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| E aí o capitão Rodri, ESP 10, dá um beijinho, pede licença a Donald Trump e ergue a Copa FIFA (TM) pulando... |
A Espanha venceu a Argentina por 1 a 0 no MetLife Stadium, região de Nova Iorque e Nova Jersey (80.663 torcedores), com arbitragem do esloveno Slavko Vincic, gol de Ferrán Torres, ESP 18, aos 37 segundos do segundo tempo da prorrogação, e conquistou a Copa do Mundo da FIFA ™ pela segunda vez, novamente com um gol marcado no tempo extra, exatamente como no Mundial de 2010, na África do Sul, e basicamente não havia quase nenhuma chance de ser diferente, o time dirigido por Luis De La Fuente teve as melhores chances na primeira etapa, e equipe argentina não teve nenhuma, concentrou o jogo no seu campo de ataque no segundo temo, não marcando na equipe de Leonel Scaloni porque seguidas defesas do goleiro Dibu Martinez compensaram a substituição precoce de Lisandro Martinez e a expulsão tardia de Enzo Fernandez, e por fim, chegou a vitória na prorrogação, com assistência e gol de dois jogadores que entratam na etapa final, Nico Williams, que entrou no lugar de Baena, e Ferran Torres, que ocupou a vaga de Oyarzabal, no final da partida, os espanhóis tinham dado 20 chutes a gol, 12 no alvo, contra 2 dos argentinos, nenhum no alvo, uma superioridade que atraiu para o time da Espanha alguns dos prêmios atribuídos pela FIFA, Cubarsi, Melhor Jogador Jovem, Unai Simon, Luva de Ouro como melhor goleiro, e Rodri, capitão do time que ergueu a Copa FIFA ™ depois de pedir licença ao presidente estadunidense, Donald Trump, Bola de Ouro como melhor jogador da Copa, enquanto o argentino Lionel Messi, que já não tinha que dar para provar nada a ninguém e ainda assim foi muito longe no Mundial com sua equipe, ficou com a Bola de Prata, e o francês Kylian Mbappé terminou com a Bola de Bronze e a Chuteira de Ouro, por razões dos 10 gols marcados na competição...
Unai Simon faz a defesa, inicia o contra-ataque, Williams vem pela direita, chuta. Dibu rebate, bola cabeceada, Enzo recupera de cabeça, e na descida, dá uma entrada no meio campo que faz Cubarsi girar no ar antes de cair no gramado aos 47, “Opa, isso é cartão vermelho, seu juiz, o senhor é muito frouxo!!!, ah, não, ele deu, segundo amarelo!!!”, Enzo está expulso, mas por via das dúvidas, o narrador pergunta se o árbitro está certo, Nadine responde, “tá, poderia ser vermelho direto, ele vai com uso de força excessiva, coloca em risco a integridade física do seu adversário, mas o árbitro deu amarelo, ele já tinha amarelo, então foi bem expulso”, Mauro Beting observa que qualquer time do mundo sentiria a expulsão, maaas, a Argentina não é um time qualquer, “aguardemos cenas dos próximos capítulos, Galvão”, que fica impressionado com a reprise da falta, “ele deu uma banda no cara!!!”, concluindo que o cartão amarelo explusão está mais que justificado, Nadine insiste, sim, foi bem expulso”, o locutor já deixa pela confusão que os argentinos vão fazer para a saída de campo de Enzo, Mauro é ligeiro, “vou pegar um café, quer café, Galvão, vai ter tempo para ir, voltar, vai ter mais um show do intervalo”, enquanto isso, Cubarsi é atendido no gramado, Enzo segue discutindo com o juiz, Simon separa seus colegas de equipe do bate-boca, Pato observa, “o Messi colocou a mão na boca, querendo ensinar o que não pode fazer”, Nadine diz que não pode em caso de conflito, se estiver falando de forma agressiva, “o árbitro tá dizendo que viu”, fala o narrador, a comentarista acreditou que vai aumentar o tempo de acréscimo, Enzo sai de campo, Nadine diz que Cubarsi não precisa cumprir o minuto do atendimento, poque o adversário tomou cartão, o locutor reclama, “a regra não é mais tão clara assim, tem muita confusão”, Nadine fala que está um pouquinho mais complicada, Mauro Beting acredita que a Argentina virá num 441, Messi a frente, Julian pela direita e Mac Alister pelo meio, Galvão duvida, o comentarista aponta, “esse time consegue se ajustar taticamente, e precisa”, na verdade, Messi disse ao juiz que Cucurella colocou a mão na boca para falar, Slavo Vincic ignora a reclamação, irritando o camisa 10 argentino... Falta cobrada aos 50, bola com Williams na esquerda, toque para trás a Cucurella, Pedri manda para o meio, o narrador confirma com Nadine os acréscimos dos acréscimos e adverte, “então prepare o seu coração, a não ser que a Espanha defina nesse lance”, Yamal recebe na direita, sofre o desarme, “tá mal na Copa, tá mal no jogo”, bola recuperada, Cucurella fica com a sobra, avança pelo meio, lança Ferran, que sofre falta de Paredes perto da meia-lua, “adivinha quem foi, vou te dar três chances pra dizer quem foi, Muricy, adivinha quem