segunda-feira, 7 de outubro de 2024

Lançadas da Bomba no Barco Apresentando Namorado com Toque de Saúde...

E ainda bem que a votação já tinha acabado, senão iam pensar que era a propaganda do prefeito...

 


















Se bem que Ivo Holanda detonou o projeto do Aquático SP, quer dizer, explosivos em pleno barco...

































Capa do Site – “Timão vacila no fim, cede o empate em casa e continua no Z4”. 2 a 2 com o Chapolin Colorado no Fielzão Genérico (44.866 torcedores), gols de Yuri Alberto (OG, 2 1º ) – vide Memphis, em seu primeiro jogo começando como titular, lançando - Bernabéi (16 1º) – vide Bruno Gomes e Daniel Carvalho tabelando, Thiago Maia tocando, Bernabéi chutando e Gustavo Henrique (OG) desviando... Yuri Alberto de novo (OG, pênalti, 27 2º) – vide Thiago Maia colocando o braço na bola -  e Ricardo Mathias (48 2º) – vide Alan Patrick (OG) cruzando rasteiro, afora o gol anulado aos 2 minutos da etapa final que Memphis cruzou, Yuri (OG) cabeceou, a bola bateu na trave e entrou...



No “Programa Silvio Santos com Patrícia Abravanel”, a apresentadora compareceu com um vestido preto de alcinha e fenda para apresentar as caravanas de escolas, jogar aviõezinhos de dinheiro e tentar fazer frente ao figurino das juradas do “Show de Calouros”, Aline Mineiro, de vestido e chapéu de oncinha, a própria Miss Mato Grosso, Aretuza Lovi, de vermelho, fazendo a ciganinha, e Helen Ganzarolli, fortemente trabalhada nos brilhos prateados, que segundo seu colega de júri, Victor Sarro, estava pronta para o especial do Roberto Carlos, Xaropinho deixou por uma camiseta do +SBT e pela piada da lavanderia que a apresentadora não entendeu, eles e Lucas Guimarães, aquele que era apresentador do SBT sem nunca ter sido, avaliaram, após Patrícia sabatinar Aline sobre sua vida amorosa e anunciar que o “Namoro na TV” parou por falta de homens inscritos (ah, vá...), as “drag queens” Gabi Anjo e Pietra de Pontes, que cantaram “Fio de Cabelo”, de Chitãozinho e Xororó, surpreendendo favoravelmente todos os jurados, menos Aretuza Lovi, talvez por estarem usando cabelos loiros e roupas vermelhas parecidas com as dela, tome torta de climão, a dupla de dançarinos venezuelanos Una Mas Uno, um casal de artistas circenses trabalharam  forte, numa performance de dança acrobática encerrada com um beijo,  muita química entre o casal, agitando as “palitas” da plateia, ainda mais quando ele pediu ela em casamento no palco, fica a dica para o “Namoro na TV”, produção, felizmente ninguém lembrou do Nicolás Maduro, mas Victor Sarro ensaiou uma cadeirada para ninguém achar que Patrícia, esposa de um expoente do bozismo, virou esquerdista porque  ofereceu uma aliança de papel aos noivos, o gaitista Igor Cadeto, vide jaqueta de couro vermelha e cabelos compridos, seria o André Gonçalves na época do Sandrinho, mas dando uma canja para Aline, notem os ciúmes de Victor Sarro, e um “cosplay” de Sidney Magal que mais parecia o Milton Cunha, porém a essa altura, a pretexto de Helen Ganzarolli fazer um “merchan” do relógio com a voz do Silvio Santos, todos os jurados comemoravam o aniversário de Patrícia, 4.7  - e o maridão não compareceu, felizmente, empenhado em que estava na campanha de Pablo Boçal, ela mesmo admitiu aos venezuelanos que ele não dança bem... Ops!!!... Terminada a festinha com bolo no palco, sem alusões ao candidato que vai para o segundo turno (!!!), Patrícia fez o último sorteio da Telesena de Primavera, jogou o “Painel do X” com a goiana Carmen e depois do boletim jornalístico que confirmou Ricardo Nunes e Guilherme Boulos como os dois primeiro colocados das eleições para prefeito em São Paulo, a única surpresa foi o “merchan” de Kinder Ovo feito por ela em seguida, arbitrou a disputa entre sertanejos e forrozeiros - Raí Saia Rodada, Eric Land, Marília Tavares, Thiago Aquilo e Anderson & Matheus – no “Qual é a Música” versão “pocket”, onde Luan Santana, quer dizer, Eric Land, venceu a prova do sino com quatro acertos...  Na surra de “Câmeras Escondidas”, Policial Rasga Multa (postada no Youtube em 10 de julho de 2016 e 24 de janeiro de 2024, o policial Kankan alivia as infrações de trânsito com um arrego diferente, um beijo, mesmo que quem tenha recebido a multa seja um homem...), Um Toque de Saúde – SBT do Bem (postada em 21 de outubro de 2023, Aline Serrano e seu jaleco cor-de-rosa orientam as clientes do supermercado a examinarem cuidadosamente com as mãos os abacates que escolhem na seção de hortifrúti, afinal, se vocês não perceberam, estamos no Outubro Rosa, quando são veiculadas ações de prevenção do câncer de mama...), Apresentar Namorado 2 (inédita, Ítalo Sena volta a chocar no restaurante Recanto Mineiro da Serra, desta vez ao mostrar para a mãe de Bruna, que recolhe latinhas, vende artesanato na rua, e que mesmo há quatro dias sem tomar banho, com a cara toda suja, e os pés descalços também, trouxe em uma bolsa todas as roupas que tem para morar com a família da filha, fazendo cinco filhos de uma vez, depois de passar dez dias com ela num acampamento na floresta, e fazendo esquenta no colo da namorada, Pablo Boçal começou assim...), Profeta Explode (postada em 7 de julho de 2024, “remake” por razões de Gibe, onde Adriano Arbol detona os pecadores da praça, sem alusões aos que não fazem foto presentes... Ops!!!...) e Bomba no Barco (postada em 28 de abril de 2021, Ivo Holanda, demitido sumariamente por Gell, volta ao Aquático SP, quer dizer, ao barco turístico Badauê II, onde trabalhava na praia para detonar uma carga de explosivos, fazendo os passageiros pularem na água desesperados, Ricardo Nunes, corre aqui... Ops de novo!!!...)...No “Jogo das Três Pistas”, aconteceu uma disputa familiar entre a cantora Glória Groove, a própria, e sua mãe, Fina Garcia, então é por isso que exibiram a participação dela no “Domingo Legal” com Gugu Liberato, quando tinha sete anos, se chamava Daniel Garcia, e disputava uma vaga no Balão Mágico, trabalhando forte na “Serenata da GG”, vendo a mãe de freira na novela “Carinha de Anjo”, e vencendo a própria genitora por 50 a 34, enquanto o auditório marcou 30 pontos e Patrícia disfarçou o nojinho ao abraça-la... Ops!!!...




EDITORIAL: Pior Não Passou Por Pouco, São Paulo Fez A Limpa no Primeiro Turno...


















