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| Zico, cromo EGY18, precisou marcar duas vezes para o Egito fazer 2 a 0, sem camisa não vale, com camisa, vale... |
A Argentina venceu de virada o Egito por 3 a 2 no Mercedes
Benz Stadium, região de Atlanta (68.239 torcedores), com arbitragem do francês
François Letexier, gols de Yasser Ibrahim (“cabezazo”, 14/1º), Zico (21/2º), Romero
(“cabezazo”, 33/2º), Messi (37/2º) e
Enzo Fernandez (“cabezazo”, 50/2º), e está classificada para as quartas de
final da Copa do Mundo da FIFA ™, um feito conseguido em apenas e tão somente
13 minutos, a Argentina transformou uma derrota arrasadora que representaria a despedida
definitiva de Messi dos Mundiais em uma vitória espetacular a qual demonstrou
que o camisa 10 ainda tem muito a oferecer aos fãs de futebol ao lado de seus companheiros
de equipe, antes da reação acontecer, os egípcios se permitiram sonhar quando o
goleiro Shobeir defendeu o pênalti cobrado por Messi, o “cabezazo” de Yasser
Ibrahim abriu o placar e Zico marcou duas vezes para valer uma, tirando e pondo
a camisa, e a vantagem mantida até o final do segundo tempo é uma justa reverência
a Murilo Couto, quer dizer, Mo Salah, o astro que dá adeus do dia...
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| Mas os argentinos, que estavam quase perdidos, se encontraram quando Cuti Romero cabeceou sem sair do chão... |
Terminados os cumprimentos, o Egito posa para o pôster, Nadine informa que o árbitro será François Letexier, da França, segunda Copa, na primeira, foi árbitro de vídeo, apitou a final da Euro 2024, elogiado então e agora depois de atuar em Costa do Marfim e Equador, e em Cabo Verde e Arábia Saudita, Messi comparece na foto do time formado da Argentina, Tiago questiona, “ele está sendo elogiado, não vai nos irritar”, a comentarista acreditou que é um árbitro calmo, que se posiciona bem e toma decisões muito rápidas, como bom árbitro de elite que é, o narrador insiste, “vamos ver, a gente teve uma arbitragem muito confusa, pra não dizer outra coisa, em Cabo Verde e Argentina, vamos ver como o senhor Letexier vai fazer hoje”, no VAR, outro francês, Jerome Brisard, “árbitro que foi muito amigo do Messi no primeiro jogo, a gente lembra, é sempre bom lembrar, a arbitragem tá muito leniente, tá muito amiga da seleção argentina”, sossega o sapatênis, meu, Argentina de Leonel Scaloni no 4132, Tagliafico de volta na lateral direita, os zagueiros Lisandro e Ronero “salvaram a Argentina contra Cabo Verde”, novidades no meio, Rodrigo de Paul, e no ataque, Julián Álvarez, agora titular ao lado de Messi, o Egito de Hossan Hassan no 4231, com Mostafa Zico posicionado na frente, embora o narrador ressalte que deva trabalhar forte no meio-campo com Ashour e Hassan enquanto Mo Salah “descansa” no ataque, a arbitragem cumprimenta Scaloni, Tiago diz que são os jogadoes da Argentina (!!!), Nadine segura o riso, mais Messi na tela, “sempre unida a comissão técnica argentina”, foca em Salah, o narrador espera por um Colômbia e Argentina nas quartas de final, “a não ser que o time do Hossam Hassan apronte em cima da Argentina, ia ser histórico”, foca no treinador egípicio, tá puxado hoje... Contagem regressiva, os argentinos dão a saída, o narrador fala do encontro do Rei do Egito com o Príncipe da Argentina, bola recuada ao goleiro Dibu com 10 segundos de jogo, Tiago pede atenção para o comportamento com e sem a bola da Argentina de meio-campo mudado, Hany perde a bola na disputa com Enzo Fernandez na lateral esquerda, o camisa 24 da Argentina fica caído no gramado, sentindo o joelho esquerdo, essa porradinha doi mais que paulistinha na coxa, garante Juninho Paulista, “aí o músculo fica duro até impedindo de você jogar”, Kun Aguero e Maxi Rodriguez nas tribunas, Tiago está mais familiarizado com o “streamer” Aguero, a bola volta para Dibu com 1 minuto, na pressão, mais um recuo para o goleiro, o balão só vem, Yasser Ibrahim não domina, Mac Allister atrasa a bola na ponta-esquerda, Paredes recomeça no meio-campo, aos 2, De Paul triangula na esquerda, e Lisandro na risca do meio-campo, Enzo recua para Romero na defesa, Rapha explica o 4132, ressaltando o dinamismo dos meio-campistas, De Paul vem pela esquerda, o lançamento de Messi da intermediária sai pela linha de fundo, 14 jogos de mata-mata em Copas, informa o narrador, Shobeir cobra o tiro de meta, mas recebe a bola recuada, aos 3, toca a Yasser Ibrahim, Lasheen pela lateral direita, a bola volta para Yasser e o chutão de Shobeir para Hafez na esquerda, que vem pelo meio e atrasa a Yasser, a bola passa por Hany e Lasheen na direita da defesa, inversão para Hafez na esquerda, Ashour tenta avançar pela lateral, a bola escapa, Molina cobra, o camisa 8 do Egito “ficou sentindo uma dor universal” caído no gramado, porém se levantou ligeiro, Leifert acreditou que é o medo da regra do atendimento,, Nadine aponta que o técnico da Argentina pediu a Ashour, aos 4, Enzo comete falta em Salah no meio campo ao perder a bola, Rapha adverte que o camisa 24 está fazendo o “perde-pressiona” errado, Attia e Rabia tabelam na defesa, Yasser Ibrahim recebe na direita do ataque, a bola volta para Salah no círculo central, Ashour tenta lançar Hafez na lateral esquerda, aos 5, Hafez tabela, Ashour tenta avançar, tenta cavar a falta em Molina, segue o jogo com Paredes, Romero recua, Messi encosta, perde a bola, tome bicão de Romero, Julian não chega, os egípcios recomeçam na defesa... Rapha explica as vantagens de Julian em relação a Lautaro Martinez, De Paul recupera e perde em seguida, aos 6, Lasheen a Hassan, falta de Tagliafico na lateral direita, João Venturi avisa que Julian deve sair do Atlético de Madri, vide “namoro” com o Barça, Salah cobra, atrasa a Hassan, Yasser não chega no lançamento na área, Molina fica com a bola, aos 7, Zico corta o lançamento matando no peito e cede o lateral, após a cobrança, Paredes recebe, Romero tenta o passe longo, Messi não domina no círculo central, Mac Allister aciona Enzo na lateral esquerda do ataque, mas na pressão de Hany, cede o lateral, Yasser Ibrahim erra o passe longo, Enzo e Paredes tabelam, aos 8, recuo a Romero no círculo central, Molina na direita tabela com Julian, que faz a inversão, lançamento longo a Messi, a bola na área é desviada por Rabia para a lateral, Molina cobra, Romero lança Mac Allister no meio campo, passe rasteiro pelo meio para De Paul, no cruzamento, Enzo chega na área e manda a bola para fora aos 9, “tinha impedimento, né, Nadine”, sim, a comentarista explica que o bandeirinha nem precisa esperar pelo semi-automático, Juninho deixa pelo toque de calcanhar do camisa 24 argentino, Hafez não chega no lançamento na lateral esquerda do ataque egípicio, bola com Dibu... Aos 10, o goleiro toca a Tagliafico, lançamento longo pela lateral direita, Hany se antecipa a Mac Allister e recua a Shobeir, Hafez conduz a bola na defesa e sofre falta de Enzo no círculo central, os egípcios não conseguem avançar e tocam a bola em seu campo defensivo, aos 11, Hassan tenta a inversão, De Paul fica com a bola, recuo para Dibu, passe longo, a defesa do Egito cede o lateral, Juninho repara no jogo entre linhas da Argentina, Enzo e Tagliafico tabelam na lateral esquerda, aos 12, Lisandro a Romero no meio-campo, Dibu recebe, e de novo, o narrador estranha que a torcida argentina está calma, João Venturi confirma, e são maioria, vide comunidade de 15 mil argentinos na região de Atlanta, De Paul comete falta em Ashour perto do círculo central, Tiago diz que tem culpa o ar condicionado do estádio (!!!), aos 13, Ashour toca a Hassan na ponta direita, o cruzamento na área era para Zico, porém a bola foi afastada pela defesa, Yasser Ibrahim recupera a bola, Lasheen vem pela