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| Havia o risco da venda física do kit de atualização só começar após a Copa, mas lançaram nas quartas de final... |
A Panini lançou o kit de atualização do Livro Ilustrado da Copa do Mundo da FIFA ™, depois de um longo período de pré-venda, o qual havia nos deixado preocupados, porque havia uma especulação de que a venda física começaria apenas e tão somente depois da final do Mundial, porgramada para o dia 19 de julho, felizmente, ainda durante as quartas de final do torneio, o kit começou a ser vendido no comércio e conseguimos comprar nosso exemplar na sexta feira passada, 10 de julho, em uma loja de brinquedos do Shopping Boulevard Tatuapé... Ter o kit antes da Copa terminar era para nós uma questão de honra, tendo em vista que trabalhamos forte para completar o álbum antes do jogo de abertura, em 11 de junho, começando a coleção em 1º de maio, com um lote de 700 figurinhas, e terminando 35 dias depois, em 5 de junho, quando conseguimos o cromo do Gvardiol da Coca-Cola, tudo para poder ter o livro ilustrado ao nosso lado durante as transmissões dos jogos pelo SBT, a fim de poder referenciar os cromos em nossas resenhas das partidas, por exemplo, na semifinal entre Espanha e França, os gols que classificaram os espanhóis para a final foram marcados por Mikel Oyarzabal, cromo ESP 20, e Pedro Porro, figurinha ESP 6, na outra semifinal, a Inglaterra abriu o placar com Anthony Gordon, ENG 15, e a Argentina consegui a vitória e a vaga na decisão com gols de Enzo Fernandez, ARG 8, e Lautaro Martínez, ARG 18, inclusive o atacante é a “figurinha-modelo” do álbum, servindo para indicar todos “os símbolos”, ou melhor, as informações que constam em cada cromo, nome, país, idade, peso, altura, clube, posição, tudo isso em dez idiomas diferentes, falando nisso, o livro ilustrado serviu até para esclarecer algumas dúvidas sobre “prenunciação”, porque Tiago Leifert chamava o goleiro do Marrocos de Bono e o meio campista do Egito de Lashin, e em nossos textos, usamos a grafia que está nos cromos, assim o marroquino comparece como Bounou e o egípcio como Lasheen, pois é, não é... O kit é vendido por 120 reais e conta com 120 cromos, ou seja o mesmo preço dos envelopes, que vinham com 7 figurinhas por 7 reais, claro que aqui há a vantagem de você saber o que está levando, todavia, apenas 118 cromos retratam jogadores, inclusive indicando no verso o lugar onde devem ser colados no álbum, vide vídeos nas redes sociais que ensinam a colar a figurinha substituta sem ocultar por completo o cromo substituído, os dois cromos diferentes são o slogan da Copa adaptado para o uso da editora, “We Are Panini”, algo que chega a conter ironia, porque a empresa já tem data marcada para sair do negócio, depois da Copa de 2030, e a outra figurinha traz os mascotes Maple, Zavu e Clutch, sem indicação de lugar para colocar no álbum, até porque não faria sentido por um cromo comum no lugar de uma figurinha brilhante, apesar de que esta era uma das mais difíceis de serem achadas pelos colecionadores, mas, enfim... Na verdade, nosso álbum precisou de atualização antes do lançamento do kit, pois três jogadores não estavam no local correspondente e tivemos que fazer a troca, Jefferson Lerma, da Colômbia, COL 10, que conseguimos na troca pelo distintivo da Suíça com um excelente colecionador que atua diariamente no Shopping Boulevard Tatuapé, Evan Guessand, da Costa do Marfim, CIV 19, que obtivemos no ponto de trocas do Shopping Metrô Tatuapé, e o colecionador ficou com o distintivo do Panamá, que é bem difícil de saír, e Pedri, da Espanha, ESP 11, essa nós tínhamos em nosso estoque de cromos repetidos, devidamente catalogada no app que instalamos no celular... Por tudo que se viu nos campos de Canadá, Estados Unidos e México, a atualização mais importante do kit é a figurinha do zagueiro espanhol Cubarsi, titular absoluto da equipe finalista do Mundial, que compareceu do começo ao fim de todos os jogos da seleção, com acréscimos e tudo, entretanto, a maioria dos cromos retrata jogadores que eram opções para o segundo tempo das partidas para seus treinadores, com pouquíssimos casos de atletas sem nenhum minuto em campo, um deles o reserva imediato de Cubarsi na zaga da Espanha, Alejandro Grimaldo, no final das contas, atualização é algo necessário logo no primeiro dia, no primeiro jogo e no primeiro gol da Copa do Mundo, e isso não é apenas retórica, pois quando Julián Quiñones abriu o placar para o México contra a África do Sul na partida inaugural realizada no Estádio dos Aztecas, aos 8 minutos do primeiro tempo, logo constatamos que o atacante nascido na Colômbia e naturalizado mexicano, artilheiro do último campeonato da Arábia Saudita pelo Al Qadsiah, não constava do livro ilustrado da Panini, e o camisa 16 faria mais três gols no Mundial, em cima de República Tcheca, Equador e Inglaterra, mas como o fechamento da atualização foi em 3 de junho, os jogadores do México presentes no kit são Iran Guiterrez (Erick Sanchez), o experiente goleiro Guillhermo Ochoa (Luis Malagón), que entrou aos 32 minutos do segundo tempo na vitória por 3 a 0 sobre a República Tcheca, comparecendo assim ao seu sexto Mundial, Erik Lira (Manuel Ruiz), Alvaro Fidalgo (Carlos Rodriguez), que marcou o terceiro gol dos mexicanos em cima da República Tcheca, aos 48 minutos do segundo tempo, já com Ochoa em campo, a jovem promessa Gilberto Mora (Diego Lainez) 1.7, o atleta mais jovem de todo o Mundial, que atuou em 4 partidas, sem marcar gols, e Armando Gonzalez (Hirving Lozano), 6 jogadores de 120, um número considerável, o que faz todo o sentido, o primeiro álbum de Copa do Mundo foi o do primeiro Mundial do México, em 1970, e o anfitrião é um gos grandes mercados da Panini, que montou até uma exposição em praça pública na capital mexicana com reproduções em tamanho gigante de cromos de jogadores de destaques nos livros ilustrados dos Mundiais publicados pela editora, maaaas, faltou o artilheiro de “La Tri” no torneio... Ainda no Grupo A, compareceram pela África do Sul, Ime Okon (Sivabonga Moezana), Jaden Adams (Sipho Mbule), Temba Zwame (Bathusi Aubaas) e Relebohle Mofokeng (Mohali Nicota), Okon jogou 4 partidas, Adams Mofokeng 3 e Zwane 1, e pensar que o goleiro Rowen Williams, RSA 2, saída tanto, ah, sim, o meia Jayden Adams saiu de cena no último dia 11 de julho, encontrado sem vida na região da Cidade do Cabo; a Coreia do Sul foi representada por 2 jogadoes, Taehyeon Kim (Muyngjae Lee) e Moonhwan Kim (Yumin Cho), este atuou em 1 jogo, e a República Tcheca por Vladimir Darida (Vasil Kusej), David Doudera (Matej Vyora) e Mojimir Chvtil (Vaclav Cerny), os três com 1 jogo e nenhum gol, dos dois que a equipe marcou na Copa, feitos por Krejci, CZE 4, e Sadilek, CZE 9, o que não fez tanta diferença assim, pois nenhum jogo dos tchecos, e também dos coreanos, passou na tela do SBT, que no Grupo A só passou mesmo o jogo de abertura entre África do Sul e México... No Grupo B, o Canadá está no kit com Joel Waterman (Samuel Adekugbe) e Alfe Jones (Kamal Miller), que não entraram em campo nenhuma vez, pior, o goleiro que está no álbum, Dayne St. Clair, CAN 2, ficou no banco em todos os 5 jogos da equipe canadense, e o titular foi Maxime Crepeau, que não compareceu nem no livro ilustrado e tampouco no kit de atualização; o qual não conta com nenhum atleta da Bósnia; do Qatar, estão Ayoub Aloui (Tarek Salman), 2 jogos, Jassem Gaber (Mohamed Waad), 3 jogos, e Mohamed Muntari (Ahmed Al Ganehi), nenhum jogo; e a Suíça também não foi contemplada pela atualização, de sorte que o SBT mostrou apenas um jogo de todo o grupo, a goleada da Suíça em cima da Bósnia, 4 a 1, a Globo passou também a vitória nos pênaltis por 4 a 3 em cima da Colômbia nas oitavas de final, depois