segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Não saia da Bienal do Livro sem o Jô...

"Autobiografia Desautorizada" de Jô Soares aparece com destaque no estande da editora na Bienal...












































A cada nova edição, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo tem passado por um irreversível processo de encolhimento... O evento hoje ocupa pouco menos da metade do espaço do pavilhão de exposições do Anhembi, uma redução que fica ainda mais gritante quando comparada à Bienal do Livro do Rio de Janeiro no ano passado, a qual ocupava nada menos do que três pavilhões inteiros do Riocentro... As grandes editoras e livrarias vem perdendo cada vez mais espaço – neste ano, as ausências mais notórias são as da Abril e da Saraiva – inclusive pelo preço abusivo do metro quadrado para a montagem dos estandes, que também está afastando as representações estrangeiras... Agora, a exposição é dominada por sebos e livrarias de ponta de estoque... E entre os títulos vendidos a preços que variam entre 5 e 30 reais, estão as publicações da Disney editadas pela Abril, que encerrou em junho um vínculo que mantinha com o estúdio estadunidense desde 1950... As editoras que se mantém no mercado procuram anunciar seus lançamentos mais recentes... Este é o caso da Companhia das Letras, que entre outras obras, destaca na fachada de seu estande “O Livro de Jó”, a “autobiografia desautorizada” de Jô Soares... Ele próprio fora de cena desde que a Globo decidiu acabar com o “Programa do Jô” em 2016, vide concorrência acirrada oferecida por Danilo Gentili no SBT e Fábio Porchat na Record... O livro foi resenhado pelo seu Bloquinho Virtual em janeiro deste ano – texto republicado agora, dentro do mesmo espírito de queima de estoque que tem sido a tônica da Bienal do Livro... Ops!!!...







“O Livro de Jô – Uma Biografia Desautorizada” é o primeiro volume das memórias de José Eugênio Soares, mais conhecido como Jô Soares, escrito em parceria com Matinas Suzuki Júnior, o próprio... Com direito a texto introdutório escrito pelo saudoso Millôr Fernandes – da série “Retratos 3X4 de Amigos 6X9”, já usada pelo autor no livro “O Astronauta Sem Regime”, de 1983 - um perfil que muito antes da dublagem do “Chaves”, usou a palavra “cordura”...  Por ser o “Volume 1”, aborda o período que vai do nascimento de Jô, em 16 de janeiro de 1938, na região do Rio Comprido, no Rio de Janeiro, até 1969, precisamente quando José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni – no livro chamado de “Bonifácio” – o procurou para fazer um convite... Que não menciona, sem querer dar spoiler do segundo volume... Desse modo, o leitor terá que esperar para saber de alguns episódios marcantes da carreira de Jô...  Por exemplo, a saída da Globo e a ida para o SBT em 1987... Aquela que motivou um polêmico discurso no Troféu Imprensa de 1988... “Com impecável senso de oportunidade, a Globo escolheu o momento da Constituinte no Brasil para inaugurar sua lista negra... Quem sair da emissora sem ter sido mandado embora, corre o risco de não poder trabalhar mais em comerciais, sob ameaça que estes não serão lá veiculados... Uma rede que detém quase o monopólio do mercado, os anunciantes não ousam pensar em artistas que possam desagradar (...) Que as chamadas do ‘Gordo ao Vivo’ não passariam na Globo eu já sabia desde outubro, do próprio Boni, quando fui em sua sala para me despedir... ‘Já mandei tirar todos os teus comerciais do ar... Chamadas do teu novo show no Scala 2, também esquece... Estou vendo como te proibir de usar a palavra gordo’... Claro que essa última ameaça ficou difícil de cumprir... A megalomania ainda não é lei fora da Globo (...) Escrevo sim, porque atores que trabalham no meu programa, como Eliezer Mota, como Nina de Pádua, foram vetados em comerciais... As agências foram informadas, não oficialmente, é claro, como aliás acontece em todas as listas negras, que suas participações não seriam aceitas... É triste, neste momento em que se escreve diariamente a democracia no Congresso, uma empresa que é concessão do Estado, cerceie impunemente o trabalho do artista brasileiro... Finalmente eu gostaria de dizer que Silvio Santos foi tremendamente injusto quando chamou Boni, numa entrevista, de ‘office boy de luxo’... Nenhum office boy consegue guardar tanto rancor no coração”...  Como se vê, assunto não irá faltar, pois ainda que Jô tenha retornado à Globo em 2000, três anos depois da saída de Boni da direção-geral da emissora, Bonifácio é alvo dos maiores elogios no primeiro volume... No Troféu Imprensa do ano passado, já vivendo um “ano sabático” depois do fim do “Programa do Jô”, visivelmente emocionado, Jô agradeceu a Silvio Santos por tê-lo reinventado e exaltou sua “intuição de fera”, lembrando que no momento em que  assinou contrato com o SBT, quando pretendia fazer um programa de entrevistas semanal, ouviu de Silvio que a atração deveria ser diária, pois só assim iria pegar... Tomara que ao escrever sobre seus 28 anos trabalhando forte no “talk-show”, ele não esqueça de mencionar sua entrevista mais conhecida, aquela com Carlos Villagrán, vestido de Quico e dublado ao vivo por Nélson Machado, no “Jô Soares Onze e Meia”, em 1996... Agora, para quem quer saber de programas como “Satiricom”, “O Planeta dos Homens” e “Viva o Gordo”, Jô dá uma palinha ao contar sobre o encontro com uma figura com quem costumava contracenar por meio de efeitos especiais nas aberturas de seus humorísticos na década de 1980 – Mikhail Gorbachev... Por meio da Brahma, que patrocinou a realização de seu programa de entrevistas nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo de 1994, Jô compareceu em Moscou, já que a estreia do Brasil seria contra a Rússia... Ali, entrevistou Gorbachev... Que mediante o pagamento de um cachê de 5 mil dólares, fez até o gesto do “número 1”, típico da propaganda da cervejaria... Também será a oportunidade de contar mais uma vez como se arrependeu de ter reduzido seu peso de 160 para 80 quilos, como fez no programa “Em Nome do Amor”, quando de sua despedida do SBT, em 1999... “Primeiro que as pessoas diziam assim... Ah, você perdeu a graça, você era mais engraçado gordo... Se gordura fosse engraçado, não precisava de humorista, você comprava um quilo de toucinho e ria o ano inteiro com aquilo”...  Leandro Hassum só não começou assim porque há quem dia que nem gordo ele era engraçado... Ops!!!...