direita, lança Hany na ponta, Lisandro cede o escanteio, foca em Mário Kempes, o próprio, e no bumbo com a imagem do atacante quando foi artilheiro da Copa do Mundo de 1978, “ele era cabeludo e jovem”, Salah cobra curto, Ashour recebe, tenta o cruzamento, atrasa para Attia, que lança na área e o próprio Yasser Ibrahim, cromo EGY 5, ganha no alto de Tagliafico e faz o cabeceio, 1 a 0 Egito, 14 minutos da primeira etapa, a torcedora confere o celular, Yasser vibra, Dibu desolado, “de cabeça, Yasser Ibrahim, jogada veio da direita, primeiro um samba do Ashour”, foca em Messi e no camisa 2 do Egito colocando a cabeça no gramado para agradecer o gol alcançado, Salah conversa com o técnico Hassan, “e quando ela chega no Yasser Ibrahim, ele sobe bonito pra colocar o Egito na frente, agora é o seguinte, tava ganhando de Cabo Verde, toma o empate, ganha na prorrogação, aquele 3 a 2, o Scaloni nem comemorou, vem para jogar as oitavas de final, sai perdendo da seleção do Egito, Juninho, olha a narigada na bola do Yasser Ibrahim, como vai ficar a Argentina agora, eles não tão acostumados com esse tipo de sofrimento não”, o pentacampeão afirma que, ao contrário de Cabo Verde, os argentinos não esperavam sair atrás do placar novamente, “esse cruzamento é muito perigoso, esse cruzamento foi perfeito, quando a bola faz essa parábola, é muito mais vantajosa para o atacante, apesar que estavam todos 1 a 1 dentro da área, Tagliafico perdeu sua disputa, esse foi o gol do Egito”... O jogo recomeça aos 15, Ashour avança pela lateral esquerda, Zico toca de letra na meia lua, Salah não chega, bola afastada, “o Egito está se soltando”, Rapha observa que a escalação da Argentina é possívelmenre a que tem a menor média de altura em toda a Copa, o Egito tem jogadores capazes de trabalhar forte na bola áerea, foca em Scaloni, o comentarista afirma que Lisandro precisa se superar no confronto com atacante de maior imposição física, enquanto isso, aos 16, Hafez recupera a bola e toca a Salah, que perde a bola para Paredes e cai na meia lua, tentando cavar a falta, “não dá, Salah, não confia muito neles”, Rapha conclui que a altura insuficiente da linha de defesa argentina cobrou seu preço, os egípcios recuam a bola para a defesa, narrador e comentarista comparam as alturas de Yasser Ibrahim, 1.85 metro, e Lisandro Martinez, 1,75 metro (Tagaliafico tem 1,72 metro e Romero, 1,85 metro), aos 17, Romero disputa a bola com Zico, que cede o lateral, Tiago já está mencionando Maequinhos, que tem 1,83, falta de Yasser em Julian no meio-campo, “a Argentina vai ter que dançar mais um tango!!!”, aos 18, Molina recua a bola para Dibu, Enzo pela esquerda inverte a Messi no círculo central, o camisa 10 toca no meio para Enzo, que lança a Tagliafico pela direita, Hassan se coloca na frente do camisa 3, que cai na área, e Leifert faz o Léo Batista, “PÊNALTI!!!”, em seguida comenta com Juninho que o passe entre linhas deu certo de novo, o comentarista observa que Messi tinha 4 opções para tocar a bola a sua frente, destacando que Tagliafico e Molina trabalham forte em profundidade, Nadine afirma que não há dúvidas sobre o pênalti, “o Hassan acaba travando a perna do Tagliafico, ele não chega na bola antes”, observando De Paul pedir cartão para o árbitro, mas só seria amarelo caso fosse uma chance clara de gol, aos 19, Messi coloca a bola na marca da cal, “e lá vem ele, Lionel Messi, para assumir a artilharia isolada da copa”, na tela, os últimos 5 pênaltis, 3 convertidos, 2 perdidos, um deles o do jogo com a Áustria, na primeira fase, o juiz conversa com Shobeir, será o oitavo gol em 2026, o 21º em 6 Copas, aos 20, o camisa 10 toma distância, chuta no meio do gol e Shobeir faz a defesa, “perdeu de novo!!!, pegou Mustapha Shobeir, o Messi perdeu outro pênalti!!!”, os egípcios avançam ao ataque, o árbitro dá cartão amarelo ao preparador de goleiros Saafan El-Sagheer, por razões de reclamação, “rapaz, o jogo vai virando uma loucura para a Argentina, perdendo, Messi perde um pênalti, agora o caos estabelecido na entrada da área técnica do Egito”, o técnico Hassan e Salah discutem com o juiz, “será que a Argentina tem psicológico pra sair desse buraco que estão se enfiando, Rapha”, o comentarista é sincero, “acredito que sim, mas eles estão se enfiando, isso é indiscutível também, o Messi tem um histórico de cobranças de pênaltis que não condiz com o histórico de ET dele, o maior jogador da atualidade no futebol, ele inclusive em alguns momentos recentes da carreira, ele tinha modificado a batida muito influenciado pelo Neymar (OG) pra dar um tempo maior no momento que chega na bola, na penúltima passada, dessa vez ele foi direto e reto, cabeça baixa, meia altura, o sonho do goleiro”, e lá vem Leifert, “lembrou sabe quem, Bruno Guimarães, batida muito parecida, ou como resume Juninho, “essa batida é pro goleiro, esse chute foi mais forte que o do Bruno, inclusive, foi cruzando, mas meia altura, é o pênalti ideal pra se o goleiro acertar o canto, ele pegar, e eles perderam a oportunidade, foi logo na sequência do gol do Egito, então quando mais passa, mas fica difícil para a Argentina e a confiança do Egito aumenta”... Aos 21, depois de um entra e sai na lateral, bola para Dibu, “mais do que nunca, a Argentina precisa de uma pausa para hidratação, que vai ser daqui a pouquinho, se recompor, conversar com o treinador, se ajeitar, porque o primeiro quarto de jogo começa trágico para a Argentina, tá perdendo e despediçou um pênalti com seu principal jogador, vamos ver o efeito que isso vai ter neles”, e tem mais Tiago, “agora o Egito cresceu, agora o Egito tá grandão, já deram até deram um empurrão no Messi, coisa rara, empurraram ele”, aos 22, Enzo vem pela direita do ataque, tenta a enfiada a Mac Allister, bola afastada, Salah é calçado por Lisandro, “reclamam de absolutamente tudo os jogadores argentinos, toda a marcação reclamam”, Shobeir vai fazer a cobrança, pausa para hidratação, “a Argentina precisando se recompor, Scaloni já está dentro do campo, chamado os jogadores”, “torcida egípcia pirando com o gol de Yasser Ibrahim”, “FIFA ™ sempre amiga da notícia, em vez de colocar o que vai acontecer, resolve dar uma volta”, vide imagem externa do estádio, “volta pra lá, Dona FIFA ™, aparece o cartaz da torcedora egípcia, “Don’t Messi With Egypt”, na tradução do trocadalho feita por Tiagueira, “Não Mexa Com o Egito”, Scaloni trabalha forte na gesticulação com os jogadores, Leifert acreditou que sobrou para Molina, na tentativa de ajeitar a lateral-direita, quem sabe, Messi se refresca jogando água sobre a cabeça, João Venturi reporta que na coletiva, para o treinador argentino, tem culpa o desgaste da equipe, jogos em altas temperaturas, pouco tempo para treinar, apenas três de intervalo entre as partidas com Cabo Verde e Egito, treino cancelado por razões de mau tempo em Miami, além de jogadores que não estão no melhor de sua forma, leia-se o experiente Tagliafico, Paredes, Messi jogando menos minutos, vindo de lesões, influindo na equipe junto com o verão bombando nos Estados Unidos para não deixar os argentinos em suas melhores condições, o narrador lembra que a Argentina mexeu muito para se encontrar em 2022, achando Mac Allister, Enzo, e então é por isso que as trocas de Scaloni “são sempre as mesmas, no final do segundo tempo, mas sempre trocando 6 por meia dúzia, trocando jogadores da mesma posição”, foca no estádio visto do lado de fora, “eles não tem o hábito de olhar pro banco, Rapha, e falar, precisamos mudar o jogo, vamos colocar um Nico Paz, a gente não viu eles fazendo isso nenhuma vez”, questão com resposta engatilhada, o comentarista observa que Nico Paz ficaria empacado por fazer a mesma função de Messi, agora a falta de jogadores de