quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Lançadas na Final da Libertadores...

Pense num internauta feliz com o retorno do investimento, vide 5 a 0 do Menguinho na Libertadores...




















































Nosso colega estava lá quando o técnico do Grêmio, Renato Gaúcho, fez cara de quem perdeu de 7 a 1... Ops!!!...






















Capa – “Leque de opções”. No ataque do Bambi... Não que Fernando Diniz trabalhe forte no setor ofensivo, mas, enfim... Alis, por falar em opções, em “Os Trapalhões”,  no palco, Dedé faz palavras cruzadas e Didi mata a charada da “Ostra Para Leões”...  Didi interrompe a novela “A Próxima Vítima” para dar um alô a Susana Vieira... Que não conta quem é a próxima Vítima, porém anuncia o quadro que fez a dançarina argentina apresentada por Paulão da Regulagem, quer dizer, Evandro Mesquita a Didi, vide ovos do Zacarias quebrados quando dançaram tango... Dedé pede para Didi pegar o script e quando Didi se levanta do banco, Dedé cai... Melhor pegar a padiola com Baiaco e leva-la no elevador... A pequena Alessandra avisa Didi sobre o comparecimento de Nizo Neto, que vai trabalhar forte na mágica... Depois de ver a performance dos mágicos Dedé, Mussum, Zacarias e Didi, vide número da garrafa e meia, Nizo apresenta o  número da guilhotina, que corta um repolho no meio, mas não a cabeça de Didi... Didi já experimentou muito pato peba e curimatã, mas Maria Luiza, a “sócia” de Dedé, ele só conhece de vista, digo... No palco, Didi tem um encontro chocante – literalmente – com Elba Ramalho... Que lembra quando viveu a empregada que Didi pediu para fingir que era sua “sócia”, de modo que seus companheiros não partam para os apelidos maldosos, e canta “Incendiá Incendiê”... Renato Aragão recomenda a amamentação, porque não existe leite fraco... Dedé, Mussum e Zacarias falam que a mala de Didi é muito pequena para suas roupas... Mas Didi colocar tudo dentro de uma mala maior e a põe dentro da menor... 





















O Caminho de Santiago...
Decisão da Libertadores será em 23 de novembro na capital do Chile - se sobreviver até lá, digo...
















































Sendo que acesso a Estadio Nacional de Santiago é facilitado por uma estação de metrô...

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

É Flórida: Pegando Condução em Orlando e Região...

Um companheiro de viagem constante e fiel... Este era o ônibus que fazia o "shuttle" para os parques...











(Publicado originalmente em 16 de dezembro de 2016...) O companheiro mais constante e fiel da viagem a Orlando foi o ônibus do shuttle que fazia o translado entre os hotéis e os parques temáticos da cidade... No caso do Howard Johnson Express Inn Lakefront Park, na região de  Kissimmee, vizinha a Celebration, onde ficam os parques da Disney, o ônibus partia do hotel pontualmente às 7h10 da manhã... Faz sentido, pois a maior parte dos parques abre às 9 horas da manhã... A não ser que o visitante fique em Epcot, que é ponto final de todos os serviços de “shuttle” com destino ao complexo de Valdisnei, irá chegar aos outros parques perto das 9 horas, seja no caso dos ônibus da Valdisnei Transport ou prosseguindo no “shuttle” até o Sea World ou os parques da Universal... Acontece que o café da manhã do hotel começa  às 7 horas... Isso quer dizer que a pessoa tem de estar posicionado antes da abertura na porta do salão de refeições, no caso do Howard Johnson instalado em um antigo quarto adaptado,  driblar a fila de colombianos ávidos por tomar café, pegar um ou dois “muffins”, tomar um copo de suco de maçã (vide música “Burguesinha”, Seu Jorge...), passar os olhos pelo noticiário matinal da televisão – se o aparelho estiver sintonizado no The Wheater Channel, dá para saber o percentual de chances de chover durante o dia – e correr para a frente do hotel, passando ligeiro na recepção para pegar o “USA Today” do dia... Nessa altura, por volta de 7h05, o ônibus do “shuttle” acaba de chegar e seu motorista, um amigo do internauta Pedro Henrique, dirige-se ao lobby do hotel... Seu nome está em um cartaz dentro do veículo, o qual também informa que ele se apetece muito com gorjetas... Outro cartaz, escrito à mão e afixado numa das janelas, informa o número de inscrição do carro no Departamento de Transportes dos Estados Unidos... O ônibus, de cor ocre, pertencia à frota da empresa Lynx, que opera as linhas urbanas da região de Orlando, o que pode ser percebido nos vestígios do logotipo da empresa – a pata de um lince – na frente e na lateral... A marca ainda está presente nos assentos do ônibus, que possui ar-condicionado, embora faça calor no fundo, devido ao motor traseiro... Depois de perguntar aos passageiros, nunca mais do que dois ou três, o seu destino – Epcot, Sea World ou Universal, o “shuttle” das 10h45 vai só para Epcot – o motorista coloca o veículo em movimento na West 192, na direção do centro de Kissimmee... Em uma semana de viagem, o panorama visto das janelas torna-se bastante familiar... Um condomínio de casas abandonado, efeito da crise de 2008... O Capone’s ... Que é um jantar do tipo “All You Can Eat” com show inspirado no apogeu do gangsterismo em Chicago na década de 1930... O parque natural Shingle Creek – o riacho que lhe dá o nome passa sobre a 192 West... O Medieval Times, idem ao Capone’s, só que ambientado na Idade Média...  O hotel Gator Inn, com piscina em frente aos quartos, igualzinho a alguns hotéis na região de Ubatuba...  A primeira parada é no hotel Ramada...  Normalmente, a ida do motorista até a recepção é em vão, porém desta vez teremos a companhia de um casal de chineses, de meia-idade... Deveria haver mais gente da China nos parques, a Disneylândia de Xangai funcionou mais do que o Parque Xangai, digo... O ônibus manobra para voltar pelo lado oposto da estrada, sem esquecer das paradas em hotéis previstas no roteiro... A primeira é no Oak Plantation – “Plantação de Carvalho”, vide a saudosa Oak Tree em São Paulo, com um tentador Cici’s Pizza nas proximidades... Este é mais afastado da 192 West... Em uma semana de “shuttle”, nenhum hóspede desse  hotel comparece no ônibus... Mas se está no contrato, a empresa vai ganhar do mesmo jeito... A próxima parada é no Howard Johnson Express Inn Parkside,  localizado no lado oposto ao parque Shingle Creek, também a uma certa distância da estrada... Porém muito perto de uma lanchonete Steak N’ Shake, que prometia “All Meals Under $4” e cujo nome era pronunciado de forma maliciosa pelo motorista... De fato, devia ser muito bom e barato, pois sempre subiam no carro duas colombianas com uma enorme embalagem de isopor, contendo seu “café da manhã”... Sempre na base do “Hoy hay pollo” – diga “pojo” senão a comunidade latina da região de Orlando não vai entender... A porta de trás abre com dificuldade e o próprio motorista confere o problema... Melhor não abri-la durante o trajeto, conclui...  No caminho, o “shuttle” passa pelo Motel Pub – decoração trabalhando forte na bandeira do Reino Unido – a igreja Nación de Fé e o restaurante Indian Palace... A parada agora é na beira da estrada, no Econolodge... No qual o motorista costumava servir-se de um cafezinho...  O hotel estava ao lado de um conjunto com uma loja Dollar Tree, a preferida dos brasileiros para comprar muito por pouco dinheiro e a Nike Clearance Store... Saldos de balanço... Seguindo a viagem, outro saldão, da Converse, o Ocean View RV Park – Jambalaya??? – e um Sam’s Club, com filiais do Applebee’s e do Dennys... Fast food... Um pouco antes do 123 Dollar, que fica do lado oposto do Howard Johnson Express Inn Lakefront Park, o ônibus esbarra em um carro e o motorista, para não ter que parar e prestar esclarecimentos, simplesmente diz dois “D’Oh!!!”, como se fosse o Homer Simpson... 