foi”, o técnico responde, “o cara sabe fazer isso aí, Paredes”, Galvão já vê mais um segundo amarelo e outra expulsão, Nadine está de acordo, mas acredita que o árbitro não vai dar, “não vai ter essa coragem”, acrescenta o locutor, Mauro Beting já desenha o time argentino no 451, com Simeone filho na linha de 5 pela lateral direita, Patolino vê os argentinos se complicando porque Messi não volta na marcação, Mauro observa, “e você não pode tirar o Messi”, Galvão acrescenta, “sobram só 8 pra dar o combate”, foca na classe de 2010 da Espanha, “será que a Copa do Mundo se decide numa cobrança de falta”, aos 52, depois do árbitro verificar se a barreira obedece a linha do spray, o camisa 19 da Espanha cobra no ángulo, Dibu salta e manda a bola para escanteio, aos 53, cobrança curta, cruzamento na área para Cubarsi, bola afastada, fim do tempo normal, 0 a 0, “agora é prorrogação, são dois tempos de 15, lembrando que não existe mais aquele tal de morte súbita não, tem que dar para jogar os 30 minutos, 15 mais 15, normalmente um minutinho de acréscimo no primeiro tempo, depois mais alguma coisa no segundo e se não tiver gol de lado nenhum, se continuar assim, pênaltis”, Galvão vê o repeteco da defesa de Dibu e cutuca Mauro, “você que falou mal”, o comentarista explica, “é o homem do jogo, mas é mesmo, 5 grandes defesas, 2 meio estranhas, mas é o cara que garantiu o 0 a 0, porque a Argentina não teve nenhuma chance, e pelos meus critérios, a Espanha teve 10 chances, a Espanha muito melhor, futebol é isso, não fez, Dibu não deixou e nos pênaltis ele é ainda melhor, Galvão”, pois é, não é....
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| Camisa 7 comemora mostrando o distintivo da Espanha e fazendo gesto de Fala muito para a torcida argentina... |
Os jogadores espanhóis se reúnem em torno de Luis De La Fuente no gramado, Galvão ainda acredita que a Copa quase foi decidida numa cobrança de falta no último lance do jogo, Muricý é realista, poucos gols de falta, não tem mais grandes batedores, Yamal escolheu o canto porque a barreira adversária era alta e salta, ia ser difícil da bola passar, porém, “o goleiro é muito experiente, ele faz a diferença na hora certa, falhou em alguns jogos da Copa do Mundo, mas segue sendo o grande goleiro da Argentina, com certeza”, os argentinos tomam água e ouvem Leonel Scaloni, do lado espanhol, De La Fuente orienta seu grupo, Galvão questiona, o treinador estaria dizendo, o técnico, Muricy responde, tem que dar para abrir o jogo, senão a Argentina vai se fechar muito por dentro, “agora sim tem que dar para ter o 1 contra 1, tem que dar para o ter o cara que vai definir pelo lado do campo, porque vai ter que dar para abrir o jogo pra Argentina, senão vai ficar tumultuado no meio, a zaga argentina é difícil de entrar, vai ter que dar para entrar pelas beiradas mesmo”, Messi ouve as instruções de Scaloni sentado, bebendo sua aguinha, Galvão deixa pela “pranchetinha” de Scaloni, enfatizando que ele pode fazer mais uma substituição, palmas para De La Fuente, ao fundo o gramado sendo irrigado, o narrador confirma que o técnico da Espanha, que já mexeu 4 vezes, ainda tem direito a mais duas substituições, Pato comenta, “Galvão, Mauro, às vezes, esse final de jogo assim tá todo mundo esperando uma batida, mas Irã fez um gol na Bélgica numa jogada ensaiada”, Mauro Beting volta para 2022, “a própria Holanda empatou com a Argentina numa jogada ensaiada espetacular, mas foi muito bem batida e uma baita defesa do Dibu”, o estádio em vista aérea, Galvão observa, que a barreira estava mais para a direita e o goleiro para a esquerda, então é por isso que chegou na bola, Mauro enfatiza, “agora, nunca tiraria, o que o Pato falou é fato, o Messi não marca, sem a bola a Argentina tem um a menos, mas eu não tiraria jamais, inclusive na hipótese dos pênaltis, pode andar como está andando, mas eu não tiro o Messi não”, o árbitro espera o final da irrigação do gramado, Tagliafico conversa com Messi, o narrador recorda que todo mundo ficou enlouquecido quanto o técnico da Noruega tirou Haaland contra a Inglaterra, mas não conseguia andar em campo, caiu no banco de reservas, era risco de vida continuar em campo, o que não é o caso de Messi, com Maradona na bandeira e comparecendo no gramado para o sorteio dos capitães com Rodri, Patolino insiste, Messi não sai, mas a Argentina vai sofrer, o locutor fala a Muricy, “vai tirar o cara, vai que ele decide”, o técnico aponta que sem o camisa 10 é o caso do adversário ir mais para cima ainda, “não dá para tirar ele, jogador decisivo, bola parada, uma jogada genial que ele sempre faz, não dá para tirar o cara que faz a diferença na Argentina”... Segue a irrigação do