lado, para alargar o campo, Arsene Wegner nas tribunas... O jogo recomeça aos 26, passe longo de Yasser na lateral direita, bola afastada, bola recuada a Romero, aos 27 na descida, Messi a Julian pelo meio, atrasa a Enzo, Tagliafico recebe na esquerda, recua a Lisandro, Molina aciona De Paul na ponta direita, no cruzamento, Mac Allister cabeceia na área, Shobeir defende, mais um lançamento na área, a defesa egípcia afasta, bola recuada para Shobeir aos 28, Rapha defende que os argentinos ataquem a área com mais gente, Messi invade a área, toca para trás a Enzo na meia-lua, o chute prensado cai nas mãos do goleiro do Egito, “duas grandes defesas, um pênalti e uma cabeçada, pra ajudar o Egito”, Salah não chega no lançamento do goleiro, “a Argentina pressiona o Egito, a Argentina está perdendo, fazia tempo que eles não sofriam, Cabo Verde foi difícil, mas eles não chegaram a ficar atrás no placar, vamos ver como eles vão se comportar agora”, aos 29, Romero se antecipa a chegada de Salah pela direita, cabeceia a bola e entrega para o goleiro Dibu, na volta, Mac Allister a Messi pelo meio, Enzo lança para De Paul cruzar na área, Yasser afasta, Paredes retoma a bola de Salah no círculo central, falta de Attia em Mac Alllister, o narrador acreditou que foi cavada, Nadine confirma, a reprise da defesa de Shobeir empolga Tiago, “a Argentina enfrentando um goleiro”, aos 30, Leifert fala que Messi tirou a bola da marca, foca no camisa 10 sorrindo, até Nadine corneta, “ele faz isso em todos os jogos”, na cobrança, a bola bate na trave antes da chegada de Shobeir, tiro de meta, “a regra salvou o Egito”... Aos 31, bola recuada a Shobeir, que segundo o “head scout”, foi na bola sabendo do risco, mais um recuo ao goleiro, “vai crescendo no jogo o Shobeir”, terceiro recuo seguido, “a Argentina já deveria ter feito um gol, diz a estatística”, o narrador aponta a “cabeçada rara” do gol egípcio, comparando com Haaland contra o Brasil, o “expected goal” não vale para ele, aos 32, Haby cruza na lateral direita, o chute sai prensado e Romero tira de cabeça, na sequência, falta de Lasheen em Julian, desta vez foi, avisa Nadine, Leifert fala da lesão do camisa 9 no Atlético de Madri, na tribuna, Cambiasso, “Lavezzi na cadeira do Sorín”, Rapha acrescenta, “o Zanetti e o Pastore também”, o Egito toca a bola na defesa, Lasheen a Hany no meio-campo aos 33, Hassan na direita passa a Salah no meio, aos 34, tabela com Ashour, recuo a Lasheen, lançamento a Ashour, bola perdida, na recuperação, Hafez manda por cima do gol de fora da área, passe longo de Dibu, Hany recebe, bola recuperada, Paredes aciona Dibu no meio campo, na devolução, lança do círculo central a Tagliagfico na ponta esquerda aos 35, bola com Enzo, Mac Alister, Messi pelo meio, Ashour manda para lateral, “jogada típica do Messi, aquele toque rasteirinho, pra tentar fazer uma tabela e passar pela defesa, com Xavi e com Iniesta era mais fácil”... Aos 36, pela esquerda, Enzo a Julian e Tagliafico, Paredes no meio toca a Enzo, lançamento na área, Ashour mata no peito e mete o chutão, Romero se antecipa a Salah, Messi lançando no meio campo, Rabia faz o corte, Juninho acreditou que o Egito achou espaço para jogar, cedendo também espaços a Argentina, então é por isso que Messi pelo meio faz o desarme, chuta de fora da área e a bola vai por cima do gol aos 37, “pra fora e sem desvio!!!”, foca na família Simeone nas tribunas, o narrador informa que o suíço Manzambi se machucou sozinho no treino e está fora do jogo com a Colômbia, Rapha lamenta o azar, melhor da Suíça, “potencial revelação da Copa do Mundo”, aos 38, passe longo a Tagliafico, Julian Alvarez invade a área, chuta e Shobeir manda para escanteio, “defendeu de novo, Mostafa Shobeir faz mais um milagre!!!”, Tiago acreditou que foi mais um pênalti defendido, “um absurdo o que o 23 vai aprontando”, Rapha já inclui entre as defesas da Copa, comparando Julian na jogada a Cucurella, aos 39, o goleiro do Egito é atendido no gramado, Leifert diz que ele “mandou uma Libertadores da América”, lembra que El Shenawy era o titular, hoje no banco, Simeone nas tribunas, o goleiro não precisa esperar fora de campo, aos 40, Messi vai cobrar o escanteio, Ashour e Mac Allister se estranham na área, o camisa 10 cobra, Tagliafico cabeceia, a bola sai pela linha de fundo, “vai fazendo um primeiro tempo importante para a Argentina, participando bastante do jogo depois de recuperar a posição na lateral esquerda”... O lançamento de Shobeir a Ashour sai pela lateral, “será, depois de muito tempo a Argentina vai descer pro vestiário perdendo, De Paul a Paredes pela esquerda aos 41, Molina cobra o lateral, Julian a Paredes, que tabela com De Paul, Enzo a Tagliafico, na direita, bola tirada da área vai parar em Dibu adiantado, “Salah pede pro time sair de lá de trás, respirar um pouquinho”, nas finalizações, 7 a 2 Argentina, no alvo, 3 a 1 para os Argentinos, mas a do Egito, foi, digo, Enzo a Tagliafico pela direita, bola afastada, aos 42, Julian pega a sobra e chuta de fora da área, por cima do gol, Rapha acreditou que descobriu o mapa da mina, Tagliafico em cima de Hassan, “boa defesa do torcedor ali atrás, com a mão trocada, a outra estava segurando uma bebidinha!!!”, o narrador também crê que a Argentina está esmagando o Egito, Salah perde a bola para Mac Allister, aos 43, De Paul erra o passe, Molina acerta o rosto de Ashour, “a Argentina começa a perder a cabeça, tapa na cara do Ashour, a arbitragem não viu”, Paredes desarma Salah, na descida, Messi sofre falta de Attia, na intermediária, aos 44, cobrança do camisa 10, linha burra e Shobeir fica com a bola, “deu aquela caidinha pra gastar o tempo, a arbitragem abriu a contagem”, Salah recebe do goleiro, tenta o contra-ataque e sofre falta de Romero no meio-campo, sem cartão, Nadine diz que o árbitro está levando na conversa, mas daqui a pouco precisará controlar com cartões... Falta cobrada aos 45, Tiago crê que o segundo tempo vai ser bom demais por razões de Argentina perdendo a cabeça e Egito na correria se defendendo, serão 5 minutos de acréscimos, João Venturi relata que o técnico Hassan pede calma aos seus comandados, não subam no ataque, segurem o resultado, apesar do elogio a Ashour na ofensiva feito pelo narrador, a Argentina toca a bola no ataque, Mac Allister, Enzo, De Paul, Paredes, Lisandro pela direita, Paredes de novo, De Paul lança na área aos 46, Yasser afasta de cabeça, Lisandro recupera, Paredes lança longo para Messi na área, Hafez atrasa de cabeça para Shobeir, “fez o que Cabo Verde não fez no primeiro gol”, foca no celular dilmando na torcida, “não posta que a FIFA ™ derruba”, Dibu rebate o lançamento para o ataque, aos 47, na subida, Rabia se choca com Alvarez, batendo as costas no gramado, acontece o atendimento, ficou difícil para o camisa 5 respirar, massagem com gelo no peito, Mac Allister acreditou que estão enganando o árbitro, observa Tiago, Rabia não saiu de campo, seria compensação pelo ocorrido com Tagliafico no jogo anterior, aos 48, bola afastada da área argentina, Leifert comenta com Juninho que Ashour pediu para sair, “uma perda enorme pro Egito”, levou a mão a virilha, aos 49, os argentinos tocam a bola no ataque, Messi, Julian, Tagliafico pela direita, recuo a Paredes, Julian, Messi vem pela esquerda, na devolução, laçamento a Tagliafico na ponta, impedimento marcado, Hany comemora, mais 1 minuto de acréscimos, o narrador elogia a “visão de águia” de Juninho, que viu Ashour se machucando, aos 50, Hassan na esquerda a Salah pelo meio, Hafez cede o lateral no quique da bola, passe longo da defesa até Mac Allister na área, fim do primeiro tempo, “de forma surpreendente”, “e a Argentina vai ter que escalar uma montanha nos próximos 45 minutos!!!”...