Jô, que gostava de "trollar" Golias na "Família Trapo", revela que ele odiava o professor Bartolomeu Guimarães...
















































Pancada ficou interessado pelo livro porque ficou queria saber saber o que Jô comentaria sobre um dos grandes comediantes com o qual contracenou, no caso, Ronald Golias... Ficou surpreso ao saber que antes da “Família Trapo”, Jô e Golias participaram de uma novela chamada “Ceará Contra 007”... Escrita por Marcos César, nascido Ary Madureira Filho, o mesmo que depois escreveria os esquetes do Azambuja para Chico Anysio, com título inspirado no filme “Moscou Contra 007”, mais uma manifestação daquele insólito hábito de Paulinho Machado de Carvalho em criar nomes de programas que eram paródias... Vide “Os Insociáveis”, que Renato Aragão nunca entendeu e Dedé Santana achava uma... PIIIIIIIIIIIIIIIII!!!... “A história girava em torno de uma quadrilha internacional que queria roubar a fórmula do jabá sintético, criada pelo grande cientista Bartolomeu Guimarães”... Personagem de Golias, algo que Pancada sabe muito bem... No entanto, Jô faz uma revelação surpreendente... Golias odiava o personagem!!!... Inclusive conta em detalhes a história de um trote telefônico em que se passava por Paulo Machado de Carvalho, dono da TV Record, que supostamente estava interessado em contratar Golias para um show, mas com uma condição... Que interpretasse seu personagem preferido, o professor Bartolomeu Gonçalves... Golias, a quem Jô considera um dos maiores talentos que conheceu, mas que também via como muito inseguro e cheio de manias – atender telefone, qualquer um, era uma delas – propôs se apresentar como Bronco, porém o falso Paulo de Carvalho se manteve inflexível e ele aceitou fazer o experiente professor... Porém, quando Jô foi dar o endereço do show, mandou Golias tomar no... PIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII... E não conseguiu mais segurar o riso do outro lado da linha... Quanto às manias de Golias, Jô lembra de quando ele convenceu o dono de um paletó surrado numa tinturaria a lhe dar a roupa de presente, nos tempos da Record, e de quando lhe ofereceu um blazer de que havia gostado – e que ficou muito maior  - já no SBT... Ou quando levou o comediante para comprar um mocassim artesanal, que o fez passar dias ligando de madrugada, pois dormia tarde, para ajustar o salto... Ou que suas caminhonetes estavam sempre com as rodas sujas, porque limpas elas não passam confiança...  Ou ainda que passou a viver em uma casa sem móveis quando se separou de Lúcia... Sem contar que fez questão de receber um cachê do Bradesco em dinheiro vivo, recusando o cheque assinado por um dos diretores do banco, o ex-governador Laudo Natel... Também lembrou que seu primeiro trabalho foi como “executivo da agricultura”, ou melhor, recolhendo esterco para vender como adubo... Tarefa na qual era ajudado por um garoto chamado Euclides... Então é por isso que o Bronco falava “Ô cride, fala pra mãe!!!” na música de abertura do “Tem Que Dar”, digo... 















Além da abertura do "Viva O Gordo", Jô esteve junto com Gorbachev numa entrevista em 1994...












