No caminho para Epcot, uma das paradas era no hotel ao lado do inconfundível Orange World...












































O “shuttle” prossegue seu itinerário, passando pelo conjunto Ponciana Place, e após a 585, Taco Bell, Pizza Hut e o Howard Johnson Express Inn Enchanted Land... Onde está localizado o restaurante Chutney... Especializado em culinária vietnamita, porém... “We Serve American Breakfast”... Retornando à 192 West, passam pela janela uma loja de “Gifts” e os restaurantes Arby’s, Popeye’s , Olive Garden e Cici’s Pizza, todos situados numa marginal da estrada...Mais adiante, o Helitours – passeios de helicóptero a 15 dólares, fora impostos – e o Camping World, vide completo sortimento de motorhomes... Na sequência, um “Gift Shop” com um grande mago na fachada, um Oriental Buffet – outro “All You Can Eat” – e outra transversal da estrada, para chegar no Econolodge “Caminho da Escola”... O apelido se deve ao fato do hotel ficar bem em frente a entrada de um condomínio residencial, onde durante a semana as crianças esperavam pelo ônibus que as levaria até a escola, logo... Apesar do entorno movimento, esse era outra parada sem passageiros do roteiro... Situação oposta a que acontecia no Travelodge Suites, na 192 West... Mais conhecido como “Laranjão” – pois ficava ao lado de uma imensa meia-laranja, quer dizer, do “The Orange Shop” – e de uma filial do The Waffle House... Aqui, era comum embarcarem 6, 10, 12 pessoas, famílias inteiras... Deve ter uma tarifa mais em conta... O fato é que o motorista sempre garantia aqui e no Knights Inn o faturamento do dia... O panorama da estrada continuava variado... Mexican Grille, The Rock Chruch – Dwayne Johnson trabalhando forte, Holiday Inn, Helitours, outdoors do Machine Gun America... Donald Trump curtiu isso... Mais uma parada na beira da  192 West, no Rodeway Inn, perto de outro The Waffle House e de uma loja de “Gifts For Less”, nome grafado na mesma fonte da assinatura de Valdisnei... O mesmo estilo, prédios baixos, de um ou dois andares... Em geral, a entrada dos quartos fica bem diante da respectiva vaga de estacionamento... “Motor Hotel”, daí surgiu a palavra “Motel”... Para quem não tem carro, há que se notar a forte presença de marcas coreanas e japonesas... Os estadunidenses só mantém a supremacia em picapes e SUVs... O ônibus retoma o caminho, passando pelo restaurante Ponderosa (vide fazenda da série “Bonanza”...), a loja Bargain World, o restaurante Pacino’s (culinária italiana...), uma loja de “gifts” (aquelas que prometem camisetas Valdisnei por 5 dólares, ou canecas por 99 cents...) com Elvis Presley e Marilyn Monroe – sem as dançarinas – na fachada, o Machine Gun America, a loja Visitors Flea Market (gifts, gifts, gifts...), outro Dennys... A New Balance Clearance, devido ao apoio da marca de calçados a Donald Trump, sempre provocava risos um tanto quanto nervosos entre os passageiros estadunidenses no ônibus...  Luxury City, Walgreens, restaurante Boston Lobster Feast, hotel Fairfield Marriott, Nike Factory Store, conjunto comercial The Parkway, viaduto... Chegamos a última parada de quem desembarcava em Epcot – em apenas uma ocasião, em que o tour dos hotéis foi feito em uma van, os passageiros tiveram de fazer uma “baldeação” e tomar o ônibus no hotel Radisson - o hotel Knights Inn... Sempre com muita gente embarcando e aquela janela na entrada que foi substituída por um singelo plástico... No final de semana, colocaram a janela nova, porém sem retirar a embalagem... Depois de outras duas lojas de “gifts” – com sereia e águia careca na fachada  - o motorista entrava na Sherbert Road e depois na estrada de acesso aos parques de Valdisnei...  Uma hora depois, o ônibus chega à plataforma 43 do terminal de Epcot... Ao qual retornará em dois horários – 19h10 e 22h35 – para levar todos os passageiros de volta aos respectivos hotéis... Nessas ocasiões, o veículo e o motorista costumam ser diferentes... Em geral, de ascendência latina... Estes, além de perguntarem o destino dos passageiros, também pediam o papel entregue na recepção do hotel com os horários e as condições do serviço do "shuttle"... Um papel perdido no terminal mostra que outras empresas, que atendem a outros hotéis, têm mais horários disponíveis... No caso da empresa que atende os hoteis de Kissimmee, o ônibus não muda, é sempre um ex-Lynx com transmissão automática... Quem vai para o Sea World ou os parques da Universal terá que enfrentar mais uma hora na estrada... O carro deixa a região de Celebration rumo e passa por mais quatro hotéis, todos de grandes redes, um pouco mais qualificados que os de Kissimmee, três deles em um mesmo condomínio... Vide garota com chapéu “atrevidamente exótico”, típico da década de 1930... Parece a Dona, digo...  A chegada na plataforma 71 do terminal da Universal e os ônibus adesivados com imagens dos Minions ou do Shrek são uma visão animadora... Aqui o “shuttle” passava mais cedo na volta, às 18h50... Como o mesmo veículo tem que estar em Epcot às 19h10, o caminho de volta é  providencialmente mais curto, às vezes com as luzes internas apagadas... O retorno ao Howard Johnson Express Inn Lakefront Park acontecia por volta de 19h50, sendo quase sempre a última parada, já que os hotéis mais próximos do centro de Kissimmee costumavam ter baixo comparecimento de passageiros... Quanto ao amigo do internauta Pedro Henrique, no dia que ia receber a gorjeta, era outro motorista que conduzia o ônibus...