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| Quando saga de Messi parecia estar chegando ao fim, camisa 10 reage, rebate a bola de Montiel e empata o jogo... |
No intervalo, Renata Saporito ainda não acredita que o Egito está vencendo a Argentina, “será???” e se mostra surpresa com a goleada da Bélgica em cima dos Estados Unidos, “quem diria”, corta para os vídeos das redes sociais com a saga de Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro em seis Copas do Mundo, se bem que “social media” mesmo são a mãe, a irmã e a esposa, e de outros astros que estão dizendo adeusinho aos Mundiais, o goleiro mexicano Ochoa, então é por isso que o “Fofocalizando” apresentou uma extensa matéria sobre a semi-relação dom Dulce Maria, a própria, Neymar Junior (OG), Manuel Neuer e Luca Modric, que nem apareceu no vídeo, e sem definição para os próximos jogos a serem transmitidos pelo SBT, o jeito é dizer que o segundo tempo promete e chamar os comerciais, que incluem um anúncio de “A Praça é Nossa”, “e quando o assunto é dar risada, aqui o Brasil continua campeão!!!”, e outro do “Progama do Ratinho”, que traz como convidados do “Gol Show” dois astros das “Câmeras Escondidas”, Italo Sena e Luiz Kankan, agora vai... Na volta do intervalo, imagens do gramado em Atlanta e uma constatação de Tiago Leifert sobre a vitória do Egito, “o plano mirabolante de Marrom está funcionando, temo pela integridade física de Marrom”, e questiona ao humorista no bar dos argentinos localizado na região da Mooca, “Marrom, você e o Mick Jagger da 25 estão bem???”, Marcelo Marrom responde que sim, conseguiu explicar que está secando a Argentina e ouve Miguel, o homem do bumbo, “a Argentina é o time que dá la vuelta, nós vamos ganhar ainda, não adianta torcer contra, a gente é argentino, a gente não desiste nunca, carajo!!!”, e o cinegrafista dá um close no Mick Jagger genérico enquanto Marrom se junta aos gritos de “Argentina, Argentina!!!”, “vamos secar essa galera, e tá dando certo!!!”, de volta campo do Atlanta Stadium, melhores momentos, com destaque para as defesas do goleiro Shobeir, “que está numa tarde inspirada”, Juninho Paulista deixa pelo gol de bola parada em que Tagliafico, ou melhor Lisandro Martinez, “o baixinho”, perde a disputa pelo alto com Yasser Ibrahim, logo na sequência, o pênalti que Messi bateu mal e depois “sentiu”, como no jogo com a Áustria e as “defesas impressionantes” de Shobeir, “o Egito está jogando bem, mas ele deixa a Argentina jogar, e a Argentina chegou principalmente com as jogadas pela esquerda com o Tagliafico, mas eu acredito que o Scaloni ao ver o Egito deixar a Argentina jogar, precisa colocar jogadores do meio pra frente com mais características de meias, ele tá com muito volante fazendo esse papel de meia a gente vê até uma cabeçada muito bem feita do Mac Allister, mas se é um centroavante, dificilmente erra esse gesto de cabeceio, é a esperança aí da Argentina ter esses jogadores com um pouco mais de ofensividade, não sei se ele fez essa mudança, mas é uma opção para melhorar essa equipe da Argentina”, foca em Scaloni no banco e Messi em campo, o comentário leva o narrador a questionar Raphael Rezende, “a sensação era que o gol da Argentina ia acontecer a qualquer momento, eles estavam muito dentro do jogo, pressionando, Shobeir pegando tudo, mas a bola tava entrando na área o tempo inteiro”, o “head scout” responde, “a seleção egípcia não consegue proteger sua área da melhor maneira, permite que a Argentina construa, desenvolva seu jogo, faça seu jogo e crie suas situações de gol, tem que dar para resolver a marcação do lado direito de defesa, Hassan fez um jogo ruim, Tagliafico atropelou por ali, sofreu o pênalti, chegou uma, duas, três vezes na sequência, já com vantagem no placar, que é quando você espera que o posicionamento defensivo esteja mais ajustado, e não foi o que aconteceu, então a Argentina tá muito viva no jogo também pela característica do seu adversário, sendo uma equipe que deixa espaços”, foca em Messi de novo, Rapha concorda que tem que dar para a Argentina colocar novos elementos, Almada, quem sabe Nico Paz, embora acredite que Scaloni vá se manter fiel ao seu plano original para a partida, senso de urgência à parte, desde que não coloque o Flaco Lopez, está excelente, digo... Sobe a placa da Rexona, o segundo tempo vai começat com o meia Ashour, camisa 8, figurinha EGY 15, sendo substituído pelo zagueiro Fathy, camisa 14, cromo EGY 12, foca em Salah e Messi, “a Argentina tem 45 minutos para escalar uma pirâmide, o Egito está na frente”, e são justamente os egípcios que dão a saída, na primeira participação de Fathy, recebendo de Hafez na lateral esquerda da defesa e perdendo a bola, Messi enfia para Julian na área, e Rabia afasta com 20 segundos de jogo, Salah recebe, Fathy bloqueado, Paredes cede o lateral, Lisandro comete falta em Salah no meio-campo, o Egito troca passes na defesa, “agora a torcida argentina acordou”, o lançamento longo para o ataque é rebatido, com 1 minuto Enzo triangula com Mac Allister e Julian, que recua a Paredes pelo meio, De Paul vem pela direita, Molina devolve a De Paul, Paredes, triangula com Messi e Molina na lateral direita, Lisandro na direiita triangula com Tagliafico e Enzo, que pelo meio lança na meia-lua, triangula com Lautaro e Messi, que invade a área e rola a bola para a chegada de Rodrigo De Paul pela direita, o camisa 7 bate fraco, o goleiro Shobeir segura... Aos 2, Julian comete falta na saída de bola de Shobeir, pede cartão para o camisa o camisa 9, na sequência, falta de Tagliafico em Hassan, João Venturi passa em revista os pênaltis perdidos por Messi, “a kriptonita do Messi”, fala o nerdola Leifert, colocando no mesmo balaio o gol em mata-mata de Cristiano Ronaldo, “nossos gigantes tem seus pontos fracos, tinha um que não tinha, e era o Edson (OG)”, aos 3, bola recuada para Sbobeir, chutão, recuperação no meio-campo, Mac Allister lança Messi pelo meio e o camisa 10 deixa a bola sair pela linha de fundo, “tiro de meta para o Egito!!!”, se apressa em dizer o locutor enquanto a imagem de mais perto mostra a pressão de Rabia que levou ao erro de Messi, para Juninho, quem deveria receber a bola era Julian, com Messi fazendo o lançamento, “segue jogando a Argentina, o Egito mal chegou ao gol do Dibu depois daquele 1 a 0, é só a Argentina pressionando, já, já eles vão conseguir”, aos 4, pela direita, Molina toca, recebe e recua a Paredes na lateral direita, o camisa 5 toca a Romero pelo meio, recebe, inverte com Enzo, Tagliafico devolve na esquerda, na inversão, Messi a De Paul pela direita, cruzamento, Tagliafico não aproveita na área, no contra-ataque, Salah a Hassan pela direita e consegue que Lisandro ceda o lateral aos 5.... Entretanto, bastam dois passes e os argentinos retomam a bola, para Rapha, Salah, já foi bom nisso, Tiago acreditou que ele começou a ficar frustrado, no meio, De Paul triangula com Paredes e Enzo, Tagliafico na esquerda devolve pelo meio, aos 6, Paredes consegue tocar por cobertura na área, o cabeceio de Enzo é cortado, Tagaliafico recebe, toca a Mac Allister, Enzo não penetra na área e devolve a Mac Allister, bola