Quanto à “Família Trapo” propriamente dita, Jô conta que o programa era “gravado ao vivo” no Teatro Record...  A atração, que sem a menor, modéstia considera um marco histórico da televisão brasileira, surgiu de conversas entre Antônio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta, Nilton Travesso e Manoel Carlos, o Maneco...  “A ideia era criar uma sitcom de humor, com uma família bem escrachada... A Record tinha um elenco maravilhoso, e cada membro da família foi sendo desenhado a dedo para o cast de atores da casa... O nome Trapo saiu da família Von Trapp, do filme “A Noviça Rebelde”, com a Julie Andrews, embora  a única coisa em comum entre as duas famílias fosse a sonoridade do nome... Os pais, Othelo Zeloni (Pepino Trapo) e Renata Fronzi (Helena Trapo) eram velhos conhecidos das chanchadas, e principalmente, das revistas musicais...  Funcionavam perfeitamente como marido e mulher... A Cidinha Campos (Verinha) e o Ricardinho Corte Real (Sócrates), nos papeis de filha e filho... A estrela do show era o Ronald Golias, no papel de Carlos Bronco Dinossauro, o cunhado folgado que morava de favor na casa da família... Eu fazia uma ligação entre os quadros, no papel do mordomo factótum, Gordon”... Que eventualmente, quando a plateia não ria a contento das piadas, caía em cena... “Poder fazer humor com  as quedas no palco era uma das vantagens que eu tinha por ser um gordo leve”, confessa... O roteiro era escrito por Jô em parceria com Carlos Alberto de Nóbrega, o próprio – que segundo ele, recebeu do pai um banco muito melhor do que qualquer banqueiro... Cada programa tinha de 18 a 20 cenas, então após definirem as linhas gerais da história, dividiam o trabalho meio a meio, ficando com as cenas que tivessem mais à ver com o estilo de cada um... Em certa época, Jô chegou a ditar os textos para uma secretária... Como precisava ditar também a pontuação das cenas, desistiu... “Descobri que escrever e ditar são duas coisas completamente diferentes... São atividades que mexem com áreas separadas do cérebro”... Em cena, Jô revela que trabalhava forte com a TOC de Golias, sempre se posicionando à sua esquerda, e ele preferia que os outros atores estivessem à sua direita... “Todo mundo achava que o Ronald Golias improvisava o tempo todo, que ia criando as suas falas enquanto o programa ia se desenvolvendo... Nada mais falso... O Golias não improvisava muito, gostava de seguir o script... Claro que, como todo bom comediante, tinha momentos de invenções geniais, mas isso só acontecia porque estava seguríssimo com o texto... Só entrava em cenas com suas falas bem decoradas, firmíssimas... Quando necessário, ele improvisava”... Vide queda do cano por onde descia do andar de cima do cenário da casa dos Trapo... Em um dos cadernos de fotos do livro, Jô aparece ao lado de Golias na primeira vez em que atuaram juntos, no filme “Tudo Legal”... Há também uma foto com Moacyr Franco, na entrega do prêmio Roquette Pinto, de quem se recorda durante o apogeu na TV Excelsior – dirigido pelo Boni, que considerava o inventor do piso na televisão... Ops!!!...  “Houve um momento em que o nome do Moacyr chegou a ser mais importante que o do Roberto Carlos”... E pensar que o SBT o dispensou, lamenta o Pancada... Que está curioso... Será que no próximo livro, Jô irá falar do Zezinho, o telespectador que reclamava do quadro do Centro de Recuperação da Baba???... Senão, ele mete um "crique" nesse gordo... Ops de novo!!!...

















Para o próximo volume, é aguardado o relato sobre a conturbada saída da Globo (e ida para o SBT) em 1987...

Lançadas da Condução para as Cerejeiras do Carmo...

Apesar do tempo nublado, cerejeiras em flor garantiram excelência das fotos no Parque do Carmo...













































Festival na região de Itaquera teve momentos épicos, como garoto anunciando pastel...











































Capa – “Segue o líder!!!” Acreditem, o Bambi venceu o Bacalhau e assumiu... A liderança do Brasileirão... Agora, o que todo mundo acredita são as exibições das séries de Chespirito na Multishow... Que fechou mais uma saga de Chaves com “Uma troca muito justa”, de 1975 – estreia no SBT em 23 de maio de 1988 e retorno em 17 de fevereiro de 2012, após a saída do ar em 1992 – versão anterior de “Quem descola o dedo da bola número 2”, de 1978... Agente especializado em compra e venda de artigos para o lar, Seu Madruga tem a solução perfeita para acabar com o tédio do Quico – uma bola de boliche... Já que Dona Florinda não quer coisas de segunda mão em casa, o jeito é oferecer a bola ao Senhor Barriga em troca do abatimento de cinco meses de aluguel... Nesse momento, as crianças resolvem brincar com o saco do Seu Madruga e quebram todos os objetos  – haja cola para consertar e grudar os dedos do Chaves na bola... O episódio de Chapolin é um clássico do “lote de 1984”, “Selva”... Acampado no meio da mata, Fredegundo dá pela falta de sua “sócia” Cruzeirissa, quer dizer, Clarissa, que discutiu com ele e falou que iria para a casa, ou melhor, para a barraca do pai... Sem ter ideia de onde ela foi parar, Fredegundo e seu sogro invocam o Polegar Vermelho, que comparece ao pântano com areia movediça atrás de Clarissa, que reaparece dizendo que levou uma “serpentura de mordente”... Começa então uma corrida contra o tempo para encontrar o antídoto para o veneno da serpente -  e a padiola - dentro da barraca, de onde tiram de tudo, inclusive uma televisão para ver o programa do Chaves e o Valentino Guzzo, digo, o Gutierrez Zamora (locutor das aberturas dos episódios no México...), ops, um papagaio... Do que um alfinete na calça de Clarissa é capaz, digo... 
















Sobras do Domingão... 


