do 0 a 0 no tempo normal, com narração de Renata Silveira, porém o jogo das quartas, em que os suíços perderam para a Argentina por 3 a 1, foi só Cazé, que coisa, não... No Grupo C, o Brasil encabeça a primeira folha do kit com o goleiro Weverton, do Grêmio (Bento), o lateral esquerdo Alex Sandro, do Menguinho (Eder Militão), o meia atacante Neymar (OG), do Peixinho (Rodrygo) (OG), a figurinha mais esperada da atualização do álbum, pois de certa forma não havia certeza de sua convocação pelo técnico Carlo Ancelotti, o centroavante Igor Thiago (Estevão), do Brentford, e no alto da segunda folha, o atacante Endrick, o próprio, do Real Madrid (João Pedro), dos 5, Weverton foi reserva de Alisson em todas as 5 partidas da Seleção Brasileira, Alex Sandro substituiu Douglas Santos aos 37 minutos do segundo tempo do jogo com a Escócia, Neymar (OG) também compareceu contra a Escócia, substituindo Matheus Cunha aos 35 da segunda etapa, e contra a Noruega, no lugar de Martinelli, aos 22 da etapa final, e fez um gol de pênalti, mas isso todo mundo já sabe, Igor Thiago começou como titular no jogo com o Marrocos, mas foi substituído por Luis Henrique aos 17 minutos do segundo tempo, depois não jogou mais na Copa, e Endrick fez 4 jogos, entrando sempre na última etapa, contra o Haiti no lugar de Cunha aos 19, diante da Escócia substituindo Rayan aos 37, no confronto com o Japão no lugar do lesionado Paquetá logo no início do segundo tempo, e na derrota para a Noruega substituindo novamente Matheus Cunha aos 13, sinal de que Carletto não conseguiu ir mais longe na Copa, porém aproveitou muito bem o álbum de sua conterrânea Panini... Ops!!!; o Haiti tem dois jogadores no kit, Wilgens Paugain (Garven Metusala) e Wilson Isidor (Christopher Attvs), o lateral direito Paugain não atuou em nenhuma partida, assim como Metusala, que substituiu no livro ilustrado e compareceu ao Mundial, mas Isidor esteve nas 3 partidas da equipe no Mundial, foi titular em 2 e marcou o segundo gol haitiano no jogo com o Marrocos, desempatando o jogo e fazendo 2 a 1 aos 43 minutos da primeira etapa (no final, o Haiti perdeu por 4 a 2...), com aquele que pode ser considerado o primeiro gol de sua seleção no Mundial, porque a finalização de Lenny Joseph, que não está no álbum, foi creditada ao goleiro Bounou, que coisa, não; a Escócia tem um solitário representante, o lateral direito Nathan Patterson (Billy Gilmour), titular nas três partidas da equipe no Mundial, substituído aos 37 minutos do segundo tempo do jogo com o Brasil por Antony Ralston, SCO 9, era ele que subiu com Vini Junior quando o camisa 7 marcou de cabeça o segundo gol da vitória brasileira por 2 a 0, o terceiro contando o que foi anulado, o centésimo do Galvão, que coisa, não... No Grupo D, os Estados Unidos, um dos países sedes da Copa, e o que recebeu mais jogos, inclusive todas as partidas a partir das quartas de final, têm dois atletas na atualização, nem distantes um do outro, Gio Reyna (Tanner Tessmann) e Sebastian Berhalter (Diego Luna), o meia-atacante Reyna entrou no lugar de Malik Tilmann, USA 15, aos 37 minutos do segundo tempo da estreia estaduinidense contra o Paraguai e marcou o quarto gol da vitória por 4 a 1, aos 53 minutos do segundo tempo, no último lance antes do apito final, contra a Austrália, vitória por 1 a 0, substituiu Weston Mc Kennie, USA 10, aos 51 minutos da segunda etapa, o jogo terminou aos 54, o camisa 7 foi titular contra a Turquia, derrota por 3 a 2, pois o treinador, com a equipe já classificada, optou por jogar com o time reserva, o jogador do Borussia Mönchengladbach foi substituído por Sergiño Dest, que não está no livro ilustrado, aos 31 minutos da segunda etapa, na vitória por 2 a 0 sobre a Bósnia, na segunda fase, o meia entrou no lugar de Mc Kennie aos 50 minutos do último tempo, encerrado aos 56 minutos, e na derrota para a Bélgica nas oitavas, substituiu Dest no intervalo, sem evitar a eliminação de sua equipe, já o meia Berhalter, do Vancouver Whitecaps, filho do ex-treinador Gregg Berhalter, entrou no lugar de Christian Pulisic contra o Paraguai no intervalo, substituiu Ricardo Pepi, USA 18, aos 29 do segundo tempo no jogo com a Austrália, foi titular e jogou os 90 minutos contra a Turquia, tomando um cartão amarelo por razões de pisão em Salih Oscan aos 19 minutos da primeira etapa, mas participando dos dois gols estadunidenses, dando assistência cobrando o escanteio para a finalização de Auston Trusty, que não está no álbum, e marcando o gol na sobra da bola afastada pela defesa adversária, diante da Bósnia, substituiu Dest aos 42 minutos do segundo tempo e na eliminação para a Bélgica substitiu Pulisic aos 14 minutos da etapa final; o Paraguai também comparece com uma dupla, Braian Ojeda (Mathias Villasanti) e Alex Arce (Angel Romero), o meia Ojeda, do Orlando City, substituiu o lateral direito Juan José Cáceres, PAR 6, aos 9 minutos do primeiro tempo da prorrogação contra a Alemanha, na segunda fase, jogo que os paraguaios venceram nos pênaltis , já Arce, atacante do Independiente Rivadávia, que no kit veio para ocupar o espaço do cromo do ex-corinthiano Romero, entrou no lugar de Antonio Sanabria, PAR 20, aos 17 minutos da etapa final da estreia com os Estados Unidos, recebendo cartão amarelo aos 43, por entrar duro em Gio Reyna, o próprio, um autêntico duelo da atualização, digo, voltando a comparecer no empate sem gols com a Austrália no último jogo da primeira fase, entrando no lugar de Gabriel Avalos, que não figura no álbum, aos 22 minutos da etapa final; não há nenhum jogador da Turquia na atualização, em compensação, são 5 australianos, Paul Izzo (Joe Cauci), Jason Geria (Lewis Miller), Paul Okon Englster (Patrick Yazbek), Adjin Hrustic (Riley Mc Gree) e Nishan Vellupilay (Craig Goodwin), de cara chama a atenção a ausência do goleiro Patrick Beach, que começou como titular em todos os 4 jogos dos australianos e só foi substituído por Mathew Ryan, AUS2, na prorrogação da partida com o Egito, Mo Salah, corre aqui, apesar do kit trazer o cromo do goleiro Paul Izzo, do Randers da Dinamarca, para substituir seu colega de posição Joe Cauci, AUS3, que não compareceu ao Mundial, Jason Geria, zagueiro do time do Doutor Kenji, o Albirex Niigata, na vitória sobre a Turquia por 2 a 0, substituiu Jacob Italiano, que não está no álbum, aos 29 minutos do segundo tempo, e na derrota para os Estados Unidos por 2 a 0, substituindo no intervalo Cameron Burgess, AUS 8, o meia Paul Okon Englster, que nasceu na Bélgica e pertence ao Sydney FC, jogou as quatro partidas dos australianos no Mundial, contra a Turquia, entrou no lugar de Jackson Irvine, AUS 11, aos 39 minutos da etapa final, voltou a substituir Irvine no confronto com os Estados Unidos, desta vez aos 33 minutos do segundo tempo, novamente ocupou a posição no camisa 22 no empate sem gols contra o Paraguai, outra vez pisando em campo aos 39 da última etapa, e por fim, entrou no início da prorrogação do jogo com o Egito, depois do empate em 1 a 1 no tempo normal, no lugar de Aiden O’Neill, AUS 14, em partida que a Austália perdeu nos pênaltis por 4 a 2, o meia Adjin Hrustic, do Heracles Almelo da Holanda, de família bósnia e romena, contra o Paraguai entrou no lugar de Cristian Volpato, aos 13 minutos do segundo tempo, e no jogo com o Egito, voltou a substituir Volpato, aos 29 minutos da etapa final, e Nishan Vellupilay, atacante do Melbourne Victory, compareceu na estreia contra a Turquia aos 16 minutos do segundo tempo, no lugar de Nestory Irankunda, AUS 19, que fez o primeiro gol da vitória por 2 a 0, e começou como titular na derrota para os Estados Unidos, cedendo a posição a Connor Metcalfe, AUS 15, no intervalo, e o que seria de nós sem a internet, porque o SBT não passou nenhum jogo dos australianos, pois é, não é...