atrasada a Paredes, que sofre falta de Salah, o juiz apita e mata o contra-ataque do camisa 10, “não tem replay né, gente”, Messi cobra, Shobeir tira de soco, aos 7, sobra com De Paul, toque a Paredes, que avança pela direita e chuta perto da grande área, a bola vai por cima do travessão, enfim aparece o lance da falta de Salah, o narrador não perdoa Paredes, “se jogou muito!!!”, confiando na arbitragem, Lasheen inverte para direita, Hafez perde a bola aos 8, “mais uma vez não consegue se criar o Egito, não consegue trocar 3 passes, não controla o jogo em nenhum momento, só a Argentina jogando”, a bola de Mac Allister toca no árbitro, que dá bola ao chão, a bola é tocada do meio para a esquerda, Messi, Lisandro, Enzo, Tagliafico cruza na linha de fundo, “o gol vai amadurecendo”, porém a bola é tirada pela defesa, sobra com Messi, que sofre o desarme, Attia lança para o ataque, Romero corta a bola para Salah, aos 9, Tagliafico escapa pela lateral esquerda do ataque argentino, mas a bola já havia saído pela lateral, Scalomi reclama, os egípcios repõem e perdem a bola, “Hossam Hassam está confiando que os egípcios vão se segurar por mais uma hora”, Enzo a Messi pelo meio, falta de Fatty, Rapha percebeu que o treinador egípcio se fechou mais na defesa, vide linha de 6... Aos 10, Messi cobra, rolando para De Paul, Enzo recua, a bola volta para Molina, Paredes toca a Messi, que invade a área e sofre o desarme, aos 11, Lasheen dá o balão, a bola é devolvida com um passe longo desde a defesa para o cabeceio de Tagliafico e a defesa de Shobeir, “vamos falar a verdade, Juninho, tá uma bagunça o time do Egito!!!”, o problema para o comentarista é todo mundo entrar na área quando Messi penetra (!!!), isso não é sinônimo de se defender bem, Paredes cede o lateral, na recuperação, Fathy desarma Messi, aos 12, Paredes lança na área, Lisandro disputa a bola com Hany e sofre o desarme de Attia, Hassan conduz a bola pela direita desde a defesa, corta para o meio na intermediária, caneta Tagliafico, encosta em Salah, o lançamento rasteiro na meia-lua vai para a chegada de Zico pelo lado esquerdo, o camisa 11 chuta cruzado na chegada de Dibu Martinez, marcando o segundo gol do Egito e tirando a camisa para comemorar, “tem nome de brasileiro, tem um pouquinho de sentimento brasileiro também, Mostapha Zico faz 2 a 0 pro Egito, no primeiro contra ataque que eles encaixaram desde o primeiro tempo, uma jogada espetacular de Hassan, e tá lá, passar espetacular do Salah, e o Zico vai tomar o cartão amarelo, é aquele cartão que ele vai guardar com orgulho”, por razões de ter tirado a camisa na comemoração, a empolgação de Tiago é cortada quando surge a tela do REVIEW GOAL, “vai ter VAR???”, Nadine informa sobre o pisão de Attia em Lisandro no início da jogada, e a reclamação de Messi com o quarto árbitro, Leifert ri nervoso, “não é possível, ele vai anular o gol”, então é por isso que aos 14, François Letexier anula o gol, mas não o cartão amarelo para Zico, o que revolta o narrador, “pega a bola e vai embora, Egito, que vergonha, que vergonha, dava pra continuar jogando, dava pra roubar essa bola, de um lance emorme, de quase 100 metros, acharam pelo em ovo, e ele ainda vai levar um cartão amarelo que não é anulado, caraca”, na verdade, o cartão também foi anulado, conforme relatado pela GE.COM... Na tela, “NO GOAL FOUL”, Messi tem falta para cobrar na ponta esquerda aos 15, “bom, agora vai ser o empate da Argentina, fica olhando”, na verdade, após a cobrança, Zico manda para escanteio, aos 16, a bola é tirada da área, De Paul devolve, Hany tira de novo, João Venturi relata que a torcida da Argentina foi das vaias a euforia e o técnico do Egito está fortemente trabalhado da indignação, Mac Allister perde a bola, Salah dispara no contra-ataque, não consegue avançar, e atrasa para Hassan, que consegue o lateral aos 17, Leifert fala do outro Hassan, o técnico, que conversa com seus auxiliares, “por enquanto, nada de mudar, nada de, sei lá, botar o Mammoush”, Salah conduz a bola, marcado por Tagliafico, e recua a Rabia, troca de passes na defesa, no retorno, Hany enfia a bola, o lançamento é interceptado no ataque, “mas vai se soltando o Egito, se sentindo um pouco confiante depois do golaço que a arbitragem anulou”, aos 18, Mac Allister sofre o desarme no ataque e se joga no gramado, “ia ficar muito descarado, então o jogo seguiu, aquela disfarçada”, Hassan toca a Salah no meio campo, o camisa 10 puxa a camisa de Lisandro, e desta vez o árbitro apita falta, Julian cobra, segundo o narrador, “5 metros a frente”, Enzo na direita a Messi no meio, Paredes toca a De Paul, que recebe, toca, recebe de novo e aciona Tagliafico na esquerda, aos 19, Lisandro cruza na área, “pra Argentina empatar!!!”, porém Hafez tira “muito bem” de cabeça a bola da fogueira, a sobra fica para Romero, que passa a Messi no meio, toque para três, fugindo da marcação tripla, bola com Lisandro, na pressão de Salah, recuo ao goleiro Dibu, que se adianta para repor a bola, Hany acompanha Enzo para garantir o tiro de meta, “daqui a pouco a Argentina vai mexer, é metódico o Leonel Scaloni... Aos 20, os argentinos trocam passes, De Paul lança na área, Zico mata no peito e manda a bola para escanteio, o meia Rodrigo De Paul, camisa 7, figurinha ARG 10, é substituído pelo atacante Lautaro Martinez, camisa 22, figurinha 14 da Coca-Cola, e o lateral Tagliafico, camisa 3, cromo ARG 6, é substituído pelo atacante Nico Gonzalez, camisa 15, figurinha ARG 16, após a cobrança, Messi fica com a sobra, Zico manda para escanteio mais uma vez, na cobrança, a bola cabeceada duas vezes pela defesa sai da área e fica com Mo Salah perto do círculo central, o camisa 10 arranca pelo meio, apertado por Enzo, Molina e Paredes, toca na direita, perto da meia-lua para Hassan, que penetra na área, e mesmo marcado por Enzo e Molina, cruza perto da linha de fundo para mais uma chegada de Zico, a figurinha EGY 18 do álbum da Panini, onde é mais conhecido por seu nome, Mostafa Mohamed, se antecipando a entrada de Lisandro Martinez e mandando uma bomba para o gol, 2 a 0 Egito, 21 minutos do segundo tempo, depois do amarelo, ele não tirou a camisa, mas quis ouvir a torcida argentina, “o primeiro não valeu, então tentamos de novo, a arrancada pro Salah, agora ele toca pro Hassan, faz outra grande jogada, aí a gente vê desde o começo pra ver se não tem nada, e agora sim Zico aparece na entrada da pequena área, pra colocar o Egito ainda mais na frente, o Hassan puxou pro fundo e apareceu o Zico na frente do Lisandro, que tarde, hein, Lisandro”, Rapha quer saber, “tá tudo certo lá com a origem, Nadine”, está tudo certo, confirma a comentarista de arbitragem, Tiago e o “head scout” riem, e agora Rapha pode falar que foi um belo contra-ataque e a inteligência de Zico em correr para um lado que Lisandro não consegue acompanhar, tipo Haaland com Gabriel Magalhães (!!!)