gramado, Galvão anuncia que logo após o futebol, “não perca o programa Silvio Santos com a minha amiga Patrícia Abravanel”, na Globo era “o meu amigo Fausto Silva”, foca nos capitães Messi e Rodri, toca “Danza Kuduro”, foca em Dibu e Williams, em Merino, Simeone filho, Cucurella, Porro, Julian, “a saída vai pertencer a Espanha no primeiro tempo da prorrogação”, Torres dá a saída, toca a bola, cai no gramado, Porro recua a Simon, Galvão explica que a partida vai a 105 minutos, depois a 120, Nadine dá os parabéns, Porro recebe na direita, lança Yamal, recebe de volta, toca para o meio, Rodri lança Williams na ponta esquerda atrasa a Cucurella, Williams recebe de novo, a bola é tocada na intermediária, Yamal faz a triangulação na ponta direita, a bola volta para Porro, que comete falta em Tagliafico com 1 minuto, Galvão e Mauro fazem o retrospecto dos pênaltis, Argentina só perdeu uma de 6, contra a Alemanha em 2006, e a Espanha só ganhou uma de 5, Dibu se adianta para cobrar a falta, o chutão se perde na linha de fundo, aos 2, Simon cobra o tiro de meta, Cubarsi toca a Laporte enquanto a cobrança de falta de Yamal e a reação da classe de 2010 são reprisadas, a bola chega a Cucurella, Torres arranca pelo meio, toca para trás na lnha de fundo, Yamal não chega na bola, consegue a recuperação, Pedri lança na área, Otamendi raspa de cabeça, Williams dá o “cabezazo” e Dibu defende, na descida, Mac Allister sofre falta, Galvão elogia o goleiro, Mauro Beting ressalta, “disparado o melhor em campo, é quem tá segurando a Argentina, por enquanto levando aos pênaltis”, aos 3, a bola rebatida por Rodri sai pela linha de fundo e Dibu cobra o tiro de meta, o narrador anuncia as próximas transmissões da Copa do Brasil feminina na NSports, ao ver a expressão desesperada de Williams, Galvão imita o Edson (OG) para aconselhar o camisa 17, “meu filho, entende, olhos abertos e cabeceie para baixo”, Mauro, o curador do Museu Edson (OG) em Santos, não está tão certo se funcionaria, “mas é o Edson (OG), né”, na disputa de bola no meio campo, falta da Argentina, na tela, 16 finalizações da Espanha, 11 no alvo, 0 da Argentina, 0 no alvo, aos 4, os espanhóis tocam a bola no ataque, Simeone precisa dar o passe duas vezes para recuar a bola, “como é que se toca uma bola para trás na entrada da área no meio de todo mundo”, o time da Espanha recomeça desde a defesa, Cucurella vem pela esquerda, toca a Nico, Pedri e Rodri tabelam, Cubarsi pelo meio para Yamal pela esquerda, toque para trás a Porro, de novo a Cubarsi, na inversão, Nico recebe na ponta esquerda e sofre o desarme, “não entrou tão bem assim no jogo o Nico Williams não”... Aos 5, Simenone não chega no lançamento para contra-ataque pela direita, foca em Scaloni preocupado, Porro lançado na direita, cruza, Rodri desvia, Dibu afasta a bola na chegada de Merino, Williams manda a sobra para o gol, o camisa 17 corre para comemorar, mas para ao perceber a marcação do árbitro, “e daí seu juiz, ele vai anular o gol”, não adianta Merino reclamar, De La Fuente baixa a cabeça, “então é por isso que eu fiquei, bateu, bateu, bateu, esperando que ele ia marcar”, Dibu no chão, Galvão acredita que foi falta do goleiro, mas Nadine observa que ele deu falta, e a imagem mostra Merino pisando em Otamendi quando Porro fez o lançamento, por outro ângulo, se nota que o camisa 19 argentino se jogou quando não conseguiu o desarme, Mauro se manifesta, “eu daria o gol”, o narrador fica boladão, “e volto a repetir, a Copa do Mundo inteira, o VAR não se manifestou uma vez, em nenhum lance, em lance contra a Argentina!!!”, a comentarista aponta que o pisão foi de leve, Merino reclama com Slavko Vincic, o locutor cobra o árbitro de vídeo, mas outro repeteco esclarece sua dúvida, “se tem pisão, é falta”, Nadine acrescenta que o VAR não vai recomendar revisão, aos 7, Dibu é atendido no gramado, Mauro Beting analisa, “o jogo segue em um plano inclinado, a Espanha atacando, a Argentina se defendendo, sonhando com os pênaltis”, foca em Merino, De La Fuente e na apreensão da torcedora espanhola, Galvão insiste, se tem pisão, tem falta, para Nadine, é questão de respeitar a decisão do árbitro em campo, e não era um lance óbvio, acrescenta Beting, torcedores das duas equipes levam a mão a cabeça, aos 8, sobe a placa da Rexona, duas substituições na Espanha, entram Eric Garcia, camisa 4, zagueiro, ND, e Martin Zubimendi, camisa 18, volante, ESP 9, saem Emeric Laporte, camisa 14, zagueiro, ESP 4, e Rodri, camisa 16, volante, ESP 10, Patolino espera que depois do gol anulado da Espanha não aconteça o gol da Argentina, igual ao ocorrido na partida com Cabo Verde, “tem milhões de brasileiros torcendo pela Argentina”, acreditou Galvão, Mauro