A distância que separa os candidatos Ricardo Nunes e Guilherme Boulos, que farão o segundo turno da eleição para prefeito de São Paulo em 27 de outubro, é de apenas 25.012 votos – 1.801.139 do candidato do MDB menos 1.776.127 do concorrente do PSOL ... Boulos e Pablo Boçal, terceiro colocado na disputa, estão separados por somente 56.853 votos, a votação do psolista menos os 1.719.274 votos obtidos pelo candidato do PRB... As margens estreitas entre os candidatos, apontadas pelas pesquisas de opinião, com alternância no primeiro posto conforme o instituto que realiza o levantamento, no sábado, por exemplo, o Datafolha dava 27% para Guilherme Boulos (na pesquisa anterior, 26%, em 26 de setembro, 25%), 24% para Ricardo Nunes (manteve-se com 24%, após marcar 27% em 26 de setembro) e também 24% para Pablo Boçal (igualmente estável, porém registrando 21% dez dias antes do pleito),  consolidaram-se quando Pablo Boçal parou de subir no início de setembro... Até então, desde antes da fase de oficialização das candidaturas,  em julho, passando pelo início oficial da campanha,  em agosto, o concorrente do PRTB vinha numa ascensão meteórica, sem alusões aos presentes, alavancado pelos ataques aos adversários em debates que replicava nas redes socais por meio de cortes pagos por ele próprio... O crescimento de Boçal foi estancado pelo contra-ataque dos adversários,  Tabata Amaral à frente,  Ricardo Nunes em seguida, tirando proveito de seu arco de alianças mais amplo para evitar uma debandada para um competidor do mesmo campo ideológico, movimentos que coincidiram com o início do horário eleitoral, no fim de agosto, onde o candidato do PRTB não tinha tempo no rádio e na televisão... Apesar de Pablo Boçal ter estagnado nas pesquisas, a diferença para os números de Guilherme Boulos e Ricardo Nunes manteve-se muito estreita, devido a manutenção da divisão observada na eleição presidencial de 2022, entre Jair Bozo e Luis Inácio, graças a um esforço de normalização da tentativa de golpe acontecida em 8 de janeiro, empreendido pela mídia empresarial, representando setores que buscam uma alternativa ao PT para 2026, levando a situação absurda do ex-presidente,  depois de liderar um movimento anti-democrático,  pedir votos para os candidatos do PL, uma liberdade que teve também graças a falta de punição dos líderes do movimento golpista... Inelegível até 2030, vendo o governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, trabalhando forte em favor de Ricardo Nunes para ser o candidato presidencial direitista em 2026, o ex-presidente manteve um pé em cada campanha, a indicação do vice de Ricardo Nunes servia como sinal visível de comprometimento com o candidato do MDB,  ao mesmo tempo que figuras que atuaram em seu governo (os dois Fábios, Ricardo Salles...) tornaram-se interlocutores de Pablo Boçal... Na última semana de campanha, com a tendência das redes sociais reforçarem os candidatos de direita, as pesquisas detectaram uma pequena queda de Ricardo Nunes e uma ligeira subida de Pablo Boçal, que não quis medir forças com o adversário do MDB, acreditando que o ataque a Guilherme Boulos, mesmo usando um atestado médico grosseiramente falsificado,  garantiria a ida ao segundo turno dele e de outro representante direitista, posto que a associação com o presidente petista e a mobilização das bases mantinham o candidato do PSOL bem posicionado na disputa... No entanto, o que fez uma pequena porém essencial diferença para Ricardo Nunes foi o fato de poder "casar" os votos para vereador de uma coligação de dez partidos, o que também ajudou Guilherme Boulos, junto com o trabalho forte da militância,  apoiado por seis agremiações... Em toda a cidade, quase 90% do eleitorado dividiu-se entre os três primeiro colocados... Nunes ganhou na região Noroeste e em parte da Zona Sul, incluindo os bairros periféricos que são reduto dele e do principal apoiador em nível regional, o presidente da Câmara Municipal, Milton Leite... Boulos venceu na região central, na Zona Oeste e nos extremos das Zonas Leste, Noroeste e Sul, estas últimas áreas tradicionais de influência do PT, partido da candidata a vice, Marta Suplicy... Boçal foi o primeiro nos bairros predominantemente de classe média nas Zonas Leste e Norte, agregando outros com perfil socioeconômico mais baixo, onde exercem centralidade, trocando em miúdos, na região Leste, levou da Mooca e do Tatuapé até Itaquera e São Miguel, do Conjunto José Bonifácio para a frente, Boulos levou a melhor... Dos dez vereadores mais votados na cidade de São Paulo, sete são de partidos que apoiaram formalmente Ricardo Nunes, ressaltando que pelo menos um deles declarou apoio e fez campanha para Pablo Boçal... Portanto, segue a lista dos vereadores eleitos em São Paulo: Lucas Pavanato (PL, 161.386 votos), Ana Carolina Oliveira (Podemos, 129.563 votos), Doutor Murillo Lima (Progressistas, 113.820 votos), Sargento Nantes (Progressistas, 112.484 votos), Amanda Paschoal (PSOL, 108.654 votos), Rubinho Nunes (União Brasil, ligado ao MBL, 101.549 votos), Luna Zarattini (PT, 100.921 votos), Luana Alves (PSOL, 83.262 votos), Doutora Sandra Tadeu (PL, 74.511 votos), Pastora Sandra Alves (União Brasil, 74.192 votos), Silvão Leite (União Brasil, 63.988 votos), Isac Félix (PL, 62.275 votos), Zoe Martinez (60.272 votos), Rodrigo Goulart (PSD, 58.715 votos), Danilo do Posto de Saúde (Podemos, 58.676 votos), Gabriel Abreu (Podemos, 58.581 votos), Edir Sales (PSD, 58.190 votos), Alessandro Guedes (PT, 58.153 votos),  Celso Giannazi (PSOL, 57.789 votos), Cris Monteiro (NOVO, 56.904 votos), Silvinho (União Brasil, 53.453 votos), Thammy Miranda (PSD, 50.234 votos), Nabil Bonduki (PT, 49.540 votos), Janaína Paschoal (Progressistas, 48.893 votos),Fábio Riva (MDB, 44.627 votos), Major Palumbo (Progressistas, 43.455 votos), Rute Costa (PL, 43.090 votos), Sidney Cruz (MDB, 42.988 votos), George Hato (42.837 votos), Sansão Pereira (Republicanos, 42.229 votos), André Santos (Republicanos, 41.379 votos), Hélio Rodrigues (PT, 40.753 votos), Amanda Vettorazzo (União Brasil, ligada ao MBL, 40.144 votos), Marcelo Messias (MDB, 40.079 votos), Marina Bragante (REDE, 39.147 votos), Tripoli (PV, 39.039 votos), Simone Ganem (Podemos, 38.540 votos), Sandra Santana (MDB, 38.326 votos), João Jorge (MDB, 36.296 votos), Ely Teruel (MDB, 35.622 votos), Professor Toninho Vespoli (PSOL, 34.735 votos), Silvia da Bancada Feminista (PSOL, 34.537 votos), Sonaira Fernandes (PL, 33.957 votos), Doutor Milton Ferreira (Podemos, 33.493 votos),  João Ananias (PT, 33.225 votos), Kenji Palumbo (Podemos, 32.495 votos) , Ricardo Teixeira (União Brasil, 31.566 votos), Jair Tatto (PT, 30.905 votos), Eliseu Gabriel (PSB, 30.706 votos), Dheison (PT, 30.575 votos), Senival Moura (PT, 30.480 votos), Renata Falzoni (PSB, 30.206 votos), Keit Lima (PSOL, 27.769 votos), Adrilles Jorge (União Brasil, ex-BBB, 25.38 votos) e Gilberto Nascimento (PL, 22.306 votos)...























Um Toque Para Quem Não Se Toca...

Aline Serrano mostra que também serve cultura mostrando como escolher os melhores abacates...














































Esse negócio de pedir a mãe para deixar a filha acampar parece coisa de candidato coach... Ops!!!..


sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Boa Noite, Mister M...

Cid compareceu pela última vez na bancada do JN, onde esteve de 1969 a 1996, em 2015, nos 50 anos da Globo... 

