vendas, com uma tabela de preços afixada no tampo da mesa, figurinhas normais, 2 reais, figurinhas brilhantes e time perfilado, 7 reais, figurinhas FWC, 15 reais, craques Messi CR7, 25 reais,  brasão do Brasil, 15 reais, figurinhas seleção brasileira, 4 reais, havendo ainda a opção de comprar o álbum completo por 1.800 reais, fui atendido por um rapaz atencioso, chamado Victor, que me conseguiu 14 cromos comuns, dois brilhantes, os distintivos de Equador e Panamá e dez de times formados, Bósnia, Qatar, França, Noruega, Uruguai, Argentina (que na verdade já tínhamos...),Portugal, Congo, Colômbia e Gana, explicando também que essas figurinhas foram impressas com bordas de cores variadas, enquanto esperávamos pelo valor do PIX, que seria de 112 reais, porém o rapaz fez por 100, uma senhora disse que precisava do distintivo no Brasil, e por acaso tínhamos dois, que prontamente lhe oferecemos, o que interessou também o Patrão da banca, um homem calvo, usando óculos, de barba e jaqueta preta, tanto que perguntou de nossas figurinhas brilhantes e da Seleção Brasileira, reunimos todas as que tínhamos, 28 brilhantes e 22 do Brasil, entregamos a ele, que nos deu caneta e papel para anotarmos as nossas faltantes e fazer a troca, fomos para um sofá colar as figurinhas compradas e elaborar a vista, de olho na bonita que trocava figurinhas na companhia do marido, devolvemos o papel ao Patrão e ele pediu para esperarmos por 20 minutos... Foi aí que fizemos a alegria de muita gente ao partir para as trocas, a primeira foi a garota de camiseta preta e óculos com aro na mesma cor, que conseguiu dez comuns e cinco brilhantes, trocadas na base de uma por uma do mesmo tipo, quando ela ia saindo, chegou um garoto com a camisa azul de goleiro do verdinho, precisava de uma do Iraque, IRQ 14, e entregou de seu bolo de repetidas um cromo da Noruega, NOR 14, nessa altura já havia um jovem casal de olho olhando nossas figurinhas, ele com o uniforme azul da Seleção Brasileira lançado pela Nike, ela de cabelos ruivos, trocamos 13 comuns e uma brilhante, mais do que o rapaz com camisa regata do Los Angeles Lakers, que conseguiu 6 comuns, está quase terminando o álbum, entregou o papelzinho e fui olhando no app, ao mesmo tempo que o pai de menina ia dispondo sobre a mesa os cromos que a filha de óculos ia separando, até chegar a 25 figurinhas comuns e uma brilhante, já a mãe de menino que usava uniforme de uma escolinha de futebol chamada Prata da Casa foi mais longe, conseguiu 58 cromos, 4 brilhantes, o amigo do menino que também joga na escolinha visto que estava igualmente uniformizado, trocou 9 normais e uma brilhantes, nesse momento estávamos ajudando Estevam Pelo Mundo a procurar seus cromos faltantes, era olhar no app e ver se a figurinha pretendida ainda estava num dos bolinhos, eram quatro, um para cada três grupos da Copa, a coisa rendeu, primeiro encontramos 18, chegamos a 32, depois 45 e por fim 57, nessa altura ele já ajudava os amigos, inclusive um distinto senhor de terno com um daqueles fichários que tem todas as figurinhas e muito mais, pai e filho conseguiram 12, sendo duas brilhantes, um grupo de rapazes senta-se na mesa, o do boné da Bravestar leva duas, o que parece com um hindu apenas uma, o sósia do Barney Rubble conseguiu 12, o de óculos com agasalho vermelho do Liverpool dez, o outro que usava jaqueta preta da The North Face saiu com 20, e nós ficamos com as 15 que tinha, e aviso ao garotinho de vermelho que não tenho a FWC8, uma das três raríssimas figurinhas que representam os três países que sediam a Copa... Duas horas de troca-troca depois (!!!), fomos retirar nossas figurinhas faltantes com o Patrão, nem todas, as das sede, como vimos, nem pensar, porém levamos  AUS 17, TUR 19, TUN 7 e UZB 7, outra que não apareceu de jeito nenhum foi a URU 5, entretanto ele pediu para que eu passasse amanhã pois conseguiria a figurinha do Vini Junior, Virgínia, corre aqui, falando nisso, nós estávamos indo embora, esperando pelo Uber, quando um carro passou e um cara sentado no banco