Até nos ônibus de linha da empresa Lynx os celulares Samsung estão bombando em Orlando, digo...













































A viagem do hotel para o Aeroporto Internacional de Orlando foi feita nos ônibus de linha da Lynx... O site da empresa tem todas as informações sobre itinerários... No caso do hóspede do Howard Johnson Express Inn Lakefront Park, localizado na estrada 192 West Ilo Bronson Memorial Highway, ele precisa comparecer ao ponto de ônibus Flemming’s Road, alguns metros à frente da entrada principal do hotel... São 8 horas da manhã, e o voo de volta para o Brasil está programado para às 18h45... Tempo de sobra, caso haja algum imprevisto... Ali é preciso tomar o ônibus da linha 56, que vem do Magic Kingdom da Valdisnei World, até o Terminal Intermodal de Kissimmee, no qual sai o ônibus 407, que vai até o aeroporto... O carro não demora, tem suporte para bicicletas na frente e ar-condicionado no interior... Veículo novo, e os negros não sentam mais apenas nos bancos dos fundos... Vide mulher de turbante africano... Não há roleta, apenas uma máquina para depositar o valor da passagem em moedas... A passagem custa 2 dólares, mas é possível pedir ao motorista um passe de um dia, que permite um número ilimitado de viagens, por 4,50 dólares... Atrás do assento do motorista, há folhetos com os itinerários das linhas da Lynx e um aviso especificando que é proibindo usar o telefone celular Samsung Galaxy 7 dentro dos veículos e nas instalações da empresa...  O caminho pela West 192 é conhecido até o hotel Ramada Inn... Um garoto que vai para a escola é levado pela avó... “Up there, up there!!!”, diz ele, querendo sentar nos lugares mais altos no fundo do ônibus... Pedido não atendido – por ser idosa, a avó tem que descer pela porta da frente -  o menino começa a chorar, sendo confortado por outra passageira...  Melhor sorte tem um garoto latino que passa pelo corredor gritando... “Arriba!!! Arriba!!!”... O ônibus entra em uma rua transversal à estrada, e em meio à casas de madeira e revendas de automóveis com bandeiras estadunidenses por toda a parte – apesar da maior parte dos carros à venda serem asiáticos – e depois de cruzar a linha de trem da Amtrak,  chega ao terminal de Kissimmee... Que é “intermodal” porque está a apenas alguns passos da estação de trem de Kissimmee, toda em madeira... Passa das 8h30 e uma consulta ao folheto da Lynx demonstra que o ônibus 407, que passa pelo aeroporto, só opera nas horas-pico... Agora, só 12h30... O tempo está esquentando e, para não ficar esperando muito tempo no terminal, o jeito é pegar o ônibus 411, que vai para o terminal da Lynx no centro de Orlando... Ao ser perguntando se havia alguma linha para o aeroporto saindo do terminal, o motorista avisa que só é preciso descer no Florida Mall e pegar os ônibus 42 ou 111... Excelente sugestão... Rumo ao fundo do ônibus... Aqui dá para deixar a mala atrás do banco...  A região central de Kissimmee fica para trás – um salão de beleza oferece apliques para cabelo feitos no Brasil – e a viagem é feita em estrada até o shopping Florida Mall... Que é uma “Superstop”... Quer dizer, uma Estação de Transferência, com pontos de passagem e inicial de várias linhas... Vide 107, que tem “SoNoL” na frota, avulso em frente ao ponto enquanto a motorista vai descansar embaixo de uma árvore do outro lado da rua...  O 42 chega exatamente às 9h42, conforme indicado no folheto da Lynx... Está vazio, como estavam os dois outros ônibus usados no percurso... No fundo, apenas uma funcionária de uma empresa aérea... Em 20 minutos, o veículo estaciona na plataforma do terminal do aeroporto... Duas horas depois do início da viagem em Kissimmee... Tempo de sobra para conversar com os brasileiros repletos de malas que ficaram em um hotel da International Drive, com waffles em calda no café, mas que se resolverem morar em Orlando depois da aposentadoria, nem que seja para vender pão-de-queijo, com certeza utilizarão os ônibus da Lynx... Para quem veio sozinho, levando uma singela mala de 10 quilos – que poderia ir no bagageiro acima dos assentos da avioneta, única opção para não pagar franquia se as novas regras da ANAC entrarem em vigor – a opção pelo transporte coletivo nos Estados Unidos já é uma realidade... Inclusive, a Lynx tem um programa de visitas à garagem da empresa... Seguramente uma das maiores atrações de uma cidade repleta de atrativos... 















Na "Superstop" (estação de transferência) do Florida Mall, um "SoNoL" da Lynx com suporte para bicicletas na frente...

Lançadas Vão do Chile ao Japão...

