sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Lançadas Conduzindo pelos Aeroportos...

Comparecer em Congonhas é mais fácil com a linha 609J-10, que sai do Metrô São Judas...









































Para quem reside na região do ABC, a linha 050EX1 da Viação Triângulo vai até São Bernardo...














































Enquanto isso, em Cumbica...
Início da operação da Linha 13 levou a aquisição de novos ônibus para o trajeto entre terminais...








































Ônibus de pista, entretanto, ainda são os mesmos Busscar Urbanuss Pluss adquiridos pela Infraero...

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Lançadas Fazendo Lotação de Kombi no Rio...

Ainda há Kombis trabalhando forte em lotação no Rio e algumas saem da região da Quinta da Boa Vista...









































Ponto inicial está junto à estação São Cristóvão da Supervia, aqui vista de um viaduto de paralelepípedos...


















































































Mobilidade na Quinta...
Frequentadores do parque podem alugar quadriciclos e trabalharem forte nas pedaladas...










































Guarda Municipal carioca tem carrinhos elétricos à disposição para fazer a ronda diária...

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Transporte Coletivo Padrão Valdisnei...

Transporte no mundo de Valdisnei não é só monotrilho... Há caminho para um "SoNoL" também...












































Um aspecto menos conhecido, ainda que igualmente fascinante, do complexo de Valdisnei na região de Orlando é a sua atuação como operadora de ônibus... Se o visitante estiver em algum hotel fora da região dos parques e utilizar os serviços de “shuttle” oferecidos pela maior partes dos estabelecimentos hoteleiros, terá que desembarcar obrigatoriamente no terminal localizado ao lado do Epcot... Ali será preciso tomar um dos 390 ônibus (vide Wikipedia...) do Valdisnei Transport – para efeito de comparação, a Express possui 520 ônibus em 34 linhas da Área  4 de São Paulo... Os itinerários se destinam a outros sete terminais, sendo que além de Epcot, em Hollywood Studios, Animal Kingdom e Valdisnei Springs, há serviço para os 22 hoteis situados dentro do complexo... Os outros terminais estão nos parques aquáticos Blizzard Beach e Typhoon Lagoon, além do ESPN Wide World of Sports... Os carros mais antigos da frota são os 71 Nova Bus LFS, fabricados entre 2000 e 2002, com motor Detroit Diesel – os únicos com essa propulsão, os demais são todos Cummins - e transmissão Alisson, numerados de 4815 a 4885... Predominantemente na cor branca, a frente lembra vagamente o Millenium da Caio... Depois há os 67 Gillig Low-Floor, produzidos entre 2004 e 2006, com transmissão Voith e numeração entre 4886-04 e 4952-06, brancos ou adesivados, anunciando atrações dos parques ou dos hotéis... Depois de um Nova Bus LFS 2005, prefixo 4953, transmissão ZF, que era carro de demonstração do fabricante (Metra começou assim...), há 45 Gillig Low-Floor, feitos entre 2007 e 2009, transmissão Voith, numerados de 4954-07 a 4999-09 e dez Nova Bus LFS, manufaturados em 2010, transmissão Alisson, numeração de 5000-10 a 5009-10... Todos brancos, com cores somente no logotipo da empresa – que é a própria assinatura de Valdisnei, em vermelho, com a palavra “Transport” em letras douradas sobre fundo roxo... Prosseguindo, existem 125 Gillig Low-Floor, transmissão Voith, comprados entre 2010 e 2013... Os 24 ônibus adquiridos em 2013 já exibem uma pintura diferente, um saia-e-blusa cinza, branco e vermelho... A silhueta dos ônibus Gillig é mais retilínea e uma fila deles estacionada no terminal de Hollywood Studios dá a impressão de ser uma frota de MBB O371, internauta Chico Melancia... Em 2013 foram comprados 12 “SoNoL”, quer dizer, ônibus articulados, seis New Flier Industries XD-60, transmissão Allison – números 5146-13 a 5151-13 – e seis Nova Bus LFS Articulated, transmissão Allison, numeração de 5152-13 e 5157-13... Usados apenas em percursos de elevada demanda, os articulados saia-e-blusa cinza, vermelho e branco não eram muito comuns de se ver... A exceção de um Nova Bus LFS Articuled Bus chegando ao Magic Kingdom ou de um carro do mesmo modelo usado no treinamento de motoristas realizado à noite no estacionamento ao lado do terminal de Epcot... Para completar a frota, 42 Gillig Low-Floor modelo 2015 (5158-15 a 5199-15) e 7 modelo 2016 (5200-16 a 5200-16), sempre com motor Cummins e transmissão Alisson... Nestes carros, o cinza do saia-e-blusa foi substituído pelo branco... Como característica comum, todos os carros possuem ar-condicionado, acessibilidade, espaço para duas cadeiras de rodas (os carrinhos de bebê, muito comuns nos parques, precisam ser desmontados na hora do embarque...) e muitos anúncios dos parques e das atrações da rede de televisão ABC, que é do mesmo grupo da Valdisnei... O letreiro eletrônico dos ônibus para os parques, além da destinação, sempre acrescentam um slogan... “Welcome, World Travelers (Epcot)”... “Hakuna Matata (Animal Kingdom)”... “Ready for the Close-Up (Hollywood Studios)”... Cada terminal também possui um design específico... Há as linhas futuristas de Epcot, o estilo californiano do Hollywood Studios e as estruturas de ferro vitorianas do Magic Kingdom... Os ônibus começam a operar 45 minutos antes da abertura dos parques –em geral realizada às 9 horas da manhã – e encerram os trabalhos uma horas depois do fechamento, normalmente às 19 horas, sendo que em Epcot, devido à abertura do World Showcase às 11 horas, vai até 21h30... Tudo programado para que o intervalo entre partidas não seja superior a 20 minutos... Depois das 20 horas, um grande número de pessoas comparece ao terminal de Epcot para pegar os ônibus para os hotéis do complexo ou os veículos de “shuttle”... Quem estiver com tempo pode trocar uma nota de 5 dólares na máquina por 20 moedas de 25 cents (quarters...) e comprar na máquina um refrigerante ou o chocolate Payday... Ops!!!... 