... O jogo recomeça aos 23, Nico cruza pela ponta-esquerda, bola afastada, “tem um enorme desafio a seleção argentina, isso não acontecia há bastante tempo”, Messi tenta penetrar na área, sendo impedido por Fathy, cruzamento pela direita aos 24, bola tirada pela defesa, Lisandro tenta devolver o rebote, Lasheen manda para lateral, o narrador confirma com Nadine que o cartão de Zico está no sistema da FIFA ™ (na verdade, não...), Mac Allister lança de cavadinha, a bola rebatida fica com Salah, Romero faz o desarme, Alvarez no meio a Nico pela esquerda, Hassan corta para lateral, o narrador anuncia que ele vai ser substituído, logo, “deu uma deitadinha” no gramado, também porque começou a pausa para hidratação... Juninho comenta sobre a perfeição do contra-ataque do Egito, “um contra-ataque de almanaque, que a gente fala, o jogador fazendo essa transição, de um campo ao outro, no outro foi o Hassan e nesse foi o Salah, na hora da finalização, os movimentos perfeitos, é o que estavam falando, a vinda do Zico, no ponto cego do defensor da Argentina e o momento certo do Zico fazer essa aparição pra bola do Hassan, olha e dá essa bola perfeita pro Zico finalizar, nem saiu pra comemorar, eu fiquei desesperado, não tira a camisa, não tira a camisa!!!”, foca no estádio e na torcida egípcia fazendo a respectiva, na roda dos argentinos, o pentacampeão prossegue, é difícil falar, não sabemos porque não estamos lá, “mas não pode demorar tanto, perdendo de 1 a 0, pra fazer as substituições, a Argentina teve sorte desse gol não valer, mas demora muito pra trocar, a Argentina jogando no campo do Egito, tem que ter jogadores com características ali, uma perda de bola dá essa opção pro Egito contra-atacar, o Egito com muito mais confiança, a Argentina no desespero, e com o desespero, mesmo com bons jogadores, a bola começa a bater na canela, já tem jogador do Egito defendendo, é um momento complicado, pode acontecer da Argentina virar o jogo, pode, porque é uma grande equipe, mas é pouco provável”, repeteco do segundo gol, Hassan falando com os jogadores, “o Egito vai fazendo história na Copa do Mundo, vai chegar pela primeira vez na história nas quartas de final”, foca no estádio, “vamos para o último ato, pra ver o tamanho dessa seleção argentina, campeã mundial, o tamanho do caráter desses caras, da grandeza desses jogadores que fizeram muito pela seleção argentina, desse gênio, o maior artilheiro da história, que perdeu um pênalti hoje”, sobe a placa da Rexona para indicar as substituições do Egito, “mexe também a Argentina”, o lateral direito Molina, camisa 26, figurinha ARG 3, é substituído por outro lateral-direito, Montiel, camisa 4 que marcou o gol decisivo nas cobranças de pênaltis da final de 2022, e nem está no álbum, “é metódico o Leonel Scaloni”, no Egito, sai o atacante Hassan, camisa 12, fora do livro ilustrado, “ele pediu pra sair”, entra o meia Trezeguet, camisa 7, cromo EGY 19... O jogo recomeça aos 28, Rabia afasta o cruzamento na ponta esquerda, “na pausa da desidratação, já começou o Egito suando, sofrendo”, bola recuada a Dibu, mais uma vez, “a Argentina tem 15 minutos para sair de um enorme buraco nessa Copa do Mundo”, Rapha acreditou que Messi está numa daquelas missões de videogame, o narrador acrescenta, “fazia muito tempo que a Argentina não passava um sufoco desse aí, isso é uma história de outras copas, de outros esquadrões argentinos”, Zico tira a bola cruzada na área aos 29, Nico repõe, Lautaro toca para fora, olha o Moina no banco e Montiel no campo, “tem pressa a arbitragem”, porque Shobeir está caído no gramado, João Venturi destaca que o técnico Hassan é elétrico, “como ele joga junto com o time dentro de campo”... Aos 30, Mac Allister tem a bola enfiada rebatida, Lisandro recupera, bola a Romero, Paredes, Messi pelo meio avança e perde a bola, Paredes recupera, Enzo enfia, Julian cruza na linha de fundo, Trezeguet corta, impedimento marcado, enquanto Tiago e Juninho contestam a decisão, Nadine lembra do alerta do semi-automático, finalmente é creditada a substituição de Hassan por Trezeguet, aos 31, após Lasheen cortar o ataque argentino com categoria, “começa a brincar o Egito”, os egípcios trocam passes no meio campo, Zico pelo meio consegue lançar a Trezeguet na área, pela esquerda, acuado pela marcação, bate cruzado, “pra fazer história”, na rede pelo lado de fora, ´”é, Cholo, não quer aparecer no telãom não quer virar meme o Simeone, e nada do Giuliano Simeone entrar nesse time, o papi tá lá e não viu o filho jogar”, aos 32, Messi avança pelo meio, tabela, perde a bola, Enzo recupera, Mac Allister pela direita, Lautaro recebe e devolve, Mac Allister lança na área, Messi é bloqueado, “vai se defendendo do jeito que dá o Egito”, Lisandro recebe na ponta-esquerda e cruza, Trezeguet manda para escanteio, Scaloni impaciente, Messi vai para a cobrança, Lasheen afasta, Messi fica com a sobra, o chute é bloqueado por Trezeguet, o camisa 10 cobra o lateral na direita, Paredes fica com a bola, toca para Enzo no meio, na devolução, o camisa 5 faz o lançamento para Julian na direita, toque para trás a Messi, cruzamento na área, Rabia sobe e tenta o desvio, mas é Cuti Romero, quem faz o cabeceio, sem sair do chão, o goleiro Shobeir ainda toca na bola antes dela entrar na rede, diminui a Argentina, 2 a 1, 33 minutos do segundo tempo, vibra a família Simeone, “Cuti Romero, aparecendo na área, os zagueiros vão salvando ac Argentina, posição parecia boa, Shobeir chega a encostar na bola, mas assim como terminou o jogo de Cabo Verde, começa a reação da Argentina com o gol de Cuti Romero, os zagueiros ajudando muito a seleção da Argentina, 2 a 1, e agora pra segurar, Juninho”, o comentarista opina, “a Argentina achou esse gol, uma bela bola do Messi encontrou o Romero dentro da área, era uma das opções, difícil a Argentina entrar pela frente, então tá alçando essa bola dentro da área, agora a Argentina vai partir pra cima, Egito vai ter tranquilidade que teve o jogo inteiro porque vai surgir contra-ataques”... Enquanto o comentarista falava, sai o meia Zico, camisa 11, a já citada figurinha EGY 18, entra o atacante Marmoush, camisa 22, cromo EGY 20, o jogo recomeça, Nico tabela com Messi, o camisa 10 sofre o desarme, Trezeguet cede o lateral aos 35, “e entrou a arma secreta, Marmoush!!!”, Paredes, Mac Allister e Romero triangulam pela direita do ataque, Paredes a Mac Allister, tabela com Messi, que avança para a área, devolve a Mac Allister e Salah manda par escanteio aos 36, Messi cobra, Shobeir tira de soco, Marmoush afasta, os argentinos recuperam no meio-campo com Paredes, Messi é lançado pela direita, arranca, penetra na área, cruza, marcado por Rabia, Lautaro Martinez cabeceia, a bola bate no gramado e sai pela linha de fundo, Rapha está impressionado profundamente, “esse cara tem 39 anos!!!”, o locutor, então, “o Messi do Barcelona resolveu aparecer!!!”, mas quem completou foi o Lautaro da Argentina, não o da Inter, lamenta em seguida, Juninho crê que o camisa 10 chamou a responsabilidade, Shobeir cobra o tiro de meta, no retorno, Enzo toca a Montiel pelo meio, Messi tenta o cruzamento na direita, perto da área, fica com o rebote, a bola bate no marcador e cai na área pelo lado esquerdo, Lautaro consegue cruzar com o tornozelo, Montiel consegue afastar a bola de Hafez e entrega para a rebatida de consegue dominar a bola para a rebatida de Messi, Shobeir consegue