de trás, que provavelmente viu a gente, baixou o vidro da porta e perguntou: “FWC 18???”, respondi que não, todas as nossas brilhantes foram entregues ao Patrão, e chegando em casa, percebemos que não precisávamos da TUN 7, “sino” da TUN 5, mas só porque colamos a TUN 3 no lugar dela por engano, fizemos as contas e constatamos que agora faltavam apenas oito cromos para concluir nosso álbum, FWC 6, FWC 8,  BIH 13, BRA 14 (Vini...), HAI 1, TUN 5 e URU 5, além da 5 da Coca-Cola, o croata Yuri Alberto (OG), digo, Gvardiol... Voltamos a Arena Panini na tarde de terça-feira, 2 de junho, falamos com o Victor sobre o combinado com o Patrão, que não estava, e conseguimos BIH 13, BRA 14, o Vini já estava até separado para a gente e TUN 5, as demais eles não tinham, inclusive a já polêmica URU 5, porém foi só sentar para colar os cromos obtidos, e descobrir que já tínhamos a BIH 13, o time formado da Bósnia, que o distintivo do Haiti, HAI 1 veio com Eric Faria, que sempre muito ocupado com a cobertura do Mundial, deu um tempo no seu “notebook” e conseguiu nas nossas repetidas 21 normais e 3 brilhantes, que trocamos por outras repetidas, e ao retornarmos para casa, nossa colega de trabalho e incansável negociante de figurinhas disse pelo WhatsApp que tinha a URU 5, Josema Gimenez, fez uma foto e avisou que ia deixar em sua gaveta para pegarmos no dia seguinte, quarta-feira, 3 de junho... O defensor do Uruguai era a última figurinha de jogador que faltava em nosso livro ilustrado de capa cartonada, para fechar o álbum, restavam as duas brilhantes e o Gvardiol da Coca-Cola, essa a gente toma mais algumas Cocas Zero, apesar de que a habitual escassez do produto no mercado, dada a grande demanda, fez o fabricante de bebidas colocar figurinhas também nos rótulos da versão original, as outras, pensamos em recorrer ao site da Panini, porém, dada a dificuldade de encontrar a parte dos pedidos, resolvemos seguir um caminho mais simples, comprar com os profissionais dos pontos de troca, voltando do trabalho sempre vemos eles em ação no Shopping Boulevard Tatuapé, mas na quinta-feira, 4 de junho, feriado, nossos problemas acabaram no Shopping Anália Franco, que tem um movimentadíssimo espaço para trocas logo na entrada, exatamente na primeira mesa avistamos um rapaz barbudo de camiseta e boné chamado Guilherme, e sua caixinha, ou melhor, caixona de figurinhas, nosso pedido foi sucinto, FWC 6 e FWC 8, que não só tinha em seu poder como estavam a venda por 20 reais a unidade, preço que pagamos metade em “cash”, duas notas de 10 reais, metade no PIX, imagina se nos Estados Unidos eles tem essa facilidade (!!!), um dinheiro que daria para investir em seis envelopes de figurinhas (juntando mais 2 reais, claro...), mas sem nenhuma garantia de que conseguiríamos os cromos que faltávamos, os quais foram colados ali mesmo, agora só faltava a da Coca-Cola, que não tinha no Carrefour no meio de tantas garrafas de Coca Sabor Original,  Coca Zero estava em falta, com o rótulo violado ou mesmo sem ele, porém o mais curioso de se ver no hipermercado foi um ponto de troca de figurinhas, duas mesas perto do caixa, completamente vazio, enquanto na entrada do shopping as mesas já não davam conta, as pessoas se espalhavam pelo chão e já tinha gente perto da entrada do estacionamento... No dia seguinte, 5 de junho, sexta-feira, emendando o feriado, levamos a minha mãe para almoçar, como sempre no self-service com churrasco na região da Celso Garcia, onde fizemos nosso pedido habitual de Coca Zero para acompanhar a refeição, e quando abrimos o rótulo, lá estava ele, Yuri Alberto (OG), ou melhor, Josko Gvardiol, o jogador da Croácia que faltava para completarmos nosso álbum, o que conseguimos em 35 dias, a pouco menos de uma semana do começo da Copa do Mundo, feito que comemoramos com uma foto no Instagram da figurinha ainda no rótulo fixado a garrafa... Ufa!!!...



































Na reta final da coleção, Arena Panini ajudou bastante, Shopping Anália Franco estava lotado, mas o Carrefour...





































