 














O apresentador, locutor noticiarista e narrador Cid Moreira saiu de cena nesta quinta-feira, 3 de outubro, às 8 horas da madrugada, aos 9.7 (5 pontos no Bolão Pé-Na-Cova), no Hospital Santa Tereza, localizado na região de Petrópolis, vítima de falência múltipla dos órgãos... Cid estava internado desde o último dia 4 de setembro, para tratar uma insuficiência renal crônica, após um período em casa cuidando de uma pneumonia... A doença, em estágio avançado, fez os rins pararem de funcionar, e após ser submetido a hemodiálise, vinha fazendo, em sua residência, a diálise peritoneal, uma alternativa ao tratamento tradicional, oferecida em poucas clínicas no Brasil e disponível para apenas 6% dos pacientes renais crónicos... A notícia da saída de cena de Cid foi dada em primeira mão por sua esposa, Fátima Sampaio Moreira, no programa encontro, apresentado por Patrícia Poeta... “Ele sempre falava que estava cansado, que os últimos anos tinham sido difíceis... O rim, o problema crônico, que cansa a pessoa, a máquina faz um trabalho maravilhoso, mas não é o seu órgão... Ele estava lúcido até o fim”, disse... “Não contei para ninguém para manter a privacidade dele, esperando que ele fosse voltar para casa... Fiz meu melhor como ser humano... Temos quase 25 anos juntos, não é brincadeira, é uma história e tanto. Sei da idade dele, mas sempre falava que queria mais um pouquinho”... Fátima estava envolvida na disputa judicial entre Cid e seus filhos Roger Moreira e Rodrigo Moreira, que moveram ações por danos morais, alegando abandono afetivo e dilapidação do patrimônio do pai pela esposa, arquivadas por falta de provas, além de uma tentativa de interditar o pai por não estar em condições de tomar decisões conscientemente... Fátima também é a autora da biografia de Cid, “Boa Noite, Cid Moreira, A Grande Voz da Comunicação do Brasil”, cujo título repete a frase com que o apresentador encerrava as edições do “Jornal Nacional”, que apresentou entre 1º de setembro de 1969 e 30 de março de 1996, um “boa noite” que era respondido por inúmeros telespectadores, inclusive as tias do Armando Nogueira, primeiro editor-chefe do noticiário, e as pequenas Patrícia Poeta e Renata Vasconcellos, um rotina quebrada apenas quando saiu de cena o poeta Carlos Drummond de Andrade, na edição de 18 de agosto de 1987, quando recitou trechos do poema “José”, escrito em 1942, terminando com a famosa pergunta ao personagem dos versos, “e agora???”... No “Jornal Nacional”, a saída de cena de Cid foi noticiada pelos apresentadores Renata Vasconcellos e William Bonner (não era verdade a lenda urbana de que Cid deixou uma gravação onde noticiava a própria saída de cena, digo...), já no “Jornal da Record”, a notícia foi dada por um antigo companheiro de bancada do “JN”, Celso Freitas, 7.1 o único de seus contemporâneos na apresentação do noticiário, que deixou aos 6.8, e também do "Fantástico", que entrelaçou as mãos ao dizer, “morreu hoje, aos 97 anos, o jornalista e apresentador Cid Moreira, uma das vozes mais marcantes da televisão brasileira”, e deu um depoimento incluído na reportagem de Pedro Paulo Filho, “eu gosto de ressaltar a capacidade que ele tinha de interpretar, e era a grande paixão do Cid, ele disse que tinha duas coisas que ele amava na vida, jogar tênis e gravar, interpretar, participar do trabalho do dia-a-dia”, sim, a matéria não citou que Cid e Nelson apresentaram o “Jornal Nacional” juntos, alis, o texto sequer menciona o nome do noticiário e nem mesmo cita a Globo, sendo que Freitas aparecia na galeria de apresentadores do "Show da Vida" na exposição montada ano passado em São Paulo, mas não Carolina Ferraz", hoje no comando do "Domingo Espetacular"...


















"Boa noite" foi repetido por 27 anos, exceto quando poeta Drummond saiu de cena e Cid recitou poema "José"...





