deixa pela saída de Rodri, que já foi o melhor do mundo, estará em sua seleção da Copa, Laporte também fez uma excelente Copa do Mundo e pela entrada de Eric Garcia, que é bom zagueiro, e de Zubimendi, que vai jogar na cabeça de área, e é ainda melhor na defesa, “é um Rodri sem todos os opcionais de fábrica”, Dibu repõe a bola aos 8, na descida, bola enfiada de Cucurella pela direita, Williams sofre o desarme aos 9, na volta, Cucurella na esquerda toca a Pedri, que lança para a área, na descida, Cubarsi vai receber a bola afastada e sofre falta de Messi... Aos 10, a bola é tocada de Yamal na direita para Williams na esquerda, nova inversão para Porro na direita, Williams não consegue o cabeceio, Cucurella recua a bola, Pedri caneta o juiz, Cubarsi pelo meio lança para Yamal na ponta direita, na devolução, o camisa 19 manda a bola por cima do gol, aos 11, Galvão anuncia o jogo da Sulamericana, Scaloni gesticula no banco de reservas, sobe a placa da Rexona, a Argentina faz sua sexta e última substituição, sai Julian, camisa 9, atacante, ARG 19, entra Senesi, camisa 2, ND, Montiel começou assim em 2022, aqui entre nós, a expulsão de Lisandro pesou, era o momento de Lautaro entrar, digo, Mauro avisa ao narrador, “tô nessa, eu e a Nadine”, o locutor parabeniza pelo comparecimento no jogo do Peixinho que vale vaga nas oitavas, Galvão analisa a substituição, “Senesi é zagueiro, mais um”, Mauro complementa, “o Alvarez tava mortinho, né, Patolino”, o ex-jogador confirma, “ele não conseguia, eu acho que ele vem pra se defender, pros pênaltis mesmo”, Dibu bate o tiro de meta, Galvão acha cedo para pensar em pênaltis, e os dois técnicos gastaram todas as suas substituições, Argentina com 10, aos 12, Espanha desce ao ataque, Pedri toca, Williams cruza na ponta esquerda, Merino cabeceia, a bola bate no gramado e sai pela linha de fundo, Mauro ressalta que a conclusão serviu para acordar a torcida argentina, que como o time, “não está em um dia normal”, o narrador ainda acredita, “é, mas Argentina é Argentina, meu amigo, ela se segura, se segura, se segura, mas no instante final, assuma um jeito”, o comentarista acresenta, “e o único time que ainda pode fazer isso e ganhar o jogo nessas circuntâncias, é a Argentina”, aos 13, Cucurella pela esquerda, a Pedri pelo meio e Yamal pela direita, a bola é tocada para o lado esquerdo com Williams, que vem para o meio, tenta o chute, bola bloqueada, Messi recebe, faz a inversão na defesa, a bola chega na ponta direita do ataque, Simeone filho não chega na bola, pede falta de Cucurella, segue o jogo, “o torcedor da Argentina vai a loucura!!!”, Yamal não chega no lançamento longo para a lateral direita, pressionado por Tagliafico, cedendo o lateral, “se enrolou de novo”, a comissão técnica da Argentina bate boca com o quarto árbitro, Nadine esclarece o lance com Simeone filho, “ele claramente para o corpo para receber o contato, ele não vai disputar a bola, ele provoca o contato, então é por isso que eu não marcaria também”, aos 14, Patolino aponta que até o gandula entrou na confusão, na tela, cartão amarelo para o técnico Scaloni, merecido para o narrador, “coitado do quarto árbitro, o que ele já ouviu”... Aos 15, os argentinos tocam a bola na defesa, sobe a placa da Rexona, 3 minutos de acréscimos, bola recuada para Dibu, o narrador acredita que foi com tranquilidade, apesar da garra e da raça, na recuperação, Yamal é lançado pelo meio, cai, “o juiz não vai dar falta desse jeito, ele só dá falta assim pra anular gol”, Medina afasta a bola lançada na área, Pedri sofre o desarme, aos 16, Messi lança no meio-campo para Medina, Porro cede o lateral na ponta esquerda, a torcida grita em alto e bom som “Messi, Messi, Messi!!!”, Tagliafico cai no gramado após ser empurrado por Ferran, “os dois falam espanhol, eles se entendam”, Patolino denuncia, “o Mauro derrubou quase a TV aqui, Galvão”, Tagliafico cede o lateral na ponta esquerda, perto da bandeira de escanteio, Mauro ri e se explica, “básico, Yamal não tá sendo o mesmo, eu tô sendo o mesmo, Galvão... então é por isso que eu fui perdendo os cabelos, eu fui derrubando o cabelo pelo caminho”, aos 17, Porro cobra o lateral, a bola é disputada pelo alto, na subida, Merino leva um tranco de Paredes o juiz marcou lateral para os argentinos, cobrado por Medina, os espanhóis recuperam a bola e o juiz apita o final do primeiro tempo faltando 1 segundo para os 18, Galvão repete, “vai caminhando pros pênaltis, vai caminhando pros pênaltis”, Merino segue reclamando, o narrador aponta, “a Espanha teve duas enormes chances de gol, essa foi uma delas, com Merino cabeceando errado, houve um empurrão ali, não tão forte, em cima do Torres, o técnico se desespera, teve