Logo depois de completarmos o álbum, atualizamos a lista de repetidas no app das figurinhas, quando baixamos o aplicativo, cadastramos 1.156 cromos, dentre os quais 390 saíram nas trocas da Arena Panini, porém ao adicionar as figurinhas que obtivemos, contabilizamos um total de 1.073 cromos, diferença que se deve a algumas trocas sem troco e ao rolo com o Patrão, por falar em rolos, o número de figurinhas repetidas por seleções dá uma excelente ideia de quais equipes foram mais difíceis ou mais fáceis de completar, embora tenhamos de fazer duas ressalvas, primeiro, todos os nossos cromos foram comprados no mesmo local e na mesma região, a Livraria Leitura do Shopping Tatuapé (há apenas uma pequenina exceção, os dois envelopes que vieram com os dois frascos de desodorante, adquiridos na região do Butantã, ali na Drogasil da Vital Brasil em frente ao Metrô...), ou seja, em outras regiões o resultado estaria ficando diferente, ou até, quem sabe, mais difícil, e em segundo lugar, no rolo com o Patrão nós entramos com 50 figurinhas, 28 brilhantes e 22 da Seleção Brasileira, inclusive dois distintivos da CBF, então a indicação da dificuldade de colecionar pela quantidade de cromos repetidos não se aplica necessariamente a essas duas categorias e tampouco bate com a ordem com que as seleções foram completadas... A seguir, apresentamos o número repetidas correspondente a cada seleção, acrescentando o nome do respetivo treinador, pois a única vez que tivemos cromos dos técnicos nos álbuns da Panini foi em 1974, talvez pelo fato de ser relativamente comum a troca de treinadores entre as Eliminatórias e a disputa da Copa, em especial depois do livro ilustrado ser impresso e colocado à venda, enfim... México, do técnico Javier Aguirre, mais conhecido como Vasco, sem alusão aos vices presentes, como jogador, esteve na Copa de 1986, que tem o ex-jogador Rafa Márquez como auxiliar e sucessor após o Mundial, Scaloni começou assim, e pensar que seu antecessor no comando da seleção argentina, Jorge Sampaoli, hoje integrante do exército de reserva de treinadores do futebol brasileiro, foi visto trocando figurinhas com o filho num shopping na região da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, isso depois de ter ido a duas Copas do Mundo treinando o Chile em 2014 e a Argentina em 2018, 27 figurinhas repetidas, não houve dificuldades, tanto que não há jogadores com vários cromos iguais, no máximo o atacante Hirving Lozano veio três vezes, porém a figurinha 13, a do time perfilado, que em geral vale mais nas trocas e na venda avulsa, só saiu na Arena Panini, trazida pela garota de óculos...  África do Sul, do técnico belga Hugo Broos, não confundir com Hugo Boss (ou Hugo Gloss...), que não só apenas jogou a Copa de 1986 como enfrentou o México de Aguirre no jogo em que a  Bélgica perdeu para os mexicanos por 2 a 1, 35 repetidas, um número alto, o goleiro Rowen Williams, do Mamelodi Sundows, adversário do Fluzinho no Mundial de Clubes de 2025 só veio cinco vezes para a gente, porém apareceu tanto nos envelopes abertos por outros colecionadores que até virou meme, uma honraria que não foi concedida ao atacante Oswin Appolis, do Orlando Pirates, também com cinco repetidas...  Coreia do Sul, do técnico Hong Myung Bo, o próprio, Bola de Bronze na Copa do Mundo de 2002, quando Oliver Kahn foi Bola de Ouro, Ronaldo Fenômeno foi Bola de Prata e Galvão Bueno ficou pedindo prêmio para Rivaldo depois de esculhambar com ele no primeiro tempo da final com a Alemanha, 11 repetidas, saiu pouco, apesar que em nosso lote de repetidas temos dois distintivos, então é por isso que a lista fechou com os cromos KOR 3, o goleiro Kim Seung Gyu, e KOR 7, o defensor Lee Hang Eom...  República Tcheca, do técnico Miroslav Koubek, 12 repetidas, outra que não apareceu muito nos pacotinhos, apesar do defensor Tomas Holes, do Slavia Praga, ter vindo quatro vezes...  Canadá, do técnico estadunidense Jesse March, 20 repetidas, o defensor Sthepen Eustáquio, que não só apenas tem ascendência portuguesa como joga no Porto, veio quatro vezes... Bósnia, do técnico Sergej Barbarez, que tem dupla nacionalidade, bósnia e alemã, 14 repetidas, time difícil de completar, o time perfilado veio só na compra da Arena Panini, onde os cromos das equipes eram vendidos por 10 reais a unidade, por coincidência, quem mais sobrou nas repetidas foi o meio campista Ivan Basic, do Astana do Cazaquistão, justamente o titular da figurinha imediatamente anterior a do time formado...  