tocar na bola, que ganha altura e bate no travessão antes de entrar, empata a Argentina, 2 a 2, 37 minutos do segundo tempo, “8 vezes nessa Copa, 21 vezes na história, mais uma vez salvando a Argentina, Lionel Messi, pra empatar o jogo, no sufoco, no coração, é uma seleção gigante, a atual campeã mundial”, Messi faz o sinal da cruz, “Messi, do nada, no pinball, foi ele que começou a jogada, cruzou, ele foi lá pra dentro, ajeitada pra trás, ele pegou de qualquer, cara, ele pegou de um jeito que só os craques conseguem, muita gente ia mandar essa bola na fileira Z, Juninho”, o comentarista consente, “Tiago, a gente fala, e realmente, do jeito que estava o jogo, apesar da pressão da Argentina, seria pouco provável, o Egito estava bem, se defendendo bem, mas aí cê pega na questão do Messi, é complicado você desacreditar assim”, a família Simeone se abraça, “aí dá saudade de um Ronaldo Fenômeno, dá saudade de um Ronaldinho Gaúcho, porque nessas horas aprece esse jogador espetacular, a Argentina, eu não sei o que vai ser depois do Messi, sinceridade, a bola em cima dele é impressionante, ele cria jogadas com perfeição, na hora que precisa, na hora do nervoso, na hora que a Argentina precisa, realmente, professor, cada vez mais ele prova o ET que ele é”... “A Argentina arranca 2 gols e empata com o Egito”, resume Tiago, aos 40, Nico atrasa a Enzo, o lançamento do meio-campo chega ao camisa 15 na ponta-esquerda, Hany consegue o tiro de meta, hora de Rapha está impressionado, mas Juninho lhe deu um ponto, “o Egito aceitou a pressão, e apesar de ter muita gente dentro da área, deixou a frente da área muito exposta, é uma linha com muitos jogadores, mas bem descoordenada, o que não leva a vantagem na disputa de bola quando ela é jogada na área, o comportamento do Yasser, que fez o primeiro gol do Egito, no gol do Cuti Romero é inacreditável, ele fica confiando que o Rabia vai fazer o corte e nem vai junto, não incomoda, não tromba, nada, e agora no segundo foi o magnetismo do Messi, ele cruza a bola, ele desvia, quando escora, quem está ali na marca do pênalti para finalizar, a bola procura, mas acho que o Egito facilita pela forma com que escolheu se defender, tá sendo empurrado pra trás, mas falta um pouco mais de segurança ofensiva”, Nico comete falta na lateral esquerda aos 41, Tiagueira, o poeta, “a bola procura o Messi, e ele dificilmente recusa o carinho, o pênalti não entrou, mas com a bola rolando, é ele”, Lisandro manda uma bola para a torcida, o careca barbudo faz a festa na arquibancada, aos 42, “se persistirem os sintomas, termos mais uma vez prorrogação, já foram 30 minutos contra Angola, vamos ver até onde vai o fôlego dos argentinos”, ...enquanto a bola é disputada no campo de ataque do Egito, joão Venturi informa mais um recorde alcançando por Messi, que igualou a marca de 8 gols marcados por Guillermo Stabile na Copa do Mundo de 1930, favor não confundir com Osmar Stabile, Scaloni continua apreensivo, Hassan conversa com seu auxiliar, Paredes na esquerda da defesa inverte para Lisandro, a bola é tocada para o ataque, mas Montiel deixa a bola escapar pela lateral aos 43, Fathy passa a Hafez, que comete falta na disputa de bola com Lautaro, “dedo no olho”, Messi cobra a falta na lateral direita do ataque argentino, tabela da artilharia na tela, linha burra na área, Shoubeir rebate a bola aos 44, Messi recupera, Paredes recomeça no meio campo, toque para Mac Allister, recuo a Lisandro e de lá para o goleiro Dibu, Juninho observa que Messi encontrou seu espaço do lado direito, o narrador acreditou que ele falou a Julian, “vou voltar a jogar pelo Barcelo”... Ops!!!... Aos 45, Julian toca na direita e Messi, o passe em profundidade é rebatido, Salah e Marmoush engatam o contra-ataque, mas o camisa 22 perde a bola no ataque, “não pode, Marmoush, era pra matar o jogo”, na volta, Messi tenta novamente lançar a bola na área, Marmoush recupera, os egípcios tocam a bola no meio-campo, Salah avança pela direita, Hany cruza, a defesa argentina tira o lançamento para Trezeguet, “faz tempo que a Argentina não se defende”, Trezeguet toca para o meio, Salah é acionado pela direita, sofre o desarme perto da árra, “se jogou”, Julian Alvarez recupera, lança na defesa para Lautaro Martinez na ponta direita, quando Rabia se aproxima, o camisa 22 cruza para a chegada de Enzo na grande área, subindo mais que Yasser Ibrahim e cabeceando para o gol, vira a Argentina, 3 a 2, aos 46 minutos do segundo tempo, Shobeir só viu a bola entrar, a família Simeone festeja, Tiago Leifert tem que dar pitaco, “como sempre, tem uma ajudinha da arbitragem naquele gol anulado do Egito, mas com a bola rolando, com a bola no pé, não à toa são os campeões mundiais, a atual campeã”, Shobeir gesticula, “consegue a virada, a Argentina vira no segundo tempo, Salah discute com a arbitragem, mas a Argentina está na frente, 3 a 2, a Argentina virou!!!”, Enzo ganha um beijinho de Nico, “o que eles estão querendo, Nadine”, a comentarista informa, “um pênalti no início da jogada”, supostamente cometido por Mac Allister, “nada a marcar, o jogador do Egito valorizou muito, o gol valeu, segue o jogo”, Rapha lembra do lance com Lisandro no gol do Egito, mas aí não teve pisão, o narrador deixa pelo “cabezazo” de Enzo, comentando com Juninho, “e a cabeçada de centro-avante do Juninho, é asism que um 9 faz”, o comentarista concorda, “cabeceia de olho aberto, você manda do lado contrário do goleiro, da trajetória da bola, perfeição, o Lautaro percebe que o Enzo tá mano a mano dentro da área, e aí ele joga a bola com extrema perfeição”, o pentacampeão fala do poder de reação dos argentinos, Leifert prefere apontar a sorte do técnico, “o alfajor do Scaloni nunca vai cair no chão, ele sabe a sorte que tem, ele só olhou e disse, eu mereço tudo isso, meu Deus”, sapatênis derrapando depois de uma narração em que a “secagem”, na maior parte do tempo, ficou a cargo de Marcelo Marrom com seu clone de Mick Jagger, Juninho sente falta da “arma secreta”, e Tiago revela que a dupla foi expulsa do bar quando os egípcios fizeram 2 a 0... Ops!!!... Aos 49, o árbitro dá cartão vermelho para o preparador de goleiros do Egito, Saafan El-Sagheer, Shobeir e Fathy ganham cartão amarelo por reclamação, sobe a placa da Rexona, , sai o zagueiro Cuti Romero, camisa 13, cromo ARG 4, entra o zagueiro Nicolas Otamendi, o próprio, camisa 19, figurinha ARG 5, também sai o atacante Julian Alvarez, camisa 9, cromo ARG 19, para a entrada do zagueiro Medina, camisa 25, que não está no livro ilustrado, o “head scout” diz que o ocorrido no bar foi fundamental para a virada, e reclama que não dá para deixar a Argentina no mano a mano na área, “pode apontar o dedo pra quem quiser, pra arbitragem, pode reclamar do que for, não pode”, Nadine comenta que a expulsão vai aumentar um pouco os 7 minutos de acréscimos, no time egípcio, sai o volante Lashin, camisa 17, figurinha EGY 14, onde é chamado de Lasheen, entra o meia Zizo, camisa 25, também não está no álbum da Panini, os egípcios dão a saída aos 50, lançamento longo na área argentina, bola com Dibu, “conseguiram, a Argentina conseguiu!!!”, em seguida o narrador