o lance do Nico Williams, a cabeçada que ele deu, uma defesa espetacular de Dibu Martinez”, toca “Its The Final Countdown”, os professores realmente orientam as equipes, Galvão pergunta a Muricy, “vou botar você de técnico da Argentina agora, o que é que você diria”, o técnico responde, “ah, vamos ficar nesse empate, porque temos um goleiro que é muito forte nos pênaltis, tanto que ele já fez um 531, ele já desistiu da frente, não tem mais velocidade, então com certeza vai jogar pelo empate, e vai acabar com moral, porque tá com 1 a menos, se for pra pênalti vai com a moral em cima, e tem um goleiro que define, então com certeza vai jogar pelo empate”, a spider cam mostra La Fuente na roda, agora o locutor troca a camisa e questiona o que Muricy faria como técnico da Espanha, e a resposta só vem, “tem que dar para arriscar mais, os pontas tem que aparecer mais, o que tá acontecendo é que os pontas da Espanha não estão jogando bem”, foca na roda da Argentina, todos de olho na prancheta de Scaloni, “o Yamal e o outro garoto pelo lado esquerdo, eles não estão jogando bem, então tem que dar pra fazer o 2 contra 1, os laterais tem que dar pra apoiar, a Espanha tem que dar pra arriscar um pouco mais, porque tá só com o Messi na frente, o Messi não tem velocidade pra atacar, então tem que dar pra arriscar um pouco mais”, Galvão acrescenta que esperava mais de Yamal e de Williams para abrir o jogo, “a Argentina tá toda fechada, abre o jogo e eles não dão andamento”, Patolino responde, “eles precisam fazer também 1 contra 1, tem que dar pra ir pra cima, porque a jogada não tá entrando, eles tem que dar para usar a habilidade que eles tem, mas eu vou te falar uma coisa, Galvão, pra tranquilizar esse jogo, tem que dar pra entrar no ritmo do Justin Bieber, porque tá bem nervoso esse jogo aí, hein”, o narrador não entendeu, “tem que dar para ficar o quê”, foca em Messi, Yamal e Merino, o ex-jogador explica, “o Justin Bieber, quando ele entrou com aquele violãozinho, tranquilizou todo o estádio”, agora caiu a ficha do Galvão, “tá certo, acalmou todo mundo, o canadense Justin Bieber, ele é um espetáculo”, vista aérea do estádio, é a vez de Mauro Beting ser questionado, de que time ele queria ser o técnico, e ele é enfático, “ah, nenhum time me contrataria, eu seria treinador da Espanha, mas correndo de medo do Dibu Martinez e dessa história da Argentina em pênaltias e dessa história ruim em pênaltis também”, Tagliafico caído no gramado, recebendo ajuda para se levantar após falar com Scaloni, foca em Messi, o locutor acredita que “Scagliafico” está satisfeito, foca em Yamal, “ele deve ter passado a noite sem dormir, vou ter que marcar o Yamal e até agora deu conta”...A Argentina dá a saída do segundo tempo da prorrogação com Messi, bola tocada para o meio, Molina é acionado pela direita, faz o lançamento, Eric Garcia cabeceia de volta para a defesa argentina, Molina rebate, marcado por Williams, Cucurella impede que a bola saia pela linha de fundo na ponta direita, passa para Garcia no meio, Cubarsi passa a Zubimendi, que avança até o ataque e lança a Yamal pela direita, o camisa 19 atrasa a bola, Porro cruza no segundo pau (!!!), Williams cabeceia para trás, a sobra fica com Ferran Torres, que chuta de primeira, no ângulo, 1 a 0 Espanha, 37 segundos do segundo tempo da prorrogação, “olha o gol, olha o gol, olha o gol, goooooooooooollllllllllllllll, da Espanha!!!”, o camisa 7 corre para chutar a bandeirinha de escanteio antes de desaparecer em meio aos abraços de titulares e reservas da equipe espanhola, a classe de 2010 comemora na tribuna de honra, Dibu vai pegar a bola no gol, o abraço em Ferran continua, “Torres, número 7!!!”, Messi baixa a cabeça e ajeita os meiões, “cruzamento, aproveitamento de cabeça, ele meteu o pé direito, essa não deu pra Dibu Martinez, a angústia de Leonel Scaloni, o nervosismo ainda de Luis de La Fuente, você viu ali, toda a espanholada campeã do mundo de 2010, todo mundo pulando”, Messi de cabeça baixa, Ferran abraçado por Porro, Scaloni morde os lábios, “foi o Nico Williams que tocou de cabeça pra trás e evitou a saída pela linha de fundo, foi fundamental que ela chegasse no Torres pra fazer o gol”, Yamal abraça Ferran, que gesticula para a torcida, “eles se abraçam, Torres, mostra ali o escudo da casa real de Espanha”, a rigor, é o distintivo da federação espanhola, também fez um gesto de “fala muito” para a torcida argentina, entra o “replay” da jogada do gol, “agora vem cruzamento, quer ver, Nico Williams escora de cabeça, perna esquerda, chega batendo forte o Torres, a bola já tá no meio do campo, o juiz não tá revendo nada, né, Nadine”, a comentarista esclarece, “não tem motivos pra rever