Qatar, do técnico espanhol Julen Lopetegui, o próprio, ex-goleiro, que deveria dirigir a seleção da Espanha na Copa de 2018, porém foi substituído dois dias antes do início do Mundial por Fernando Hierro, por razões de ter assinado com o Real Madrid, onde ficou apenas quatro meses, saindo depois de uma derrota de 5 a 1 para o Barcelona, 32 repetidas, aqui não houve problemas para completar, embora tenha faltado a figurinha QAT 13, do time formado, a qual também teve de ser adquirida na Arena Panini, a propósito, nessa leva compramos 12 cromos de times perfilados, o que pode explicar porque custavam mais caro na venda avulsa, ou eram trocadas somente por cromos de outras seleções, enquanto isso, o meia  Karim Boudiaf, do Al Duhail, veio cinco vezes...  Suíça, do técnico Murat Yakin, de ascendência turca, ex-goleiro com passagem pela própria seleção suíça, 29 repetidas, vinha bem, entretanto só terminou no lote da Arena Panini, com a figurinha SUI 15, o meio-campista John Manzambi, do Freiburg da Alemanha, mais difícil de conseguir que o próprio distintivo, do qual sobrou um cromo, diferente de Remo Freuler, do Bolonha da Itália, de quem temos 5 repetidas...  Brasil, do técnico Carlo Ancelotti, que como jogador ficou de fora da seleção italiana campeã em 1982 por razões de lesão, foi reserva em 1986 e se lesionou no jogo de estreia da Itália em 1990, sua única partida em Copas do Mundo além da decisão do terceiro lugar, e como auxiliar de Arrigo Sacchi, estava na comissão técnica da equipe vice-campeã mundial em 1994, 6 repetidas, aqui não houve problemas com o distintivo, tínhamos dois repetidos, o que despertou o interesse do Patrão da Arena Panini, e assim foram todos os 28 cromos da Seleção Brasileira, trocados junto com os 22 brilhantes, faltava apenas o Vini Junior, BRA 14, que foi entregue no dia seguinte, para não ficarmos zerados, conseguimos alguns jogadores da seleção em trocas do tipo repetida por repetida, inclusive duas do Wesley da Roma e outras duas do experiente Casemiro do Manchester United...  Marrocos, do técnico, Mohamed Ouahbi, que em março substituiu o consagrado Walid Regragui, semifinalista da Copa de 2022, 20 repetidas, esta ficou completa no último lote de envelopes novos, com o cromo MAR 17, do atacante Abde Ezzalzouli, do Betis da Espanha, caso diferente de seu colega de equipe Bilal El Khanouss, do Stuttgart da Alemanha, que foi posto para fora do envelope quatro vezes... Haiti, do técnico francês Sebastien Migné, que levou o país ao Mundial depois de 52 anos sem nunca ter pisado no país por razões de ausência de voos para Porto Príncipe e de falta de segurança no território haitiano, 21 repetidas, aqui a seleção foi completada na última troca da Arena Panini, com o distintivo, em cujo espaço havíamos colado por engano o cromo do goleiro Jhony Placide, do Bastia da França, com uma impressão de pior qualidade em relação a figurinha colocada na posição correta, falha bastante comum no primeiro lote de cromos que adquirimos, devido a urgência de colocar a coleção no mercado, em tempo das pessoas conseguirem completar o álbum antes do início da Copa faltando pouco mais de um mês para o início do torneio sem precisarem, a princípio, comprarem cromos por atacado, lembrando que a Panini terceiriza a impressão das figurinhas, a gráfica da editora na região em Barueri faz apenas o corte dos cromos e a colocação nos envelopes,  e depois ainda conseguimos mais um distintivo, e não houve nenhuma repetição em massa, os meias Jean Richer Bellegarde e Derrick Etienne Junior só vieram três vezes...  Escócia, do técnico Steve Clark, há sete anos no cargo, ex-jogador do Chelsea, 21 repetidas, uma das primeiras seleções que completamos, junto com Espanha e Nova Zelândia, em uma troca feita no trabalho, faltava apenas a SCO 6, o defensor Andrew Robertson, do Liverpool, que está perto de dois recordistas, o goleiro Angus Gunn, do Nottingham Forest, 6 repetidas, e de outro jogador de defesa, Jack Hendry, do Al-Ettifao da Arábia Saudita, 5 repetidas, chegamos a ter três distintivos sobrando, porém todos se foram nas trocas da Arena Panini, os escudos das seleções nem foram tão difíceis de encontrar, com poucas exceções (os últimos que conseguimos foram os do Equador, Panamá e do Haiti, nessa ordem...), ainda mais comparando com os cromos das sedes, que a única diferença era a cor...  