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| Com informações atualizadas até 3 de junho, claro que Quiñones, autor do primeiro gol da Copa, ficou de fora... |
No Grupo E, a Alemanha está muito bem servida no kit com Alexandar Pavlovic (Serge Gnabry), o experiente goleiro Manoel Neuer (Marc André Ter Stegen), Malick Thiaw (Riole Baku), Angelo Stiller (Maximilian Mittelstadt) e Deniz Undav (Karim Adeyemi), o volante Pavlovic, do Bayern de Munique, foi titular nas quatro partidas disputadas pelos alemães no Mundial, sendo peça importante na articulação da equipe no meio de campo, o mesmo aconteceu com o goleiro Neuer, também do Bayern, campeão mundial em 2014, convencido pelo técnico Julien Nagelsmann a voltar atrás em sua aposentadoria da seleção, compareceu em todos os jogos, sofreu 5 gols, 1 de Curaçao, 1 da Costa do Marfim, 2 do Equador e 1 do Paraguai, onde defendeu a cobrança de Balbuena na decisão por pênaltis, sem impedir a derrota por 4 a 3, Thiaw, zagueiro do Newcastle, não atuou nos 7 a 1 sobre Curaçao, e nem na vitória de virada por 2 a 1 contra a Costa do Marfim, substituiu Joshua Kimmich, GER 10, aos 15 minutos do segundo tempo da derrota para o Equador por 2 a 1, e Antonio Rudiger, GER 6, aos 5 minutos do segundo tempo da prorrogação contra o Paraguai, Stiller, do Stuttgart, com seu nariz característico, substituiu Pavlovic, seu colega de kit de atualiazação, no intervalo do jogo com o Equador e, por fim, Undav, também do Stuttgart, nascido em uma família de origem curda, foi o artilheiro da equipe alemã com 3 gols, empatado com Kai Havertz, porém leva vantagem por ter conseguido 2 assistências, na estreia contra Curaçao, substituiu Musiala, GER 15, aos 19 minutos do segundo tempo, fez a assistência do quinto gol, de Nathaniel Brown, que não está no alvo nem na atualização, aos 23, marcou o sexto gol, aos 33, em jogada de Kimmich, e deu mais uma assistência aos 43, no sétimo gol, marcado por Havertz, GER 17, na partida com a Costa do Marfim, entrou novamente em substituição a Musiala, aos 15 do segundo tempo e marcou os dois gols da virada alemã aos 23 e aos 49, substituiu Havertz, GER 17, aos 15 minutos da segunda etapa contra o Equador, e entrando como titular frente ao Paraguai, deu lugar a Musiala aos 18 do segundo tempo, em resumo, apesar da eliminação precoce dos alemães, uma performance que o fez merecedor de uma figurinha de atualização, mesmo com a Cazé TV sentando em cima da estreia; o kit, no entanto, não tem nenhum futebolista com a inconfundível camisa azul da cor do mar da Adidas © de Curaçao, mas o uniforme laranja da Puma © da Costa do Marfim, está representada por três jogadores, Guela Doué (Willy Boly), Elye Wahi (Sebastien Haller) e Nicolas Pepe (Jean Philippe Gbamin), já tirei a vela, digo, Doué, que joga no Strasbourg e é irmão de Desiré Doué, do PSG e da seleção da França, que segundo Mauro Beting, é o jogador preferido de Galvão Bueno (!!!), o lateral direito, atuou nas quatro partidas da seleção marfinesa, sendo substituído por Koussonou, CIV 5 aos 44 minutos do segundo tempo da vitória por 1 a 0 sobre o Equador, e entrando no lugar de Wilfried Singo, CIV 4, aos 37 da segunda etapa no confronto com a Alemanha, de resto foi titular absoluto da posição, o atacante Wahi, nascido na França e jogador do Eintracht Frankfurt, substituiu Bonny, que não está no álbum, na estreia contra os equatorianos, aos 11 minutos da segunda etapa, entrou no lugar de seu colega de kit atualização Pepe, aos 22 minutos do segundo tempo da vitória sobre Curaçao por 2 a 0 e voltou a substituir Bonny aos 15 minutos da etapa final da derrota por 2 a 1 para a Noruega, que eliminou a equipe do Mundial, o atacante Pepe, também francês de nascimento e atleta do Villareal, também fez toda a campanha de sua seleção, substituído por Inao Oulai, que não consta do livro ilustrado, aos 32 minutos do segundo tempo contra o Equador, por Yan Diomandé, CIV 18, aos 40 da segunda etapa, autor do dois 2 da vitória sobre Curaçao, aos 7 minutos do primeiro tempo e aos 19 do segundo, 3 minutos antes de ser substituído por Wahi, e ainda por Oumar Diakité, CIV20, aos 42 da etapa final do jogo com a Noruega; e o Equador tem um único jogador, Anthony Valencia (Leonardo Campana), atacante que joga no Royal Antwerp da Bélgica e não atuou em nenhum dos 4 jogos de sua seleção na Copa, consequentemente, não fazendo gols, mesmo situação de outro atacante equatoriano de mesmo sobrenome, Enner Valencia, figurinha 8 da Coca-Cola, só que o ex-jogador do Chapolin Colorado entrou em campo em todos os jogos da equipe de Sebastian Becacece, que coisa, não...Chegando ao Grupo F, atualizam a seleção da Holanda Quinten Timber (Jeremie Frimpong) e Noa Lang (Xavi Simons), Timber, meia do Olympique de Marselha, que tem um irmão gêmeo, Jurrien Timber, zagueiro do Arsenal, que a propósito é retratado no cromo NED 5, atuou na primeira e na última partida da equipe na Copa, na estreia contra o Japão, empate em 2 a 2, entrou no lugar de Tijjani Reijnders, NED 10, aos 25 minutos da etapa final e substituiu Ryan Gravenberch, NED 11, aos 41 minutos do segundo tempo do jogo com o Marrocos, que terminou empatado em 1 a 1 no tempo normal e os marroquinos venceram nos pênaltis por 3 a 2, o próprio Timber perdeu o penúltimo pênalti dos holandeses, o atacante Noa Lang, emprestado ao Napoli pelo Galatasaray, substituiu Cod Gakpo, NED 20, aos 45 minutos do segundo tempo da goleada de 5 a 1 em cima da Suécia, a partida acabou aos 51, nos 3 a 1 sobre a Tunícia, também entreou no lugar de Gakpo, só que aos 39 da segunda etapa, o jogo terminou aos 50, apenas como comparação, o corinthiano Memphis Depay, NED 17, jogou toda a primeira fase, mas nunca saiu jogando, contra o Japão substituiu Donyell Malen, NED 18, aos 25 minutos da etapa final, e tomou cartão amarelo após cometer falta em Shogo Taniguchi aos 33 minutos, no confronto com a Suécia, entrou na vaga de Brian Brobbey, que não está no álbum, aos 27 da última etapa, e deu assistência para o gol de Crysencio Summerville, outro que não consta do livro ilustrado, aos 44 e no duelo com a Tunísia, entrou novamente no lugar de Brian Brobbey, aos 32 minutos do segundo tempo, a propósito, Brobbey fez 3 gols, Summerville 2, e nenhum consta do álbum, que coisa, não; o Japão comparece com Yuito Suzuki (Shuto Machino), Hiroki Ito (Henri Heron Mochizuki), Wataru Endo (Yuki Soma) e Daizen Maeda (Takumi Minamino), Suzuki, meia do Freiburg, atuou apenas na goleada de 4 a 0 em cima da Tunísia, na segunda rodada da primeira fase, substituindo Nakamura aos 34 minutos do segundo tempo, quem atuou contra o Brasil foi Junnosuke Suzuki, JPN 5, afora o goleiro Zion Suzuki, JPN 2, Hiroki Ito, zagueiro do Bayern de Munique, atuou nos quatro jogos do Japão no Mundial, do começo ao fim, um dos pilares de seu trabalho forte no sistema defensivo, quem fez gol foi Junya Ito, JPN 18, aos 24 minutos do segundo tempo do jogo com a Tunísia, já o volante Endo, do Liverpool, foi cortado em 11 de junho (a atualização do álbum foi concluída em 3 de junho...), por razões de lesão, inclusive até anunciou sua aposentadoria, em seu lugar foi convocado Shuto Machino, que já constava do álbum, JPN 17, e Maeda, atacante do Celtic, fez o gol japonês no empate em 1 a 1 com a Suécia, na última rodada da primeira fase, e só não atuou contra os tunisianos, ah sim, o gol que o Brasil levou dos japoneses foi feito por Kaishu Sano, JPN 8; a Suécia está no kit com Besfort Zeneli (Hugo Larsson), Carl Starfelt (Emil Holm), Alexander Berhardsson (Dejan Kuluzevkski) e Benjamin Nygren (Roony Bardghji)... Zeneli, meia do Royal Union Saint Giloise, entrou no lugar de Jesper Karlstrom, SWE 10, na derrota para a Holanda, aos 11 minutos do segundo tempo, e também compareceu em outra derrota, a eliminação para a França, substituindo Lucas Bergvall, o próprio, SWE 8, aos 21 minutos da etapa final, Starfelt, zagueiro do Celta de Vigo, atuou apenas no empate frente ao