Cid Moreira nasceu em 29 de setembro de 1927, na cidade de Taubaté, região do Vale do Paraíba, seu nome foi inspirado no herói medieval espanhol Don Rodrigo de Bivar, o El Cid, que a mãe, Elza Moreira Vieira, conheceu ao ler o poema épico “Cantar do Meu Cid”... Apelidado de “Caolho” na infância, Cid, o mais velho de três irmãos, leitor voraz, em especial da Bíblia e do “Guia Prático da Saúde”, lançado por Frederico Rossister em 1938, fanático por cinema, cursou contabilidade e começou sua carreira de locutor na Rádio Difusora de Taubaté, em 1944, e após uma passagem pela Rádio Bandeirantes de São Paulo, entre 1947 e 1949, foi para a Rádio Mayrink Veiga, do Rio de Janeiro, onde Chico Anysio trabalhava forte como ator e redator de programas humorísticos, e então é por isso que muitos anos depois, em 1993, na “Escolinha do Professor Raimundo”, Chico chamava o personagem Seu José dos Campos, um caipira de cabelos brancos cujo nome fazia referência a uma cidade próxima de Taubaté, interpretado pelo comediante Jayme Filho, de “filho do Cid Moreira”... A carreira televisiva começou na TV Rio, teve uma passagem como apresentador do “Primeiro Plano”, um programa de “música, cinema, entrevistas e reportagens”, apontado por alguns como um precursor do “Fantástico”, em que Cid comparecia fortemente trabalhado na brilhantina nos cabelos, embora no YT não haja um consenso sobre a emissora que o exibiu, Tupi ou Excelsior...  Com a ajuda do irmão, Célio Moreira, também locutor, passou a integrar o time de apresentadores do “Jornal de Vanguarda”, surgido em 1962 na TV Excelsior carioca, dirigido pelo jornalista Fernando Barbosa Lima, e que seguiria no ar, mesmo com o golpe militar de 1964,  após passagens pelas TVs Tupi, Globo e Continental, até 1968, na própria TV Rio... Enquanto Cid lia o noticiário, Célio era uma das estrelas do “Jornal de Vanguarda”, seja como “Sombra”, sim, Ratinho, um locutor do qual só se via a silhueta, atrás de um biombo onde dava notícias bombásticas, e imitando as vozes dos políticos caricaturados por Borjalo no quadro dos “Bonecos Falantes”... Com o fim do “Jornal de Vanguarda”, devido a decretação pelos militares do AI-5, em 1968, que reforçou a censura e a repressão no país, Cid teve mais uma forcinha para entrar na Globo, substituindo ninguém menos que o locutor mais célebre da época, Luiz Jatobá, sem alusões a Rosana Jatobá, depois da aprovação de Armando Nogueira, o próprio, diretor de jornalismo da emissora... Que em 1969 era comandava pela dupla “Boni & Clark”, ou melhor, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o  Bofão, e Walter Clark, foi Bofão quem teve a ideia de aproveitar a recém inaugurada rede de antenas de micro-ondas da Embratel, a princípio destinada a telefonia interurbana, para lançar um telejornal em rede nacional, que por esse motivo chamaria-se “Jornal Nacional”, claro, depois o patrocínio seria oferecido ao Banco Nacional, o principal concorrente do noticiário tinha patrocínio no nome, “Repórter Esso”, mas, enfim...O “Jornal Nacional” estreou em 1º de setembro de 1969, uma segunda-feira, apresentado por Cid Moreira e Hilton Gomes, pai do diretor de novelas Rogério Gomes, o popular “Papinha”, com um tema musical definido de última hora pelo sonoplasta que correu para a loja de discos em frente a Globo, pegou o disco com a trilha do filme “The Happening” e selecionou a música “The Fuzz”, de Frank de Vol, para a abertura – a música do Pink Floyd viria pouco depois, para anunciar o patrocínio do JN na abertura feita por Joaquim Três Rios, e o mesmo tema criado por De Vol estaria na abertura do noticiário do Telesistema Mexicano, depois da Televisa, apresentado por Jacobo Zabludowsky, "24 Horas", vide paródia dos Polivoces... Em um tempo que a censura de verdadinha se impunha em todos os meios de comunicação, o noticiário privilegiava o factual, sem maiores comentários, com locutores de voz potente garantindo a isenção da notícia, as tão famosas “cabeças falantes”, não por acaso Cid lembrou em sua biografia que não era jornalista de formação, apesar de possuir diploma de “técnico em comunicação social” e de ter registro no Ministério do Trabalho... Sempre focalizado em plano americano, com cabelos grisalhos esvoaçantes e ternos fortemente trabalhados no colorido, a partir da implantação da televisão a cores, em 1972, já dividindo com Sérgio Chapelin a bancada, Cid viu surgir algumas lendas urbanas a seu respeito, como a de que não teria pernas, ou de que apresentava o “Jornal Nacional” de bermuda... Nesse caso, Cid declarou em entrevistas que só lançou mão do calção uma vez, quando as chuvas atrasaram sua saída de Petrópolis, região serrana do Rio, até os estúdios da Globo, na região do Jardim Botânico, Zona Sul da capital fluminense, quanto às pernas, o desmentido definitivo de que não era amputado viria somente em 1993, numa foto de Marcelo Tabach publicada na capa da recém-lançada revista “Caras”, onde dividia espaço com o então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, coando café, o futebolista Zico de quimono puxando os olhos e a atriz Maria Zilda declarando, “chega de paixões loucas”, tomando um banho de espuma com as pernas levantadas para o alto, uma pose de fazer inveja aos melhores ginastas, pois a matéria do “Fantástico” exibida anos antes, onde apareceu jogando tênis, seu esporte predileto, sem camisa, não foi suficiente... Alis, Cid também acumulou a apresentação do “Jornal Nacional” com a do “Fantástico”, a partir da estreia do “Show da Vida”, em 1973, nesse mesmo ano surgiu o "Globo Repórter", que também entra no currículo, lançando em disco dois anos depois, com grande sucesso a gravação do poema “Desiderata”, escrito pelo advogado e poeta estadunidense Max Ehrmann, em 1927 (na época da gravação, dizia-se que era de autor desconhecido, achado numa igreja de Baltimore em 1692...), que o levaria posteriormente às gravações da Bíblia, logo depois, em 1976, uma foto de Cid tirando o microfone de lapela na bancada do “Jornal Nacional”, feita por Walter Firmo, seria capa da revista “Veja”, que publicou uma extensa reportagem sobre a TV Globo, chamada de “A Hollywood Brasileira”, e ele era a cara da emissora, mesmo emprestando a voz para comerciais, vídeos institucionais do governo militar e narração de cinejornais, o mais famoso deles  o “Canal 100”, em que narrava os jogos de futebol filmados pelas câmeras da equipe de Carlinhos Niemeyer, o “boa noite” já estava consagrado como o fecho do noticiário, depois de uma notícia amena ou engraçada para compensar as “hard news” dadas durante o JN, conforme disse a Silvio Santos ao receber o Troféu Imprensa, o último de Silvio na Globo, em 1976, alis, Cid ganhou o troféu três vezes...O Brasil redemocratizou-se em 1985, a censura oficial chegou ao fim e Cid Moreira permaneceu na apresentação do “Jornal Nacional”, agora com os cabelos brancos, sobrevivendo a saída de Armando Nogueira da direção de jornalismo da Globo, em 1990, motivada pela controversa edição do debate eleitoral entre Fernando Collor de Mello e Luis Inácio Lula da Silva às vésperas da eleição presidencial de 1989, poucos meses depois de Cid e Chapelin terem posado para uma foto ao lado do fundador da emissora, Roberto Marinho, do Bofão, do próprio Nogueira, da editora-chefe Alice-Maria e dos comentaristas Alexandre Garcia, Joelmir Beting, Lilian Witte Fibe e Paulo Henrique Amorim, no cenário do JN, para celebrar os 20 anos da estreia do noticiário, porém não resistindo a profunda reestruturação sofrida pelo jornalismo da Globo a partir de 1995, quando Evandro Carlos de Andrade, vindo do jornal “O Globo”, com carta branca dos filhos de Roberto Marinho, substituiu Alberico de Souza Cruz, ligado ao Bofão, em abril de 1996, Cid Moreira e Sérgio Chapelin deram lugar a Lilian Witte Fibe e William Bonner, que também atuariam como “âncoras” no estilo dos telejornais dos Estados Unidos, onde normalmente os apresentadores não só apenas leem as notícias como também são os editores do noticiário, não no sentido que o termo ganhou no Brasil, a do apresentador que comenta as notícias, iniciado por Joelmir Beting no “Jornal Bandeirantes” no final da década de 1970 e consolidado por Bóris Casoy no “TJ Brasil” do SBT a partir de 1988... Por algum tempo, Cid foi o responsável pela leitura de editoriais no “Jornal Nacional”, isso depois de ter lido um direito de resposta de Leonel Brizola, governador do Rio em 1994, e depois foi fixado no “Fantástico”, narrando a escalada do programa, “domingo, vai começar o Fantástico!!!”, e alguns quadros, como “Isto é Um Espanto” e, principalmente, “Mister M, O Inimigo Número 1 dos Mágicos”, uma de suas frentes de reinvenção, ao lado das gravações da Bíblia, que concluiu em 2011, quando já era um frequentador assíduo de exposições gospel, um ano depois da controvérsia sobre a bola da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, fez ele gravar o memorável bordão “Jabulani!!!”... Apesar de ter mantido um contrato vitalício com a Globo, as participações de Cid na emissora diminuíram bastante, como a locução em que comparava um competidor do BBB 15 que furtava comida a Mister M, e ele começou a trabalhar forte ao lado da esposa nas redes sociais, espaço em que também travou discussões com os filhos...




























































Cid reinventa a si mesmo quando "Fantástico" reinventa "Quebrando o Código dos Mágicos" e cria Mister M... 


