Estados Unidos, do técnico argentino Mauricio Pochettino, titular da Argentina de Marcelo Bielsa em 2002, 8 repetidas, esse foi o anfitrião da Copa mais difícil de completar, quando zeramos os cromos da Escócia, ainda faltavam sete figurinhas dos estadunidenses, por sorte, obtivemos cinco cromos em nosso último lote de envelopes novos, embora as duas últimas, USA 15 e USA 20, Malik Tillman, do Bayer Leverkussen, e Folarin Balogun, do Mônaco, só tenham comparecido na compra feita na Arena Panini, mesmo com tantos obstáculos, a figurinha USA 17, o atacante Brenden Aronson, do Leeds United, que apelidamos de G.Aronson, por causa da saudosa loja de eletroeletrônicos na região central de São Paulo, saiu três vezes... Paraguai, do técnico argentino Gustavo Alfaro, o próprio, que comandou o Equador na Copa de 2022, 25 repetidas, não demorou para a seleção ficar completa, complicado mesmo foi tirar o distintivo, que veio num dos últimos envelopes que abrimos, diferente do experiente goleiro Gatito Fernandez, ex-Foguinho, que veio cinco vezes, e do cromo do time formado, PAR 13, que também apareceu cinco vezes, e teve seleção que a figurinha 13 só chegou no lote adquirido na Arena Panini...  Austrália, do técnico Tony Popovic, que não é parente da Silvia porque o Poppovic dela é com dois P, atuou uma vez na Copa de 2006, na derrota por 2 a 0 para o Brasil, 30 repetidas,  cinco do defensor Aziz Behich, do Melbourne City, mais cinco do meio-campista Jackson Irvine, do St.Pauli da Alemanha e sete do time formado, AUS 13, metade do total, e mesmo assim, ainda ficou faltando a AUS 17, o experiente atacante Craig Goodwin, do Adelaide United, surgido somente quando a garota de óculos veio fazer troca na Arena Panini... Turquia, do técnico italiano Vicenzo Montella, parceiro do “Capitano” Totti quando jogava como atacante na Roma, sendo apelidado de “Aviãozinho” por seu 1,72 metro de altura, esteve na Copa de 2002, 16 repetidas, concluída com a TUR 19, Kefren Akturkoglu, do Fenerbhace, uma das figurinhas do rolo do Patrão, que levou todos os nossos cromos FWC e os da Seleção Brasileira, demorada de completar, exceto no caso de Orkun Cokcu, a rima está proibida, quatro repetidas... Alemanha, do técnico Julian Nagelsmann, que tirou o goleiro Manuel Neuer da aposentadoria da seleção, 33 repetidas, o time perfilado veio 5 vezes, e terminamos na última leva de envelopes novos, quando tiramos GER5, o defensor Nico Schlotterback, do Borussia Dortmund, isso depois de percebermos que a GER 6, Antonio Rudiger, do Real Madrid, já tinha vindo...  Curaçao, do experiente técnico holandês Dick Advocaat, que dirigiu a Holanda em 1994 e a Coreia do Sul em 2006, que deixou a equipe em fevereiro por razões de problemas de saúde da filha, porém teve seu retorno anunciado em 13 de maio, sendo que apenas um jogador é nascido na ilha caribenha, os demais são naturais da Holanda, país que tem Curaçao como parte de seus domínios, França começou assim, 25 repetidas, a figurinha que faltava, CUW1, o distintivo, veio na última troca no trabalho antes de comparecermos na Arena Panini, sendo que Joshua Brenet, do Livingston da Escócia, saiu cinco vezes... Costa do Marfim, do técnico Emerse Faé, 35 repetidas, é outra finalizada no trabalho, no mesmo dia da ida até a Arena Panini, faltava somente o atacante Oumar Diakité, do Brugge da Bélgica, um percalço que não aconteceu em outros cromos, o distintivo saiu duas vezes, o meia Jean Philippe Gramin, do Metz da França, e o atacante Amad Diallo, do Manchester United, vieram cinco vezes...  Equador, do técnico argentino Sebastián Beccacece, auxiliar de Jorge Sampaoli nas Copas de 2014 e 2018 e que ao contrário do chefe, não vai ficar trocando figurinhas por aí, 35 repetidas, mesmo número da Costa do Marfim, aqui, o maior obstáculo para zerar a seleção foi o distintivo, comprado na Arena Panini por 7 reais, preço de um envelope com sete cromos, porém com a certeza de que o colecionador terá a figurinha que precisa, ao mesmo tempo, os goleiros Hernan Galindez, do Huracan da Argentina, e Gonzalo Valle, da temível LDU Quito, compareceram quatro vezes cada um... Holanda, do técnico Ronald Koeman, o próprio, jogador do time holandês em 1990 e 1994, 37 repetidas, as últimas, NED 5, NED 6 e NED 10, Jurren Timber, Denzel Dumfries e Tijani Rejinders, todas obtidas em uma troca no trabalho antes de abrir a última leva de figurinhas novas, a NED 17, o corinthiano Memphis Depay, veio entre os primeiros envelopes que abrimos, lá no Dia das Mães, em 10 de maio, quando não atuou na vitória sobre o Tricolorzinho por 3 a 2,  no Fielzão Genérico, o retorno aconteceu apenas na vitória sobre o Galo por 1 a 0, também no Fielzão Genérico, em 24 de maio, quando o técnico Koeman já partia para o “depressa que já está atrasado”, até conseguimos uma repetida, porém ela se foi na Arena Panini, em compensação, sobraram dois distintivos, quatro cromos de Ryan Gravenberch, do Liverpool e quatro de Justin Kulivert, do Bornesmouth... Japão, do técnico Hajime Moriyasu, o mesmo da memorável campanha de 2022, vide 2 a 1 na Alemanha, 32 repetidas, somando os cromos do