Capa – “Cheirinho de liderança”. Mas só se o Bambi vencer o Bacalhau, digo... Alis, por falar em cheiros, na sexta-feira, a Multishow começou a exibição de mais uma saga de “Chaves” com “Seu Madruga pega no batente parte 1”, de 1975... Que estreou no SBT em 7 de maio de 1988, saiu do ar em 1992 e voltou em 16 de fevereiro de 2012... Para impedir que Quico vá brincar na rua, Dona Florinda diz que as crianças desobedientes são levadas pelo homem da roupa velha... Justo agora que Seu Madruga, estimulado pelas histórias do Senhor Barriga sobre o quanto trabalhou forte desde cedo, começou no seu novo emprego, o de agente especializado na compra e venda de artigos para o lar, andando pelas ruas com um saco nas costas (!!!) de chapéus, sapatos, roupas velhas, garrafas e jornais... Sim, “O Velho do Saco”, de 1978, é outra versão da história do “saco cheio de Quico”... Em “Chapolin”, “O Gorila sai da jaula”, de 1974,  foi dublado pela MAGA no “lote de 1990”, mas estreou no SBT apenas em 1º de agosto de 2008... Para poder tirar uns cochilos no depósito em que trabalha como vigilante, Ramón usa um boneco de uniforme... Não que seu patrão – Edgar de chapéu de “cowboy” – se apeteça com a solução, mas sua secretária – Florinda com nariz postiço, se não tivesse feito plástica, não precisaria – lê no jornal que um antigo empregado da firma que estava preso – Carlos, apelidado de “O Gorila”, com as cicatrizes do Quase Nada – fugiu da cadeia, e ela lembra muito bem que ele se vingaria de todos na empresa por terem denunciado seus crimes... Enfim, outra versão da história em que Chapolin mostra que também sabe disfarçar um boneco, já vista em “Confusão no Celeiro”, de 1972, e depois em “A Vingança”, de 1977... Pelo menos a Multishow não corta a cena que o bandido atira no Chapolin (na verdade, em um boneco...), como a Cartoon... A exibição é completada pelo esquete “Doutor Chapatin e o banco”, gravado em uma época em que não havia atendimento preferencial nas agências bancárias, o que acaba com a cordura do experiente médico, que trouxe um cofre de porquinho para depositar suas economias no banco... Sábado, a saga do homem da roupa velha continuou em “Chaves” com “Seu Madruga larga o batente – parte 2”, de 1975... Depois de explicar a Dona Florinda que não existe trabalho ruim – o ruim é ter que trabalhar – Seu Madruga atinge Chaves com seu saco de artigos usados,  o qual contém o corpo do Benito, quer dizer, uma bola de boliche... É quando Chaves dá asas a imaginação para entender como Seu Madruga joga boliche – e depois atinge Zenon Barriga e Pesado, quer dizer, o Senhor Barriga, com a bola... Então é por isso que ele não conseguiu dar uma surra no Seu Madruga... Ou foi porque bobeou e Dona Florinda chegou primeiro???... No SBT, o episódio estreou em 9 de março de 1988, e após ser retirado de circulação em 1992, voltou em 17 de fevereiro de 2012... Já o esquete “História de Pianista”, também de 1975, dublado no “lote de 1988” da MAGA, estreou no SBT apenas em 17 de maio de 2012... A pantomima de Chespirito ao dar... Um recital de piano é a mesma de Charles Chaplin em um dos esquetes de “O show deve continuar” – vide uso dos pés para a execução... Da composição... O episódio de “Chapolin”, “Uma herança explosiva”, de 1975, é inédito no Brasil, e foi dublado pela SDVC... O enredo é semelhante ao de “A Herança”, de 1977, exibido aqui pela primeira vez na TLN e na Cartoon, antes do site do SBT e da afiliada da emissora em Porto Alegre... Para ficar com a herança de seu tio Monchito, seus sobrinhos Hugo, Luiza e Paco colocam uma bomba no lugar da pilha da lanterna que usa para economizar na conta de luz... Só o Chapolin Colorado pode impedir o atentado, nem que para isso precise destruir toda a biblioteca de Monchito... 
















Sazonal e Sensacional...
Melhor maneira de comparecer ao Festival é com linha especial que sai do Metrô Timão-Itaquera...











































Linha 4050-10 poderia muito bem operar o ano todo, inclusive indo pela Dannenberg...

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Lançadas do Teixeirinha Exposto do Transporte...

Nosso colega de rede fez questão de comparecer a entrega do novo ônibus do seu time de coração...











































Teixeirinha também aprovou o novo carro da Caio... O de pipoca... Ops!!!...











































Capa – “A cara do Timão”. Romero... Que coisa, não... Já que é assim, é possível dizer que as séries CH são a cara da Multishow... Ops!!!... Em “Chaves”, o episódio desta quinta-feira foi “Viva  a Independência!!!”, de 1975 – o primeiro da série no “Canal de Las Estrellas” da Televisa – que estreou em 13 de abril de 1988 no SBT e após sair de circulação em 1992, voltou em 20 de fevereiro de 2012... A história é a similar à saga “História do Brasil” e “A proposta”, de 1978... Vide Dona Florinda dando um “7 de setembro” no Seu Madruga, que incentiva as crianças a trabalharem forte na bandinha para não ouvir a Senhorita Clotilde... O episódio de “Chapolin”, “O Extraterrestre”, apesar de ter sido dublado no “lote de 1990” da MAGA, estreou no SBT somente em 3 de julho de 2008, sem causa, motivo, razão ou circunstância aparente... Vide o comparecimento na chácara de Edgar e sua filha Florinda do alienígena vivido por Rubén Aguirre – careca daquele jeito, foi comparado a Jorge Laffond na época da primeira exibição no Brasil – e de um vizinho jogando futebol americano, com capacete, bola oval e tudo, interpretado por Carlos... Seria pelo fato do Vermelhinho usar a corneta paralisadora contra o ET, ou então porque o disco voador é o mesmo que Dona Florinda deu ao Quico no episódio “Discos Voadores” de “Chaves”... Completa a exibição o esquete "Uma pedra no caminho", em que um aerolito,  quer dizer, uma pedra comparece bem na frente da casa de Florinda e Carlos - que está com o braço quebrado - e o mendigo Chespirito é convocado para remover o obstáculo ... Mas como o pedinte embaçou para fazer o serviço,  Florinda levantou a pedra com suas próprias mãos - e a atirou em cima do morador de rua... Ops!!!...