Em abril de 2015, nas comemorações dos 50 anos da TV Globo, Cid Moreira foi convidado pra voltar a apresentar o “Jornal Nacional”, na companhia de outro parceiro que teve no telejornal. Sérgio Chapelin, sendo recebido pelos apresentadores da época, os mesmos de agora, Renata e William, este o substituto de Cid e Chapelin em 1996, junto com Lilian Witte Fibe, que depois cederia seu lugar a esposa de Bonner, Fátima Bernardes, que ao migrar para o entretenimento, seria substituída por Patrícia Poeta, outra que ao fazer a transição, foi trocada por Renata, que segue até os dias atuais... Nessa ocasião, Cid Moreira foi homenageado junto com os cinegrafistas do jornalismo global, como Newton Quilichini, que assinaram alguns de seus trabalhos mais importantes, e bateu um papo com Chapelin e seus sucessores no comando do “Jornal Nacional”... Alguns anos depois, em 2019, nos 50 anos do “JN”, Renata e William apresentaram uma série de reportagens temáticas sobre os fatos e as mudanças ocorridas ao longo da história do noticiário em reproduções dos primeiros cenários do programa, além das narrações de algumas das notícias resgatadas pela série, a participação de Cid aconteceu numa reportagem sobre o lançamento do livro com a história do “Jornal Nacional”, o quarto de uma série iniciada na "festa de debutante" do noticiário, em 1984, com novas edições em 2004 (também com uma versão em DVD) e 2009 (um "modo de fazer" surgido de uma visita de universitários a redação, em que Bonner colocou Homer Simpson como o telespectador médio do "JN"...), onde o apresentador lembrou da bancada de compensado, apareceu na edição de 1º de setembro de 1979 mostrando o “script” da primeira edição do programa jornalístico, levada ao ar exatamente dez anos antes, tudo o que restou como registro da estreia, além dos filmes que ilustraram algumas reportagens, como a da posse da Junta Militar que sucedeu o general Arthur da Costa e Silva na presidência da república ou o gol do Edson (OG) sobre o Paraguai no Maracanã que classificou o Brasil para a Copa do Mundo de 1970, no México... A experiência de resgatar Cid foi repetida em 2023, no primeiro episódio da série sobre os 50 anos do “Fantástico”, de forma diferente, com o apresentador repetindo seu trabalho forte na primeira edição do também chamado “Show da Vida”, em 5 de agosto de 1973... Amparado por dois produtores do “Show da Vida”, Cid compareceu com um terno laranja e posicionou-se a frente de uma tapadeira multicolorida, para ser rejuvenescido meio século por meio de inteligência artificial e voltar a narrar os destaques da estreia, como a entrevista de Cidinha Campos com Ricardo Trajano, sobrevivente da tragédia com o voo da Varig no aeroporto de Orly, na França, refeita pela própria Cidinha devido à ausência da original, além dos musicais com Sandra Bréa e Secos e Molhados, este impressionando um cético Ney Matogrosso, desconfiado da inteligência artificial desde o anúncio da Volkswagen com Elis Regina dirigindo uma Kombi, e o stand-up de Chico Anísio sobre seu compadre Azambuja, feito pelo filho, o ator e dublador Nizo Neto, ficou bom, mas o personagem de Nizo na série “O Rei da TV”, sobre Silvio Santos, ficou mais parecido com o papi do que o “deepfake” do Fantástico,  mesmo Léo Batista, outro pioneiro do programa, por falta de referências mais antigas, surgiu em 1973 com a cara que tinha em 1979, já totalmente grisalho, se pegassem o “Copa Brasil”, de 1977, ele pelo menos apareceria com uma mecha branca no cabelo tingido,  alis, Cid reproduziu as mensagens com que finalizava o “Show da Vida”, e que serviriam de inspiração muitos anos depois para as gravações da Bíblia, com seu visual atual, a cores, "o Show da Vida nunca termina, e ele é Fantástico"... Cid Moreira retornou a série do “Fantástico” no capítulo sobre os anos 1990, para um reencontro com o personagem que ajudou a reinventar enquanto reinventava a si próprio, Mister M, astro do quadro “Mister M, O Inimigo Número Um dos Mágicos”, exibido no programa entre janeiro e setembro de 1999, a partir dos segmentos de quatro especiais exibidos pela Fox nos Estados Unidos, “Quebrando o Código dos Mágicos”, com textos do editor Luiz Petry, narrados por Cid, sendo que o próprio nome do mágico foi uma criação do próprio “Fantástico”, ou melhor, de um dos repórteres do programa, Geneton Moraes Neto... Alis, quem apareceu primeiro para o “revival” foi Mister M, que cobriu uma cadeira vazia com sua capa e num passe de mágica fez Cid Moreira aparecer, um tanto quanto surpreso, “epa, como vim parar aqui”, e encarando a câmera, “Mister M, você é Fantástico”... Petry explicou como tudo aconteceu, “o Mister M foi a grande felicidade no Fantástico, porque a gente tinha comprado um programa enlatado, que era um mágico que explicava como funcionavam as mágicas, aí a gente estava na ilha de edição olhando, olhando, aí eu tive uma ideia meio ridícula, falei, por que a gente não bota o Cid Moreira pra ler isso, a ideia parecia ridícula porque até então o Cid, ele foi a voz da sobriedade no Jornal Nacional, e a proposta que tava sendo feita pra ela era fazer uma brincadeira, e eu preocupado com a reação dele, e aí eu fiquei surpreso quando ele ouviu a ideia e adorou”... Então é por isso que Cid e Mister M, ambos com a saúde debilitada, conversaram com a intimidade de velhos amigos, “faz um bocado de tempo que a gente não se via”, “sim, tempo demais, eu passei bastante tempo esperando por este dia”, recordando o passeio que deram num carro conversível pelo Rio de Janeiro em 1999, com perguntas incisivas, “Mister M, você é espada”, funk em homenagem ao mágico e tudo,  e no final do bate-papo, como uma gentileza que se faz a um parceiro de longa data, a identidade de Mister M não foi revelada, embora já seja conhecida por quem viu há 25 anos atrás o “Programa do Ratinho” ou o “Domingo Legal” de Gugu Liberato, ou ainda as exibições da série original no Viva, onde ele próprio tirou a máscara e disse seu nome, Val Valentino, o curioso é que nesse caso o “Fantástico” manteve segredo, porém não teve nenhuma restrição em revelar que o jornalista era o “repórter secreto” que conduziu matérias investigativas no programa, uma tarefa bem mais arriscada que revelar truques de mágicos... Para as comemorações dos 60 anos da TV Globo, em 2025, a emissora pretendia chamar Cid Moreira para comparecer mais uma vez na bancada do “Jornal Nacional”... Também queria chamar Silvio Santos, global entre 1965 e 1973,  em busca de uma exceção que o apresentador não abriu nem para as próprias filhas, no especial de 60 anos de seu programa, porém ambos os dois saíram de cena antes, restando a emissora insistir no “remake” da novela “Vale Tudo”... Ops!!!...



































































No "Jornal da Record",  saída de cena de Cid foi noticiada por antigo colega de Jornal Nacional,  Celso Freitas...


Lançadas dos Candidatos de Fora da Cidade...

Já é tradição SBT  mostrar horário eleitoral de fora,  mas agora foram longe demais, até Maceió...



























Mas com essa confusão,  o paulistano votar no Abacate vai ser um grandissíssimo abacaxi,  digo...



























Capa do Site - "Timão paga multa de R$ 500 mil ao Menguinho por uso de Hugo Souza". Poderia comprar o goleiro em definitivo, seria mais vantajoso, digo... Alis... "Timão corrige valor de dívida fiscal anunciada no ‘Dia da Transparência’". Caiu de 220 milhões de reais para 106 milhões de reais... Agora vai... "No Fielzão Genérico, Chapolin Colorado venceu o Timão só uma vez". Avisem os gaúchos porque o jogo é sábado... Ops!!!... "Timão terá maratona de mata-matas após Data Fifa". Copa do Brasil em 20 de outubro, Sulamericana em 24 e 31 de outubro, afora os jogos do Brasileirão, a começar pelo Fhuracão, em 17 de outubro, a situação está ficando mais difícil... 

















Cactos Começaram Assim...

E na campanha eleitoral do Nordeste, é vantagem poder contar com uma espécie típica da região...













































 














Rafael Brito, do MDB, é o candidato a prefeito, Gaby Ronalsa, do PV, é a vice da chapa, saúde!!!...


quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Lançadas do Candidato Corinthiano e do Concorrente Coringa...

E não basta ser corinthiano,  tem que vestir a camisa do Zé Maria  na final do Paulistão de 1979...




























































Mas temos de dizer que esse Coringa não fez nenhum filme contracenando com  Lady Gaga, digo...




























Capa do Site - "Na estreia de Filipe Luís, Menguinho vence Timão na Copa do Brasil". 1 a 0 no Maracanã, gol de Alex Sandro (31 1o), vide Bruno Henrique (OG) tocando pela esquerda e o lateral finalizando ao invés de tentar o cruzamento, afora o gol anulado de Gabigol (OG) aos 26 minutos da etapa final...































32 Anos Neste Horário de Novo...

E nesta eleição, o experiente vereador, candidato a reeleição, tem como sua prioridade a educação...




















 


















Na campanha de 1992, o candidato prometia um shopping center na região da estação de Pirituba...




quarta-feira, 2 de outubro de 2024

Lançadas dos Candidatos Inacreditáveis...

Depois de tudo que fez dentro do SBT, apresentador de noticiário quer ser vereador em São Paulo...

 
















Após aquilo tudo que fez contra  Ana Hickmann,  o seu ex-marido também pretende ser vereador...























Capa do Site - "Sem Yuri Alberto (OG), Timão está escalado para encarar o Menguinho pela Copa do Brasil". Nesta quarta, às 21h45, no Maracanã, com  Hugo Souza, Fagner, André Ramalho, Félix Torres e Hugo; Ryan, Charles, Rodrigo Garro e Igor Coronado; Romero e Héctor Hernández... "Na semi da Copa do Brasil, Timão tem dois remanescentes da final de 2022". Sobrou para Fagner e Yuri Alberto (OG)... "Segurança do presidente do Timão sofre tentativa de roubo no Rio de Janeiro". Dois caras numa moto em plena região de Copacabana, Augusto Melo... "Patrocinadora de Timão e Verdinho está em situação ilegal no Brasil; veja outros nove clubes afetados". Que azar, Esportes da Sorte, mais um contrato rompido a caminho... Ops!!!... "Hugo Souza: de vilão no Menguinho a herói no Timão". Que coisa, não...
