Japão com o das três seleções anteriores no álbum, Costa do Marfim, Equador e Holanda, dá 137 figurinhas repetidas, que coisa, não, a última, o atacante Junya Ito, veio numa troca no trabalho um dia depois de acharmos o último cromo da Holanda que faltava, o recordista de repetidas é o meia Daichi Kamada, do Crystal Palace da Inglaterra, que saiu seis vezes, Suécia, do técnico inglês Graham Potter, sem alusões aos feiticeiros presentes, 12 repetidas, ao contrário das equipes anteriores, demorou para ser completada, fez companhia aos Estados Unidos no grupo de seleções com sete cromos faltantes, junto também da Tunísia, Jordânia e Uzbequistão, terminando apenas na última troca no trabalho, com as figurinhas SWE 8, Lucas Bergwall, do Tottenham, e SWE 12, Matias Svanberg, do Wolfsburg, então é por isso que a maior repetição, Isak Hien, da Atalanta, só aconteceu três vezes... Tunísia, do técnico francês Sabri Lamouchi, que comandou a Costa do Marfim em 2014, 19 repetidas, aqui, só o rolo do Patrão para completar a seleção com o cromo TUN 5, o defensor Monstassar Talbi, do Lorient da França, que não tínhamos colocado na lista porque colamos por engano o cromo do goleiro Ahmen Dahmen, do Sfaxien, TUN 3, pois é não é... Bélgica, do técnico francês Rudi Garcia, 40 repetidas, a maior sobra de figurinhas entre as seleções da Copa no nosso álbum, perdendo apenas para o Senegal, a gente chamava pela sigla BEL para homenagear uma colega de trabalho muito querida, apesar da abundância de repetidas, completamos na última leva de envelopes novos, faltava só o time formado, ou seja, o cromo BEL 13, e o rei das repetições está bem do lado, na BEL 12, o meia Alexis Saelmaekers, do Milan, que veio quatro vezes para nós... Egito, do técnico Hossam Hassan, atacante do time de 1990, 31 repetidas, um número ligeiramente menos que o da Bélgica, mas também só faltava o time perfilado, EGY 13, que saiu na mesma leva a qual veio a da equipe belga, isso porque Marwan Attia, meia do tradicionalíssimo Al Ahly, a gente tirou cinco vezes... Irã, do técnico Amir Ghalenoei, maior vitorioso do campeonato iraniano, com cinco conquistas, 19 repetidas, difícil de completar, mas nem se compara à quase desistência da equipe na sequência do ataque dos Estados Unidos, que apesar de abrigarem os três jogos do Irã na primeira fase, dois em Los Angeles e um em Seattle, obrigaram os iranianos a se concentrarem no México, nem vamos falar da figurinha do goleiro Alireza Beiranvand, horrivelmente impressa, com um borrão avermelhado cobrindo toda a estampa do jogador, um problema que se repetiu em outros cromos da primeira leva que compramos, logo depois do lançamento do álbum, o fornecedor da gráfica da Panini na região de Barueri mandou mal nessa, e quando tiramos repetida, ela se foi numa troca, enquanto o defensor Morteza Pouraliganji e o atacante Ali Gholizadeh, o Gui Napolitano persa, vieram três vezes cada um, o time só ficou completo na Arena Panini, onde compramos, por 2 reais a unidade, IRN 4, Ehshan Hajsafi e Hassan Kanaani, do Sepahan e do Persepolis, ambos os dois jogadores de defesa...  Nova Zelândia, do técnico inglês Darren Bazeley, 25 repetidas, primeira seleção completa junto com Escócia e Espanha, os mais repetidos, com três cromos, foram o defensor Tyler Bindom, o meia Sarpreet Singh e o atacante Elijah Just...  Espanha, do técnico Luis de La Fuente, 12 repetidas, o que inclui dois distintivos, teve muita procura, embora da nossa parte tenha sido um dos primeiros times a serem completados, nem mesmo Lamine Yamal, que foi apresentado a nossa colega de trabalho pelo filho, demorou para chegar, é tão pouca coisa que além do escudo, os mais repetidos compareceram duas vezes, Dani Carvajal, ESP 7, e Mikel Merino, ESP 14, Yamal é o ESP 15, excelente...  Cabo Verde, do técnico Pedro Leitão Brito, mais conhecido como Bubista, 17 repetidas, o arquipélago na costa ocidental da África que pertenceu a Portugal até a independência em 1975,  também gerou elevada demanda, a gente mesmo completou a equipe na última leva de figurinhas novas, onde tiramos precisamente a coluna com os cromos CPV2, o goleiro Vozinha, CPV6, o defensor Steven Moreira, e CPV 10, o meia Kevin Pina, que jogam no Chaves de Portugal, sem alusões aos meninos do 8 presentes, no Columbus Crew dos Estados Unidos e no Krasnodar da Rússia, sobrando, entre outros cromos, o CPV 1, o distintivo “olha o tuba...”, e três CPV 12, o meia Jamiro Monteiro, do Zwolle da Holanda... Arábia Saudita, do técnico grego Georgios Donis, que substituiu o francês Herve Renard, que comandou a equipe nas Copas de 2018 e 2022, em abril, 32 repetidas, as duas últimas KSA 5 e KSA 9, Nawaf Buwashl, do Al