Japão, na terceira rodada da primeira fase, no lugar de Victor Nilsson Lindelof, SWE 6, entrando aos 43 minutos da etapa final, o jogo terminou aos 53, Berhardsson, atacante do Holstein Kiel, foi titular em três jogos, na vitória em cima da Tunísia, onde cedeu a posição a Daniel Svensson, SWE 14, aos 46 do segundo tempo, na derrota para a Holanda, substituído aos 10 da segunda etapa por Anthony Elanga, SWE 18, que marcou o gol de honra da goleada de 5 a 1 imposta pelos holandeses aos 14 minutos, no empate com o Japão em 1 a 1, novamente foi trocado por Daniel Svensson, e ficou de fora da derrota para a França na segunda fase, Nygren, atacante do Celtic, foi substituído por Bergvall aos 20 minutos do segundo tempo da goleada de 5 a 1 em cima da Tunísia, os papeis se inverteram na goleada da Holanda, Bergwall compareceu em campo aos 11 minutos da última etapa, na partida com o Japão, entrou no lugar de Gabriel Gudmundsson, zagueiro, SWE 4, aos 43 minutos da etapa final, e na derrota para a França por 3 a 0, que eliminou os suecos do Mundial, jogou a partir dos 37 minutos do segundo tempo, no lugar de Yasin Ayari, autor de dois gols na Copa e que não consta do livro ilustrado, e a Tunísia está no kit com nada menos que 7 jogadores, Abdelmouhib Chamakh (Bechir Ben Said), Sebastian Tounekti (Savfallah Ltaef), Anis Ben Slimane (Ferjani Sassi), Rani Khedira (Aissa Laidouni), Mohamed Belhadj Mahmoud (Mohamed Ali Ben Romohaine), Mortadha Ben Ouanes (Naim Sliti) e Omar Rekik (Yassine Meriah), Chamakh, goleiro do Club African, foi o titular na estreia contra a Suécia, onde tomou 5 gols, com a mudança de técnico, Aymen Dahmen assumiu o posto nos confrontos com Japão e Holanda, alcançando a marca de 7 gols sofridos, 4 dos japoneses e 3 dos holandeses, Tounekti, meia do Celtic, entrou no lugar de Elias Saad, TUN 16, aos 27 minutos do segundo tempo da estreia contra a Suécia, que venceu por 5 a 1, o que determinou a mudança no técnico da equipe, que colocou o camisa 26 isolado no ataque, no esquema 3421, e o trocou por Firas Chaouat, que não está no álbum, aos 19 minutos da última etapa, e por fim entrou aos 45 do segundo tempo da partida com a Holanda, substituindo Hazen Mastouri, TUN 17, autor do gol de honra na derrota por 3 a 1, aos 9 da etapa final, e claro que a mudança não reverteu o resultado, Slimane, nascido na Dinamarca, meia do Norwich City, fez toda a campanha da Tunísia no torneio, jogou no ataque até os 39 minutos do segundo tempo da goleada de 5 a 1 imposta pela Suécia,quando entrou Firas Chaouat,, atuou os 90 minutos mais acréscimos na derrota por 4 a 0 para o Japão, recuado para o meio campo pelo novo técnico da equipe, Herve Renard, colocado no lugar de Sabri Lamouchi, e foi deslocado para a lateral direita no 3 a 1 da Holanda, dando lugar a Elias Achour, TUN 15, aos 23 minutos da etapa final, Khedira, que vem a ser o irmão de Sami Khedira, o próprio, que jogou na seleção da Alemanha, ele próprio é volante do Union Berlin, atuou nas três partidas perdidas pela seleção, foi substituído por Ismael Gharbi, TUN 18, aos 38 minutos do segundo tempo contra a Suécia, quando o técnico era Sabri Lamouchi, entrou no lugar de Ellyes Skhiri, que não consta do livro ilustrado, colocado por Herve Renard, o novo treinador, aos 46 minutos da etapa final que foi até os 51, voltando a ser titular no confronto com a Holanda, substituído aos 22 minutos da etapa final por um companheiro de kit, Mohamed Belhadj Mahmoud, por falar no camisa 15, Mahmoud, meia do Lugano, entrou no segundo tempo com os dois técnicos que dirigiram o time tunisiano no Mundial, na gestão de Sabri Lamouchi, ocupou a posição de Yan Valery, TUN 4, aos 27 minutos do segundo tempo na estreia com a Suécia, e na administração Herve Renard, entrou lugar do colega de atualização Rani Khedira na derrota por 3 a 1 para a Holanda, aos 22 minutos da etapa final, quando a equipe já não almejava mais nada no torneio, Ben Ouanes, lateral esquerdo do Kasimpasa, só compareceu no último jogo, perdido para a Holanda, entrando no lugar de Mohamed Amine Ben Hamida, que não está no álbum, aos 23 minutos do segundo tempo, e Reikik, zagueiro do Maribor (da Eslô...), atuou nas derrotas para Suécia e Japão, e marcou o gol de honra contra os suecos, aos 43 da etapa inicial o primeiro e o penúltimo da equipe tunisiana na Copa, notem que a atualização praticamente abrange a base da equipe, e pensar que a Tunísia foi uma das últimas equipes que completamos no álbum e não teve nenhum jogo transmitido pelo SBT, ah, Cazé, não que isso tenha feito alguma diferença, 3 derrotas, 12 gols sofridos e só 2 marcados, mas, enfim... Pelo Grupo G, a Bélgica tem apenas Dodi Lukebakio (Lois Openda), atacante do Benfica, que estreou no empate em 0 a 0 com Irã, na segunda rodada da primeira fase, substituindo Saelemaekers, BEL 12, aos 13 minutos do segundo tempo, voltou a atuar, na dramática vitória sobre o Senegal por 3 a 2 na segunda fase, substituindo Jeromy Doku, o próprio, aos 13 minutos da segunda etapa, e na vitória em cima dos Estados Unidos, a situação se inverteu, o camisa 14 foi titular e Doku entrou aos 22 da última etapa, encerrando assim sua participação no Mundial sem comparecer na derrota por 2 a 1 para a Espanha, quando ninguém poderia imaginar que o experiente goleiro Thibault Courtois, BEL 2, seria substituído por Senne Lammens, e olhe que o técnico Rudi Garcia só não usou 2 de seus convocados, imagina quando a Panini fez o kit de atualização; do Egito, temos Mohamed Abdelmonem (Mohamed Hamdy), Mahmoud Saber (Khaled Sobhi), Haissem Hassan (Mostafa Mohamed) e Ibrahim Adel (Osama Faisal), Abdelmomen, zagueiro do Nice, começou como titular no empate em 1 a 1 com o Irã, na segunda rodada da fase inicial, porém atuou somente 14 minutos, sendo substituído depois do pênalti que cometeu ao dar um chutão que pegou no pé de Taremi, e o goleiro Shobeir, que nem aparece no álbum, grande ausência, fez a defesa, o camisa 11 sentiu e saiu, voltando a comparecer em campo apenas na vitória por 3 a 1 sobre a Nova Zelândia, substituindo Hossan Abdelmaguid, EGY 8, aos 54 minutos da etapa final, encerrada aos 56, Saber, meia do Pyramids, seria parente de nosso grande geógrafo, Aziz Ab Saber, marcou o gol egípicio em cima dos iranianos, com 5 minutos de partida, com assistência de Mo Salah, e deu lugar a Marwan Attia, EGY, no intervalo, comparecendo novamente no jogo com a Austrália, substituindo o próprio Attia aos 16 minutos do segundo tempo da prorrogação, pois coube ao camisa 19 bater o primeiro pênalti, devidamente convertido, da série vencida pelos egípcios por 4 a 2, o caso de Hassan chama a atenção porque a proposta da Panini é que a figurinha dele substitua a de Mostafa Mohamed, mais conhecido como Zico, EGY 18, um dos principais nomes da seleção do Egito na Copa, que fez 2 gols na Argentina para validarem um, claro que o atacante do Oviedo deu sua contribuição, mais especificamente nos mata-matas, contra a Austrália entrou no lugar do próprio Zico aos 22 minutos do segundo tempo, tomando cartão amarelo na prorrogação por razões de puxar a camisa de Behich, e esteve na ponta direita até os 28 minutos da etapa final em campo no confronto com a Argentina, quando foi substituído por Trezeguet, o próprio, EGY 19, e Adel, atacante do Nordsjælland, da Dinamarca, atuou apenas na estreia egípcia contra a Bélgica, empate em 1 a 1, entrando no lugar de Hamdy Fahty, EGY 12, aos 43 minutos do segundo tempo, na partida que terminou aos 51, que falta faz a figurinha do Shobeir, digo, o Irã tem 5 atletas no kit, Amirmohammad Razzaghinia (Omid Noorafkan), Arya Yousef (Morteza Pouraliganji), Ali Nemati (Sadegh Moharrami), Ali Alipour (Sardar Azmoun) e Amirhossein Hosseinzadeh (Ali Gholizadeh), Razzaghinia, meia do Esteghlal, não atuou em nenhuma partida das três disputadas pela seleção no Mundial, Yousefi, zagueiro do Sepahan, jogou na estreia da primeira fase, contra a Nova Zelândia, substituindo Mehdi Gayedi no