Já no letreiro do ônibus os visitantes começam a entrar no clima do Animal Kingdom...













































O monotrilho é o meio de transporte mais conhecido do complexo Valdisnei... Uma tradição que vem desde o parque pioneiro na Califórnia, inaugurado em 1955... Num especial do “Clube do Mickey” de 1977, a turma de chapéu do Mickey na cabeça chega de monotrilho ao interior do hotel Contemporary Resort, próximo ao do Magic Kingdom...  Faziam uso da primeira linha, inaugurada com o parque em 1971... Depois, em 1982, o serviço foi estendido ao Epcot, então recém-aberto...O serviço possui seis estações – há paradas específicas para os hotéis Contemporary, Grand Floridian e Polynesian Village – distribuídas ao longo de 23,6 quilômetros de vias elevadas... Diariamente são transportados cerca de 150 mil passageiros por dia, Wikipedia... A velocidade media dos trens, que possuem  62 metros de comprimento, varia de 40 a 55 milhas por hora... Oficialmente são três linhas, uma delas destinada aos hóspedes dos hotéis atravessados pela linha...   A frota é composta por  12 trens Mark IV fabricados pela Bombardier, a própria, que também fornece o material rodante do monotrilho de São Paulo...  Sempre na cor branca, com uma faixa colorida, azul, verde, amarela, vermelha... Cada trem possui seis carros, que levam cada um 20 passageiros sentados e 40 em pé, num total de 360 pessoas... Vide o biarticulado da Volvo que promete levar 310 no Brasil... A poprósito, se a Linha 18 da capital paulista tem apenas duas estações – Vila Prudente e Oratório – o monotrilho da Disney tem apenas três... Saindo de Epcot, cuja estação fica antes da entrada do parque, apesar dos trens darem a volta pelo Future World antes de pararem – um verdadeiro “monotrilho piso baixo” -  é preciso desembarcar e pegar outro trem para o Ticket And Transportation Center (TTC)... Ali estão localizados o estacionamento para veículos de passeio do complexo, e o ponto de parada da Linha 56 da Lynx, que vai da Disney University até a Kissimmee Intermodal Station, na região central de Kissimmee... Vale lembrar que o parque – e a casa do Silvio Santos – estão localizados em Celebration, outra região integrante da Grande Orlando... Quem quiser chegar até o Magic Kingdom precisará embarcar em mais um monotrilho... A estação do “Reino Mágico” chama a atenção por sua cobertura de ferro, em estilo vitoriano do século XIX...  Não há escadas rolantes, o acesso é feito por uma rampa... Alis, Pancada, apesar de toda a aura de modernidade do monotrilho, nenhuma das estações possui escadas rolantes...  A estação do Magic Kingdom possui portas nas plataformas... Os passageiros desembarcam pelo lado esquerdo e embarcam pelo lado direito... Por volta das 18 horas,  uma hora antes do fechamento do parque, a aglomeração de passageiros na plataforma para o TTC lembra muito para os brasileiros os metrôs do Rio de Janeiro e de São Paulo... As portas abrem de dentro para fora e há duas fileiras de assentos transversais às portas, o que impede a circulação de passageiros dentro dos trens... Para quem vai de pé, há três balaústres, que podem ser confundidos com a coluna do mecanismo