Instantâneos do Instagram (C)...
Digamos que Doutor Kenji opinou que o "double decker" da nova Busscar bateu no teto...













































Quem diria que o internauta Chico Melancia ficaria tão estiloso no interior de uma Volare???...

A Mobilidade que Acompanha a Florada das Cerejeiras...

Linha especial para a Festa da Cerejeira saía da estação Timão-Itaquera do Metrô, bem ao lado do Fielzão...




























































No Japão,  a florada da cerejeira (sakura...) é um acontecimento muito comemorado... Os imigrantes que vieram para o Brasil trouxeram a árvore e cultivaram um bosque inteiro no Parque do Carmo,  na região de Itaquera... Todo ano, no primeiro final de semana de agosto, aproveitando a época em que as cerejeiras florescem - no Japão,  isso acontece em maio, um sinal do final do inverno e da chegada da primavera, lembrem-se de que o arquipélago fica no hemisfério Norte, e a ordem das estações do ano tem outro padrão - é realizada a Festa da Cerejeira... Uma excelente oportunidade para a população paulistana apreciar a beleza das flores que nascem nos galhos das árvores,  além da música, dança e culinária japonesas... Desde 2015, uma linha de ônibus entre a estação Timão-Itaquera e o Parque do  Carmo, a 4050-10, é operada pela Express Transportes urbanos durante os três dias do evento... A empresa sempre coloca seus melhores veículos para atender os visitantes que vão comparecer ao parque... Em 2015 foram os "micrões" Apache Vip e os Apache Vip II da série 48900,  que entraram em circulação na época da Copa do Mundo de 2014,  vide Fielzão do outro lado da Radial Leste... Naquele ano, o serviço era gratuito, o que levou a uma demanda bastante elevada e obrigou a Express a recorrer a alguns Millenium para dar conta do fluxo de passageiros, principalmente no final da tarde, quando o parque fechava... Em 2016, começou a cobrança de passagem nos Apache Vip III com ar condicionado que entraram em circulação a partir do final do ano anterior e que compuseram a frota da linha especial... Que operou no mesmo final de semana em que começaram os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro - e que teve algumas partidas de futebol realizadas no Fielzão... O próprio local em que saem os ônibus é uma ampliação do Terminal Itaquera com vistas a Copa do Mundo e ao torneio olímpico de futebol... No último final de semana, os carros com ar-condicionado da Express voltaram a atuar,  em um terminal que permanece inacabado e até um pouco abandonado,  vide mato crescido e lixo acumulado nos canteiros das vias de acesso... Menos no caminho improvisado aberto pelos passageiros que desembarcam da linha 4310-10 (Terminal Parque Dom Pedro II - Estação de Transferência Itaquera...) do outro lado da Radial para pegar outras conduções... A cobertura de concreto,  mesmo sem acabamento,  serviu de sombra para as pessoas que no domingo,  dia de maior movimento da linha especial,  formavam uma fila que se estendia pela plataforma desde a passarela que liga o Metrô a esplanada que dá acesso ao estádio até a entrada do terminal...Clientes em potencial dos vendedores ambulantes que percorriam a fila de ponta a ponta, oferecendo seus produtos... "Prestígio da Nestlé é qualidade, um por um real, três por dois reais, melhor estar vendendo do que ficar pedindo", dizia um deles... Para dar conta de tanto movimento, os passageiros eram embarcados de dois em dois ônibus - a frota total da linha era de dez veículos ... Ainda assim houve gente sem muita paciência para esperar que preferiu embarcar nos ônibus de linha que vão até o Parque do Carmo... A maioria passa em frente à entrada lateral, na Avenida Osvaldo Pucci... Apenas o 3743-10 (Metrô Itaquera-São Mateus) vai até o portão principal, na Avenida Afonso de Sampaio e Souza...


























Mesmo com cobrança de tarifa, a fila ocupava toda a extensão do terminal de ônibus inacabado...
































