intervalo, alis, o camisa 10, que atua no Al Nasr dos Emirados Árabes, também compareceu apenas nesse jogo, e não está no álbum, Ali Nemati, zagueiro do Foolad, foi titular em todos os jogos da equipe iraniana, que manteve durante toda sua participação no Mundial uma linha de 5 na defesa, e contra o Egito, tomou cartão amarelo com 43 minutos, por razões de entrada por trás em Salah (!!!), Alipour, atacante do Persepolis, compareceu apenas e tão somente no primeiro jogo, com a Nova Zelândia, substituindo Shahriyar Moghanloo, que não está no álbum, aos 8 minutos do segundo tempo, nesse mesmo jogo, Hosseinzadeh, atacante do Tractor, substituiu Mehdi Taremi, IRN 18, aos 35 minutos da etapa final, assim como no 0 a 0 diante da Bélgica, entrou no lugar de Saeed Ezatolhahi aos 40 minutos do segundo tempo, partida encerrada aos 52, e não tem ninguém da Nova Zelândia, que coisa, não... A finalista Espanha, cabeça de chave do Grupo H figura na atualização com Alejandro Grimaldo (Dean Huijsen), Pau Cubarsi (Robin Le Normand), Marcos Llorente (Dani Carvajal) e Yeremi Pino (Alvaro Morata), Cubarsi, zagueiro do Barcelona, 1.9, dispensa maiores apresentações, atuou nas 7 partidas da equipe de Luis de La Fuente até aqui, sem ser substituído, não só apenas trabalhando forte na defesa como dando início as descidas ao ataque tocando a bola para seus companheiros de frente, já Alejandro Grimaldo, zagueiro do Bayer Leverkusen, que vai se transferir para o Atlético de Madri, ficou na reserva a Copa inteirinha, quem sabe entra na final, digo, é o único jogador do setor, além dos goleiros David Raya e Joan Garcia, que não compareceu em campo, já Llorente, lateral direito do Atlético de Madri, jogou em três partidas, titular no 0 a 0 com Cabo Verde, foi substituído por Pedro Porro, ESP 6, na goleada de 4 a 0 sobre a Arábia Saudita, retomando a titularidade na vitória por 1 a 0 sobre o Uruguai, voltando ao banco nos 3 a 0 sobre a Áustria, quando Porro marcou o segundo gol dos espanhóis, comparecendo em campo novamente na semifinal com a França, entrando no lugar do camisa 12 aos 39 minutos da etapa final, depois de Porro fazer o segundo gol da vitória da Espanha aos 13, e Pino, ponta direita do Cristal Palace, atuou em dois jogos, diante da Arábia Saudita, substituiu Lamine Yamal, o próprio, ESP 15, no intervalo, depois de marcar o primeiro gol da partida com 10 minutos de jogo, e contra o Uruguai, substituindo Alex Baena, que não está no álbum, aos 21 do segundo tempo, após o camisa 15 marcar o gol numa falha clamorosa do goleiro uruguaio Muslera, e devemos dizer que o cromo do Cubarsi literalmente matou a pau (!!!), e fez valer o preço pago pela atualização... A finalista Espanha, cabeça de chave do Grupo H figura na atualização com Alejandro Grimaldo (Dean Huijsen), Pau Cubarsi (Robin Le Normand), Marcos Llorente (Dani Carvajal) e Yeremi Pino (Alvaro Morata), Cubarsi, zagueiro do Barcelona, 1.9, dispensa maiores apresentações, atuou nas 7 partidas da equipe de Luis de La Fuente até aqui, sem ser substituído, não só apenas trabalhando forte na defesa como dando início as descidas ao ataque tocando a bola para seus companheiros de frente, já Alejandro Grimaldo, zagueiro do Bayer Leverkusen, que vai se transferir para o Atlético de Madri, ficou na reserva a Copa inteirinha, quem sabe entra na final, digo, é o único jogador do setor, além dos goleiros David Raya e Joan Garcia, que não compareceu em campo, já Llorente, lateral direito do Atlético de Madri, jogou em três partidas, titular no 0 a 0 com Cabo Verde, foi substituído por Pedro Porro, ESP 6, na goleada de 4 a 0 sobre a Arábia Saudita, retomando a titularidade na vitória por 1 a 0 sobre o Uruguai, voltando ao banco nos 3 a 0 sobre a Áustria, quando Porro marcou o segundo gol dos espanhóis, comparecendo em campo novamente na semifinal com a França, entrando no lugar do camisa 12 aos 39 minutos da etapa final, depois de Porro fazer o segundo gol da vitória da Espanha aos 13, e Pino, ponta direita do Cristal Palace, atuou em dois jogos, diante da Arábia Saudita, substituiu Lamine Yamal, o próprio, ESP 15, no intervalo, depois de marcar o primeiro gol da partida com 10 minutos de jogo, e contra o Uruguai, substituindo Alex Baena, que não está no álbum, aos 21 do segundo tempo, após o camisa 15 marcar o gol numa falha clamorosa do goleiro uruguaio Muslera, e devemos dizer que o cromo do Cubarsi literalmente matou a pau (!!!), e fez valer o preço pago pela atualização... ...falando nisso, a surpreendente seleção de Cabo Verde tem dois atletas de sua equipe na atualização, Laros Duarte (Patrick Andrade) e Nuno da Costa (Bebé), Duarte, meia do Puskas Academia, nascido na Holanda, que vem a ser irmão de Deroy Duarte, CPV 14, esteve nos quatro jogos da seleção no Mundial, foi substituído pelo maninho na estreia contra a Espanha, 0 a 0, aos 16 minutos do segundo tempo, entrou no lugar de Kevin Pina, CPV 10, aos 26 da segunda etapa do jogo com o Uruguai, 2 a 2, substituiu Jamiro Monteiro, CPV 12, também aos 26 do segundo tempo na partida com a Árabia Saudita, 0 a 0 e voltou a ocupar a vaga de Monteiro aos 22 da etapa final contra Argentina, derrota por 3 a 2, minutos depois do irmão ter empatado o jogo em 1 a 1, Costa, ponta do İstanbul Başakşehir, ocupou a posição de atacante de área de Dailon Livramento, CPV 18, aos 16 minutos do segundo tempo contra a Espanha, substituiu Gilson Benchimol, que não está no álbum, como o atacante da equipe contra o Uruguai, aos 13 minutos do tempo final, entrou aos 16 minutos da última etapa contra a Arábia Saudita, no lugar de Livramento, começou o jogo com a Argentina como o atacante de área do esquema 4141, porém deu lugar a Livramento, aos 22 da última etapa do jogo em que os argentinos venceram na prorrogação, falando nisso, o golaço de Sidny Lopes Cabral no tempo extra justificaria com sobras um cromo para o camisa 13, assim como o de Hélio Varela contra o Uruguai, enfim, a seleção da Arábia Saudita conta com 4 atletas no kit, Sultan Mandash (Abdulrahman Alobud), Abdullah Al Amri (Abdulrahman Al Sambi), Ali Nasjrashi (Marwan Al Sahafi) e Mohamed Kannno (Saleh Abu Shamat), Al Amri, zagueiro do Al Nassr, que marcou o único gol da equipe na Copa, o primeiro do empate em 1 a 1 na estreia contra o Uruguai, aos 41 minutos da primeira etapa, aproveitando a bola rebatida pelo goleiro Muslera após defender o “cabezazo” de Hassan Al Tambakti, KSA 8, 3 minutos depois, o camisa 4 tomou cartão amarelo por razões de entrada em Viñas, na confronto com a Espanha, derrota por 4 a 0, foi substituído por Alla Al Hajji, que não está no álbum, no único jogo em que os sauditas compareceram com 5 homensa na defesa, e atuou os 90 minutos mais acréscimos do 0 a 0 com Cabo Verde, o atacante Kanno, do Al Hilal, esteve presente em todos os jogos da equipe, atuando no meio campo contra o Uruguai, entrando no intervalo do jogo com a Espanha, no lugar de Abdullah Al Khaibari, KSA 11, jogando pelo centro do campo no esquema 541, e jogando no ataque ao lado de Feras Albrikan, KSA 18, o próprio, diante de Cabo Verde, Mandash, ponta do Al Hilal, começou como titular pelo lado direito também contra a equipe cabo verdiana, e foi substituído por Abdullah Al Hamdan, KSA 20, aos 21 minutos da etapa final, e o zagueiro Majrashi, do Al Ahli, não atuou em nenhum jogo da seleção saudita, que coisa, não; e o Uruguai comparece com apenas um futebolista, Matias Viña (Nathan Nandez), o lateral-esquerdo do Menguinho, ex-Verdinho, e que está emprestado ao River Plate, atuou apenas na estreia contra a Arábia Saudita, e foi substituído por Juan Manuel Sanabria, do Real Salt Lake, no intervalo, sem contar que nem na atualização colocaram cromo do polêmico atacante do Fluzinho, Agustín Canobbio, que jogou nas três partidas da seleção uruguaia, enquanto Giorgian de Arrascaeta do Menguinho, URU 11, lesionado, ficou apenas no banco, o que segundo o Pancada explica a eliminação da equipe na primeira fase, digo...