Protestos populares em Santiago não pouparam nem os carros do sistema de ônibus da capital chilena...













































Aumento que desencadeou protestos foi no metrô, mas revolta se estendeu ao Transantiago... 
















































Capa - "Amor e ódio". Segue a novela Deyverson na Porcaria, Mano... Alis, por falar no amor e no ódio, em "Os Trapalhões", Dedé fala para Didi que hoje é o dia da verdade e ninguém pode mentir... Então é por isso que Dedé falou inglês sem legendas e Didi disse que o companheiro está com 45  - do segundo tempo... O capitão Dedé queria descobrir o caminho das índias, mas os marujos Didi e Mussum preferem comparecer na Bahia para descobrir as índias... Que se interessaram muito por eles, uma vez que são as cozinheiras do cacique Pinça... Ops!!!... Didi conversa com Michael Jackson sobre a dieta da cebola de Dedé, que já fez ele perder duas “sócias”... Já Madonna adivinhou que Dedé tem 40 anos, porque quando o conheceu há 20 anos atrás, ele era só meio anta... Melhor ver a versão do Globo de Ouro apresentada por Tião e Marina Miranda, com Zacarias, Mussum e Didi, ou melhor, Madonna, Tina Turner e Michael Jackson, o preferido do Tião, digo... Ainda dá tempo para o bandoleiro mexicano Felipe Wagner fazer um desafio de tiro ao alvo com Dedé... Que acerta todas as garrafas, quer dizer, todas são quebradas por Didi quando ele atira... Aproveitando que Alessandra está trabalhando forte na malhação, Didi recebe o elenco da primeira temporada de “Palhação” – Carolina Dieckmann, Cláudio Heinrich, Juliana Martins e Mário Gomes, o próprio... Didi, que já fez muita ginástica pelo rádio, propõe aos atores uma brincadeira de adivinhar idade e cor do cabelo com massagem, de olhos vendados... Não que Carolina tenha adivinhado que massageava Didi, mas, enfim... Se bem que... Quanto Didi era o Massagista Mão de Ouro, a clientela feminina não reclamava... Também, ele tinha seis braços na ocasião... Na Agência Trapa Tudo, Didi bate na máquina de escrever o roteiro do filme “O Trapalhão e o Super-Herói”... O problema é que os heróis não curtiram o script... Vide Super-Homem derrotado pelo monstro Careca de Ovo,  Flash pulando da janela sem saber voar e Hulk apertado no banheiro fazendo uso de um gibi dos Trapalhões... Paulão da Regulagem, ou melhor, Evandro Mesquita, promove “a volta dos que não foram” da Blitz, após rever a banda tocando “O  Romance da Universitária Otária” e se apresentarem cantando “Quem tem põe”... A repórter Patrícia Nobre mostra o trabalho forte da Associação Menor Também Constroi, apoiado pelo Fundo Cristão para Crianças, que tira crianças e adolescentes do trabalho no aterro sanitário do Janguruçu, no Ceará... Vide vendedor de din din (sacolé...) Mardônio, que conversa com Renato Aragão no palco... O motorista pede ajuda para empurrar seu carro que pifou e o pescador Didi o empurra no lago...






















Enquanto Isso, no Japão...
Presidente demonstra que o poder de compra dos salários não será afetado pela reforma...




















































Na recepção dada pelo novo imperador, presidente fez questão de fazer cover do Falcão...

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Lançadas com Todo Duro e Pão Duro...

Boxeador Luciano "Todo Duro" compareceu dois dias seguidos em "Os Trapalhões" para agradar o Pedrinho, digo...
















































Cantora Daniela Mercury, por sua vez, só compareceu uma única vez, lembrando quadro do guarda-chuva de 1992...
























Capa – “Zaga de respeito!!!” Poliana secando a defesa do Bambi... Ops!!!... Alis, por falar em coisas respeitávei, em “Os Trapalhões”,  no “stand-up” de abertura, Didi fala para Dedé que quebrou a bunda em um acidente com bicicleta... Didi, quer dizer, Jegue Bonde encontra-se com a explosiva Natasha... Maurício do Valle pula do avião prestes a cair com a mochila de Didi, que aproveita para faturar uma nota vendendo o paraquedas para Felipe Levy... Enquanto Didi e Dino conversam, um garoto apronta todas na casa até os dois descobrirem que ele não é filho de nenhum dos dois... O boxeador “Luciano Todo Duro” é recebido por Didi no palco... Sim, isso passou no programa de ontem, bem como o clipe do “Tem Um Criolão”... Na praia, Didi demonstra em Paola o seu trabalho forte como “teco” de bronzeamento...  Inclusive mostrando para seu “sócio” que até a noite ela vai ficar tão bronzeada quanto Mussum... Ops!!!... Sandy e Júnior reveem o trapaclipe de “Resposta da Mariquinha”  e cantam no palco “Dance dance dance”... A repórter Lilia Teles apresenta o trabalho do Centro de Educação Comunitária de Meninos e Meninas, na região de Goiânia, vide aulas de panificação e o trabalho forte de relaxamento da professora Suelma, ela própria uma egressa do projeto...  Renato Aragão conversa com o pequeno Urielson, que quer ser palhaço, vide aulas de circo... Didi se exibe na bicicleta para Dedé – inclusive com sua “sócia”...























A Última Zorra do Conde...
Nair Bello homenageou Cláudio Corrêa e Castro, que saiu de cena atuando no quadro da Santinha no "Zorra Total"...

















































Ator compareceu no "Zorra" como Conde Klaus, mas permaneceu como Anacleto, fazendo até um "blackface"... Ops!!!...

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

É Flórida: O Mundo Maravilhoso dos Transportes de Valdisnei...

Transporte no mundo de Valdisnei não é só monotrilho... Há caminho para um "SoNoL" também...












