Nassr, e Musab Aljuwayr, do Al Qadisah, só comprando na Arena Panini, ao mesmo tempo que Jehad Thikri, Zivad Aljohani, Nasser Aldawasari, o time perfilado, e Abdulrahman Alobud vieram três vezes... Uruguai, do técnico argentino Marcelo Bielsa, o popular El Loco, que dirgiu a Argentina em 2002 e o Chile em 2010, 22 repetidas, esta seleção teve um cromo dificílimo, URU 5, o zagueiro Josema Giménez, do Atlético de Madrid, que não estava em nenhum dos 2.114 cromos que compramos, não compareceu em nenhuma troca e sequer estava disponível para venda na Arena Panini, de sorte que nossa colega de trabalho, ao ver nossa lista de faltantes no WhatsApp, verificou que tinha o cromo que precisávamos, a última figurinha de jogador que faltava no álbum, ao passo que URU 12, Rodrigo Betancur, do Tottenham, veio cinco vezes, pois é, não é... França, do técnico Didier Deschamps, capitão da seleção campeã em 1998 e técnico da equipe francesa que venceu a Copa de 2018 e foi vice-campeã em 2022, 30 repetidas, inclusive o distintivo,  FRA 7 o defensor Dayot Upamecano, do Bayern de Munique, veio três vezes, o penúltimo cromo colado foi o do Mbappé, FRA 20, antes de seu colega de Real Madrid, Vinícius Júnior (alô, Virgínia...), o último acabou sendo o do time formado, FRA 13, comprado na Arena Panini... Senegal, do técnico Pape Thiaw, que fazia parte do grupo que venceu os franceses na abertura do Mundial de 2022, vide comemoração do gol que foi parar no BBB, 43 repetidas, o recorde desta edição, e nessa conta vão dois distintivos, cinco SEN 5, Abdoulave Seck, quatro SEN 11, Pape Gueve, quatro SEM 19, Nicholas Jackson e quatro SEN 20, Krepin Diatta, a última colocada no livro ilustrado foi justamente a da equipe formada, SEN 13, veio numa troca no trabalho... Iraque, do técnico australiano Graham Arnold, que na Copa passada dirigiu a própria Austrália, 11 repetidas, sendo seis IRQ 20, o atacante Mohanad Ali, que joga no Dibba FC dos Emirados Árabes Unidos, um nome bastante comum em países muçulmanos, ao contrário da pouca disponibilidade de cromos dos jogadores iraquianos, a última, do também atacante  Ali Al-Hamadi, do Luton Town da Inglaterra, foi adquirida avulsa na Arena Panini,  Noruega, do técnico Ståle Solbakken, que como meia jogou a Copa de 1998, porém não atuou contra o Brasil, partida que os noruegueses venceram por 2 a 1, 39 repetidas, seis delas apenas da NOR 7, o defensor David Moeller Wolfe, apesar da fartura de figurinhas, ficou faltando o time formado, NOR 13, um dos dez cromos desse tipo que compramos na Arena Panini, dez reais a unidade... Argentina, do técnico Lionel Scaloni, que jogou uma partida do Mundial de 2006, contra o México, auxiliava Jorge Sampaoli em 2018 e foi campeão em 2022 com sua famosa Scaloneta, 12 repetidas, então é por isso que os argentinos estão indo comprar figurinhas no Chile, além do preço mais em conta, os jogadores da atual campeã mundial estão em falta, afinal temos dois distintivos e um time formado, Messi, ARG 17, veio depressa, a repetida pegaram mais ligeiro ainda, a última veio na reta final do último pack de envelopes, ARG 2, o goleiro Dibu Martinez, até a figurinha da Coca-Cola dele compareceu primeiro, que coisa, não...  Argélia, do técnico Vladimir Petković, bósnio naturalizado suíço, a propósito era o treinador em 2018, quando a Suíça empatou com o Brasil em 1 a 1, 14 repetidas, também uma pedreira para completar, afora o uniforme verde-musgo da Adidas que fazia todos os jogadores de linha parecem com goleiros, e o o álbum, Alexis Guendouz, usa amarelo cítrico, o distintivo levaram na troca da Arena Panini, a menina de óculos, e só ALG 6, Mohamed Amine Tougai, que joga no Esperance da Tunísia, veio duas vezes, faltavam só ALG 4, Youcef Atal, do Al Sadd do Qatar, e ALG 8 Ismael Bennacer, do Dínamo Zagreb da Croácia, que vieram na última compra de figurinhas, logo nos primeiros envelopinhos...  Áustria, do técnico alemão Ralf Rangnick, 21 repetidas, inclusive o distintivo, o atacante Michael Grigoritsch, do Augsburg da Alemanha, saiu 4 vezes, o último da fila, exatamente o emblema do selecionado, veio numa troca no trabalho, uma exceção entre os times dos grupos J, K e L, de 12 seleções, conseguimos 10 escudinhos repetidos...  Jordânia, do técnico marroquino Jamal Sellami, que jogou a Copa de 1998, mas não enfrentou o Brasil, 11 repetidas, entre elas o distintivo e o goleiro Vazed Abudlaila, carinhosamente chamada por nós de “Jordan do BBB”, obrigado, Ana Paula Renault, mercadoria rara entre os colecionadores, conseguimos a que faltava, JOR 4, Mohamed Abu Hashish, numa troca no trabalho, exatamente quando contabilizávamos a última leva de figurinhas novas, inclusive tivemos o cuidado de observar no WhatsApp, “monocelha da Jordan”... Ops!!!...  