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| Massacotes não mudaram, mas têm o seu cromo de atualização, e quem vai colar em cima da figurinha brilhante... |
Na França, que encabeçou o Grupo I, o kit vem com 3 atualizações, Ngolo Kanté (Eduardo Camavinga), Ravan Cherki (Kingsley Coman) e Marus Thuram (Hugo Ekitiké), o experiente Kanté, 3.5, volante do Fenerbahce, não atuou em nenhuma das 7 partidas da equipe francesa até o momento, faltando jogar a decisão do terceiro lugar com a Inglaterra, por sua vez, Cherki, fez 6 dos 7 jogos, em todos eles começando no banco de reservas, contra o Senegal, 3 a 1, substituiu Desiré Doué, FRA 17, aos 42 minutos do segundo tempo, que terminou aos 55, diante do Iraque, 3 a 0, entrou no lugar de Michael Olisé, FRA 14, aos 23 da etapa final, no confronto com a Noruega, 4 a 1, voltou a ocupar a vaga de Olisé, aos 20 da segunda etapa, frente ao Paraguai, 1 a 0, substituiu Ousmane Dembelé, FRA 15, aos 39 da última etapa, na partida com o Marrocos, 2 a 0, não atuou, e na semifinal contra a Espanha, derrota por 2 a 0, voltou a substituir Olisé, aos 27 do segundo tempo, Thuram, filho do outro Thuram, do time campeão da Copa de 1998, centroavante da Internazionale, compareceu em campo apenas contra o Iraque, entrando na posição de Kylian Mbappé, FRA20, o próprio, que marcou dois gols nessa partida, aos 46 minutos do segundo tempo, encerrado aos 48, ou seja, ficou só um par de minutinhos em campo, que coisa, não; o Senegal está presente com apenas 1 jogador, Ibrahim Mbave (Boulave Dia), o atacante do PSG, 1.8, nascido na França, fez o gol do Senegal na derrota por 3 a 1 para a França, aos 50 minutos da etapa final, 20 minutos depois de ter substituído Ismalia Sarr, SEN 16, no jogo com a Noruega, derrota por 3 a 2, substituiu Pape Gueye, SEN 11, aos 9 do segundo tempo, diante do Iraque, 5 a 0, começou como titular e cedeu a posição a Ilman Ndiaye, SEN 18, aos 12 minutos da etapa final, sendo que o camisa 13 marcou o quinto gol da equipe aos 38 , e frente a Bélgica, derrota por 3 a 2, substituiu Ndiaye aos 28 da segunda etapa; o Iraque também possui apenas 1 representante, Kevin Vakob (Osama Rashid), meia nascido na Suécia que joga no AGF da Dinamarca, que compareceu no último jogo da equipe no Mundial, contra o Senegal, entrando no lugar de Zidane Iqbal, IRQ 9, aos 22 minutos da segunda etapa, mudança que muita gente não viu porque o SBT não mostrou nenhum jogo dos iraquianos, digo, e a Noruega também figura no kit com um jogador isolado, Jens Peter Hauge (Aron Donnum), ponta do famoso Bodo Glimt, que compareceu na derrota por 4 a 1 para a França, em que o técnico Ståle Solbakken colocou em campo o time reserva e o camisa 23 entrou no lugar de Andreas Schjeldrup, NOR 12, aos 38 minutos do segundo tempo, que terminou aos 51, pois é, não é... A situação se repete com a Argentina, cabeça de chave do Grupo J, o kit vem apenas com o cromo de Giovani Lo Celso (Franco Mastantuono), o meia do Betis atuou apenas no mistão que jogou contra a Jordânia, na terceira rodada da primeira fase, vitória por 3 a 1, marcou o primeiro gol argentino, com 19 minutos de partida e foi substituído por Thiago Almada, que não está no álbum, aos 15 do segundo tempo, e podemos mecionar pelo menos duas ausências de peso no livro ilustrado e na atualização, Lisandro Martinez, zagueiro do Manchester United, titular em 6 dos 7 jogos da equipe, que fez gol na vitória sobre Cabo Verde na prorrogação, e o lateral direito Gonzalo Montiel, que converteu o pênalti decisivo contra a França na final de 2022, e não só apenas isso, compareceu em 5 partidas em 2026, mesmo sendo reserva de Nahuel Molina, ARG 3, o próprio Almada, ex-Foguinho, atualmente no Atlético de Madrid, também atuou 5 vezes, bem como o zagueiro Facundo Medina, do Lens, também escalado em 5 partidas, e assim substantivamente; a Argélia tem 5 representantes, Luca Zidane (Alexis Ghendouz), Rafik Belghali (Youcef Atal), Ibrahim Maza (Ismael Bennacer), Farés Ghedjemis (Bagdad Bounedjah) e Adil Boulbina (Saif Benrahma), o goleiro Zidane, do Granada, filho do outro Zidane, da França que derrotou o Brasil na final de 1998, foi o titular contra Argentina, Jordânia e Suíça, contra a Áustria jogou Oussama Benbot, que não consta do livro ilustrado, e sofreu 7 gols, 3 deles de Messi, na estreia com a Argentina, derrota por 3 a 0, que a Cazé TV transmitiu com exclusividade, o lateral direito Belghali, nascido na Bélgica e jogador do Verona, compareceu nas 4 partidas dos argelinos do Mundial do começo ao fim, sem ser substituído, contra Argentina, Jordânia, vitória por 2 a 1, Áustria, empate em 3 a 3, onde marcou o primeiro gol da equipe, aos 45 minutos da primeira etapa, quando os austríacos venciam por 1 a 0, e Suíça, na segunda fase, derrota por 2 a 0, o meia Ibrahim Maza, do Bayer Leverkusen, nascido na Alemanha, também jogou todos os minutos de todos os jogos da seleção, sem marcar gols, Ghedjemis, atacante do Frosinone, nascido na França, atuou apenas no empate com a Áustria, entrando aos 49 minutos da etapa final, que terminou aos 53, no lugar de Houssem Aouar, ALG 9, e Boulbina, atacante do Al Duhail, esteve na estreia contra a Argentina, substituindo seu colega de kit Maza aos 36 minutos da etapa final, e na eliminação para a Suiça, no lugar de outro companheiro de atualização, Belghali, aos 37 minutos do segundo tempo, e nada disso passou no SBT, digo; por fim, não há nenhum jogador da Áustria e apenas 1 da Jordânia, Odeh Fakhoury (Vazan Al Naimat), atacante do Pyramids, titular na derrota para a Áustria, 3 a 1, substituído por Ali Azaizeh, que não está no álbum, aos 44 minutos da etapa final, que foi até os 57, na derrota para a Argélia, 2 a 1, entrou no lugar de Mahmoud Al Mardi, JOR 17, aos 31 da etapa final, e na derrota para a Argentina, 3 a 1, em que o camisa 11 foi o atacante do 3421 armado pelo técnico marroquino Jamal Sellami, aconteceu o inverso, Al Mardi entrou no intervalo... O resultado está ficando mais difícil no Grupo K, nenhum jogador de Portugal, nenhum do Congo, nenhum da Colômbia, e somente 3 do Uzbequistão, Akmal Mozgovoy (Kojimat Erkonov), Jakhongir Urozov (Husniddin Alioulov) e Azizjon Ganiev (Azizbek Turgunbdev)... Mozgovoy, meia do Pakhtakor, jogou os 90 minutos e acréscimos da estreia contra a Colômbia, derrota por 3 a 1, compondo a linha de 4 (!!!) do 3421 do técnico Fabio Cannavaro, o próprio, entrou intervalo do jogo contra Portugal, derrota por 5 a 0, substituindo Odiljon Xamrobekov, UZB 10, recuperando a titularidade contra a Congo, derrota por 3 a 1, mas sendo substituído por Jamshid Iskanderov, UZB 12, aos 37 minutos do segundo tempo, Urozov, lateral esquerdo do Dínamo Samarcanda, entrou no intervalo do jogo de estreia diante da Colômbia, substituindo Rustam Ashurmatov, UZB 7, não entrou contra Portugal, começou como titular a partida com o Congo, mas deu lugar a Igor Sergeev, UZB 19, aos 37 da etapa final, e Ganiev, que joga no Al Bataeh, dos Emirados Árabes, estreou contra Portugal como homem de ligação entre o meio campo e o ataque, em dupla com Fayzullaev, UZB 20, servindo Shomorodov, UZB 16, no jogo com o Congo, deu lugar a Dostonbek Khamdamov, que não está no álbum, entrrando em campo aos 14 minutos do segundo tempo, quando a equipe ainda vencia por 1 a 0, que coisa, não, afora que o SBT não transmitiu nenhum jogo nem do Uzbequistão, nem da Colômbia, nem do Congo, e apenas o último de Portugal, a eliminação para a Espanha nas oitavas, E finalmente chegamos a Inglaterra, representada por 2 futebolistas no kit, Eberechi Eze (Cole Palmer) e Noni Madueke (Phil Phoden), na atualização mais cirúrgica feita pela Panini, pois o camisa 21, meia do Arsenal, e o camisa 20, atacante, também do Arsenal (para a alegria de Tiago Liefert, esse torcedor fanático dos “Gunners”...), entraram na equipe depois do técnico Thomas Tuchel ter preterido dois nomes altamente relevantes, em especial Palmer, peça fundamental para o Chelsea ganhar o