O trajeto da 4050-10 mereceu muitos elogios dos internautas adeptos do hobby em Itaquera e região,  desejosos de ver a linha operando durante o ano todo... Saindo do Terminal Itaquera,  a linha vai pela Rua Doutor Luiz Ayres (Radial Leste),  Avenida Engenheiro Adrevan Machado,  Avenida Miguel Ignácio Curi, Avenida Itaquera,  Rua Harry Dannenberg e Avenida Afonso de Sampaio e Souza, até a altura do portão principal do Parque do Carmo...  O maior "gargalo" do trajeto é a esquina da Afonso de Sampaio e Souza com a Avenida Osvaldo Pucci, onde fica a entrada do estacionamento para veículos do parque,  que durante a festa é muito concorrido, complicando todo o tráfego...  Na volta,  o ônibus vai pela Avenida Afonso de Sampaio e Souza, Rua Eduardo Salamonde,  Avenida Maria Luiza Americano, Avenida Líder,  Avenida Itaquera,  Avenida Miguel Ignácio Curi,  Avenida Engenheiro Adrevan Machado,  Rua Doutor Luiz Ayres e Terminal Itaquera...  Na região da Avenida Líder,  os veículos seguem pela faixa da direita... Pois apesar de haver um corredor exclusivo para ônibus na pista central, com paradas e tudo, construído no final da administração Haddad,  a faixa exclusiva não é utilizada na gestão Dória... Uma novidade neste ano na 4050-10 é que os ônibus paravam em todos os pontos entre o Metrô e o parque... Mais um motivo para os internautas da região lamentarem que a linha não opere o ano todo... Sem contar que neste ano aconteceu a supressão da linha 4054-10,  Metrô Itaquera / Jardim Nossa Senhora do Carmo, que fazia um trajeto similar,  embora seguisse pela Dannenberg na ida e na volta... A alegação na época foi a de que a linha apresentava baixa demanda, que a princípio poderá ser atendida por outras linhas que fazem o mesmo caminho até o Metrô,  como  a 3743-10 (São Mateus), 3789-10 (Cidade Tiradentes) e 3796-10 (Gleba do Pêssego)... Um pouco menos na sexta-feira,  dia de trabalho...  ... Se bem que... Não dava para comparar um itinerário de quatro quilômetros com o percurso de linhas que vão para bairros mais distantes e muito populosos... Tanto quanto as regiões atendidas pela linha 4054-10, ou seja, há demanda também ...  Também pesou o fato da linha ser operada por uma empresa e as que têm seu trajeto sobreposto entre o Parque do Carmo e o Terminal Itaquera pertencerem a outra, mas enfim... 




























Ar-condicionado dos veículos garantia um clima ameno para a elevada demanda da linha especial...





























































No final de semana da Festa da Cerejeira,  a demanda era grande e os ônibus  da Express iam e voltavam cheios... Um pouco menos na sexta-feira,  dia de trabalho...   No sábado,  entretanto,  a Avenida Afonso de Sampaio é Souza, nas proximidades do parque,  já estava congestionada pelos carros que vem pela Avenida Aricanduva...  O auge do engarrafamento aconteceu no domingo a tarde,  com a fila começando na esquina da Afonso com a Maria Luiza Americano, uma distância de quatro pontos de ônibus do Parque do Carmo...  Mesmo ponto onde começava a sequência de carros estacionados na faixa da direita,  junto à calçada... Quando há shows no parque,  ou no SESC,  esse congestionamento dominical é comum, com a agravante de que a CET não comparece ao local para tentar dar um pouco mais de fluidez ao tráfego,  como aconteceu durante a Festa da Cerejeira... Mesmo assim, a linha de ônibus espacial,  a despeito de operar com a frota normal da Express,  é a opção mais prática para ver as cerejeiras em flor... Doutor Kenji só vai de ônibus... O vermelho dos ônibus da empresa faz, em sua opinião, um bonito contraste com a fileira de eucaliptos que segue paralela às grades do parque... Pula aquela árvore que caiu, possivelmente devido aos fortes ventos da última sexta-feira a derrubou uma parte do gradil, que por sua vez impediu o tronco de acertar em cheio os carros estacionados na calçada... Isso se comparecer à festa apenas para apreciar a beleza do bosque - sempre sem compreender bem porque os brasileiros se apetecem tanto com as apresentações de tambores tradicionais japoneses (taiko...) - e não precise lidar com quilos e mais quilos de macarrão para preparar yakissoba, no melhor estilo das "mammas" da Achiropita, ou tenha de colocar uma fantasia de Pikachu - ou de Sakura Card Captors, mais apropriada à ocasião, digo - para atrair visitantes que adquiram os produtos manufaturados na província de Niigata... O canteiro central da Afonso de Sampaio e Souza é um excelente local, também à sombra das arvores, para registrar os ônibus da linha 4050-10 para o Metrô Timão-Itaquera... Agachando um pouquinho, para que os galhos não "cebolem" as fotos... Ops!!!...




























Entre o verde dos eucaliptos e o rosa das flores de cerejeira, o vermelho dos ônibus tinha brilho próprio...

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Lançadas dos Ônibus Rodoviários à Mostra...

Comil da Sampaio com pintura estilo Pitty... "Eu vou equalizar você numa frequência que só a gente sabe"...











































Caio traz de volta rodoviários da Busscar, mas tamanho do estande não faz jus à novidade...











































Capa – “Só da ele!!!” Novamente o Timão vence graças a Romero, desta vez na Copa do Brasil...  Mais implacável, só “ Chaves” e “Chapolin” na Multishow...  “Discos Voadores”, de 1974, o episódio de “Chaves”, estreou no SBT em 1º de abril de 1998 – e é verdade que só voltou a passar em 24 de fevereiro de 2012, depois de sair do ar em 1992... Vide versão de 1977, “O disco voador”... Para não pagar o aluguel, Seu Madruga instrui Chaves a dizer “Já chegou  o disco voador!!!”  tão logo o Senhor Barriga comparecesse na vila, uma vez que ele é um Caloteiro Explorador Bem Identificado... O problema é que além de Dona Florinda ter trazido um disco voador – de brinquedo, claro – a única coisa de que Chaves não se esquece de fazer é dar uma pancada no Senhor Barriga... O episódio de Chapolin é inédito, dublado pela SDVC... “Ainda que a cela seja de ouro, não deixa de ser chato ficar preso!!!”, de 1974, traz de volta Racha Cuca e Rosa, A Rumorosa... Ele, no posto de xerife da cidade, e ela como prisioneira, cabendo ao Vermelhinho auxiliá-la na fuga... Ah, sim... As “gags” das bolas de ferro e da dinamite seriam reutilizadas na versão da saga dos piratas de 1978...