de fechamento das portas... O operador do trem acompanha a entrada dos passageiros até dar a partida no monotrilho... A viagem dura quatro minutos, entre estações intermediárias fora de funcionamento,  grandes estacionamentos e uma parada no meio da linha, dessas para aguardar a movimentação do trem à frente... Na estação do TTC também há portas nas plataformas... Em Epcot, destino final após mais sete minutos de viagem em via elevada, uma surpresa... Uma das portas do monotrilho que vai retornar ao TTC não estão fechando... O operador observa e entra na cabine para acionar novamente o mecanismo, até que a porta feche...  As linhas arrojadas da estação combinam com o logotipo da Globo, quer dizer, com a grande esfera da Spaceship: Earth, embora as rampas não compensem a ausência de escadas rolantes...











Na estação do Magic Kingdom, o monotrilho espera a hora da partida para o Ticket and Transportation Center...














































O sistema de transportes de Valdisnei também contempla o modal hidroviário...  Há os ferry-boats, que reproduzem as típicas embarcações do Mississippi...  Três deles, batizados de Joe Fowler, Joe Potter e Richard Irvine, que percorrem a Seven Seas Lagoon entre o Magic Kingdom e o Ticket and Transportation Center... Aqui uma chalana cairia muito bem, internauta Chico Melancia...  Embarcações a motor, identificadas pelas bandeiras Ouro, Verde, Azul e Vermelho fazem a ligação entre os principais hotéis do complexo e o Magic Kingdom...  Aqui são dez barcos... Outros 15 “táxis aquáticos” – na verdade, barcos fluviais – fazem a ligação entre os hotéis... Por fim, há as nove embarcações do Friendship Boat... Uma das linhas sai de Epcot e, passando pelos hotéis, vai até o Hollywood Studios... E há os barcos que circulam dentro do Epcot... Embarcando no Future World, há a opção de cruzar a lagoa do centro do parque e chegar a área da Alemanha ou do Marrocos... O cais de Veneza, com as gôndolas, é decorativo... Também é preciso mencionar os Parking Lot Trans, espécie de trenzinhos que levam os visitantes do estacionamento do complexo até a entrada dos parques... Não é a maria-fumaça da Valdisnei World Railroad, mas dá para o internauta Chico Melancia e o Doutor Kenji fazer um trenzinho legal... Ops!!!... Quanto à ferrovia propriamente dita, possui  bitola de 914 milímetros – Doutor Kenji precisa levar sua fita métrica para o Magic Kingdom – e uma extensão de 2,4 quilômetros... O percurso é operado por quatro locomotivas originais à vapor, construídas pela Baldwin e que originalmente operavam em Yucatán, no México...  Devidamente restauradas, receberam os nomes de Valdisnei, Lilly Belle – em alusão à sua esposa -  Roger Broggie e Roidisnei.... Cada locomotiva possui cinco carros de passageiros com capacidade para 75 pessoas... Além da estação da Main Street USA, aquela que lembra a de Campinas (hoje um centro cultural), há paradas na Fantasyland e na Frontierland... Sendo que em cada uma delas um chefe de estação avisa da saída dos trens e durante as paradas, o maquinista conversa com alguns dos passageiros... Melhor, só o trem Guararema-Luis Carlos, digo...