Mundial de Clubes lá mesmo nos Estados Unidos e o Verdinho continuar sem Mundial, Eze compareceu em 4 partidas até a semifnal, sempre entrando no decorrer dos jogos contra Gana, 0 a 0, substituindo Elliot Anderson, que não consta do livro ilustrado, aos 29 minutos da segunda etapa, diante do Panamá, 2 a 0, no lugar de Jude Bellingham, o próprio, ENG 11, aos 26 do segundo tempo, apenas 9 minutos depois de ter aberto o placar, na segunda fase, frente ao Congo, 2 a 1, na vaga de Djed Spence, que também não está no álbum, aos 25 da última etapa, e no confronto com a Noruega nas quartas, 2 a 1 na protrogação, substituindo Declan Rice, ENG 10, no intervalo, quando o jogo estava empatado em 1 a 1, Bellingham só desempatou na prorrogação, Madueke atuou em 5 jogos, foi titular na estreia contra a Croácia, 4 a 2, sendo substituído por Bukayo Saka, ENG 17, aos 27 minutos do segundo tempo, voltou a começar como titular contra Gana, desta vez cedendo lugar no tridente entre o meio-campo e o ataque do 4231, jogando pela lateral, a Marcus Rashford, ENG 19, aos 38 da segunda etapa, foi para a reserva diante do Panamá, substituindo Bukayo Saka como um dos homens da linha de 4 (!!!) no ataque do 4141, aos 18 da segunda etapa, voltou a titualidade com frente ao Congo na segunda fase, no retorno do 4231, e cedeu a vaga a Saka aos 16 da última etapa, movimentação repetida nas quartas diante da Noruega, mas desta vez o camisa 7 compareceu no intervalo; a Croácia também comparece com sua camisa quadriculada com dois atletas, Nicola Vlasic (Lovro Majer) e Igor Matanovic (Franjo Ivanovic), Vlasic, meia do Torino, entrou aos 33 minutos do segundo tempo da derrota para a Inglaterra, substituindo Martin Baturina, CRO11, autor do primeiro gol croata na derrota por 4 a 2, começou como titular contra Gana, vitória por 2 a 1, marcou o gol decisivo aos 38 da segunda etapa, e 5 minutos depois, cedeu a posição para Josko Gvardiol, o próprio, CRO 4 e figurinha 5 da Coca-Cola ©, a última que faltava para completarmos nosso álbum, que jogou os últimos 10 minutos de jogo, e também foi titular na derrota para Portugal, 2 a 1, sempre fazendo a ligação entre o meio campo e o ataque, e desta vez foi substituído por Yuri Alberto (OG), digo, Gvardiol, aos 47 minutos da última etapa, um par de minutos antes de Gonçalo Ramos, que substituiu Cristiano Ronaldo, ter marcado o gol da vitória dos patrícios, sendo que o camisa 5 marcou o gol que seria o do empate aos 60 minutos, anulado por razões de toque de mão de Matanovic, o outro jogador da atualização, pena que o Cazé sentou em cima desse jogo também, digo, o atacante do Freiburg, na estreia contra a Inglaterra, substituiu Petar Musa, que não está no álbum, na vaga de atacante de área aos 21 minutos do segundo tempo, depois do camisa 26 ter feito o segundo gol dos croatas no último lance da primeira etapa, aos 50 minutos, frente a Gana, substituiu Ante Budimir, CRO 18, aos 21 da etapa final, e no jogo com Portugal substituiu Ante Budimir no intervalo e iniciou com Pasalic, CRO 18, a jogada do que seria o gol de empate, levando a partida para a prorrogação, mas foi anulado quando o VAR viu o toque de mão do camisa 15, pois é, não é, contrariando a tendência do grupo, Gana tem nada mais nada menos que oito jogadores na atualização, o goleiro Benjamin Asare (Tariq Lamptey), Jonas Adjetey (Alexander Ojiku), Kojo Peprah Oppong (Mohamed Salisu), Kwasi Sibo (Salib Abdul Samed), Christopher Bonsu Baah (Mohammed Kudus), Ernest Nuamah (André Ayew), Brandon Thomas Asante (Joseph Paintsil) e Prince Adu (Osman Bukari), a quantidade de mudanças se explica porque o álbum teve duas janelas de “corte editorial”, em 12 de janeiro para as primeiras 42 seleções classificadas, e 31 de março para as equipes que se qualifcaram nos “play-offs”, o técnico patrício Carlos Queiroz assumiu a seleção de Gana em 13 de abril, fazendo alterações substanciais na lista de convocados, descartando vários medalhões, o que rendeu um trabalho forte para a equipe de produção do kit fazer, e pensar que o SBT só passou o empate com os ingleses, Asare, goleiro do Hearts of Oak, substituiu Lawrence Ati Zigi, GHA 2, no intervalo do jogo com o Panamá, vitória por 1 a 0, foi titular e compareceu os 90 minutos e os acréscimos do empate diante da Inglaterra, 0 a 0, tomou seu primeiro gol na derrota para a Croácia, 2 a 1, e voltou para o banco na derrota para a Colômbia na segunda fase, 2 a 0, foi Zigi quem tomou o gol de Jhon Arias, o próprio, que eliminou Gana do Mundial, no que diz respeito a Asare, muito mais do que sorte, ele teve um excelente desempenho, Adjetey, zagueiro do Wolfsburg, foi titular em toda a primeira fase, contra o Panamá, no 433, diante da Inglaterra, no 4141, e frente a Croácia, novamente no 4141, foi substituído pelo colega de kit Kojo Opong no intervalo, e ficou de fora do mata-mata com a Colômbia, onde o titular foi Lukassen, que não está no livro ilustrado e fez o gol de honra na derrota para os croatas, Oppong, zagueiro do Nice, no empate sem gols com a Inglaterra, substituiu Marvin Senaya, que não consta no álbum, na lateral direita aos 42 minutos da etapa final, voltando a atuar na partida com a Croácia, substituindo Ajetey na zaga no intervalo, Sibo, volante do Oviedo, entrou aos 33 minutos da estreia contra os panamenhos, substituindo Elisha Owusu, fora do livro ilustrado, compondo o meio-campo do 433, jogou os 90 minutos com acréscimos frente a Inglaterra, na ligação entre meio-campo e ataque do 4141, mantendo a posição no duelo com os croatas, cedendo a vaga para Owusu aos 17 minutos da segunda etapa contra a Colômbia, Baah, atacante do Al Qadsiah, da Arábia Saudita, 2.1, não atuou em nenhuma partida, Nuamah, ponta do Lyon, foi o terceiro atacante do 433 do jogo com o Panamá, atuando pelo lado direito, substituído por Abdul Fatawu Issahaku, GHA 9, aos 13 da etapa final, não compareceu contra a Inglaterra, substitiu Kamaldeen Sulemana, GHA 12, aos 26 minutos da última etapa frente a Croácia, na ligação entre o meio e o ataque do 4141, jogando pelo lado esquerdo, e entrou no lugar de Jordan Ayew, GHA 16, aos 34 do segundo tempo na eliminação para a Colômbia, Asante, nascido na Inglaterra e atacante do Coventry City, substituiu Sulemana no meio campo do 433 aos 13 minutos do segundo tempo da estreia frente aos panamenhos, voltando a comparecer em campo na derrota para a Croácia, quando entou no lugar de Jordan Ayew aos 26 minutos da etapa final, e Adu, depois da rima, atacante do Viktoria Plzen da República Tcheca, 2.2, substituiu o experiente Jordan Ayew, 3.4, aos 42 do segundo tempo diante dos panamenhos, também no confronto com os ingleses, mas aos 22 da etapa final, ficou de fora da partida com os croatas e entrou no lugar de Caleb Yirenkyi, GHA 8, autor do gol da vitória sobre o Panamá (nos acréscimos...), aos 34 do segundo tempo, e como o Panamá, a última seleção do álbum, não tem ninguém na atualização, o fato é que o lado do chaveamento de onde vieram os quatro semifinalistas da Copa, Espanha, França, Argentina e Inglaterra, é o que menos tem cromos no kit de atualização, apesar de quase metade da equipe de Gana ter sido modificada, que coisa, não... Além do livro ilustrado do Mundial, a Panini também lançou a coleção de fascículos Todas as Copas, que traz pela primeira vez ao Brasil as reproduções da série histórica dos álbuns produzidos pela editora desde o torneio de 1970, o primeiro realizado no México, um registro histórico que só estava disponível em compilações lançadas no exterior, e que precisavam ser importadas pelos interessados, o que no nosso caso fizemos por intermédio da saudosa Livraria Cultura, uma edição “box” que adquirimos depois de nos interessarmos pela brochura (!!!) que foi tema de uma nota publicada na extinta revista da ESPN Brasil em 2010, em outros países eles já tinham sido lançados em fascículos, como no Uruguai, em 2014, também é preciso dizer que os colecionáveis referentes às Copas de 