Empresas Diferentes, Mesmo Grupo...
Cometa e Scania são uma combinação clássica desde os tempos dos Dinossauros, digo...











































Será que esse "double-decker" da Comil chega na linha São Paulo-Rio da 1001???...

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Percorrendo Novamente o Caminho de Transantiago...


O internauta Chico Melancia se estarreceu ao encontrar um Neobus Mega BRT "ferro de passar" em Santiago...














































No sábado, Chile e Argentina decidem a Copa América a partir das 17 horas no Estádio Nacional de Santiago... Como já dissemos aqui no seu Bloquinho Virtual, não há acesso direto por metrô até o local da finalíssima... Nem mesmo aquele que opera com pneus, Doutor Kenji... A estação da futura Linha 6 deve ficar pronta somente depois de 2017... Os torcedores que quiserem comparecer à grande decisão terão de embarcar nos ônibus do Transantiago, o sistema de transporte coletivo por ônibus da capital chilena... O “plan especial de buses” para a Copa América, elaborado pelo Directorio de Tranporte Público (DTP Metropolitano) do governo chileno,  é detalhado em uma seção do site oficial do Transantiago... Que também registra o lançamento de uma edição especial do cartão Bip!, usado nos transportes públicos da cidade... Nela está o slogan que o governo de Michelle Bachelet criou para o torneio... “Bem-vinda América... Bem-vindo ao Chile”... Um vídeo no Youtube explica o esquema adotado... Três horas antes do jogo, entra em operação a linha especial 507x, ligando as estações do metrô Parque O’Higgins (na linha 2...) e Grécia (na linha 4...) do metrô e passando pelo estádio, na Avenida Grécia, sem crise... Duas linhas normais, a 103, que vai até o metrô Manuel Montt, e a 506, que vai até o metrô Universidad de Chile, as duas estações na linha 1, terão a frota reforçada... Depois do jogo, outra linha extra entra em ação, a 210x, que sai da Avenida Grécia e vai até a Praça Puente Alto... Qualquer dúvida, o torcedor pode ligar para o SAC do Transantiago ou procurar o quiosque de atendimento nas imediações do estádio... No caso do Tufão, é melhor telefonar mesmo...











Tufão preferia que personagem da novela "Gabriela" citada no letreiro fosse Dorotéia, vivida por Laura Cardoso...














































O Transantiago surgiu em 2007, ao final de um processo iniciado dois anos antes, em substituição às centenas de operadores autônomos que se encarregavam dos ônibus na região metropolitana de Santiago... O que incluiu corredores para as linhas troncais, terminais e uma divisão em áreas do sistema alimentador... Os ônibus articulados importados do Brasil, colocados nos corredores – nas linhas alimentadoras há também micros, também brasileiros – impressionaram os chilenos, que curtem o hobby a ponto de fazerem provas de arrancada com ônibus em autódromos... Basta ver o carregamento dos veículos, tema de incontáveis tirinhas do Condorito, o internauta Charles Padero dos chilenos... Entre os 6.581 ônibus das 391 linhas do sistema, o internauta Chico Melancia se impressionou ao ver rodando na cidade alguns exemplares do Mega BRT, com chassi e motor Volvo... Ah, bons tempos em que a Oak Tree ainda operava em São Paulo... Um modelo ao qual ele deu o carinhoso apelido de “ferro de passar”... Os veículos, na cor vermelha, pertencem à empresa Redbus Urbano... Que pertence ao grupo francês Transdev... Que possuí operações nos setores rodoviário e ferroviário de passageiros na Europa e na Austrália... Vide metrô do Porto, em Portugal... Na cidade, opera as linhas do norte e nordeste da cidade, seguindo o curso do Rio Mapocho... Seria esse um dos operadores estrangeiros que o prefeito paulistano quer atrair com sua licitação???... Andando por Santiago com sua camisa da Porcaria, quer dizer, com seu uniforme 2 da Alemanha, entre uma pergunta e outra dos chilenos sobre o time brasileiro de Jorge Valdívia, Melancia também reparou em um Mondego H com a mesma cor de sua vestimenta... O carro é da Buses Vule, que opera o Troncal 3 e as linhas alimentadoras das áreas E, H e I, a oeste do centro... Embora a empresa tenha alguns carros argentinos da Metalpar na frota de 1.204 ônibus, o predomínio é do modelo da Caio... Que por muito tempo foi comercializado apenas para exportação – alguns modelos não vendidos para o Chile foram parar no Rio de Janeiro... Alis, por falar em semelhanças com o Brasil, existe até uma empresa homômina da que opera emergencialmente na área 4 de São Paulo... A Express de Santiago Uno, que opera o troncal 4 e a área D, a leste da região central, com 63 linhas e 1.259 ônibus... Só que na cor laranja... Chico sempre pensava nos carros da Transpass... A diferença da Área 8 de São Paulo está nos busdoors nas laterais e na traseira dos veículos... Neles, o sanduíche de “pollo apanado” do Subway é muito mais apetecível... A Servicios de Transportes de Personas, a popular STP, com veículos amarelos, opera  com 30 linhas alimentadoras... Na região de Puente Alto, a sudeste do Centro, próximo ao rio Maipo... O troncal 5, que inclui algumas das linhas que servem o Estádio Nacional, é de responsabilidade da Metbuses, com carros na cor turquesa... Também operam na área J, a oeste do centro...