32 Anos Neste Horário...

Experiente político destaca entre suas realizações a criação do mutirão da catarata na Zona Leste...





































E a sua bandeira de luta remonta às eleições de 1992,  quando representava São Mateus e região...


terça-feira, 1 de outubro de 2024

Lançadas da Dublagem Rara do Especial de Star Wars no SBT...

No YT, postaram "Você Faz o Show" do SBT em 1983 com "Star Wars Holiday Special" dublado...

 

























Na cena, a princesa Leia e o androide C-3PO fazem chamada de vídeo com a família Chewbacca...































Capa do Site - "Timão não paga Pixbet, e Justiça bloqueia quantia do caixa do clube". Mais precisamente 21,4 milhões de reais... "Entenda por que Memphis Depay, do Timão, será desfalque contra o Menguinho". Perderam o prazo de inscrição para a Copa do Brasil... "Timão erra data e terá de pagar R$ 500 mil para Hugo Souza enfrentar o Menguinho". Compra em definitivo do goleiro só pode ser feita no dia 10, logo, tome cláusula contratual... "Timão vai ao STJD contra mudança de data na Copa do Brasil". Agora vai... Alis... "Timão anuncia novo Diretor de Negócios Jurídicos". Sobrou para Vinicius Cascone depois da saída de Leonardo Pantaleão e tantos problemas nos contratos...



















Chaves Começou Assim...

Felipe Di Nardo, da Elenco, coordenou a dublagem do especial de Star Wars nos estúdios da TVS...














































Adivinhem quem ele agradeceu por acreditar na dublagem em VT???... Sim, José Salathiel Lage...


segunda-feira, 30 de setembro de 2024

RC Especial Modelo 2009 (off): Norminha, Calcinha, Cabecinha e Aninha...

Depois de anos comparecendo na plateia, Solineuza, quer dizer, Dira Paes pisou no palco no papel de Norminha...

























Apresentado pela TV Globo em 25 de dezembro de 2009, o “Roberto Carlos Especial”, reprisado pelo canal Viva em 2021, foi o ponto culminante das comemorações dos 50 anos de carreira do cantor, que incluíram na emissora os programas “Elas Cantam Roberto”, mostrado em 31 de maio de 2019, e “Roberto Carlos: 50 Anos de Carreira”, exibido em 11 de julho, além da participação de Roberto num episódio de “A Grande Família” e a inclusão de uma música inédita na trilha sonora da novela “Viver a Vida”, a atração gravada no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, com direção geral de Mário Meirelles e direção de núcleo de Roberto Talma, manteve a suntuosidade cenográfica dos especiais realizados na Arena Multiuso do Rio de Janeiro, e numa espécie de compensação a quase total ausência de atores e atrizes globais na plateia, o roteiro do especial pautou três momentos "televisivos", o Rei cantando "A Mulher que Eu Amo", tema da personagem Helena da novela "Viver a Vida", encontrando Dira Paes, a Norminha de "Caminho das Índias" e recebendo o grupo de forró Calcinha Preta, responsável pelo tema da personagem, "Você Não Vale Nada", apesar dos convidados de renome, Ana Carolina e Daniel, o especial concentrou-se, dada a comemoração do cinquentenário da carreira de Roberto, em alguns de seus grandes sucessos, sem lançar mão dos "pout-pourris" didáticos de outros e recolocando a oferta de flores no final do show em destaque...





















Mas se fosse verdade que o Rei não quer ninguém de preto em seus shows, o Calcinha Preta nunca teria cantado... 


