(Publicado Originalmente em 14 de dezembro de 2016...)Um aspecto menos conhecido, ainda que igualmente fascinante, do complexo de Valdisnei na região de Orlando é a sua atuação como operadora de ônibus... Se o visitante estiver em algum hotel fora da região dos parques e utilizar os serviços de “shuttle” oferecidos pela maior partes dos estabelecimentos hoteleiros, terá que desembarcar obrigatoriamente no terminal localizado ao lado do Epcot... Ali será preciso tomar um dos 390 ônibus (vide Wikipedia...) do Valdisnei Transport – para efeito de comparação, a Express possui 520 ônibus em 34 linhas da Área  4 de São Paulo... Os itinerários se destinam a outros sete terminais, sendo que além de Epcot, em Hollywood Studios, Animal Kingdom e Valdisnei Springs, há serviço para os 22 hoteis situados dentro do complexo... Os outros terminais estão nos parques aquáticos Blizzard Beach e Typhoon Lagoon, além do ESPN Wide World of Sports... Os carros mais antigos da frota são os 71 Nova Bus LFS, fabricados entre 2000 e 2002, com motor Detroit Diesel – os únicos com essa propulsão, os demais são todos Cummins - e transmissão Alisson, numerados de 4815 a 4885... Predominantemente na cor branca, a frente lembra vagamente o Millenium da Caio... Depois há os 67 Gillig Low-Floor, produzidos entre 2004 e 2006, com transmissão Voith e numeração entre 4886-04 e 4952-06, brancos ou adesivados, anunciando atrações dos parques ou dos hotéis... Depois de um Nova Bus LFS 2005, prefixo 4953, transmissão ZF, que era carro de demonstração do fabricante (Metra começou assim...), há 45 Gillig Low-Floor, feitos entre 2007 e 2009, transmissão Voith, numerados de 4954-07 a 4999-09 e dez Nova Bus LFS, manufaturados em 2010, transmissão Alisson, numeração de 5000-10 a 5009-10... Todos brancos, com cores somente no logotipo da empresa – que é a própria assinatura de Valdisnei, em vermelho, com a palavra “Transport” em letras douradas sobre fundo roxo... Prosseguindo, existem 125 Gillig Low-Floor, transmissão Voith, comprados entre 2010 e 2013... Os 24 ônibus adquiridos em 2013 já exibem uma pintura diferente, um saia-e-blusa cinza, branco e vermelho... A silhueta dos ônibus Gillig é mais retilínea e uma fila deles estacionada no terminal de Hollywood Studios dá a impressão de ser uma frota de MBB O371, internauta Chico Melancia... Em 2013 foram comprados 12 “SoNoL”, quer dizer, ônibus articulados, seis New Flier Industries XD-60, transmissão Allison – números 5146-13 a 5151-13 – e seis Nova Bus LFS Articulated, transmissão Allison, numeração de 5152-13 e 5157-13... Usados apenas em percursos de elevada demanda, os articulados saia-e-blusa cinza, vermelho e branco não eram muito comuns de se ver... A exceção de um Nova Bus LFS Articuled Bus chegando ao Magic Kingdom ou de um carro do mesmo modelo usado no treinamento de motoristas realizado à noite no estacionamento ao lado do terminal de Epcot... Para completar a frota, 42 Gillig Low-Floor modelo 2015 (5158-15 a 5199-15) e 7 modelo 2016 (5200-16 a 5200-16), sempre com motor Cummins e transmissão Alisson... Nestes carros, o cinza do saia-e-blusa foi substituído pelo branco... Como característica comum, todos os carros possuem ar-condicionado, acessibilidade, espaço para duas cadeiras de rodas (os carrinhos de bebê, muito comuns nos parques, precisam ser desmontados na hora do embarque...) e muitos anúncios dos parques e das atrações da rede de televisão ABC, que é do mesmo grupo da Valdisnei... O letreiro eletrônico dos ônibus para os parques, além da destinação, sempre acrescentam um slogan... “Welcome, World Travelers (Epcot)”... “Hakuna Matata (Animal Kingdom)”... “Ready for the Close-Up (Hollywood Studios)”... Cada terminal também possui um design específico... Há as linhas futuristas de Epcot, o estilo californiano do Hollywood Studios e as estruturas de ferro vitorianas do Magic Kingdom... Os ônibus começam a operar 45 minutos antes da abertura dos parques –em geral realizada às 9 horas da manhã – e encerram os trabalhos uma horas depois do fechamento, normalmente às 19 horas, sendo que em Epcot, devido à abertura do World Showcase às 11 horas, vai até 21h30... Tudo programado para que o intervalo entre partidas não seja superior a 20 minutos... Depois das 20 horas, um grande número de pessoas comparece ao terminal de Epcot para pegar os ônibus para os hotéis do complexo ou os veículos de “shuttle”... Quem estiver com tempo pode trocar uma nota de 5 dólares na máquina por 20 moedas de 25 cents (quarters...) e comprar na máquina um refrigerante ou o chocolate Payday... Ops!!!... 













Já no letreiro do ônibus os visitantes começam a entrar no clima do Animal Kingdom...













































O monotrilho é o meio de transporte mais conhecido do complexo Valdisnei... Uma tradição que vem desde o parque pioneiro na Califórnia, inaugurado em 1955... Num especial do “Clube do Mickey” de 1977, a turma de chapéu do Mickey na cabeça chega de monotrilho ao interior do hotel Contemporary Resort, próximo ao do Magic Kingdom...  Faziam uso da primeira linha, inaugurada com o parque em 1971... Depois, em 1982, o serviço foi estendido ao Epcot, então recém-aberto...O serviço possui seis estações – há paradas específicas para os hotéis Contemporary, Grand Floridian e Polynesian Village – distribuídas ao longo de 23,6 quilômetros de vias elevadas... Diariamente são transportados cerca de 150 mil passageiros por dia, Wikipedia... A velocidade media dos trens, que possuem  62 metros de comprimento, varia de 40 a 55 milhas por hora... Oficialmente são três linhas, uma delas destinada aos hóspedes dos hotéis atravessados pela linha...   A frota é composta por  12 trens Mark IV fabricados pela Bombardier, a própria, que também fornece o material rodante do monotrilho de São Paulo...  Sempre na cor branca, com uma faixa colorida, azul, verde, amarela, vermelha... Cada trem possui seis carros, que levam cada um 20 passageiros sentados e 40 em pé, num total de 360 pessoas... Vide o biarticulado da Volvo que promete levar 310 no Brasil... A poprósito, se a Linha 18 da capital paulista tem apenas duas estações – Vila Prudente e Oratório – o monotrilho da Disney tem apenas três... Saindo de Epcot, cuja estação fica antes da entrada do parque, apesar dos trens darem a volta pelo Future World antes de pararem – um verdadeiro “monotrilho piso baixo” -  é preciso desembarcar e pegar outro trem para o Ticket And Transportation Center (TTC)... Ali estão localizados o estacionamento para veículos de passeio do complexo, e o ponto de parada da Linha 56 da Lynx, que vai da Disney University até a Kissimmee Intermodal Station, na região central de Kissimmee... Vale lembrar que o parque – e a casa do Silvio Santos – estão localizados em Celebration, outra região integrante da Grande Orlando... Quem quiser chegar até o Magic Kingdom precisará embarcar em mais um monotrilho... A estação do “Reino Mágico” chama a atenção por sua cobertura de ferro, em estilo vitoriano do século XIX...  Não há escadas rolantes, o acesso é feito por uma rampa... Alis, Pancada, apesar de toda a aura de modernidade do monotrilho, nenhuma das estações possui escadas rolantes...  A estação do Magic Kingdom possui portas nas plataformas... Os passageiros desembarcam pelo lado esquerdo e embarcam pelo lado direito... Por volta das 18 horas,  uma hora antes do fechamento do parque, a aglomeração de passageiros na plataforma para o TTC lembra muito para os brasileiros os metrôs do Rio de Janeiro e de São Paulo... As portas abrem de dentro para fora e há duas fileiras de assentos transversais às portas, o que impede a circulação de passageiros dentro dos trens... Para quem vai de pé, há três balaústres, que podem ser confundidos com a coluna do mecanismo de fechamento das portas... O operador do trem acompanha a entrada dos passageiros até dar a partida no monotrilho... A viagem dura quatro minutos, entre estações intermediárias fora de funcionamento,  grandes estacionamentos e uma parada no meio da linha, dessas para aguardar a movimentação do trem à frente... Na estação do TTC também há portas nas plataformas... Em Epcot, destino final após mais sete minutos de viagem em via elevada, uma surpresa... Uma das portas do monotrilho que vai retornar ao TTC não estão fechando... O operador observa e entra na cabine para acionar novamente o mecanismo, até que a porta feche...  As linhas arrojadas da estação combinam com o logotipo da Globo, quer dizer, com a grande esfera da Spaceship: Earth, embora as rampas não compensem a ausência de escadas rolantes...