nada não”, o narrador prossegue, “que pancada do Torres, a bola não tão fácil de acertar assim ele acertou no meio do gol, jogador do Barça, ele chutou a bandeira, também não pode”, enquanto Messi leva a mão a boca, Mauro faz uma observação, “não pode, embora nesse caso da FIFA ™ tá neutra, né, faz parte”, a torcida espanhola comemora, Mac Allister esconde a cabeça dentro do uniforme, Galvão é enfático, “agora é o seguinte, a Argentina vai ter que dar pra vir pra cima, contra a Inglaterra foi assim, a Argentina veio pra cima”... Os argentinos reiniciam o jogo aos 2 minutos, Ferran comete falta no meio campo, foca na mãe de Nico Williams, Muricy concorda com o locutor, mas faz uma ressalta, “a Argentina vai ter que dar para se mandar, mas não tem jogador de velocidade, já tocou tudo o que tinha que trocar, né, vai ter um time que tem a bola, e a Espanha não vai pra trás, a Espanha vai pra cima deles”, falta cobrada, bola lançada na área, o cabeceio para trás facilita a defesa de Simon, que dá a saída, “a Espanha vai fazer o seu jogo, cada um sabe onde o outro vai estar”, aos 3, Cucurella pela direita lança Nico, porém no corte de Molina, a bola sai pela lateral, na tela, agora são 20 finalizações da Espanha, 12 no alvo, 0 da Argentina, 0 no alvo, o número chama a atenção de Galvão e Mauro ressalta, “não tem como, agora, disparado, nunca aconteceu numa final de Copa do Mundo uma seleção não finalizar em gol, teve aquele lance que a gente falou, foi um cruzamento na estatística oficial da FIFA”, acrescentando que Ferran, como Iniesta em 2010, foi formado em La Masia, ou seja, na base do Barcelona, aos 4, bola recuada pela defesa, Otamendi tenta lançar ao ataque, o chute bate em Torres e sai pela lateral, na recuperação, inversão para Messi pela direita, que toca no meio, depois da triangulação, a bola volta para Medina no meio-campo, Messi recebe e lança na área, bola afastada, os argentinos tocam a bola no meio campo, “é o futebol, são as coisas do futebol, essa maravilha chamada futebol, e tome Argentina indo pra cima com a raça de sempre”... Aos 5, o lançamento do meio de campo fica com Simon, Beting faz uma correção, na verdade, Torres se formou na base do Valencia, Galvão aproveita para citar Scaloni após a vitória da Argentina sobre a Inglaterra, enquanto é reprisada a jogada do gol, a conclusão de Ferran e a comemoração da classe de 2010 da Espanha, “eu quero dizer, sem nenhuma arrogância, nós somos assim, e assim somos únicos, na raça, na garra, a todo instante do jogo”, dizendo que é essa a expectativa do torcedor da Argentina nesse momento, Dibu desolado enquanto os companheiros correm para abraçar Ferran, que depois mostra o escudo e faz o gesto de “fala muito”, Mauro aponta, “e é a única equipe que pode chegar a um empate é esse time da Argentina, não só porque tá em campo, mas porque tem toda essa história, Galvão”, Molina esconde a cabeça, o narrador comenta que a torcida da Espanha é muito menor, “mas está comemorando, comemorando, comemorando”, também elogia a coragem de sair jogado dos espanhóis, no exato momento em que na descida de Merino, Mac Allister comete falta e toma cartão amarelo, aos 6, “tá exausto o time da Argentina, mas tem raça, tem coragem”, inclusive marcando Merino na pressão, o camisa 6 cai e Cubarsi grita para ele se levantar, a bola vai da esquerda para a direita, onde Cucurella, Nico Williams e Pedri triangulam, bola com Cubarsi, a torcida parte para o “Olé!!!”, aos 7 Cucurella recebe na esquerda, Ferran lança Williams, que vai até a linha de fundo, marcado por Senesi, ao tocar de calcanhar para Cucurella, impedimento marcado, Dibu repõe a bola, na tela, 744 passes completados pela Espanha, 324 pela Argentina, “uma diferença absurda, quase o dobro”, mais que o dobro, na verdade, o lançamento é rebatido, Yamal lança, Ferran arrcanca sozinho pelo meio, invade a área, toca na saída de Dibu, a bola entra na rede, mas Galvão não grita gol, “estava impedido!!!, está impedido, eu vi bem na minha frente que ele estava impedido, e a gente tem que esperar o bandeira pra gente ver se ele viu ou não, Nadine, isso me enlouquece na arbitragem hoje”, a comentarista explica pacientemente, “é o medo de errar num lance tão rápido, mas ele tá com o tronco um pouquinho a frente, e lembrando que hoje a tecnologia do VAR avisa com atraso de 3 segundos, então é por isso que ele demorou pra levantar a bandeira, mas a posição era irregular”, aos 8, Messi a Mac Allister pela direita, a bola é rebatida, na disputa com Paredes, Williams comete falta no meio-campo, “o tempo paaaassa!!!”, na cobrança do camisa 5 da Argentina, a bola afastada da área por Ferran volta para Dibu aos 9, Galvão acreditou que com a