1990 e 1994 comparecem nas versões lançadas internacionalmente, e não aquelas que foram as primeiras da Panini no Brasil, lançadas em parceria com a Editora Abril, as figurinhas nem eram autocolantes, em 1994 a gente foi comprar os cromos faltantes na Abril Jovem, que ficava na região da Rua Bela Cintra, a gente lembra até hoje da mesa recoberta de figurinhas, trabalharam forte correndo atrás de reproduções de jornais da época de cada edição do torneio, bem que poderiam ter negociado com a Abril o direito de fazer o fac-simile dos livros ilustrados que circularam no território brasileiro, de qualquer forma, os álbuns ganharam até uma “atualização”, que ganhou o nome de “Figurinhas Inéditas”, em 1990, por exemplo, lá estão o camaronês Roger Milla, o goleiro argentino Sérgio Goycochea, o preferido do Galvão Bueno, e o italiano Salvatore Schilacci, o saudoso Totó, artilheiro do Mundial com 6 gols, cada fascículo é um trabalho de fôlego, começa com todos os resultados das Eliminatórias, o que lembra a nossa primeira edição de “Todas as Copas do Mundo”, do eclético Orlando Duarte, lançada antes da Copa de 1990, publicada por uma editora especializada em livros didáticos e técnicos, a Mc Graw Hill, a segunda foi um volume especial que saiu logo depois da vitória brasileira em 1994, “Números Únicos”, com estatísticas realmente curiosas sobre o torneio, a lista de todos os convocados das seleções que competiram em cada torneio, aqui a nossa lembrança é dos livros a respeito do Mundial escritos por Silvio Lancelotti, como “Almanaque da Copa do Mundo”, de 1998, e “Brasil O Quase Campeão do Século”, especificamente sobre o torneio realizado na França naquele mesmo ano, pílulas com curiosidades da competição, e depois das reproduções dos álbuns, nas Copas anteriores a 1970 há somente as “figurinhas inéditas”, por motivos óbvio, muito embora seja fácil encontrar na Internet pessoas vendendo álbuns “avant la lettre” dos primeiros Mundiais, porém em todos os fascículos há a ficha completa dos jogos, fotos das partidas e reproduções de jornais da época, no de 1990, por exemplo, revi alguns títulos do caderno de esportes do “Estadão” que a gente colecionou durante o torneio, um hábito que tivemos em outras edições da Copa, caso da “Folha” em 1994, a última vez que fzemos essa coleção foi com o “Lance!”, em 2014, pena que nos desfizemos de todos esses exemplares, mas no caso do diário esportivo que círculou em formato impresso entre 1997 e 2020, e tínhamos rigorosamente todas as edições desde o lançamento até 2007, o slogan deles até era “não perca nenhum”, sobrou o colecionável “Copa 98 Dia a Dia” e as várias edições de “Todas as Copas” publicadas entre 1998 e 2014, afora um certo “Almanaque Interativo dos Mundiais”, editado em 2006, falando em mídia de época, é curioso ver que “O Globo” usou o mesmo título, “O Triturador de Laranjas”, para noticiar a vitória da Alemanha sobre a Holanda em 1990 e o dramático triunfo da Seleção Brasileira sobre os holandeses em 1994, para terminar, os “Instantâneos”, com textos sobre jogadores e seleções destacadas em cada edição da competição, e a seção “História em Figurinhas”, reunindo diversos cromos de diferentes álbuns retratando futebolistas ilustres, em 1986, por exemplo, os homenageados são Maradona e Platiini, em 1990, Fran Beckenbauer, técnico campeão com a Alemanha “Occipital”, no fascículo de 1994, é possível apreciar Roberto Baggio em 26 figurinhas diferentes, antes e depois de perder o pênalti na final contra o Brasil, digo, em 1998, o foco é no alemão Lothar Matthaus, e assim substantivamente... Um trabalho forte que também foi feito no livro “Panini Legends”, que a editora britânica Bloomsbury lançou em 2024, lá está, entre outros cromos, a figurinha dourada do Edson (OG) que tanto trabalho nos deu em 2018, era a última que faltava para fecharmos o álbum e nós conseguimos trocando uma latinha de guardar figurinhas com o cartaz da cidade de Saransk, uma das sedes do Mundial da hoje banida Rússia, o jogador seguinte é o australiano Tim Cahill, literalmente um figurinha carimbada da Austrália nos Mundiais de 2006, 2010, 2014 e 2018, algumas páginas adiante tem o carrasco de hoje, Haaland, quem poderia imaginar naquela ocasião, ninguém é verdugo de véspera, e os de ontem, Paolo Rossi, Zidane, Henry, Klose, De Bruyne, há uma justa homenagem ao “Capitano” Francesco Totti, campeão com a Itália em 2006, o icônico Zlatan Ibrahimovic é reverenciado, menção honrosa a Carlos Alberto Tevez (la pregunta...), temos todas as versões de Lionel Messi em suas 5 primeiras Copas do Mundo, já que o assunto é GOAT, a Renata Silveira pode atender o filho com a seção dedicada a Cristiano Ronaldo, e falando em figuras femininas, o livro também traz os cromos de grandes atletas do futebol feminino, tais como a Rainha Marta e Alexia Putellas, e lembrando do Galvão, além dos Ronaldos, e da chance de reviver o “Fazm Bebeto!!!”, lá está a evolução do Menino Ney (OG) entre 2014, 2018 e 2022, agora vai... E como o assunto é evolução, um outro livro da Bloomsbury, “Football Stickers – The Official Celebration”, lançando em 2021, promete “A nostlagic journey through the world of Panini”, a propósito dos 60 anos da empresa italiana, comemorados há 5 anos, agora a tendência é que a jornada seja cada vez mais nostálgica com a iminente perda do licenciamento do livro ilustrado da Copa do Mundo para a Fanatics, via Topps, inclusive, o foco da obra é a sucursal britânica da Panini, com a série de álbuns “Football”, que começou em 1978 e teve um longo hiato entre 1994 e 2019, voltando somente em 2020, ou seja, o problema era muito maior do que não conseguir o licenciamento do distintivo dos “Three Lions” para o álbum da Copa do Mundo, uma pendência resolvida apenas na edição de 2018, assim, a subsidiária brasileira é mencionada muito de passagem no texto “Around The World: The Rest of The World”, em meio a reproduções de pacotes de figurinhas de diversos países da Europa, capas de álbuns vendidos na Bélgica, Egito e Portugal, lá está em um singelo parágrafo, “Após construir uma fábrica no Brasil no início da década de 1990, a Panini passou a desenvolver sua presença nas Américas durante o século XXI... A primeira coleção da liga argentina foi a do Clausura 2005, enquanto o Chile e o México estão entre os outros países que sentiram o efeito Panini em tempos recentes”, nem citaram que a Panini herdou da Abril a publicação do livro ilustrado do Campeonato Brasileiro, que começou com regularidade na Copa União de 1987, ou que a filal brasileira atende Argentina, Chile e outros países da América do Sul, sem contar que a gráfica na região de Barueri só corta e empacota os cromos, a impressão é terceirizada, e a qualidade das primeiras levas de figurinhas do álbum de 2026 em alguns casos deixava a desejar, até os prints de PDFs ficaram melhores, digo, mas em termos de história, não poderíamos terminar esta postagem sem mencionar “O Álbum dos Álbuns de Figurinhas das Copas”, livro escrito por Marcelo Duarte, o próprio, que traça a trajetórias dos álbuns de Mundiais no Brasil desde 1934, no tempo das figurinhas que embalavam balas, sem esquecer dos álbuns do chiclete Ping-Pong em 1982 e 1986, resgatando o famoso álbum da Editoria Aquarela lançado em 1958, “Brasil Campeão Mundial de Futebol”, o livro ilustrado da Copa do 1970 que foi a primeira coleção do autor, as figurinhas premiadas dos anos 1960,, futebol misturado com Fórmula-1, novelas e trabalhos escolares na década de 1970, o inesquecível álbum Fotocolor Olé de 1986 e a série de livros ilustrados da Panini, com os álbuns de 1990 e 1994 em suas versões brasileiras, a capa com a Copa Fifa (TM) em 1990 e a "Estalta" da Liberdade no álbum de 1994, excelente...
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| No caso do autor do gol que levou Argentina à final, não há problema, Lautaro até é figurinha modelo do álbum... |
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