Na estação do Magic Kingdom, o monotrilho espera a hora da partida para o Ticket and Transportation Center...














































O sistema de transportes de Valdisnei também contempla o modal hidroviário...  Há os ferry-boats, que reproduzem as típicas embarcações do Mississippi...  Três deles, batizados de Joe Fowler, Joe Potter e Richard Irvine, que percorrem a Seven Seas Lagoon entre o Magic Kingdom e o Ticket and Transportation Center... Aqui uma chalana cairia muito bem, internauta Chico Melancia...  Embarcações a motor, identificadas pelas bandeiras Ouro, Verde, Azul e Vermelho fazem a ligação entre os principais hotéis do complexo e o Magic Kingdom...  Aqui são dez barcos... Outros 15 “táxis aquáticos” – na verdade, barcos fluviais – fazem a ligação entre os hotéis... Por fim, há as nove embarcações do Friendship Boat... Uma das linhas sai de Epcot e, passando pelos hotéis, vai até o Hollywood Studios... E há os barcos que circulam dentro do Epcot... Embarcando no Future World, há a opção de cruzar a lagoa do centro do parque e chegar a área da Alemanha ou do Marrocos... O cais de Veneza, com as gôndolas, é decorativo... Também é preciso mencionar os Parking Lot Trans, espécie de trenzinhos que levam os visitantes do estacionamento do complexo até a entrada dos parques... Não é a maria-fumaça da Valdisnei World Railroad, mas dá para o internauta Chico Melancia e o Doutor Kenji fazer um trenzinho legal... Ops!!!... Quanto à ferrovia propriamente dita, possui  bitola de 914 milímetros – Doutor Kenji precisa levar sua fita métrica para o Magic Kingdom – e uma extensão de 2,4 quilômetros... O percurso é operado por quatro locomotivas originais à vapor, construídas pela Baldwin e que originalmente operavam em Yucatán, no México...  Devidamente restauradas, receberam os nomes de Valdisnei, Lilly Belle – em alusão à sua esposa -  Roger Broggie e Roidisnei.... Cada locomotiva possui cinco carros de passageiros com capacidade para 75 pessoas... Além da estação da Main Street USA, aquela que lembra a de Campinas (hoje um centro cultural), há paradas na Fantasyland e na Frontierland... Sendo que em cada uma delas um chefe de estação avisa da saída dos trens e durante as paradas, o maquinista conversa com alguns dos passageiros... Melhor, só o trem Guararema-Luis Carlos, digo...















Apesar de toda a tecnologia, estações do monotrilho não têm escadas rolantes, nem mesmo em Epcot...

Lançadas Comemoram Centenário de Orlando Drummond...

No dia do centenário, Seu Peru disse ao professor Raimundo que "sonego quando o bofe for um lixo"...












































Também revelou que Joaquim Silvério dos Reis era mais um que levou para a irmandade... Ops!!!...











































Capa – “São Pulo!!!” Com gol de Arboleda, Bambi pula para o G4 do Brasileirão... Alis, por falar em pular, em “Os Trapalhões”, Didi e Dedé fazem um “stand-up” sobre viagens de avião, baseado em fatos reais... Didiana Jones descobre “O Segredo da Múmia”... A tumba do faraó na verdade é um hospital do Inamps... Enquanto Didi e Dino conversam, um garoto apronta todas na casa até os dois descobrirem que ele não é filho de nenhum dos dois... O boxeador “Luciano Todo Duro” é recebido por Didi no palco e fala sobre seu cartel invicto de 35 lutas, assistindo ainda as maiores porradarias de todos os tempos dos Trapalhões, vide Didi apanhando do Piolho e brigando com Dedé na oficina... Na MTrapaTv, o VJ Dedé mostra uma música chocante, “Tem um criolão”, versão de “Borbulhas de Amor” que conta a saga do peixeiro Mussum... Ops!!!...  Didi comparece no escritório, fica só de cueca samba-canção para datilografar, e ao assoprar a poeira de uma carta entregue pelo carteiro, faz o prédio todo vir abaixo... Daniela Mercury recorda dos contratempos que teve com um guarda-chuva na Agência Trapa Tudo...  Didi tenta encher os pneus da bicicleta de uma loira, mas acaba inflando a própria garota... Renato Aragão chama a atenção para a meta do Unicef de reduzir a mortalidade infantil em um terço até o ano 2000, o que pode ser conseguido com 34 bilhões de dólares por ano, bem menos que os 400 bilhões que movimenta a indústria do cigarro ou os 160 bilhões gastos pelas indústrias de cerveja, vide compromisso com o Nordeste... Dedé, Mussum e Zacarias trabalham forte como ladrões  de banco... Levando inclusive o banco onde Didi estava sentado... 
























Na sexta-feira, Seu Peru teve tempo de mostrar o silicone que foi parar nas suas costas... 









































Viva exibiu sábado filme "Bonga, O Vagabundo", em que Orlando Drummond faz um garçom sóbrio, digo...