Inglaterra começou assim, na inversão, Messi recebe pela direita, cruza, Eric Garcia na área manda para escanteio, “não fez nada o jogo inteiro, tá fazendo no final”, na cobrança, o camisa 10 toca para trás, recebe na direita, cruza, a bola sai pela linha de fundo, mais um repeteco do gol e do professor De La Fuente realmente comemorando, Yamal vibrando e Messi “tite”, sendo que a jogada entrou na estatística oficial do jogo como a primeira finalização da Argentina... Aos 10, bola recuada para Dibu, que faz a ligação direta, na rebatida, Williams recebe no meio campo, vem pela esquerda, ultrapassa Medina, corta pelo meio, invade a área, tenta tocar para Pedri, mais o passe sai pela linha de fundo, “são pequenos detalhes que viram os jogos”, Beting acrescenta, “e o cansaço, evidentemente”... Aos 11, Messi pela direita toca a Paredes no meio, lançamento pela esquerda de Tagliafico, Simeone filho recebe na ponta direita, atrasa para Messi, a bola chutada pelo camisa 10 bate na cabeça de Merino, o camisa 6 cai no gramado, “rapaz, que eu quase não falei o nome do Messi o jogo inteiro”, Nadine se admira com a bolada, “essa ele sentiu mesmo”, o narrador observa, “bateu na testa, ele tem que dar para ser atendido, né”, o árbitro vai até Merino, que está rodeado pelos colegas de equipe, Otamendi enfia o dedo na cara do juiz (!!!), entra o lance do impedimenmento de Ferran, “um pedacinho do ombro”, fala o narrador, “o braço e o ombro”, acrescenta a comentarista, “lance muito difícil pro assistente de fato, só a tecnologia pra confirmar”, então aí terminado, a Espanha já poderia comemorar, imagina o locutor, que ainda acredita que a Argentina está viva, foca na torcida argentina não tão confiante, Merino sai de campo, Patolino faz uma pergunta retórica a Nadine, Merino vai ficar 1 minuto fora de campo, “ai, ai, ai”, Galvão sacou, “10 contra 10 agora”, ainda lembrando da pancada que Messi deu na testa do camisa 6, o juiz dá bola ao chão, Galvão resmunga, “essa regra nova”, queria escanteio, os argentinos recomeçam, aos 13, chute prensado, lateral cobrado, bola recuada a Dibu, no lançamento, a bola chega a Messi no meio, Cubarsi afasta, aos 14, Williams comete falta em Paredes, que ia receber a bola cabeceada na defesa, o narrador acha falta de inteligência do camisa 17, Mauro Beting está de acordo, só vai chamar a cavalaria argentina jogo aéreo, Messi avança para cobrar a falta, o narrador reclama, “a falta é mais pra trás, Messi, bem mais pra trás, beeem mais pra trás, Messi”, o comentarista zoa, “quase batendo um pênalti”, Galvão lembra que o inventor da espuminha dos árbitros ficou milionário, “brasileiro”, acrescenta Beting, o locutor achou que o camisa 10 ia jogar na área, Messi cobra curto, na devolução, avança pela direita, Simeone cruza na área, Tagliafico tenta a conclusão, bola para escanteio, “essa Argentina é demais, é demais essa Argentina, quando parece que ela morreu pro jogo, ela comparece, o Messi não quis levantar a bola, porque ele quis fazer que nem o segundo gol, no gol de Lautaro de cabeça, que ele recebeu, essa ele deu enfiada de bola, a outra ele driblou e cruzou”... Aos 15, Messi cobra o escanteio, “todo mundo dentro da área, será que voltou o Merino”, sim, está conversando com o árbitro, Tagliafico e Medina tentam ir na bola, mais um escanteio, Scaloni apreensivo, “haaaaja coração, torcedor!!!”, o narrador exclaman porque vão ser 5 minutos de acréscimos, Messi cobra curto, o juiz manda voltar, “o árbitro tava na resenha”, o narrador repara no oriental da torcida, “deve ser descendente de japoneses”, nova cobrança, a bola é desviada e sobra para Simeone filho cabecear por cima do gol, Galvão se admira, mas Mauro Beting coloca que a finalização não foi no alvo e a defesa mais difícil de Simon foi uma bola que Cucurella recuou de cabeça, que coisa, não, Pato aponta, “e olha que eu falava que tava nos pés do Simeone decidir esse jogo”, Galvão ri litros, aos 16, lançamento longo da Espanha pela lateral direita, bola recuada para Dibu, chutão, Otamendi cai, lateral para a Argentina, “eu fico impressionado com a força que eles arranjam no final do jogo, Messi começou a aparecer”, Simeone filho vem pela direita quando Tagliafico comete falta em Cubarsi aos 17, no repeteco da conclusão de Simeone, o locutor observa que o camisa 17 pegou por baixo da bola, Messi lamentando, Galvão explica que então é por isso que considerou o chute de Ferran difícil, Patolino aponta que isso vai pesar na conta de Simeone filho, Muricy comenta que com a Argentina indo para cima após tomar o gol, a Espanha tem que dar para fazer o seu melhor, a posse de bola, na disputa de bola pelo meio campo, falta para a Argentina aos 18, Messi cobra, Simon