informa que com a virada, buscaram Marrom e estão jogando o humorista para o alto, “foi perdoado”, o chutão do goleiro chega na área egípcia, proteção e tiro de meta, aos 51, Nico cabeceia a bola lançada da defesa para a defesa de Dibu, Nadine contabiliza mais 2 minutos de acréscimos por conta da confusão depois do gol de Enzo, o balão sai pela lateral esquerda do ataque argentino, “acorda a torcida argentina em Atlanta, a Argentina vai passar pras quartas de final em mais um jogo dificílimo, foi muito difícil contra Cabo Verde, está sendo muito difícil contra o Egito”, Fathy cobra o lateral, Zizo cabeceia a bola e sofre falta, aos 52, Fathy e Zizo avançam, Trezeguet lança na área, bola afastada, Lautaro avança pelo meio e sofre falta, cometida por Attia, que leva cartão amarelo, Tiagueira informa que Enzo marcou o gol de número 3.000 na história das Copas do Mundo, “foi um gol histórico para o futebol argentino, saindo de uma enrascada”, aos 53, o árbitro vai até o banco do Egito, onde o técnico Hassan reclama, um auxiliar faz o gesto do protocolo de racismo, repetido pelo treinador, que toma cartão amarelo, o narrador lembra o “histórico largo de cantos racistas da torcida argentina”, François Letexier discute com Hassan, “a arbitragem não quis fazer nada, saiu, o Hassan vai explicar na entrevista coletiva o que ele escutou, mas não é a primeira vez, ele já tinha feito esse sinal outras vezes, só que agora ele foi mais efusivo”, Messi cobra a falta, Lisandro deixa a bola escapar pela lateral, aos 54, “bicão do Egito, bicão também da Argentina”, o lateral é cobrado e a bola volta para Shobeir, foca no amarelado Hassan, Enzo lançado na ponta esquerda, gira em cima de Hany, perde a bola, Paredes rebate para a linha de fundo, Shobeir repõe a bola, aos 55, o lançamento longo pelo meio é cortado por Lisandro de cabeça antes de chegar na área, no retorno, Enzo no meio toca a Lautaro na esquerda do ataque, prende a bola, Zizo cede o lateral, “em outros tempos teria tomado um pontapé”, mas o camisa 22 da Argentina agora resolveu provocar Attia, “foi babaca o Lautaro, isso se faz quando se tá ganhando, não quando tá perdendo, coragem, Lautaro, quando tá grande tá machão, né, Lautaro”, Enzo cobra, Lautaro cede o lateral, Yasser Ibrahim abraça, Hany cobra, “chutão pra cima, o Egito não sabe... Acaba o jogo, com muito sofrimento, a emoção do Messi, um jogo dificílimo para a Argentina, de virada, tava 2 a 0, viraram, 3 a 2, e a Argentina está nas quartas de final, com enorme sofrimento!!!”, Enzo vibra, Hafez no chão, Messi distribuindo abraços, Leifert chama Juninho, “Messi, simplesmente ele apareceu”, o comentarista se rende, “a Argentina tem em Copa do Mundo, não sei até onde vai chegar, que ela tem que agradecer muito, muito ao Messi, eu nunca vi um jogador em Copa do Mundo ser tão importante pra uma equipe como o Messi tá sendo pra Argentina”, Salah percorre o campo dando cumprimentos, “a Argentina pegou times até aqui, teoricamente, inferiores e a ela, sofreu muito”, Shobeir sentado no gramado, “você vê a Argentina sofrendo com Cabo Verde, hoje foi a melhor partida do Egito na Copa, e ele teve a fase de grupos, batendo recordes, mas ele não jogou contra a Austrália e hoje ele não jogou a metade do que jogou contra a Argentina”, não seria Jordânia e Angola Lasheen desolado no banco de reservas, “o time do Egito, a seleção do Egito, fez uma partidaça, colocando a Argentina quase fora da Copa, a Argentina não tá fora da Copa por causa do Messi”, Salah tira a camisa para trocar, Hafez segue no gramado, “na hora H ele vai lá e faz o que tem que fazer”, Enzo CHOLA MAIS e manda beijos para a torcida, “mas o interessante é que provavelmente a gente vai ver o próximo jogo da Argentina com uma equipe, vamos dizer assim, talvez não do mesmo nível, mas uma equipe equivalente, e aí vamos ver o comportamento da Argentina, porque até aqui, , foi sofrimento com duas equipes teoricamente inferior ao seu nível técnico”, Messi CHOLA MAIS, “imagina levar o Messi às lágrimas nas oitavas de final de uma Copa do Mundo, que é a última dele, emocionadíssimo, depois da Argentina se salvar contra o Egito”, corta para a entrevista “curtinha” com o técnico Scaloni, com tradução do Tiago, “tá muito emocionado, claro, não conseguiu falar Leonel Scaloni, esse é o jogo que vocês acabaram de ver aqui no SBT e na NSports”, os jogadores argentinos comemoram com a torcida, “oitavas de final com cara de final, com cara de fim de mundo pra Argentina, se salvaram de um apocalipse, Messi vai às lágrimas de novo, o choro de um gênio, que tinha perdido um pênalti, imagina como ele tava se sentindo, cê pode ter conquistado o que for, dói demais, ele sabe”, tela dividida, Messi abraçando Molina e os gols, “tem um gol muito mal anulado pela arbitragem”, Dibu abraça Messi, “e aí Raphael deram a bola demais pra eles, e eles são cascudos”, com a palavra, o “head scout”, “sim, o Egito entrou muito na própria área, aceitou a pressão, contando com o tempo, achou que fazer o tempo passar seria o suficiente pra conquistar a vaga”, Messi tira a camisa, “vou fazer um paralelo aqui, vai parecer meio pesado, eu tô um tanto surpreso com o nível emocional da Argentina nessa Copa do Mundo, eles são os campeões, cara, não fosse a mística e não fosse o Messi, eu acho muito parecido com o que o Brasil viveu em 2014, sabe, a gente foi passando sem saber como, até o baque, é um nível de atuação que é muito discutível, escaparam de uma enrascada nível very hard, vai, e não justifica, pelo confronto, pelo nível de enfrentamento, os adversários, o nível do futebol é super discutível, eles tem o peso de conhecer o caminho, eles tem o cara que desequilibra os jogos, mas o que me chama a atenção é isso, em jogos que os adversários que não representariam esse sufoco, a resposta é muito mais emocional do que técnica, vai, o Messi resolve, faz o que tem que fazer, mas eles parecem no limite, contra Egito e Cabo Verde foi suficiente, não sei se vai ser o suficiente pra chegar no fim da Copa”, o narrador pula da entrevista do integrante da comissão técnica argentina para as loucuras da equipe do SBT, “e o Marrom, que o plano dele tava perfeito, levou o sósia do Mick Jagger, ele foi expulso, vamos ver o momento da expulsão do Marrom, foi colocado pra fora do bar, com certa agressividade, com certa violência o Mick Jagger, isso aí era 2 a 0 pro Egito, aí os caras viraram, os caras buscaram, aí o Marrom virou ídolo, no bar ele não entra mais não, eles foram buscar o Marrom lá fora, no posto de gasolina, Marrom, foi por pouco, Marrom”, que entrevista Dan, brasileiro que morou na Argentina, usando uma camiseta do Lanus, e que carregou o humorista nos braços, “é, Tiago, manda um abraço pro Galvão, quer ser campeão, vem com a gente, aqui não tem racismo não, aqui todo mundo pode, nós somos tudo patriota, mas nós torcemos pra seleção que joga aqui...”, bate no peito e ergue Marrom de novo...
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| Então deve ser por isso que o pessoal tem ranço de Enzo, a figurinha ARG 8 deu o cabezazo da vitória de virada... |
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