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

É Flórida: Springfield, Um Mundo à Parte no Parque da Universal...

Peixe Piscadela saúda os visitantes da cidade dos Simpsons no Universal Studios, na região de Orlando...














































(Publicado originalmente em 12 de dezembro de 2016...) No parque Universal Studios, na região de Orlando, quem deixa a Woody Woodpecker’s  Kids Zone – Pica-Pau chegou ali quando tudo era só mato – e segue pela direita, margeando o lago e passando pela locomotiva e o carro de “Doc” Brown, vide eleição de Donald Trump, digo, “De Volta para o Futuro”, chega a uma placa de boas-vindas, com um peixe de três olhos... “Greetings from Springfield, USA”... É o pequeno Piscadela, nutrido pelos resíduos radioativos da Central Nuclear de Springfield, que recebe os visitantes desta pequena reprodução da cidade onde habitam os Simpsons na série de animação criada por Matt Groening, que num gesto de grande modéstia, está no pôster em que são retratados todos os personagens que já passaram pelo desenho, inclusive versões da família de Homer Simpson ainda nos tempos dos esquetes do Tracey Ullman Show, exibido no longínquo ano de 1987 na Fox... Depois da placa, à direita, está a loja do Cara dos Quadrinhos... “Leve-me aos seus gibis e cartões de beisebol”, diz o robô numa das paredes do estabelecimento... Que apesar de ter uma vitrina que exibe exemplares de gibis raros, como o número 1 do “Homem-Radioativo”, é apenas a fachada para os sanitários... Que coisa, não... À esquerda, margeando o lado, temos o  “food truck” mantido por Bumblebee Man, o famoso abelhão mexicano do canal hispânico de Springfield, que teria sido inspirado no Chapolin Colorado, digo... Os próprios atendentes estão vestidos de preto e amarelo, igual ao ilustre inseto latino... Dependendo das possibilidades orçamentárias, dá para saborear um taco por 6,99 dólares – fora impostos – acompanhados de tortilhas de milho e sachês do legítimo molho de pimenta da Louisiania... Alguns passos adiante há o imenso mascote do Lard Lad Donuts segurando uma rosquinha igualmente enorme... E, claro, o comércio de “donuts” propriamente dito... Que oferece inclusive a famosa “Rosquinha Proibida” do Homer, pronta para comer, por apenas 4,99 dólares – fora impostos...  Logo à frente do Lard Hard Donuts há um carro de polícia batido em uma coluna de pedra... Do lado de fora, seu condutor, o chefe de polícia Clancy Wiggum – pai do mítico Ralph Wiggum – copo de café numa mão, rosquinha em outra... Apesar de ser uma escultura, a expressão do comandante da polícia em Springfield é assustadoramente realista... Quase como se ele tivesse comparecido para dar um enquadro... Na sequência, temos a “estalta” do fundador da cidade, Jebediah Springfield, triunfante sobre um urso abatido, e com a cabeça que o Bart ainda não teve tempo de roubar, digo... E a Duff Brewery, uma pequena reprodução dos “Duff Gardens”, um dos parques temáticos visitados pela família de Bart, Lisa e Maggie Simpson na série... Vide esculturas em grama dos personagens em forma de garrafa de cerveja Edgy, Remorseful e  Dizzy... Não falta, é claro, o mascote “Duff Man”, o típico eleitor branco e machista de Donald Trump...  Ops!!!... Há lembranças alusivas à cerveja Duff – e a própria cerveja, além do energético “Moe Flamejante” - à venda no local... Inclusive miniaturas de canecas de chope personalizadas... Há Erica e Erika, mas não Hérika, digo... 













Reproduzido à perfeição em todos os detalhes, o Bar do Moe desperta o desejo de passar trote no proprietário...














