segura na área, foca em Scaloni e De La Fuente, na descida, Willians atrasa a Cucurella pela esquerda, bola com Eric Garcia pelo meio, Merino inverte na direita para Cucurella pela esquerda, Ferran recebe na ponta, mas muito marcado, devolve a Cucurella no meio, que comete falta aos 19, Dibu se adianta para cobrar na risca do meio-campo, “não imaginava que fosse assim com tanta emoção, a Argentina rrrrrenasce depois de tomar o gol”, Dibu cobra, bola é tirada da área e chutada para o ataque por Ferran, mas Slavko Vincic apita, “acabou!!!, acabou!!!, a Espanha é bicampeã mundial de futebol!!!”, os reservas invadem o gramado, Luis de La Fuente é abraçado, “1 a 0 na prorrogação!!!, o gol de Ferran Torres, é bi-campeã mundial de futebol”, Ferran é abraçado, Messi bufando, “a Espanha, essa grande fase da Espanha, a Espanha que foi campeã em 2010, chegou na sua primeira final, e agora chega na sua segunda final e chega a seu segundo título, mas a Argentina”, Medina lamenta, Scaloni tenta separar uma briga, “olha a confusão, jogadores da Argentina querem confusão, isso é feio, isso não pode”, Yamal enxuga o rosto com o uniforme, o técnico argentino afasta o camisa 19 da Espanha da discussão, depois se atraca com o atacante espanhol Iglesias, camisa 26, vibra a classe de 2010, Nadine concorda com Galvão, o árbitro deve estar certo ao dar 5 minutos de acréscimos no final da prorrogação, a confusão foi depois, Carlos Alcaraz, o próprio, aplaude na arquibancada, Messi é abraçado por Pedri, “você foi gigante”, o narrador se corrige, chamou o tenista de Rafael Nadal, “olha onde eu fui buscar o Nadal, rapaz”, o goleiro Raia abraça Ferran, Messi passa a língua nos lábios, Mauro garante, “mas deve estar fazendo festa em algum lugar”, Patolino vem com outra pergunta retórica, “quem você acha que começou a confusão, Galvão”, Pedri e Ferran se abraçam, Galvão responde rapidamente, Paredes, que após agredir Gavi e Eric Garcia, teria levado cartão vermelho, porém a punição foi apenas um erro no sistema da FIFA ™, o narrador prefere “digerir” a palavra a Muricy, “pois é, Muricy, a Espanha é bi campeã mundial de futebol, em 2010 e 2026, e agora com inteira justiça nesse jogo, não, Muricy”, Ferran segue sendo abraçado, Lamal e Williams deitam no gramado, o técnico responde, “com certeza, veio crescendo durante a Copa não começou bem a Copa”, Messi recebe os cumprimentos de Eric Garcia, “veio crescendo e hoje dominou a Agentina, com 11, a Espanha foi muito melhor, teve a posse de bola”, De La Fuente abraça Scaloni, “o bom da Espanha é que eles não mudam o jogo, ao contrário da Argentina, que a toda hora tem uma alternativa tática, mas o time da Espanha é muito melhor que o da Argentina, é uma das favoritas e ganhou a favorita”, Otamendi discute com Rodri, Ferran vibra, Galvão ainda especula se Otamendi ou Paredes começaram a confusão, Mauro Beting pede a palavra, “eu tinha falado aqui que nenhuma equipe tinha passado o jogo inteiro sem chutar em gol”, Julian frustrado, “é pior, em 90 minutos, os primeiros, apenas a Costa Rica, contra o Brasil, jogo que você narrou em 1990 e a Espanha em 2022... é porque vai além da final”, Medina senta no gramado e CHOLA MAIS, “só três jogos desde 1966 uma equipe ficou o jogo inteiro sem chutar em gol... nada, são números absurdos da Argentina”, Messi sentado no gramado, Tagliafico deitado, “numa final de Copa do Mundo, o time que tem o melhor de todos, o Messi, não acertou o gol”, foca no irmãozinho do Yamal, “só Brasil e Costa Rica em 1990, em 2022 também Espanha e Costa Rica, e agora”, Rodrigo comemora, Molina lamenta, Javier Bardem festeja nas tribunas, “vamos ter muita coisa agora”, Galvão anuncia a transmissão da Sulamericana, mais abraços de Rodri, Romero se lamentando, o narrador agora faz o anúncio dos jogos da Copa do Brasil feminina a serem mostrados pela NSports, “fique ligado!!!”, mais Messi sentado no gramado, resgatam a imagem de Luis De La Fuente comemorando no final da partida, “foi campeão olímpico, foi campeão do mundo, faz um grande trabalho”, os jogadores da Espanha fazem uma roda para comemorar e na sequência surgem imagens de Paredes rasgando o colete de Gavi e o derrubando no gramado, “olha só o que eles fizeram, o Paredes dando tapa, dando soco, que coisa mais absurda, ô rapaz, você não pode ser jogador de futebol, você é bandido!!!”, Nadine diz que ele pode receber cartão vermelho, Galvão duvida que o arbitro faça alguma coisa, e de fato não fez, que coisa, não...
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| Dibu Martinez desolado, evitou tantos gols, porém Argentina não fez nenhum e Espanha conseguiu encaixar um... |
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