Apesar de toda a tecnologia, estações do monotrilho não têm escadas rolantes, nem mesmo em Epcot...

Lançadas com pintura nova e tarifa a R$ 3,95 no Rio de Janeiro...

Nós bem que tentamos, mas só registramos no Rio ônibus com pintura antiga - e letreiro com defeito...









































Mudanças na padronização à parte, a linha preferida do Pancada continua sendo exatamente a mesma...











































A mesma variedade de sempre...
Linhas metropolitanas do Rio usam a pintura que quiserem, como é o caso da Fabio's, de Caxias...











































E também da Ingá, que faz a ligação entre São Cristóvão e a região do Fonseca, em Niterói...

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Lançadas da Nação Urubulina em Movimento...

Perto do Museu do Índio, um programa idem: corrida de torcedores do Menguinho no Maracanã...










































Ambulância estava à postos para não repetir o vexame do jogo com o Bacalhau em Brasília, digo...













































Bandeiras de uma nação...
Isto aqui não é Cuba, isto aqui é Menguinho, quem está no pavilhão não é Che, é Zico...








































Pet (OG) ainda é idolatrado pela massa rubro-negra a ponto de haver uma torcida "Fla-Sérvia"...

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Na Semana da Mobilidade, o exemplo da linha 301 do Rio...

Linha 301 sai do Terminal Padre Henrique Otte, perto da rodoviária Novo Rio, e chega lotada à região da Praça Saens Peña, na Tijuca...
