Portugal, do técnico espanhol Roberto Martinez, o próprio, que comandou a geração belga de 2018 e 2022, 12 repetidas, os patrícios deram trabalho, o distintivo saiu repetido, o defensor Rúben Dias, do Manchester City, veio quatro vezes, todavia, o time formado, POR 13, último cromo que faltava, apareceu somente em nossa compra na Arena Panini... Congo, do técnico francês Sébastien Desabre, 4 repetidas, o país africanos tinha figurinhas dificílimas de achar, então é por isso que não sobrou nenhum dos 15 cromos que havia em nossa primeira listagem feita no aplicativo (e o distintivo não estava entre eles...), após as trocas na Arena Panini, onde mais uma vez tivemos que comprar a última figurinha faltante, COD 13, mais um time formado, quase um terço dos 35 cromos que faltavam quando comparecemos pela primeira vez no espaço de trocas... Uzbequistão, do técnico italiano Fabio Cannavaro, o próprio, capitão do tetra da Itália em 2006, 15 repetidas, a antiga república da União Soviética foi outro desafio, quando completamos as primeiras seleções, ainda faltavam sete figurinhas de 20, na Arena Panini compramos a UZB 17, Oston Urunov, do Persépolis do Irã, e no rolo do Patrão recebemos a última que faltava, UZB 4, Sherzod Nasrullaev, do Pakhtakor, o distintivo saiu repetido e levaram nas trocas, mas vieram três UZB 10, Odiljon Hamrobekov, três UZB 15, Khojimat Erkinov e três UZB 19, Igor Sergeev, que também joga no Persepolis...  Colômbia, do técnico argentino Néstor Lorenzo, integrante como atleta do elenco vice-campeão mundial da Argentina em 1990 e auxiliar de José Pekerman nas Copas de 2014 e 2018, 11 repetidas, o rubro-negro Carrascal e os jogadores sem clube Santiago Arías e James Rodriguez, o próprio, artilheiro da Copa de 2014 e ex-Tricolorzinho do Morumbis, este o preferido da Gabi Martins, saíram rápido, faltou só o time formado, adivinhem só, mais uma aquisição feita na Arena Panini, na mesma ocasião onde descobrimos que as figurinhas dos times formados tinham bordas com cores diferentes, havia quatro opções, e deixamos pela verde-água, a mesma dos cromos dos jogadores...  Inglaterra, do técnico alemão Thomas Tuchel, o próprio, 23 repetidas, a última colocada no álbum é justamente a ENG 1, o distintivo, veio nos últimos envelopes que abrimos, faz sentido, durante muitos anos, a Panini não conseguiu licenciar o distintivo dos Três Leões, quebrando o tatu somente no álbum da Copa de 2018, e ainda hoje o escudo conserva a fama de ser uma figurinha difícil, ao contrário da ENG 8, Dan Burn, do Newcastle, que saiu quatro vezes, queima ele, digo... Croácia, do experiente técnico Zlatko Dalić, vice campeão em 2018 e terceiro colocado em 2022, 28 repetidas, na primeira contagem eram 38, fácil de completar para uns e difícil para outros, no nosso caso, as últimas, CRO 5, Josip Stansic do Bayern de Munique, e CRO 18, Ante Budimir, do Osasuna da Espanha, vieram dos envelopes, e o mais repetidos, com três cromos cada, foram CRO 3, Duje Caleta Car, CRO 7, Josip Sutalo, CRO 8, Kristijan Jakic, CRO 11, Martin Baturina, e CRO 15, Petar Sucic, mais da metade do total...  Gana, do técnico português Carlos Queiroz, o próprio, que substituiu em abril o ganês Otto Addo, que havia atuado na Copa de 2006, sendo que o patrício comandou Portugal em 2010, vide rusgas com Cristiano Ronaldo, e retrancou o Irã em 2014, 2018 e 2022, 21 repetidas, com dois distintivos, também fechou com o time formado na Arena Panini, e a CRO 14, Mohamed Kudus, depois da rima, saiu quatro vezes... Panamá, do técnico dinamarquês naturalizado espanhol Thomas Christiansen, 21 repetidas, o que inclui 2 distintivos, conseguidos nas trocas da Arena Panini, onde comparecemos precisando das figurinhas PAN 1, o escudo, PAN 14, Edgar Barcenas do Mazatlan do México, e PAN 18, Cecílio Waterman, do Universidad de Concepcion, no Chile, todas adquiridas no local antes de procedermos às trocas, uma curiosidade, na nossa primeira contagem de repetidas, dos 12 escudos dos times dos grupos J,K e L, nós tínhamos 10, faltavam apenas o do Congo e o do Panamá, que coisa, não... Por fim, no domingo, 7 de junho, fiquei sabendo pelo Instagram que o meu irmão e o meu sobrinho completaram seu álbum, postando um vídeo com a colagem da última figurinha, por acaso a FWC 7, a única das sedes que tiramos nos envelopes, excelente...














































































































Fechando nosso álbum, Uruguai completo com Josema Gimenez, as brilhantes das sedes e o croata da Coca-Cola...






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