Depois da loja do Cara dos Quadrinhos, está o Bar do Moe... Que não é apenas uma fachada... Trata-se de uma reprodução fiel do lugar onde Homer vai tomar umas cervejas depois do expediente na usina nuclear de Springfield e Bart telefona para o proprietário perguntando do Mal Amado, do Jacinto Pinto ou do Armando Bagunça... Está tudo ali, o balcão de madeira, o “Teste do Amor” – aquele que foi “possuído” pelo espírito do Vovô Simpson – Barney Gumble olhando tristonho para sua caneca de cerveja vazia, o televisor cor-de-rosa, a mesa de bilhar, o telefone público, um retrato dos Bem-Afinados cantando “Bebê a Bordo” – ou seria “Adeus Sereia da Areia”, quem sabe... Ao lado do Moe há o “Cletus Chicken Shack” – o mais conhecido morador da zona rural de Springfield subiu na vida – com sacos de esterco na entrada e o Krusty Burger... Este o típico fast food estadunidense, com direito a um painel onde os Simpsons protagonizam a história da evolução da humanidade, uma ironia com o Epcot... Também há uma vista panorâmica de Springfield, da Krustylândia e a já mencionada galeria dos personagens, com um quadro ao lado indicando quem é Hans Moleman,  o velhinho de óculos fundo-de-garrafa ao lado de Matt Groening... Os dois restaurantes servem de porta de entrada para uma “praça de alimentação” no estilo dos Simpsons... Lisa’s Teahouse of Horror... “Luigi’s”, com as massas do conhecido “chef” italiano da cidade... “O Holandês Fritador”, especializado em peixe e frutos do mar, que era “All You Can Eat” até o Homer comer toda a comida disponível... “Cletus Chicken Schack”, na base do frango frito... “Krusty Burger”,  mas sem o polêmico hambúrguer de “Carne ao Quadrado” que transformou a população de Springfield em zumbis... “Flaming Moe’s”, vide bebida criada por Moe Slyzak, que era um dos Batutinhas na infância... Junto às mesas, monitores de televisão exibem cenas de episódios da série ambientados em restaurantes... Só faltou o Chez Guevara, para onde Homer levou sua esposa Marge para um jantar romântico – com lagosta - ao som do The Larry Davis Experience acabando com o mambo “Patrícia” no teclado... Na saída, está o Kwik-E-Mart, o que nos lembra... “Quem precisa do Mercado Rápido???”... No caso, a loja de conveniência comandada pelo indiano Apu Nahashmapetillon vende todo o tipo de souvenirs relacionados com os Simpsons... O que inclui a “Rosquinha Proibida”, “Chocobacon” do Fazendeiro Bill, balas de ursinho do Bobo – o bichinho de pelúcia de Monty Burns, o dono da usina nuclear de Springfield, em sua infância – cervejas Duff, energético “Moe Flamejante”,  camisetas – a sabedoria de Homer, esse espectador típico do “Jornal Nacional” é uma constante nessas peças de vestuário, vide “Conserve Water, Drink Beer” -  bonés, chaveiros, bonecos de pelúcia da família Simpson, do Piscadela e da dupla Comichão e Coçadinha,  copos, canecas, bolas... O internauta Pedro Henrique sentiria falta do seu personagem preferido, o Carl, melhor amigo do Lenny... E do doutor Hibbert...  E todos os boxes das temporadas já lançadas da série em DVD, da primeira à décima-sétima e a vigésima, lançada em 2009, na comemoração dos 20 anos de exibição dos Simpsons nos Estados Unidos... Recomendamos particularmente as sete primeiras temporadas, no caso da dublagem em português, já que a voz de Homer é feita pelo Terêncio, quer dizer , por Waldyr Santanna... Em espanhol, o dublador do Homer também manda bem, vide “hamburguesa”... No televisor entre o anúncio da raspadinha Squishee e das fraldas com o bebê de uma sobrancelha (o arqui-rival da pequena Maggie...) na embalagem – são mostradas cenas de “O Prêmio de Natal” (“Roasting in Open Fire”...), o primeiro episodio da série, exibido no Natal de 1989... Mais exatamente a cena em que Homer, tendo em vista que Burns não irá pagar a gratificação natalina para os funcionários da usina – esses países atrasados que não tem 13º salário, gancho de incontáveis sitcoms e comédias cinematográficas – decide trabalhar forte numa loja de 1,99, tipo a “123 Dollar ou a Dollar Tree”, tão comuns na região de Orlando – levando presentinhos como meia-calça de nylon © e brinquedos de borracha para cachorro em forma de bisteca... A mesma sequência usada em memes para explicar que consumir não faz de ninguém um burguês capitalista, digo... Com um pouco de sorte, a compra no Kwik-e-Mart pode ser paga para uma indiana ou um rapaz ruivo e sardento, como aquele que é balconista em toda a parte de Springfield... Na saída, sentando em um banco, tendo como companhia apenas sua garrafinha de Squishee, está Milhouse Van Houten, o melhor amigo de Bart e eterno pretendente de Lisa Simpson... Muitos visitantes aproveitam para fazer fotos no banco, ignorando aquela famosa frase dita por Lisa em um momento que imaginava-se no futuro... “O Milhouse não conta!!!”... Tem o telefone do Nelson, também... Quem tiver algumas moedinhas poderá ouvir os famosos trotes endereçados ao Moe em seu bar, e quem sabe um “Ha-Ha”, mas não dublado pelo Paulo Vignolo... 














Só comparecendo pessoalmente à Krustyândia para sentir a emoção de embarcar no The Simpsons Ride...














































Quem comparece ao Universal Studios em busca dos Simpsons tem um gostinho na “rua de Hollywood”... Ali durante o dia fica estacionado o motorhome da família Simpson, local em que Homer Simpson e seu filho Bart estão disponíveis em intervalos regulares para fazerem fotos e darem autógrafos... Perto da Krustylândia, as opções para o “Meet and Greet” são o palhaço Krusty e seu eterno inimigo, Sideshow Bob, aquele que toda temporada retorna com um novo plano para matar Bart Simpson, mas sempre falha, pois só faz palhaçada... Ops!!!... O horário de Krusty e Bob termina e eles saem por uma porta azul ao lado do Kwik-E-Mart, junto a um muro que é pichado por Bart, enquanto o policial Wiggum dá um enquadro na gangue de adolescentes de Springfield, Jimbo Jones...  Um pouco mais tarde, quem dá as caras são Bart e Homer, acompanhados de Lisa Simpson... Entre os turistas brasileiros, quem mais faz sucesso é Homer... Assim como o Pateta nos parques da Disney, a identificação com o personagem é imediata... William Bonner pensa nele na hora de pautar o “Jornal Nacional”, digo... É aquilo, no começo Bart era o centro das atenções, porém aos poucos o Rei Homer tomou conta... Quem considera o nome Marjorie muito apetecível sentirá falta da mãe da família Simpson, e de sua filha mais nova, Maggie...  A principal atração da Krustylândia, com funcionários usando uniformes listrados de vermelho e branco, vide sorriso “1001”, é o “The Simpsons Ride”, mas também há várias banquinhas com jogos que oferecem versões em pelúcia dos personagens como prêmio...  Vide “Strike 3” – com o mascote do time de beisebol Isótopos de Springfield – “Wild and Willie” – em que o zelador da escola exibe toda sua força – “Sideshow You” – “Help’s Santa Little Helper” – quem viu o piloto dos Simpsons sabe que Ajudante de Papai Noel trabalhava forte em corridas de cachorro – “Mister Burns Radioactive Rings” – excelente!!! – “Whac a Rat” – no caso, Coçadinha – “Eye Carumba”, “Sledge Homer” – cadê o Godines para bater o martelo??? ... Para quem não tem sorte com jogos, melhor ir no “Twirl N’ Hurl” comandado pelos alienígenas Kang e Kodos... Ou no “The Simpsons Ride”...  Este tem a famosa fila serpenteante das atrações mais concorridas dos parques temáticos de Orlando... A diferença é que as pessoas podem assistir trechos de episódios dos Simpsons ambientados em parques... A julgar pelas crianças perguntando a Homer se já chegaram à Krustylândia, todas baseadas em fatos reais... O “The Simpsons Ride” é um simulador em 3-D... Fotos e filmagens não são permitidas, mas pode-se dizer que o visitante fica em uma cabine que movimenta-se conforme os Simpsons são perseguidos na montanha-russa da Krustylândia por Sideshow Bob... Sendo que o carrinho ganha altura – o simulador é tão convincente quanto uma montanha-russa de verdade - e começa a sobrevoar a cidade de Springfield... A família de Bart é salva pela pequena Maggie, chupeta incluída, só que em versão gigante... Um excelente modo de encerrar a visita... Se bem que... No que dependesse de alguns fãs, eles ficariam na região dos Simpsons até a hora de fechar o parque...















Típico telespectador do "Jornal Nacional", Homer fica muito a vontade quando encontra brasileiros...