Em um dos primeiros episódios de "A Grande Família" - "Cozido é pra Comer Chorando", de 2001, Agostinho Carrara trabalha como corretor de imóveis e para embolsar uma polpuda comissão, além de mostrar serviço para o chefe, ele decide alugar um apartamento na região da Barra da Tijuca usando o nome de sua "sócia" Bebel, sem que o patrão saiba... Bebel hesita em participar do plano, pensando que a maresia vai estragar os móveis, mas é convencida a com um argumento simples, porém altamente válido... “A Barra é uma espécie de Estados Unidos que dá para ir de ônibus”... De fato, é possível comparecer à Barra de ônibus, e entre as opções de itinerários para quem reside na Zona Norte (na verdade, as externas da primeira temporada eram gravadas numa rua na região de Jacarepaguá, na Zona Oeste, próximo da Barra, e todas as referências geográficas fornecidas nos episódios iniciais remetiam àquela área, como a história "A Desquitada da Freguesia", a agência de modelos "Freguesia Models" em "A Esposa Modelo" e o "Bonde do Anil" em "Isso é Coisa de Homem", algo que mudou nos anos seguintes...) estão as linhas 301 e 302... Que saem do Terminal Padre Henrique Otte - um antigo armazém portuário transformado em terminal urbano, o que explica seu aspecto de fábrica antiga -  localizado em frente à Rodoviária Novo Rio e vão até o Terminal Alvorada, na região da Barra... Ambas as duas linhas fazem o mesmo caminho, pelo Alto da Boa Vista, porém a 301, antiga 234, segue pela Avenida das Américas e a 302, antes 233, vai pela Praia da Barra... Deixando o terminal, elas passam pela Rua Francisco Eugênio e pela Avenida Francisco Bicalho, junto à imponente e desativada estação Barão de Mauá, mais conhecida como Leopoldina, chegando pela Avenida Paulo de Frontin nas Ruas  João Paulo I e Doutor Satamini – passando pelo metrô Afonso Pena, na Praça Castilhos França, embora a praça seja mais conhecida como Afonso Pena, vide Rua  Afonso Pena – e entrando na Rua Heitor Beltrão para chegar a Rua Conde de Bonfim e a Praça Saens Peña... Onde aconteceu o embarque no Apache Vip A50005, da Viação Tijuca, às 10h20 da madrugada de uma quarta-feira chuvosa... No lado oposto da Praça Saens Peña, na altura da estátua de Paulo Diniz Magalhães, o pioneiro da ginástica pelo rádio – com uma cópia do editorial de “O Globo” saudando o golpe militar de 1964 colada no pedestal – perto da Rua das Flores, entre os antigos cinemas Carioca (hoje Igreja Universal do Reino de Deus...) e América (atualmente Drogarias Pacheco...)...  Uma chuvinha na calçada não impedia que ali se reunisse um grande número de camelôs e de pessoas esperando os ônibus no ponto... Tanto que o 301 estava cheio e o jeito foi viajar de pé... Para ser o cenário de um episódio de “A Diarista”, só falta Marinete reclamando da “pôia” da Solineuza... Ops!!!... 





















Depois de passar pela Rua Conde de Bonfim e subir a Avenida Edson Passos, veículo encontra micro-ônibus no Alto da Boa Vista...






















































Ainda na Rua Conde de Bonfim, um funcionário da Comlurb, devidamente uniformizado, desce do ônibus, liberando um assento no fundo do veículo... No banco em frente, uma moça negra lê “Ética”, de Spinoza – não confundir com o Espinosa, sempre citado por Justo Veríssimo quando conversa com sua secretária... O carro prossegue pela Conde de Bonfim, próximo aos morros do Borel – vide rap respectivo, William e Duda - Casa Branca e  Formiga – até alcançar a região da Usina, na altura dos antigos estúdios de dublagem da Herbert Richers, fechados em 2010, que darão lugar a instituição religiosa Sukyo Mahikari, Pancada... Ali há o terminal de ônibus da Usina – onde Glória Perez situou o núcleo suburbano da novela “A Força do Querer” – e começa a subida do maciço da Tijuca, pela Avenida Edson Passos e suas curvas fechadas... As casas são de alto padrão - ali por exemplo Glória alocou a família Ferraz de "O Clone" - mas o asfalto encontra-se em péssimo estado – e no fundo, no fundo, o sacolejo do ônibus é maior, digo... Depois da Usina, há vegetação dos dois lados, muitas jaqueiras, mansões para festas e o acesso à Floresta da Tijuca... No Alto da Boa Vista, indo pela Rua do mesmo nome, o nevoeiro mal permite ver a paróquia Nossa Senhora da Luz, porém o internauta Chico Melancia não perderia de vista a “gordinha esquema” de camisa do Foguinho... Na verdade perderia, porque ela é loira, e loiras não o apetecem... A maioria das linhas que percorrem a região são de micro-ônibus, mais adequados ao percurso sinuoso...  A descida é pela Estrada das Furnas, pelo Morro do Banco, cheia de curvas, com acesso para a Vista Chinesa – não confundir com a “Sessão Vista Chinesa” da TV Corcovado, atual CNT Rio – e os “motéis gêmeos” Hollyday e Hollywood – que aparecem no filme “Casa Grande”, estrelado por Marcelo Novaes e Suzana “Pacotão” Pires... A viagem prossegue pela Estrada da Barra, margeando o Itanhangá Golf Club, até o Jardim Oceânico, vide ponte estaiada do metrô – que desde 2016 é uma opção para quem quer ir da Zona Norte para a região da Barra da Tijuca...   Na estação Jardim Oceânico, onde Pereirão, esse mulherão, residia em “Fina Estampa”, Mestre, desceu a loira com a camisa do Foguinho... O ônibus está mais vazio e moça que lia Spinoza agora tem a companhia do “sócio”, também negro, que lia um livro de George RR Martin...  Os “sócios”  vão até o ponto final, no Terminal Alvorada, as 11h26, uma hora e seis minutos depois do início na Saens Peña... 
