O maestro Eduardo Lages trabalha forte no solo de piano, função normalmente desempenhada por Antônio Wanderley, flores vermelhas no telão, Roberto Carlos fala novamente de uma de suas obsessões, “hoje a gente não assistiu a novela”, o público vibra, no telão aparecem imagens de um passeio por Paris dos personagens Helena e Marcos, interpretados por Tais Araújo e José Mayer, protagonistas da novela “Viver a Vida”, de Manoel Carlos, que a Globo exibia na faixa das nove, “obrigado, eu sei que vocês não assistiram a novela porque vieram me ver”, Helena e Marcos trabalham forte se beijando no carrossel parisiense, “e eu, porque vim ver vocês”, a ovação da plateia só vem, o Rei canta “A Mulher que Eu Amo”, tema do casal, que compôs especialmente para a trilha sonora da novela e lançou em setembro de 2019, “A mulher que eu amo tem a pele morena, é bonita, é pequena e me ama também”, Tais é negra, no telão segue o passeio parisiense de Helena e Marcos, vozerio na plateia, o Rei com a mão no peito, voltam as flores no telão, o maestro faz a parte instrumental no piano, auxiliado pelo tecladista, “A mulher que eu amo é o ar que eu respiro, e nela eu me inspiro pra falar de amor”, raios azuis saindo do telão, close nas teclas do piano, que na verdade é um teclado embutido num “mockup” do instrumento, apesar da melancolia da canção,  o público aplaude, foca no tecladista de novo, “tudo nela é bonito, tudo nela é verdade, e com ela eu acredito na felicidade” – quando a Globo exibiu o especial, em 2009, já havia ido ao ar a cena em que Luciana, filha de Marcos, sofre um acidente de ônibus no Oriente Médio e fica tetraplégica, momento que é apontado como aquele em que Luciana tira Helena do posto de protagonista da novela de Manoel Carlos (que os fãs da Tais Araújo não leiam isto...), alis, caso o Viva tivesse continuado a mostrar os especiais de Roberto Carlos, a promessa inicial era exibir todos os programas de 1974 a 2017, o especial teria ido ao ar em 30 de setembro de 2024, não só apenas durante a apresentação de “Viver a Vida” no canal, que começou em julho, mas também exatamente na fase em que Luciana recebe o diagnóstico de que não poderá mais andar, e o público acreditou que tem culpa Helena... Ops!!!... Novo “stand-up” de Roberto Carlos, mesmo assunto, “sabem que eu sou um noveleiro profissional”, pelo menos desde aquela visita às gravações de “Os Gigantes” mostrada no especial de 1979, antes a preferência televisa mais conhecida do cantor eram os filmes de faroeste, o maestro passa por trás do Rei, “esse ano uma personagem deixou o Brasil inteiro apaixonado e eu também fiquei apaixonado por ela, vamos dar uma olhada nessas imagens, vamos dar uma olhada, vamos lá”, no telão surgem cenas de “Caminho das Índias”, novela que antecedeu “Viver a Vida” na Globo, onde Abel, personagem de Anderson Muller, fica encucado com o vestido vermelho de Norminha, vivida por Dira Paes, que diz, “deixa olhar, Abel, o que é bonito é para ser visto, eu não ia me arrumar toda para ficar transparente, né, eu hein, rosa???”, Abel ri amarelo, agora os personagens estão na sala da respectiva casa, Abel no sofá e Norminha falando, “amanhã você vai acordar cedo, só vou trazer seu leite quando você for dormir, porque se você dormir aqui no sofá não vou deslocar minha coluna te levando pra cama, e mais uma coisa, não quero dormir sozinha de novo”, embora o leite quente fosse a forma de Norma garantir suas escapadas noturnas, agora Abel está trabalhando forte em seu ofício de guarda de trânsito e corre ao encontro da esposa, “onde é que você foi, meu amor???”, Norminha diz que foi a feira e mostra as sacolas, o marido questiona, “na feira de novo???”, ela rebate, “por que de novo, Abel???”, que muda de assunto, “cuidado com esse decote”, Norminha devolve, “por acaso, quando você me conheceu, eu estava vestida de freira, tava???”, Abel mal tem tempo de responder que não porque a esposa diz que tem pedestre atravessando fora da faixa e sai correndo, só conseguindo apitar e dizer, “ô, cuidado, hein”, mais uma queixa de Abel, desta vez à noite, “eu tô falando amor, a gente não deve sair em dia de movimento, sabe por que???, a gente acaba vendo o que não quer e ouvindo o que não quer”, Norminha concorda, “é, meu amor, a pouca-vergonha tomou conta da humanidade”, Roberto ri porque Abel não sabe que é traído por Norminha, “maravilha, eu nem preciso falar, as imagens revelam a graça dessa personagem, e o talento dessa atriz maravilhosa, Dira Paes!!!”, que comparece usando um vestido azul decotado enquanto o telão mostra mais cenas de Norminha ao som do tema de abertura de “Caminho das Índias”, beijos para a plateia e um abraço do Rei, e vem o diálogo, “boa noite!!!”, “boa noite!!!”, “boa noite, Roberto!!!”, “boa noite, Dira!!!”, “ai, gente!!!”, “te receber aqui, que maravilha, alis, eu e o Brasil inteiro ficamos apaixonados pelo seu trabalho, pela Norminha, parabéns, parabéns, alis, você é um grande sucesso em tudo que você tem feito”, “olha, Roberto, eu tenho que dizer, gente, que hoje é um dos dias mais felizes da minha vida, que ano maravilhoso, né”, aplausos, “que bom, pra mim é maravilhoso receber você aqui, olha, você tem feito personagens difíceis, tem personagem que você tem até que fazer outro tipo de voz, qualquer coisa assim, isso é difícil, né”, “é, eu gosto de usar minha voz pros personagens, eu gosto de criar coisas diferentes, assim com corpo, a Solineuza tinha aquele jeitinho dela, você gostava”, “quem não gostava???”, “a Solineuza, amiga eu tô fazendo um bolo, eu não sei se deixo meia hora ou trinta minutos”, o Rei ri litros, “hahahahaha” – a série “A Diarista”, em que Dira fazia Solineuza, a melhor amiga da protagonista Marinete, papel de Cláudia Rodrigues, tinha saído do ar em 2007, substituída por um programa do núcleo de Roberto Talma, o humorístico “Toma Lá Dá Cá”, e deveria voltar em 2010, inclusive iniciaram as gravações da nova fase, porém o estado de saúde de Cláudia não permitiu o retorno... A conversa continua quando Roberto para de rir, “você brinca com a voz, você sabe disso, e eu acho que até você canta, viu???”, “não, não, não, só canto embaixo do chuveiro, Roberto”, “olha, o chuveiro não deu para a gente trazer pra cá, mas até se você não se importar de cantar sem chuveiro, a gente pode até cantar, eu queria saber o seguinte, qual é a sua música preferida do meu repertório, por exemplo”, “olha que maldade você perguntar isso, eu realmente não saberia escolher, mas eu acho que se a Norminha fosse cantar uma música sua, eu sei qual ela cantaria, Cama e Mesa”, o Rei fica um tanto quanto surpreso, “com certeza, ninguém esperaria outra para cantar”, e tome dueto para a música de 1981, que o público sabe de cor, quem sabe por sua breguice única entre as composições do cantor com Erasmo Carlos, a atriz agrega apelo sexual a canção cantando e fazendo seu vestido girar dançando ao estilo paraense, quando o Rei fala em fazer desse amor o que bebe, Dira Paes surge com um copo de leite fazendo a Norminha, “beba, beba, beba, beba!!!”, pego de surpresa, o Rei se esquiva, “não, porque aí não é a Dira mais, é a Norminha”, “ai, Roberto, é que a Norminha, ela quer participar de tudo na minha vida, ela não quer largar mais, o que eu faço???”, “tô vendo, não sei o que você faz, mas eu sei o que eu vou cantar pra Norminha”, eis então que é a vez de Roberto surpreender cantando o tema da personagem da novela de Glória Perez, “você não vale nada, mas eu gosto de você, você não vale nada mas eu gosto de você, o que eu queria era saber porquê, o que eu queria era saber porquê”, ao que Dira responde com mais passos de dança paraense, o Rei aproveita para dançar um pouco de forró com a atriz (ao fundo, Dedé e seu ganzá...), aplausos, o cantor está satisfeito, “que maravilha”, Dira Paes também, “ai, Roberto, será que a gente tem mais novidade, obrigado você por esse momento incrível, único, a minha estreia, imagina, gente, de fora do chuveiro”, “que maravilha, Dira” – estreia no palco, porque nos três especiais anteriores a atriz compareceu na plateia, digo, falando em comédia, as comemorações dos 50 anos de carreira de Roberto Carlos na Globo incluíram a participação do cantor em um episódio de “A Grande Família” , “O Rei e Eu”, exibido em 2 de julho de 2009, que comemorava também a marca de 300 episódios da série, apresentada pela Globo entre 2001 e 2014, na história, Dona Nenê ganha ingressos para um show de Roberto, que ao ouvir sobre as confusões que seu genro Agostinho arrumou ao anunciar um show do filho Tuco no clube do bairro como se fosse do Rei, convidou toda a família e agregados para acompanharem sua apresentação, ciúmes do marido Lineu ao ver a flor oferecida a esposa à parte, e Tuco até conseguiu lhe entregar um CD de "hardcore trash metal punk"...










































Falando em peças íntimas, o momento cabeça do especial ocorre com  um grande anunciante de cuecas,  Daniel... 



