Por esse "azulzinho", o doutor Kenji promete lutar até o fim pela volta da produção da Busscar no Brasil...














































Numa travessa da Avenida Libertador Bernardo O’Higgins, em meio às imensas filas que se formavam na área de pré-embarque, Tufão percebeu que o letreiro eletrônico de um dos ônibus era “Gabriela”... Mesmo nome do famoso modelo produzido pela Caio na década de 1970...  Mas o carro em que esse nome aparecia não é um Gran Viale, da Marcopolo???... Aquele mesmo que Melancia, em outro rompante de inspiração, apelidou de “Bob Esponja”... Quanto ao Tufão, ele acredita que seria melhor homenagearem o personagem da Laura Cardoso... Na verdade, Gabriela é o destino da linha 204e, operada pela empresa Subus... Que opera 59 linhas, concentrando-se no sistema troncal B e na área G, ao sul da área central... Nessa empresa, o que apetece mais o internauta Chico Melancia são os Caio Mondego articulados... Que se diferenciam dos seus similares que rodam no Brasil, por possuírem uma espécie de “chapéu” em seu teto, na parte frontal... Como vimos, a Subus também possui Gran Viale... Sendo que um grupo de funcionários da oficina receberam treinamento na própria Marcopolo, em Caxias do Sul... Faz sentido, pois a encarroçadora gaúcha responde por 675 dos 1.304 ônibus da empresa – os demais são Caio... E todos na cor azul-marinho... A Alsacia, empresa com participação de investidores chilenos e colombianos, opera 31 linhas no Troncal 1, também a sul do centro... Do mesmo grupo da Express de Santiago Uno e da Subus, são dela os ônibus na cor azul-claro... Entre eles o Busscar Urbanuss articulado da linha 103 que o Doutor Kenji pegou na saída do metrô Pedro de Valdívia – uma estação depois de Manuel Montt e uma antes de Los Leones, na região da Torre Costanera - para ir até o Estádio Nacional... Com essa cor, e com aquele salão amplo, maior até do que o dos trens do Metrô, dá uma vontade de reiniciar o movimento “Volta Azulzinho”... Nem que seja para que a Busscar volte a produzir no Brasil... Ou pelo menos fazer com que a linha 809V-10 (Paulista/Vila Gomes), que depois de muitos protestos passou a cobrir parte do trajeto da antiga linha 577T-10 (Jardim Míriam/Vila Gomes), vá até o Metrô Ana Rosa...













E aí, palmeirense???... Esse Caio Mondego H tem a mesma cor da camisa do futuro ex-time de Valdívia...

Lançadas Expondo a Mobilidade dos Ônibus Urbanos...

Com as cores do sistema de BRT MOVE, de Belo Horizonte, um Caio Apache Vip IV motor Volvo...












































Para apresentar seu modelo Gran Via, Mascarello trouxe carro com a pintura do sistema de Fortaleza...












































Capa – “Resolvendo!!!” Contra a Chape, pela Copa do Brasil, no Fielzão, Timão deixa por Romero outra vez... Agora, o que resolve mesmo são as exibições das séries de Chespirito na Multishow... O episódio de “Chaves”, “O Calo do Senhor Barriga”, de 1974, passou pela primeira vez no SBT em 20 de janeiro de 2012, mais de 20 anos depois de ser dublado... Só porque tem uma história similar com o mesmo título produzida em 1977???... E olha que o SBT colocou nele o selo ES ("Episódio Semelhante"...), ainda que na ocasião ele fosse inédito na emissora... Quico quebra uma das garrafas vazias que Chaves ia vender para o senhor da venda da esquina e para não apanhar dele, assina uma nota de um milhão – de pesos, ao contrário da outra versão, cujo nome de guerra é “O vale de um milhão de cruzeiros” – que Chaves usará para comprar sanduíches de presunto e roupas para as pobrezinhas moças que saem nas revistas que o Seu Madruga lê... Tudo isso em meio ao drama vivido pelo Senhor Barriga devido a um calo... Mas olha o pezinho!!!... Em “Chapolin” foi exibido um episódio inquestionavelmente icônico, “Uma coisa é ser Sansão, a outra é usar peruca”, de 1974, dublado no lote de 1984 e mais conhecido como a “peruca de Sansão”...  A peça mais valiosa de um museu, roubada por um inescrupuloso cientista... Uma expressão muito conhecida do nosso idioma surgiu daí, quando o detetive encarregado de recuperar o item roubado declara... “Eu tenho a força na peruca”...  Então é por isso que o Chapolin, com a peruquinha na cabeça, quebrou um telefone, rasgou uma lista telefônica – um truque simples, taí o Beakman que não nos deixa mentir – ergueu um sofá e aparou no dente as balas do revólver do cientista... Para evitar que a peruca voltasse a cair em mãos erradas, a assistente do cientista passou a tesoura, justificando o seu nome – Dalila...


















Em exposição, mas não nas ruas...
Marcopolo Torino como esse não se encontra nas empresas que operam na cidade de São Paulo...












































Situação idêntica à do Neobus Mega, mas fácil de se ver no Rio recentemente despadronizado...