E a descida para a região da Barra da Tijuca é feita na Estrada das Furnas, em meio à vegetação abundante e curvas sinuosas...





















































No terminal Alvorada, a linha 301 sai da plataforma D, em frente ao “mangueirão” do terminal, também ponto inicial de algumas linhas, uma atração à parte... Antes de pegar o ônibus da volta, dá para descer até o subsolo do terminal e carregar o Bilhete Único Carioca com 20 reais... O Apache Vip C50160 da Viação Tijuca sai às 11h43... Está vazio, inclusive o banco que tem estilhaços de vidro na janela... Felizmente há outros lugares vazios na janelinha, excelentes para apreciar e registrar a paisagem, em especial a Curva do S, na Estrada das Furnas... O carro enfrenta algum congestionamento na região da Avenida das Américas, principal via comercial da região da Barra – ali está localizado, por exemplo, o Shopping Cittá América, que serviu de cenário para o episódio “Miami ou Me Deixe”, do “Sai de Baixo”, em 2001, já que Miguel Falabella não conseguiu um papel em “Os Maias” e teve que ficar fazendo chanchada na Barra fingindo que é Miami... Para compesar o atraso, ‘tacale pau” na subida da Estrada das Furnas, ignorando que a pista molhada pela chuva,  onde sobe uma mulher com um saco enorme, cheio de plantas... O veículo volta a passar pela Gávea Pequena, Pracinha do Alto (ou Afonso Viseu...), Curva do Violão, acesso à Estrada Velha da Tijuca, Avenida Esdson Passos e terminal da Usina, sem tiroteios para atrapalhar, digo... O tráfego volta a ser intenso na região da Rua Conde de Bonfim, especialmente nas proximidades da Praça Saens Peña... Na volta, o ônibus segue pela rua Haddock Lobo em direção ao terminal Henrique Otte... A mulher das plantas desce na esquina com a Rua do Matoso, ponto mais próximo da Casa dos Lunáticos, às 13h03... Ou seja, a viagem de retorno foi um pouco mais demorada...  Pelo menos a chuva parou, facilitando a sequência da viagem pela estação Estácio no metrô, próxima à sede da prefeitura carioca, Centro de Convenções Sulamérica e Avenida Francisco Bicalho...  Todo esse percurso era feito por apenas R$ 6,80, ou seja, duas passagens de R$ 3,40... Claro que dá para ir de Angélica, mas além do custo ser bem maior, o motorista pode simplesmente optar por outro caminho, Pancada... 























Terminal Alvorada ficou pequeno para o grande número de linhas e se expandiu para o antigo pátio do Detran ao lado...

Lançadas Recomeçando a Reconstrução do Museu...

Isolado por cercas desde os jardins, única visão possível do Museu Nacional é à distância...












































Pelas janelas, se percebe que o incêndio pôs abaixo o teto das salas de exposição do museu...












































Há muito o que fazer...
Que não falte disposição (e recursos!!!) para aqueles que irão recuperar o prédio destruído...












































Na Quinta da Boa Vista, ainda está colocado numa cerca o anúncio de uma exposição no museu...