Roberto Carlos ajeita o microfone e segue o “stand-up”, “ainda bem que a vida tem outros momentos, existem coisas boas, alis, propostas incríveis e maravilhosas, quem com certeza sabe que vida, pô, tem momentos de tristeza, mas momentos de alegria, de repente, também fiz outro tipo de música, de outros tipos de músicas, vamos dizer assim” – segue ajeitando o microfone – “falando de alegria, e até mesmo de prazer, quem não gosta, né”, e canta “Proposta”, de 1973, vibra a plateia, o palco estrelado, entre luzes azuis e vermelhas, passarela do palco com piso azul, violinos em close, o Rei visto de longe, mais violinos, “Wanderley no piano solo” – o próprio!!! – embora o piano seja cenográfico, com um teclado eletrônico no lugar do original, as luzes azuis dão lugar às amarelas quando Roberto menciona o amanhecer na estrada depois do amor, aplausos para o “eu te proponho” de saideira, agora Roberto Carlos está sentado no palco, com seu violão, comentando, diante de um telão estrelado, “há não sei quantos anos eu tenho essa música permanentemente no meu show, as poucas vezes que essa música esteve no meu show, sempre muita gente disse, por que você não cantou???”, então é por isso que ele dedilha o violão, faz o público vibrar e canta “Detalhes”, do disco de 1971, alguma mulher responde “eu também!!!” na parte do “durante muito tempo em sua vida eu vou viver”, o azul dos holofotes combina com o do chão do palco, Roberto de muito perto e de muito longe, o público ouve atentamente a parte do “silêncio do teu quarto”, as únicas luzes não azuis são dos corredores do ginásio, “não vá dizer o meu nome sem querer, a pessoa errada”, os violinos ao fundo, o Rei canta os detalhes que vão sumir na longa estrada, o vilão do Chapolin é citado, “do tempo que transforma o amor em quase nada”, pausas dramáticas, “por isso... de vez em quando você vai... você vai lembrar de mim”, aplausos, “não adianta nem tentar... me esquecer... durante muito, muito tempo em sua vida... eu vou viver... não adianta nem tentar”, aplausos – alguém diz, “eu não quero!!!” – “me esquecer... não... não!!!” – a versão “voz e violão” de “Detalhes” já é clássica, e não surgiu no “Acústico MTV”, notem que a reverência da produção é tanta que eles sequer ousam colocar algum global no gargarejo durante a apresentação, agora, essa introdução sobre manter ou retirar a música do repertório é um “stand-up” feito desde o especial de 1981... Roberto Carlos anuncia, “agora eu quero chamar uma das artistas mais talentosas que eu conheço, cantando, compondo, ela é excepcional, ela é realmente fantástica, eu tenho a honra de receber, Ana Carolina!!!”, que comparece de blazer azul e camisa decotada branca, vem o abraço, a cantora dá um boa noite, o cantor saúda, “é uma honra receber você aqui, é verdade, sabe, faz muito tempo que eu presto atenção em suas músicas, em tudo o que você faz, enfim, faz tempo que eu quero saber em qual palco, em cada emoção, em cada música, a minha rua vai encostar na rua”, Ana ri litros, “aqui e agora”, sem alusões a emissoras de televisão concorrentes, uma estrada pixelada e uma enormidade de setas aparecem no telão, a cantora e o cantor dão-se as mãos, o Rei dá até uma sacudida, Ana canta a música que inspirou o “stand-up”, “Encostar na tua”, de 2003, notem o ganzá do Dedé no canto da tela, a cantora olha e aponta o cantor na parte do “quando você chama meu nome”, os raios do palco alternam-se entre o azul e um tom sulferino, Roberto entra no refrão, “eu só quero saber em qual rua, minha vida vai encostar na tua, eu só quero saber em qual rua, minha vida vai encostar na tua”, Ana acrescenta uma vocalizada em tom aguado, as setas do telão, que iam da esquerda para a direita, agora estão subindo (!!!) em meio a uma paisagem de prédio, tome refrão a dois de novo, vermelhou o chão do palco, ele seguindo o agudo dela, o Rei bate palmas, Ana comemora discretamente e recebe um abraço e um beijo, Roberto diz, “que maravilha” – “uh!!!”, exclama a cantora – “ter você aqui, Ana Carolina, é uma honra, mais que uma honra”, o tique de ajustar o microfone só vem, é um grande barato”, a cantora ri litros, “eu e o Brasil inteiro adoramos você”, Ana respira fundo, “mas, quer cantar mais uma???”, ela suspira, “tá calor, né???, por você, a hora que você quiser, hahahahahaha”, Roberto autoriza, “ah, vai”, Ana Carolina interpreta “Como Vai Você”, de 1972, feita por Antônio e Mário Marcos, público agitado, flores azuis no telão, o cantor e a cantora dividem os versos da música, agora as flores são vermelhas, Roberto aponta para Ana na hora do “não sei se gosto mais de mim ou de você” antes de partirem para o refrão, ela colocando uns agudos e Dedé o pandeiro tocando, um abraço na hora do solo de sax, quase o Rei esquece de mencionar o nome do músico, Clécio, as flores voltam a ficar azuis, ele não é muito de agudos, ela sim, de novo as flores vermelhas, Ana se encarrega do bate-bola com a plateia, “eu só preciso saber”, “como vai você”, aplausos, mais um abraço – apesar de Roberto ter gravado um DVD ao vivo todo ele dividindo o palco com um timaço de cantoras, o roteiro das parcerias femininas dos especiais quase não muda, sempre tentando conciliar espontaneidade com uma evocação do lado “galã tímido” do cantor, com poucas ocasiões onde o protagonismo vem do outro lado, Gal Costa em 1983, Cássia Eller em 1994, Alcione em 2007... Vem o intervalo e na volta, a orquestra toca os acordes iniciais de “Como é Grande o Meu Amor por Você”, de 1967, Roberto Carlos mexe no microfone e faz o “stand-up”, “no início desse show eu disse que eu preferia dizer cantando o que eu gostaria de dizer pra vocês, eu acho que essa canção diz tudo que eu gostaria de dizer pra vocês, eu amo vocês!!!”, rosas no telão, o Rei canta junto com a plateia a música incluída no disco “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”, a transmissão da Globo é em HD, fãs correm para o palco a fim de não perderem a distribuição de flores no final, olha as baquetas do Dedé, Roberto acena para a audiência, mais rosas no telão, a beira do palco está lotada de tietes, como no caso de Márcia Regina, uma loira de colar azul que segura um cartaz com Papai Noel, desejando Feliz Natal, e num adendo escrito a mão, “e um próspero 2010, te amo, Márcia Regina”, atrás dela, ergueram uma camisa da Seleção Brasileira com o “RC 10” nas costas, tem tanta gente no gargarejo que várias cadeiras de pista estão vazias, a Tekpix está cada vez mais popular, uma loira sorri, o Rei arrisca um coraçãozinho com a mão, “as cordas da Sinfônica de São Paulo no solo, a honra que eu tenho de receber esses músicos maravilhosos em nosso show”, foca nos violinistas que trabalham forte na parte instrumental da música, continuam o coro e a rosas no telão, todo mundo correu pra perto do palco, o último “por você” da plateia vem com vários corações feitos com a mão, para a satisfação de Roberto, que abre os braços, “por vocêêê!!!”, após os aplausos e a reverência em resposta, Roberto Carlos canta “É Preciso Saber Viver”, de 1969,  luzes amarelas no palco pontuando os versos da primeira estrofe, panorâmica da plateia cantando junto, a letra no original, “se o bem e o mal existem, você pode escolher”, um livro no meio do público e um boneco no bosque descansando no telão, “Paulinho no violão solo”, estrelas no telão, o palco segue avermelhado, o câmera capta a multidão, olha o boneco de novo, tome “travelling” da plateia, o maestro Eduardo Lages bate palmas, Roberto encosta a mão no ouvido para captar melhor a audiência cantando, “é preciso saber viver, é preciso saber viver” – em 2009 o Rio de Janeiro foi escolhido para ser a sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, e neste último Roberto esteve presente com “É Preciso Saber Viver”, mas interpretada por Seu Jorge, na abertura olímpica, antes da cerimônia, a única música vaiada pelo público foi “Emoções”... Roberto Carlos bate palmas acompanhando a orquestra, gesto que sempre faz quando canta “Jesus Cristo”, de 1970, nuvens no telão, a plateia canta junto a canção, inclusive a mulher de óculos,  no telão surgem duas mãos erguidas para o alto, é você, Ximbinha???, o palco visto do fundo da plateia, com muitas mãos como a do telão, corta para o Rei começando a oferecer flores, ele pode se dar ao luxo de um “playback” de vez em quando, sobem os créditos, com a “playlist” do programa, a plateia ergue as mãos para receber as rosas, tendo ao fundo o pedido de Roberto para o refrão, “vocês agora”, a distribuição de flores prossegue, Roberto fala em “off”, “estou completando 50 anos de carreira” - “equipe DCSET Dody Sirena” – “muitas coisas, muitas cenas passam pela minha cabeça” – “cenografia Marie Odile” – “no início de 1959, cantando na boate Plaza, em Copacabana, ali eu considero que começava minha carreira profissional”, ou um pouco antes, pois Roberto garantiu no especial de 1977 que um frequentador pagou o champanhe para comemorar o título do Brasil na Copa do Mundo de 1958, mas, enfim, “e muita coisa aconteceu daquele dia pra cá, eu não consigo imaginar a minha vida sem a minha música, também não consigo imaginar a minha música sem a minha vida, são muitas as minhas emoções que eu tenho vivido nesses cinquenta anos”, a oferta de flores não para, voltando ao show, o Rei agradece, “obrigado”, abre os braços, “obrigado, obrigado, por esse carinho, por esse amor, por todas essas coisas maravilhosas que eu tenho recebido de vocês”, coloca a mão no peito, “durante todos esses anos, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, Feliz Natal e um Ano Novo maravilhoso pra todos, Deus abençoe a todos, a todos nós, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado”, a plateia vibra, bolinha na tela, “Realização Central Globo de Produção © 2009 TV Globo” – do que um cinquentenário é capaz, a parte da oferta de flores foi devidamente valorizada, como poucas vezes foi visto nos especiais com direção de núcleo de Roberto Talma, e ainda encaixaram cenas pós-créditos, excelente... 

















 

Apesar de ter sido o ano do "Elas Cantam Roberto", Ana Carolina representou um dueto duramente desafiador...